História Family Issues - Capítulo 18


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Black Pink
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook)
Tags Black Pink, Bts
Visualizações 814
Palavras 5.874
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OLÁ MEUS AMORESSSSSS e mais uma vez postando em horário escroto, perdão ayshshhsyats esse cap. ficou um pouco grande mas foi por uma boa causa auahayh vcs estão gostando? Bem, eu não preciso nem dizer que me mijo de rir lendo os comentários de vocês e confesso que estou muito ansiosa para esse, um pouco nervosa tb aushushsyshsysrs

Então DÉCIMO SÉTIMO CAPÍTULO DE FAMILY ISSUES MASOQ? gente eu fiquei na bad, pensando em como eu vou ficar triste qnd acabar 😪 n quero q acabe af. eu amo tanto vcs, nunca imaginei que fosse receber tanto de volta 😭 mt obrigada 💜💜

Eu ia falar mais coisa, porém esqueci. Aushusfausgsuagsusgs

Perdoem os errinhos, desculpa a demora 💔 e boa leitura! 😘💜

Capítulo 18 - Addicted


Fanfic / Fanfiction Family Issues - Capítulo 18 - Addicted

Chapter 17 - Addicted

Nos episódios anteriores de Family Issues...

" - Poxa, Jungkook! Eu não quero mais brincar de gato e rato, uma hora a gente tá se beijando, na outra a gente briga e você sai correndo pra outra. Eu não quero mais sofrer!

- Não foi isso que você fez com aquele merda do Taehyung, também? - se exaltou levantando da cadeira e eu senti as lágrimas molharem meu rosto. - Porra! Você acha que é fácil pra mim? - exacerbou.

- Fala baixo! - reclamei irritada e ele virou de costas puxando os fios. - Eu não consigo mais confiar em você, é difícil de entender? Não é fácil pra mim também, eu só não quero piorar as coisas! - disse e ele voltou a me olhar.

- As coisas só vão piorar daqui pra frente, porque você ainda é minha, e eu ainda sou seu... - minha garganta se fechou novamente e eu senti meu coração evaporar aos poucos.

- Tá, essa conversa não está ajudando, eu vou colocar a Na Eun para dormir. - falei e sai dali, enxuguei minhas lágrimas no caminho para sala e chamei minha filha. Por que tudo é tão difícil?"



Depois de uma noite exaustiva, os dois levantaram com muita dor de cabeça, o rapaz mal humorado, e a mais nova não se encontrava muito diferente.

Demorou mais para descer, e antes foi checar a pequena Na Eun. Assim que se sentou na cama, a menina se remexeu querendo acordar. Ela sorriu com a visão fofa da menininha dormindo, e olhou pela janela.

O dia estava lindo lá fora, ensolarado, e parecia fresco também, esse clima deu a ela a idéia de levar a filha para passear no parque próximo de casa.

Se levantou da cama e foi até o guarda-roupa de Na Eun, pegou uma pequena mochila e colocou alguns itens que achou necessário.

- Bom dia, Omma... - a vozinha soou preguiçosa e a mais velha se virou sorrindo para a criança.

- Bom dia, meu amor. Dormiu bem? - perguntou se aproximando para acariciar a face redonda.

- Sim, tive um sonho estranho... - sentou e a mãe pendeu a cabeça para o lado curiosa.

- O que você sonhou, huh?

- Sonhei que estava brincando com o Appa e depois você apareceu segurando um irmãozinho. - disse bocejando, como se não tivesse falado nada demais e a mãe engasgou com a própria saliva.

- Ah... f-foi? Q-que l-legal... - riu fraco de nervoso. - Vamos dar uma volta no parque, sim? - falou empolgada para dispersar o assunto anterior e a mais nova se contagiou por ela.

- EBA! - ficou de pé na cama se jogando na mãe e ela a abraçou.

Talvez um passeio a fizesse esquecer um pouco os problemas. Se arrumaram e desceram para tomar café.

- Cadê meu Appa? - Na Eun perguntou rodeando os cômodos com os olhos a procura do pai.

- Deve ter saído, filha. - a mãe deduziu enquanto fritava alguns ovos. Não queria encará-lo tão cedo.

Estavam comendo quando Jungkook entrou na cozinha pela porta lateral, apenas com uma bermuda e uma toalha de rosto apoiada no ombro. Seu tronco exposto estava completamente molhado pelo suor, assim como todo seu corpo, e os fios do seu cabelo estavam grudados uns nos outros.

A mais velha quase se entalou com a comida. Ele estava tão delicioso nos seus olhos, o corpo másculo e forte todo suado, a respiração pesada, pelo possível esforço que estava fazendo antes de entrar, assim como ele fica depois de gozar.

- Bom dia. - ditou indiferente e passou pela cozinha. Foi até a geladeira e alcançou o squeeze de energético, dando uma boa golada no líquido.

- Bom dia... - a mais nova respondeu um tanto embabascada.

- Bom dia, Appa! - Na Eun respondeu animada, se levantando para ir abraçá-lo mas ele a afastou gentilmente pelos ombros enquanto se agachava na sua altura.

- Seu Appa está todo suado, meu amor. Quando eu terminar e tomar banho ai você me dá um abraço bem gostoso, ok? - explicou e a menina moldou um biquinho, fazendo o mais velho apertar sua bochecha.

Os dois foram para o lado de fora juntos, e a mulher aproveitou para terminar de arrumar a mochila, colocando água e comida dentro.

- Omma! Omma! Olha o que o Appa consegue fazer! - Na Eun abordou a mãe eufórica na cozinha, e a puxou pelo braço. Chegaram até o portão da garagem que estava aberto, e ela o viu pouco distante no quintal. Ele estava se exercitando na barra fixa.

Subia e descia, erguendo seu corpo até o peito ficar na altura do cilindro metálico. Seus movimentos se tornaram lentos no olhar da mais nova e cada mínimo detalhe, como as gotas de suor que percorriam suas costas ou a contração dos seus músculos toda vez que forçava seu corpo pra cima, não passaram despercebidos por ela.

- Appa! Faz aquela coisa com as mãos! - gritou se aproximando do mais velho, deixando a mãe para trás encostada no portão. Percebendo a "platéia" sorriu de canto e parou para beber água. Deu um bom gole e despejou um pouco na nuca.

Absurdamente, se levantou com apenas uma mão, e continuou a série anterior, só que agora alternava entre uma palma e outra. Seus braços musculosos pareciam mais fortes que o normal, e a mais nova assistia aquilo como se fosse uma cena de filme erótico, se perguntava como ele podia ser tão sexy e gostoso, se punindo logo em seguida pela sequência que imaginou em sua mente.

- Você está vendo isso, Omma! Olha como o Appa é forte! - Na Eun pulava alegremente no jardim, impressionada com as habilidades do pai.

- Seu Appa deveria tentar ser exibicionista. - falou sarcástica enquanto se aproximava. - Todas as meninas da rua estão espreitando nas janelas. - soou um tanto ciumenta e o mais velho se soltou da barra.

- Alguém tem que dar um pouco de entretenimento para elas, não? - provocou enquanto se aproximava.

- Ah, claro! Você está fazendo muito bem, continue. - respondeu irônica e o mais velho riu nasal. - Venha, Eun-ah! - chamou a pequena e o mais velho franziu o cenho interrogativo.

- Para onde vão? - perguntou.

- Para o parque aqui perto. - respondeu simples e soltou um "Ah" de esclarecimento.

- Tchau, Appa! - Na Eun disse empolgada e elas se distanciaram dele.

- Tchau, bebê. - respondeu e a mais velha olhou para a filha que continuava acenando para trás, virou o rosto sutilmente e não conseguiu evitar o sorriso que adornou sua face quando viu o que contornava a dele, como um coelhinho, do jeito que fez ela se apaixonar. Voltou sua atenção para frente e seguiu seu rumo.

Assim que chegaram, a garotinha saiu correndo para os brinquedos e a mãe vigiou de longe. Cruzou os braços e sorriu sozinha. A amava mais que tudo.

- Bom dia, linda. - Taehyung proferiu ao tocar o ombro da mais nova, que se surpreendeu por sua presença ali.

- Tae! Bom dia, que surpresa! - respondeu e eles se abraçaram brevemente.

- Digo o mesmo. - sorriu encantador. - Às vezes eu venho andar por aqui e você?

- Confesso que não venho aqui com muita frequência, mas hoje vim trazer a...

- Omma! Vamos brincar na gangorra! - Na Eun interrompeu os dois dando vários pulinhos empolgados.

- Minha filha. - a mulher riu e olhou na direção de Taehyung que sorria ternamente para a menina.

- Eu não acredito! Essa é a pequena Na Eun? - se agachou na frente da criança e ficou bobo por sua feição doce, ela assentiu envergonhada e ele sorriu mais ainda. - Eu sou o Taehyung, amigo da sua mãe, mas quero que me chame de Tae Oppa, combinado? - perguntou e ergueu o mindinho, a menina sorriu e levantou o dela para selarem o acordo.

- TaeTae Oppa, eu quero brincar na gangorra. - falou manhosa.

- Awn... Está me chamando para brincar com você? - proferiu dengoso como a pequena e a mais velha riu da cena.

- Sim. - respondeu se balançando.

- E o que você está fazendo aqui ainda? Eu aposto que chego lá primeiro! - brincou e a menina saiu correndo em direção ao brinquedo.

Taehyung também saiu disparado, e a mais velha ficou aos risos para trás.

- Cheguei primeiro! - Na Eun se gabou e Taehyung apoiou as mãos nas coxas fingindo cansaço.

- Você é imbatível! - pulou em cima dele feliz e ele a pegou no colo. Os dois ficaram olhando a mãe da menina se aproximar devagar.

- NaEunie, como você pode ser tão rápida e sua mãe ser tão mole? - debochou rindo e a pequena o acompanhou.

- Ha Ha Ha! To chorando de rir! - a mais velha ditou irônica.

- Vamos, TaeTae Oppa! - a pequena o apressou querendo brincar e ele esperou que a mãe chegasse para que pudesse segurar a pequena na gangorra.

- Sente do outro lado com sua Omma. - Taehyung recomendou a colocando no chão.

- Mas eu quero ir com você, Oppa... - fez um beicinho pidão.

- Ah é, sua desnaturada! Você vai ver se eu te trago no parque de novo! - a mãe disse fingindo indignação.

- Eu vou roubar a NaEunie pra mim! - falou sentando com a pequena em um lado da gangorra, enquanto a mulher reclamava do outro lado.

Se divertiam alegremente e de longe Jungkook pôde ver. Seu maxilar travou ao passo que caminhava na direção deles com a mochila, que a mãe da menina acabou esquecendo em casa.

Ele sentia o sangue correr mais forte em suas veias e com certeza elas se encontravam saltadas, umideceu os lábios secos e parou observando com raiva.

- Appa! - Na Eun exclamou se soltando de Taehyung e indo até o pai, fazendo com que os dois, antes no brinquedo, se levantassem olhando na direção do homem que acabara de chegar.

- Oi, meu bem... - falou para a filha.

- O TaeTae Oppa, está brincando com a gente, ele é muito legal! - disse feliz e o mais velho respirou fundo, ele estava irado, já não basta ter levado a esposa, e agora ainda quer levar a filha, pensou.

- Ele não é seu Oppa. - ditou e a menina fez um bico triste.

- Por que não? - perguntou chorosa.

- Não escute seu Appa filha, ele está brincando! - a mais velha interrompeu se aproximando e puxou a menor para perto dela.

- Você esqueceu. - disse seco e entregou a mochila.

- Obrigada. - tomou o objeto da sua mão e ele saiu em passos pesados sem falar mais nada.

A mais velha suspirou e tirou a garrafinha de água da mochila para dar a Na Eun.

- Está tudo bem? - Taehyung perguntou preocupado e a mulher assentiu.

- Omma, eu posso brincar com as meninas ali? - apontou para o pequeno grupo não tão distante.

- Pode, meu anjo. Se comporte! - alertou e a mais nova foi em direção as amigas.

- Quer sentar um pouco? - Taehyung perguntou apontando para um banco embaixo de uma árvore.

- Sim. - respondeu e eles caminharam silenciosamente até o assento.

- Me desculpe por isso, eu não quis causar nenhuma tensão entre vocês... - pediu ainda preocupado.

- Você não tem culpa de nada, Tae. - tentou tranquilizar o rapaz e soltou o ar pesadamente. - Eu estou tão cansada... - deitou a cabeça no ombro do homem.

- Eu não gosto de te ver assim... - ditou baixo e ela levantou olhando-o.

- Não se preocupe comigo. - disse e sorriu para disfarçar. - Sabe uma coisa que eu percebi? - indagou divertida.

- O quê? - perguntou.

- Você vai ser um ótimo pai. - sorriu sem graça ao ouvir o comentário e a mulher achou fofo.

Eles ficaram olhando Na Eun de longe, e não paravam de rir das estripulias que a menina fazia.

- Ela é linda, como você... - sussurrou a última parte e a mulher diminuiu o sorriso voltando seu olhar para ele.

- Tae...

- Eu adoraria ser pai de um filho seu. - confessou e a mulher exaltou os olhos fazendo ele sorrir.

- Taehyung, é sério, o que rolou entre a gente foi maravilhoso, mas vamos manter apenas a boa amizade, tudo bem? - sugeriu tensa.

- Eu acho que já deixei bem claro o que sinto por você, não é? Eu respeito seu momento, sei que ainda não esqueceu seu ex, mas eu estou aqui, e eu quero te dar tudo que você merece... - a mulher sentiu seu coração apertar pois não queria machucá-lo, mas precisava cortar o mal pela raiz.

- Não, Tae. Eu não posso fazer isso, é por mim, por você e também por minha amiga. Por mais que ela não admita, eu sei que ela tem sentimentos por você, e eu não vou passar por cima deles. - disse e ele soltou o ar frustrado.

- Eu gosto da Lisa... mas não é ela que eu quero.

- Taehyung, me escuta. Você vai achar alguém que te faça muito feliz, mas essa pessoa não sou eu. Agradeço muito por você se importar comigo, mas eu não vou te arrastar pra dentro dessa confusão, e não adianta constestar, eu já estou decidida, se você quiser minha amizade, perfeito, se não, infelizmente eu não posso fazer nada. - deu o ultimato, já incomodada com a insistência do homem.

- Tudo bem... não posso dizer que estou feliz, mas prefiro sua amizade do que nada... - disse e ela se sentiu leve por ele não ter complicado. - Agora... se mudar de idéia, sabe onde me encontrar... - ditou malicioso e a mulher bateu em seu braço, riram juntos e continuaram a conversar por mais tempo.


...


Eu estava puto, puto pra caralho, o que aquele cara estava fazendo lá? É a minha família, não a dele! Minha cabeça estava estalando de ódio, e a imagem deles brincando felizes, passava na minha mente apenas para piorar meu humor.

- Porra! - xinguei me segurando pra não derrubar tudo que estava na minha frente.

Entrei em casa e fui tomar banho para ver se esfriava a cabeça. Sai enrolado na toalha, e praguejei por lembrar que minhas roupas ainda estavam no closet do outro quarto.

Fui até lá e tirei tudo de dentro de uma vez, esvaziei as araras e fiz um bolo enorme no chão.

- O que você tá fazendo? - ouvi sua voz e respirei fundo.

- Já acabou de brincar de casinha? - perguntei irônico sem desviar o olhar para ela.

- Para de ser cínico, responde! Que bagunça é essa? Ta enlouquecendo? - interrogou e eu me virei vendo ela cruzar os braços.

- Estou! - exasperei. - Caralho! Vai ser assim agora? Você levando minha filha pra ficar de gracinha com seu namoradinho? - bradei grosso e ela franziu o cenho desacreditada.

- Você é ridículo! - disse negando com a cabeça. - Diferente de você eu não tenho namoradinho, e mesmo que ele fosse, eu levo minha filha pra onde eu quiser e acompanhada de quem eu quiser. - ditou irritada e se pôs a minha frente.

- Vou chamar a So Yun pra dar uma voltinha comigo no parque, então... brincar de família feliz com minha filha, o que você acha? Muito bom, não? - cruzei os braços da mesma forma e nós ficamos a nos enfrentar pelo olhar.

- Muito bom mesmo! Da porta pra fora, lembra? - me afrontou e eu ri irritadiço.

- Ótimo! - ditei rude e catei o bolo de roupa que estava no chão.

- Ótimo! - respondeu e eu passei por ela saindo do quarto.


...


Que ódio! Quem ele pensa que é? O Taehyung é um exemplo maravilhoso pra nossa filha, pior aquela vaca, vai ensinar o quê? Como roubar o marido dos outros?

Passou a tarde trancado no quarto e eu agradeci, não estava afim de discutir de novo. Quando a noite chegou, engoli toda raiva e vontade de ficar em casa que estava sentindo e fui me arrumar. Pedi a minha mãe para ficar com Na Eun, porque não queria ter nenhuma preocupação, hoje ia esvaziar a cabeça e me divertir.

Vesti uma blusinha preta de alças com um decote razoável na frente, presa por baixo de uma saia de couro da mesma cor, que chegava até a metade das minhas coxas. Deixei meus cabelos soltos, coloquei brincos discretos, envolvi meu pescoço com uma gargantilha também preta e contornei minha boca com um gloss cereja. Simples e justo, como eu gosto.

Na Eun estava me observando no quarto, estranhamente quieta. Calcei uma bota de cano curto e procurei uma jaqueta para colocar, achei uma do meu agrado, e peguei uma bolsinha de alça longa para por o essencial.

Borrifei uma boa quantidade de perfume por meu corpo e chamei minha pequena, que já estava arrumada. Lembrei da sua mochila no quarto e ela desceu na minha frente enquanto eu fui pegar.

- Olha como ela está linda, Appa. - Na Eun cutucou o pai que estava sentado com ela no sofá e virou o rosto quando ela fez o comentário. Me analisou de baixo à cima e nossos olhos se encontraram por um instante, eu ainda estava brava então desviei o olhar para a menina. - Vamos, filha! - chamei e ela veio até mim.

- Eu posso saber qual a programação dessa vez? - arqueou as sobrancelhas em interrogação.

- Na Eun vai dormir com meus pais e eu vou sair. - disse sem esperar que respondesse e me retirei.

Dirigi até a casa conhecida por nós, e estacionei na porta. Tirei a pequena da cadeirinha e fui com ela de mãos dadas até a porta. Logo fomos atendidas por minha mãe.

- Uau! Meu genrinho deve ter babado em cima dessa coisa linda! - apesar de ter mencionado o dito cujo, sorri com seu elogio.

- Ele até chorou de emoção. - debochei a abraçando.

- Tchau, meu amor! - me despedi de NaEunie que me deu um beijinho na bochecha.

- Tchau, Omma! - disse por fim e entrou, com certeza foi atrás do avô.

- Omeoni, vou deixar meu carro aqui, amanhã venho buscar, tudo bem? - pedi ansiosa pelo "sim".

- Tá bem, só não encha a cara, viu? Você e sua irmã parecem duas cachaceiras.

- Não posso prometer. - ri travessa e ela me deu um peteleco no braço. Pedi um táxi no celular e segui com ele até o apartamento da minha irmã.

- Anda logo! - botei minha cabeça pra fora da janela vendo a modelo desfilar.

- Já te falaram que você é insuportável? - disse quando finalmente entrou no carro e nos abraçamos.

- Também te amo, Jisoo-yah. - fiz um aegyo ridículo e ela revirou os olhos.

Passamos o endereço da casa noturna para o motorista e ele nos guiou até o local, onde nós encontraríamos Lisa e Rosè.

- Unnie, posso dormir na sua casa hoje? - perguntei.

- Qual o problema com a sua? - retrucou.

- Jeon Jungkook. - falei bufando e ela riu.

- Foi ele que colocou essa coleira em você? - debochou puxando minha gargantilha.

- Aish... vai deixar ou não? - insisti querendo que ela respondesse logo e parasse de me atormentar.

- Claro né, boba! - sorri aliviada e nós finalmente chegamos. Avistei Lisa de longe e ela acenou empolgada para nós.

- Jisoo Unnie! Que saudade! - exclamou cumprimentando minha irmã e logo me abraçou também.

- Adivinha quem tem entrada vip? Isso mesmo, a princesa aqui! - Rosè interrompeu nosso momento erguendo as pulseirinhas vitoriosa.

- Amiga, qual promoter você pegou pra conseguir isso? - Lisa gozou e nós rimos.

- Passa as irmãs e você fica aqui fora, sua ingrata! - fingiu estar ofendida e Lisa encheu ela de beijinhos fazendo sua melhor vozinha de neném.

- A gente vai entrar ou vai ficar aqui? - apressei e nós finalmente adentramos a construção.

Clássico EDM, uma porrada de gente, meia iluminação misturada com os leds que se concentravam no meio da pista, e nós entramos no camarote.

Lisa foi até o bar, e pediu quatro shots de vodca. Nos reunimos em volta dela no balcão, e o barman serviu a bebida para nós.

- Saúde e pegação, amém! - brindamos e logo viramos o copinho, rimos uma da outra pela careta do álcool ardido. - Sem a pegação pra mim hoje. - comentei me excluindo do ritual e pedi um drink.

- E o prêmio de rabo preso vai para... - Jisoo Unnie brincou e eu fingi uma risada.

- Deixa ela, eu disse que hoje era sem macho. - Lisa me defendeu.

- Ah amiga, é sem macho, ok! Mas se aparecer uma boquinha, por que não? - Rosè indagou maliciosa e eu neguei com a cabeça.

- Se vocês quiserem passar o rodo não tem problema, eu vou ficar só no álcool. - falei bebendo o líquido que o rapaz me entregou.

- Ok, nós entendemos que você está enferrujada, e que provavelmente tem um feitiço ai nessa coleirinha. - Jisoo Unnie debochou mais uma vez e eu revirei os olhos. - Mas você não vai ficar aqui parada! - sorriu alegremente e me puxou.

- Espera! - disse e virei o drink que estava bebendo. - Amiga, você vai ficar aqui ou vai também? - perguntei a Lisa.

- Pode ir, depois eu vou! - assenti. - Segura minha jaqueta? - pedi e ela sorriu. - Oba, jaqueta nova! - disse maliciosa. - Não mesmo, Lalisa.

Retirei a peça e entreguei para ela que vestiu e piscou para mim. - Se divirta.

- Vamos! - Jisoo me puxou novamente e nós saímos do camarote entrando no meio das pessoas.

Vários casais se comendo no meio da pista e eu me xinguei por sentir falta, balancei a cabeça dispersando aquele pensamento, e passei a movimentar meu corpo ao som da batida eletrizante que estava tocando.

Nós dançávamos completamente envolvidas e eu já me sentia mais alegre por conta da bebida, tanto que eu olhava pra Jisoo e nós ríamos uma da outra. Alguns caras tentaram chegar em mim, puxando minha cintura, ou se aproximando enquanto lançavam os olhares que falavam mais que palavras, mas eu dispensei todos, eu realmente não estava afim, a realidade é que ninguém me dava tesão.

- Ai! Presta atenção! - Jisoo reclamou quando alguém se esbarrou fortemente nela. - Ah, não! Você só pode tá brincando com minha cara... - disse quando percebeu quem era, e pela fala dela, eu também tive curiosidade e espremi os olhos para ver.

- É um desprazer te ver também, Jisoo. - quando eu associei a voz com a figura, tive um repente.

- Jin-ah! - exclamei o abraçando.

- Oh, irmãzinha! O que faz aqui? - perguntou me analisando.

- Hoje é a noite das amiga! - respondi sorrindo abertamente e ele retribuiu.

- Exatamente! Das amigas, não dos amigos, então tchau! - Jisoo tentou me puxar para sair, mas eu tirei minha mão fazendo uma careta.

- Aish! Vocês dois sempre brigando, porque não se pegam logo, huh? - Jin arregalou os olhos com meu comentário e eu ri.

- Acho que você bebeu demais, Irmãzinha.

- Eu estou perfeitamente sóbria! - disse convicta e ele riu.

- Para de falar besteira, vamos voltar, estou com sede! - Jisoo disse me apressando e eu bufei.

- Jin-ah, me perdoe por essa chata... nos vemos depois, certo? - o abracei de novo e ele assentiu.

Voltamos e só encontramos com Lisa, Rosè provavelmente estava com alguém. Jisoo e eu, pedimos outros drinks e nós conversamos um pouco, até que um carinha deu em cima dela, e a mesma saiu com ele.

- Tá vendo que uma noite das amigas resolve tudo. - Lisa brincou me cutucando e eu sorri, realmente, eu estava me divertindo bastante, mas assim que desacelerei, o pensamento começou a tentar me passar a perna. Eu odiava admitir, mas estava louca de saudades.

- É verdade... mas ficar aqui sentada está me dando vontade de chorar. - ri boba e ela franziu o cenho olhando pra mim.

- Pode parar! - me repreendeu. - Vamos rebolar essa bunda. - disse indo em direção a pista e eu a segui mas fui puxada pela cintura para trás e acabei perdendo ela de vista.

Eu estava preparada para dar um fora em quem quer que fosse, mas eu nem precisei de muito para sentir o aroma floral frutado. Eu reconheceria esse cheiro até em marte.

- Você tá me perseguindo? - indaguei virando para meu ex que estava com uma feição brava.

- Eu disse para não voltar para casa bêbada! - ditou grave no meu ouvido.

- Quem disse que eu vou voltar pra casa? - arqueei as sobrancelhas provocando e ele empurrou a lingua contra a bochecha.

- Eu estou dizendo agora. - proferiu grosso e eu me soltei do seu aperto.

- Me obriga. - disse e me infiltrei entre as pessoas para que ele me perdesse.

Fui para um canto mais calmo perto dos sanitários e peguei meu celular para tentar falar com Jisoo, ainda estava muito alto, então entrei no banheiro feminino.

- Atende... - chamava e nada, eu só queria a chave do apartamento, droga!

Subitamente eu fui arrastada para dentro de uma cabine, e meus olhos quase saltaram pelo susto.

- Você tá louco?! - gritei e ele tapou minha boca com a mão, tentei lutar mas ele era bem mais forte. Sem me soltar ele nos trancou no cubículo.

- Fica quieta! - ditou baixo e retirou a mão.

- Ou o quê?

- Ou isso! - invadiu meus lábios com sua língua e chupou a minha, me acendendo em seus braços. Correspondi ao seu toque brusco, e nós nos beijamos como se nossas vidas dependessem disso. Levei minha mão até seu cabelo e puxei com agressividade, enquanto ele maltratava meus lábios sugando cada vez mais intenso. Partiu a ligação entre nós do mesmo jeito que a iniciou e eu explodi por dentro.

- Para de me beijar do nada! - reclamei e ele sorriu safado.

- Não fale como se não gostasse. - debochou e eu estreitei os olhos na sua direção. - Eu não gosto. - menti, claro que eu gostava, puta merda!

- Deu pra ver quando você chupou minha língua. - sussurrou mordendo meu lóbulo em seguida.

- Sai! - o empurrei mas ele se manteve firme no lugar.

- Você está me tirando do sério... - disse rude no pé do meu ouvido e apertou minha cintura.

- Você já me tirou a muito tempo... - disse baixo e ele encostou o topo da cabeça na parede.

- Por que tão teimosa? - entonou grave contra meu pescoço fazendo meu corpo se arrepiar. - Você acha que aquele cara vai te amar mais que eu? Acha?! - vociferou.

- Acho.

- Errado! Ele nunca vai ser capaz de te amar como eu! Ele nunca vai te beijar como eu, ele nunca vai te segurar como eu... - me apertou ainda mais forte colando nossos corpos. - Ele nunca vai te dar prazer, como eu te dou... - sussurou e eu fechei os olhos. O ar estava me sufocando. - Ele não precisa de você, Jagi... eu preciso... eu sou viciado em você.

Eu não sei ao certo o que eu estava sentindo, eu estava com raiva, muita raiva, mas a adrenalina que meu corpo estava exalando era alta demais para eu me conter.

Beijei sua boca com todo o tesão que estava me consumindo, e ele embrenhou a mão em meus fios puxando-os com lascívia. Afastou meu rosto olhando o estrago que causou em minha boca e sorriu mínimo. - Desgraçado... - murmurei.

Riu nasal e mordeu minha bochecha vagarosamente aumentando a pressão em meus fios. - Xinga mais... - ofeguei.

- Cachorro... - soltei fraco, e ele passou a chupar meu pescoço.

- Filho da puta... - desceu arrastando sua lingua até meu ombro e mordeu com força. - Ah... - gemi.

- Continua. - mandou autoritário e eu pendi a cabeça para trás sem conseguir raciocinar.

- Quem te deixa louca pra foder? - sussurrou e desceu a mão descaradamente até minha bunda a apertando. - Huh? - subiu minha saia com brutalidade e pressionou sua coxa grossa contra meu sexo, me abrindo para ele.

- Você fala demais. - tentei soar debochada mas estava muito excitada para isso. Riu irritadiço e segurou meu maxilar me fazendo olhar no fundo dos seus olhos.

- Responde. - movimentou sua coxa lentamente para cima e para baixo estimulando meu ponto de prazer, e eu não conseguir segurar o gemido arrastado que escapou dos meus lábios. - Você está me testando, não é? - ditou contra minha boca sem cortar o contato dos nossos olhos e aumentou a fricção da sua grossura com minha intimidade.

- Oh! - soltei apertando os olhos e ele parou, me fazendo abrí-los no mesmo instante.

- Só que hoje eu estou de mau humor, baby... - não tive tempo de pensar em nada quando me jogou contra a parede gélida da cabine e puxou minha calcinha para baixo. Suspendeu um tornozelo de cada vez para retirá-la por completo, e subiu com suas mãos contornando minhas pernas.

Suspirei pesadamente quando seus dedos passaram por minha bocetinha molhada e me contraí sem querer, fazendo ele rir.

- Vamos ver se você aprende... - murmurou contra meu ouvido e desferiu um tapa estalado em minha bunda. Ouvi o barulho do seu cinto sendo aberto e por puro instinto me empinei em sua direção.

- Eu nem precisei pedir... mas porque você continua me irritando sem se confessar, huh? - alisou meu bumbum e subiu a outra mão até meu seio o apertando.

- Ah! - me bateu com vontade no mesmo lugar onde estava a alisar e eu senti o formigamento seguido da ardência. Levou seus dígitos até meu íntimo e me tocou com avidez, fazendo eu me contrair intensamente.

Segurou meu cabelo com ímpeto e grudou a boca em meu ouvido. - Vou perguntar mais uma vez... - diminuiu a velocidade me deixando sedenta para sentí-lo e quando eu menos esperei, empurrou seu pau em meu interior devagar. - Porra... - gemi extasiada.

- Quem te deixa louca pra foder?

Levei minha mão até sua nuca e repousei minha cabeça em seu ombro. - Você... - fechei os olhos me apertando ao seu redor e nós dois gememos. - Você, Jeon... me deixa louca pra foder.

- Boa garota. - mordeu meu lóbulo e saiu de dentro de mim.

Choraminguei com sua ação, até que ele me virou novamente e me suspendeu pelas coxas, colando minhas costas na parede. Rodeei minhas pernas ao redor de sua cintura e senti seu membro rijo contra minha virilha.

- Eu senti tanta falta de comer sua bocetinha... - disse rouco e eu quase gemi por isso.

- Cala a boca e me fode! - bradei impaciente e ele atacou meus lábios.

- Hm... - gememos durante o beijo quando ele se enterrou fundo dentro de mim.

Aumentei a pressão nas minhas pernas e ele passou a me penetrar com violência. Tirou a alça da minha blusa com desespero e capturou meus seios em suas mãos, abaixou a cabeça e chupou cada um deles faminto.

- Oh... tão deliciosa... - gemeu e continuou aumentando o ritmo das estocadas. Eu estava ensandecida, os espasmos estavam vindo com frequência e por conta disso eu me contrai muitas vezes. - Caralho, baby! Isso, me aperta gostoso...

- Kook... - choraminguei sentindo meu orgasmo. - Goza... - ditou, sentindo minhas paredes o esmagarem com mais força, e ele continuou. Me contorci melando seu pau ao ser tomada pelo ápice, sentindo uma série de físgadas em minha boceta.

Me segurou com força pela cintura, e como se fosse possível, meteu ainda mais fundo na minha entrada. Pisquei envolta dele pela sensibilidade e encostei minha cabeça na parede.

Pudemos ouvir passos no banheiro, mas ele não parou, seu rosto estava vermelho e nós estávamos pingando de suor. Qualquer um saberia o que fazíamos ali, o choque entre nossos sexos era tão forte, que nem o som do clube poderia abafar.

- Jungkook! - gemi alto ao sentir ele atingir o ponto sensível dentro de mim, e imediatamente tapou minha boca. Franzi o cenho desesperada para que ele me tocasse ali de novo e cravei minhas unhas em seus ombros. Sua velocidade era tão absurda que eu fechei os olhos sentindo minha bocetinha espremê-lo.

- Eu vou gozar... - sussurrei fraca quando ele afrouxou o contato da sua palma em minha boca.

Tomou meus lábios no mesmo ritmo que se afundava em mim e levou seus dígitos até o meu clitóris me masturbando com rapidez. - Oh meu Deus, Jeon! - gemi entrando em êxtase com os movimentos fortes do seu pau duro e ele pendeu a cabeça para trás em deleite.

- Oh! Jagi... - uivou me preenchendo com sua porra ao mesmo tempo em que eu o apertei em frenesi, gozando mais uma vez.

Deixou de se mover lentamente dentro de mim, e apoiamos a cabeça no ombro um do outro. Expiração e inspiração alta. Nós estávamos acabados, mas totalmente satisfeitos. Não queria que terminasse.

Saiu do meu interior e puxou as calças para cima se ajeitando, enquanto eu me mantive imóvel. Se aproximou arrumando minha blusa, e até se agachou na minha frente para por minha calcinha. Passou o pano por minhas pernas e quando chegou na altura da minha intimidade, me chupou.

Ofeguei e fechei as pernas involuntariamente com a sensação da sua língua passeando por mim, mas logo ele parou terminando de colocar a roupa íntima. Puxou minha saia para baixo e levantou.

- Vamos para casa. - disse baixo antes de me roubar um beijo e apanhou minha bolsa que caiu no chão sem que eu percebesse.

Pegou em minha mão destravando a porta para saírmos, mas quando forcei minhas pernas para acompanhá-lo senti um ardor entre elas.

- O que foi? Você está bem? - perguntou preocupado e eu neguei com a cabeça.

- Está doendo... - choraminguei e ele arregalou os olhos. - Me segure! - envolvi meus braços em seu pescoço e ele me carregou, enfiei minha cara em seu peito morrendo de vergonha e ele atravessou o clube comigo no colo.

- Amiga! O que aconteceu com ela, Jungkook? - reconheci a voz de Lisa mas continuei na mesma posição me fingindo de morta, por Deus!

- Passou mal, estou levando para casa! - avisou e ela rapidamente me cobriu com minha jaqueta. Voltou a andar e eu pude sentir o vento gelado bater sobre meu rosto um pouco depois.

- Eu nem acredito que você me deixou sem andar... - falei ainda com a cara enterrada em seu peitoral e ele riu me olhando.



Continua...


Notas Finais


KKKKKKKKKKKKKK ALGUÉM ME HELPA COM ESSE FINAL

Olha, se isso não é foder com força, eu nem sei...

O QUE ACHARAM DO FAMIGERADO SEXO NO BANHEIRO? KKKKKKKKK bem, n foi bem o q provavelmente pensaram (apesar de q teve gnt no comentário prevendo esse futuro, tive q fazer a sonsa ne? Kkkkkkk) mas ta ai! Espero que tenham goza... gostado😂💜

To com sono ent n sei mais o q falsr, amo vc e até logo! 😍💜


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