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História Favors For Life - Capítulo 3


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Notas do Autor


❤❤❤❤

Capítulo 3 - Terceiro Capítulo- ( Proximidade 2! )


Já passavam das nove horas da noite e nada do Inochi aparecer. Eu me preocupava e me perguntava se ele voltaria ou não. Eu estava caindo no sono e resolvi ir dormir em meu quarto. Após 2 horas dormindo, eu acordo e procuro por Inochi, mas não o encontro. Caminho até à cozinha e bebo um pouco de água. Continuava chovendo e estava muito frio. Quando passo por frente da janela, posso ver um vulto parado em frente à minha casa. Me aproximo ainda mais da janela e pude perceber que é o Inochi, no meio da chuva, encharcado, com suas mãos em seus bolsos.

Kyomi: Inochi...

Eu corro até a porta da frente e a chuva me molhava enquanto eu me aproximava de Inochi.

Kyomi: Inochi-san... Por quê está na chuva?

Ele me observava sem expressão.

Inochi: Estou vigiando sua casa. Alguém pode tentar invadir.

Kyomi: M-mas não precisa fazer isso na chuva! Por que não me chamou? Você pode ficar na minha casa!

Inochi: Eu não queria incomodá-la.

Os pingos de chuva escorriam pelo meus cabelos e os olhos profundos de Inochi me atravessavam como uma flecha. Eu seguro o braço dele.

Kyomi: Vamos.

Ele não hesita e então entramos em casa. Ele se senta em uma poltrona e eu entrego uma toalha seca para ele.

Inochi: Perdão, estou molhando sua poltrona.

Kyomi: Ah, não tem problema! Se enxugue antes que pegue um resfriado.

Ele me observa antes de começar à se enxugar. Eu me sento no sofá de frente para ele, olhando ele se enxugar. Eu seco o meu cabelo com outra toalha e me abraço em seguida.

Kyomi: Não é bom ficar com roupas molhadas, não faz bem para o corpo...

Ele sobe seu olhar para mim e começa à tirar seu paletó e desabotoar sua camisa. Meu coração dispara e quando eu já conseguia ver seu peitoral, eu fecho meus olhos e faço sinal para ele parar.

Kyomi: A-acho melhor fazer isso no banheiro!

Eu coro, instantaneamente.

Kyomi: A-acho que ainda tenho algumas roupas do meu pai... Elas podem servir em você...

Eu não consigo olhar para ele. Ele estende a mão para mim e então eu o olho nos olhos.

Inochi: Venha comigo.

Kyomi: Eh...?

Inochi: Me acompanhe, já é um favor.

Eu me lembro dos favores propostos por ele e então eu seguro sua mão e o levo até o banheiro. Eu o espero encostada na porta e um pouco corada. Ele demora um pouco para sair e então eu entrego as roupas do meu pai. Demoram mais alguns minutos e então ele sai do banheiro. Eu o observo de cima à baixo e ofereço um sorriso.

Kyomi: Ficaram ótimas em você.

Nós voltamos à sala e nos sentamos nos sofás. O barulho da chuva era reconfortante e o silêncio entre nós fazia meu coração bater mais forte. 

Inochi: Você... não se sente sozinha?

A pergunta dele me pega de surpresa.

Kyomi: Antes sim, mas... você está aqui, não? Já é uma grande diferença. Nunca ninguém ficou ao meu lado na madrugada escutando a chuva cair. Você é o primeiro.

Ele abaixa a cabeça ao ouvir isso.

Inochi: Você não tem amigos?

Eu nego com a cabeça.

Kyomi: Acho que já fazem anos que não saio ou converso tanto com alguém... Apenas tenho colegas de trabalho, nada demais. Mas bem, eu considero meus alunos os meus amigos, então não estou completamente sozinha. 

Ele me observa e parece ter compreendido. Eu olho novamente para a janela e me deito no sofá.

Kyomi: Inochi-san... eu estou destinada à morrer?

Ele se levanta e caminha até mim, segurando minha mão e se abaixando. Seus olhos penetram em mim e me fazem tremer.

Inochi: Você não irá morrer, não irei permitir isso. Não fale mais essas coisas. Deixe tudo comigo e eu cuidarei de você.

Eu coro e então escondo minha cabeça no sofá.

Kyomi: Não fale essas coisas...

Ele alisa minha mão, fazendo com que eu o olhe novamente. 

Inochi: Espero não estar sendo um incômodo, ou até mesmo um assediador.

Kyomi: Assediador?

Eu gargalho baixinho.

Kyomi: Não estou achando nada que me faça sentir assediada ou abusada. Você é gentil e meigo, é completamente diferente, eu gosto disso... Eu apenas... Sabe, é um pouco repentino, eu não aguento muito essas coisas... São muito... Vergonhosas...

Inochi: Eu posso parar, se quiser. Até te fiz aceitar um acordo para que faça favores para mim em troca de sua segurança.

Kyomi: Eu aceitei o acordo e aqui estamos. Proteger alguém é perigoso e trabalhoso, ainda mais quando se trata de alguém perseguido pela máfia. O que você quiser que eu faça, eu farei.

Eu ponho minha mão sobre a dele.

Kyomi: Eu confio em você, mesmo tão cedo.

Ele parece feliz ao ouvir isso, mas ao mesmo tempo hesita em sorrir. Ele se aproxima um pouco, mas é interrompido pelo seu telefone que toca desesperadamente. Ele solta minhas mãos e vai até o telefone.

Inochi: Alô? Ah, sim, sou eu. Oh, ela já está bem? Que bom ouvir isso. Cuide dela para mim, por favor. Obrigado.

Ele desliga o telefone e sorri. Eu me levanto do sofá e o observo.

Inochi: Kyomi-san, vá dormir, você deve estar cansada, você trabalha amanhã, não?

Kyomi: S-sim... Onde você irá dormir?

Inochi: Não me importo de dormir no sofá.

Kyomi: Mas...

Inochi: O que houve?

Eu desvio o olhar. Não é como se eu quisesse dormir com ele na minha cama, mas... A sala está fria e os sofás estão molhados. Eu me aproximo dele e seguro o braço dele.

Kyomi: Você tem que dormir bem, Inochi-san... Os sofás estão molhados, venha...

Eu o puxo e ele não hesita muito. Nós subimos as escadas e chegamos ao meu quarto. Eu fecho a porta e me sento na cama.

Kyomi: Vamos, deite-se... É estranho, mas... Não é certo deixar você dormir no sofá... 

Eu dou batidinhas na cama e desvio meu olhar. Ele se aproxima e se deita do outro lado. Eu desligo o abajur e me deito também. Nossos corpos estão próximos e posso sentir o calor do corpo dele.

Inochi: Obrigado.

Kyomi: T-tudo bem! B-boa noite!

Inochi: Sim.

Eu me encolho, envergonhada, enquanto caio no sono rapidamente.





Notas Finais




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