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História Fix You - Capítulo 2


Escrita por:


Notas do Autor


Ai gente, cap foi feito com muito amor...
Mas tive alguns problemas na hora de corrigir os erros e postar, me perdoem se tiver algo fora do lugar...
Se preciso me avisem, ta bem?

Boa leitura aaa

Capítulo 2 - Jongin não era tão hetero


Kim Jongin estava farto de seu trabalho e de sua vida, decerto não havia um dia em que não pensasse em se demitir e consequentemente desistir de tudo. Entretanto, quando estava pronto para dar um fim a todos os seus problemas, descobriu que Oh Sehun estava completamente desamparado por conta de um suposto desastre; A história lhe causou arrepios e despertou algo dentro de si que a muito tempo não conseguia sentir. Kai sentiu vontade de viver, mas não para si, para Sehun. E a partir daquilo, uma nova atitude teria de ser tomada.


Todavia, foi aí que as coisas começaram a enrascar. A convivência com Sehun se tornou cada vez mais costuma e, Kim se tornou abastadamente submisso a companhia do mesmo. Afinal de contas, mesmo que não admitisse, Jongin não era tão hétero quanto dizia ser, e seu amigo sabia disso mais que qualquer um.


— Sehun! — o mais velho berrava ao pisotear o chão amadeirado do minúsculo corredor acanhado.


Oh fazia o impossível para provocar,estava disposto a fazer Kim Jongin "sair do armário", mesmo que isso ocasionalmente acabasse saindo de seu controle.


— me chamou? — dizia Sehun, apresentando-se ao entrar na sala com um pote de maionese em suas mãos. Para Oh, maionese era sua principal fonte de combustível em um dia quente de outono: não que ingerir maionese seja considerado algo normal, mas para ele era.


— Eu já te disse várias vezes… — Jongin conclamou, ao se aproximar do menor. — Não deixe suas cuecas usadas em cima da minha cama! —  atirou a peça de roupa no rosto de Sehun.


— você é tão chato Hyung… — Sehun bufou, pegou a cueca e sorriu. — Ei, por que minha cueca está molhada nessa parte? — Oh aproximou seu rosto com a intenção de cheirar para entender o que seria aquele liquido estranho. — saliva? Jongin? Porque minha cueca-


— Ha! Ha! T-e p-eguei—  Kai não conseguia nem disfarçar diante de Sehun. — a-gora m-e d-á i-sso q-ue e-u l-avo p-ara v-ocê! — O garoto gargalhava, berrava e se esperneava tentando achar uma forma de sair daquela situação constrangedora. Oras! Jongin só podia ser um completo depravado; cheirar a cueca de Oh já era um absurdo, mas lamber já passava demais dos limites. 

"que vergonha", pensou. onde estava com a cabeça quando achou que isso seria uma boa ideia?


— espera… — murmurou Sehun. — deixa pra lá, prefiro não entender. 


Fix you.

Capítulo:II

"Jongin não era tão hetero"


Existia momentos em que Kai se sentia perdido, sufocado e talvez, cansado de toda aquela tensão que ficava entre os dois rapazes. Porém, Kim não conseguiria reclamar nem se quisesse, pois ver o sorriso bobo meio babado estampado no rosto de Sehun a cada manhãzinha, fazia sua barriga borbulhar, roncar e revirar de uma maneira  sensacional que ele não sabia explicar; Sehun era o seu combustível, o qual lhe dava forças para aguentar um dia cansativo de trabalho.


— estou saindo, não se esqueça de almoçar — dizia o mais velho, agindo como uma mãe coruja. — tem um pouco da sopa de ontem na geladeira, se não quiser... peça algo pelo aplicativo. Tem alguns cartões na gaveta do meu quarto, você sabe as senhas.


— droga, Jongin! — Sehun resmungou, ao empurrar o garoto para fora do apartamento. — eu não sou uma criança, não precisa se preocupar tanto comigo! 


— Preciso sim. Você precisa aprender a se alimentar direito — Kim retrucou, cruzando seus braços e ancorando-se na porta. Oh era um garoto esperto quando se tratava de tentar seduzi-lo, mas quando o assunto era o seu próprio bem estar, ele parecia uma criança. Jongin sentia-se responsável por Sehun, e vê-lo se descuidar tanto partia seu coração. — só seja mais responsável consigo mesmo, está bem? — disse ao encarar o mais novo com seriedade. 


Oh assentiu, encarou Kim e sorriu. — Eu prometo! 




Afinal, Jongin já estava ciente disso bem antes de todo esse acaso ocorrer. Ele nunca faria tanto por alguém se não estivesse tão apaixonado quanto estava pelo rapaz, era óbvio. Mas porque não conseguia admitir? Porque temia tanto contar a Sehun?


Kim regurgitar todas as possibilidades, rejeitava a ideia absurda de perder Sehun mais uma vez. Ele estava apavorado com o seu egoísmo e abismado com o rumo que a sua história tinha tomado.


Oh não é do tipo que se apega, sempre mostrou temer relações que passase de uma só noite de sexo casual. Pelo menos era isso que ele sempre lhe dizia. O que ele faria caso descobrisse de suas reais intenções?


Foi quando Kim Jongin tomou uma decisão. prometeu a si mesmo nunca contar sobre seus sentimentos para Sehun, esse seria o preço para não perder a imagem doce daquele sorriso e cheiro suave do seu perfume. 



— Você parece aflito, Hyung — dizia Luhan, sentado do outro lado da divisória. — aconteceu alguma coisa?


Luhan era um de seus colegas de trabalho, talvez até mais que um simples colega, um amigo distante. Pelo menos dentro daquele ambiente hostil, Han era a única pessoa que conseguia retirar um sorriso do rosto emburrado  de Jongin.


— Uh? — Kim esgueirou-se por cima da divisória para que pudesse ver o rapaz. — Você nem está me vendo daí, como sabe disso?


A verdade é que depois de Sehun, Luhan era a única pessoa que Jongin abria espaço para uma aproximação; mesmo sendo uma pessoa doce e gentil, ele era muito reservado com as pessoas que trabalhavam consigo: trabalho é apenas trabalho, não é preciso criar laços. Entretanto, Han conseguia quebrar essa barreira árdua criada por Kai.


— Oras! Você é o homem mais sexy daqui, Hyung. — Luhan gargalhou, empinando-se na cadeira para aproximar seu rosto ao do rapaz. — não é uma parede de… plástico? Que me impediria de te notar.


Jongin sorriu. — espaço, Luhan. Espaço. 


Han bufou, sentou-se normalmente e cruzou seus braços com uma feição emburrada. — para um homem sofisticado você é tão broxante as vezes, Hyung… 


— Não seja tão impaciente, é que com tanta beleza destruiria minha frágil masculinidade… — Kim declamou. Ambos riram.  


— olha, com um elogio desses eu até te perdoou. —  Luhan sorriu, levou o lápis vermelho até sua boca e mordeu a ponta. — O que acha de sair depois do trabalho? Semana que vem é Natal, sabe?


— uh —,  Jongin negou, o que não era muito de seu feitio, porém, aquela noite estava reservada para outra pessoa. — tenho vários papéis para assinar ainda, deixa para a próxima.


Luhan era do tipo dócil, costumava se importar demais com pequenos detalhes e se sentia afetado por quase tudo em sua volta. Quando Kim negou seu convite, ficou triste e sem jeito, mas entendia que seu amigo era ocupado demais, então apenas assentiu e voltou a trabalhar.


...


— que casal meloso — resmungou Sehun, com uma feição emburrada, fez um olhar de reprovação e em seguida riu. 


Naquela noite, Oh e Kim haviam combinado de assistir um filme juntos, no meio disso acabaram por ver um antigo que costumavam assistir em sua infância; No início Kim estava com receio de vê-lo mas logo se viu preso a emoção do enredo.


— Você sempre dizia que eles eram fofos, Sehun. — zombou.


— naquela época eu era ingênuo, ta? — Sehun estava deitado no sofá de cueca, enrolado em seu cobertor, sua cabeça estava sob a perna grossa e macia de Jongin.


— e agora é um pervertido que não sabe o significado de vestir uma roupa. — Jongin bufou. 


— não enche! — Sehun retrucou, dando um cascudo na canela do rapaz. — minhas roupas pinicam, e eu estou em casa, então não preciso usar-las.


— Hum, sei — Jongin sabia que no fim aquilo era apenas um pretexto para Oh ficar constantemente pelado em casa.— afinal, naquela época você acreditava em todos os romances clichês que assistia. O que fez você mudar? —


Sehun obviamente demorou para responder sua pergunta; o silêncio se estendeu pela casa, onde apenas o som da televisão e suas respirações era possível de se escutar. 


— você, talvez. — Sehun murmurou, deixando um leve tom de engasgo no fim de sua frase. 


Jongin não havia entendido sua resposta e, muito menos, o fato de seu melhor amigo parecer tão confuso diante daquela situação. Sendo sincero, ambos tiveram uma relação de amizade estranha no passado, e em algum momento Oh pediu para ele se afastar. No fim, não sabia o que tudo isso significava.


Antes que pudesse lhe responder, a campainha tocou; Sehun levantou-se depressa para atender, talvez estivesse evitando que o assunto se prolongasse. Jongin continuou quieto, tentava raciocinar a resposta do menor mas isso era um problema que estava longe de ser solucionado.


— Hyung, você disse que estava cheio de coisas, então eu trouxe alguns petiscos e algumas cervejas, para eu te- — dizia o sujeito em frente a porta de cabeça baixa, Sehun continuava parado em sua frente tentando entender o que aquilo significava.


— você é o…? — Oh indagou.


— Luhan?! — Jongin gritou da sala e os dois garotos se assustaram.


Luhan levantou a cabeça lentamente, dando de cara com um garoto forte e pálido, completamente desnudo. Arfou, seu rosto ficou tão vermelho quanto um tomate maduro que estava prestes a explodir.  


— Então essa era a sua papelada, Jongin?!!!











Notas Finais


Aaaaaah
Vocês não sabem como eu esperei pra colocar nosso querido Luhan nos eixos a
Prontos pra muita treta? Haha

Próximo capítulo será um especial de Natal e nn alterará a história!
Então na outra semana voltamos pra ver oq aconteceu com nosso querido trio a


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