História Flores para Bella- A Bela e a Fera - Capítulo 5


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Categorias A Bela e a Fera, A Maldição do Tigre
Personagens Alagan Dhiren Rajaram (Tigre Branco "Ren"), Bela (Belle), Fera, Lokesh, Personagens Originais, Sohan Kishan Rajaram (Tigre Negro)
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Palavras 1.107
Terminada Não
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 5 - Capítulo 5


Dizem que o amor é a ruína de um homem mas, nada dizem da cobiça ou dos pecados que tanto cometi e que tanto me assombram, era difícil, cada dia focava mais difícil. 

Era realmente tortuoso, acordar pela manhã e ver aqueles que tanto me ajudaram e zelaram por minha vida, mas que a deles, amaldiçoados dentro de seus afazeres, dentro dum corpo moldado por mim e meus medos.

Não queria dormir para acordar e vê-los, não queria ficar acordados e ver mais maldade no mundo e rever ao meus próprios medos, pecados e maldições. Minha vida é um fantoche da sorte, que é moldado, socado e sem nunca ver um pingo da esperança.

Sinceramente, há havia desistido disso a muito tempo, esperança, essa palavra tão antiga com significado nobre e de difícil acesso. Eu ainda me lembro, de ter dado isso ao povo, ter zelado por ele, e então,  aquilo que dei se voltou contra mim.

País, fui criado para isso, esquecer da própria felicidade e bem estar, fui feito para agradar o povo,  sustenta-lo e nada mais. E quando Kishan fugiu, eu tomaria o trono sem mais nem menos, as rainhas vieram e eu, apresentado a noiva de meu irmão. Eu recusei, e passei a ser odiado por meus pais, como se nada estivesse pior eles foram embora e em meu aniversário, recusei a flor a minha dada, aquela maldita flor. 

Kishan, voltou apenas quando minha desgraça caiu sobre o reino, voltando apenas para ver a flor que nos aprisionava e me culpar novamente. Eu deveria culpa-lo mas o peso da maldição caia apenas por minhas costas.

Na noite de aniversário de sumiço, que considerei morte de meus pais, o dia de morte de qualquer esperança que tivese, a menina apareceu, com aquele olhar com esperança. Como ela tem esperança? Por que eu não? Eu que a procuro em todos os cantos, ela não me escolhe? Por que ela e não eu?

Aquele menina, me olhava com fúria mas com esperança, então, ela estava a roubar a minha? Mas soube o que tinha a mais que eu, ela era forte, mas não no físico, ela era fraca, magra e pálida seus olhos eram brilhanteste e sua boca vermelha, já o seu psicológico era forte.  

Samovar, a adorou, como Bip, ela era o que faltava na casa, era o que sussurrava, os homens que estavam atrás dela logo voltariam, e eu, sofreria novamente,eu. Não sei em que tipo de dor ou maldição ela havia caído,  mas que tremia, com um rosnado, Kishan apareceu, e me ignorando passou a cuidar dela durante a noite.

Naquela manhã, Kishan veio culpar-me numa conversa cheio de palavras baixas e pejorativas, e aquele sorriso, aquela risada que ecoou pela salão minha raiva se acendeu, aquela maldita esperança, aquela inútil presa que nada a fazer cair na minha rede.

Percebi o que tinha feito de errado quando um punho colidiu com meu rosto, e num susto naquela mesma manhã, eu havia trancado a menina no porão, onde ficava para procurar uma saída incansavelmente. 

Kishan continuou a me socar e xingar apenas quando estava completamente molhado de sangue, mas ainda vivo, pois não poderia morrer mesmo que tentasse. Ele permaneceu assim, me batendo, mas quando sua lágrima caiu sobre meu corpo tudo se curou. 

Num rosnado ele some e passa a falar com a garota, que lá fica, onde fiquei trancafiado, e onde ela ficaria, até sangue ou lágrimas molhem nossas mãos num sinal de derrota, caso contrário ela permaneceria ali. Kishan não poderia tira-lá dali, não sozinho.

Quando ele saiu dali, eu podia ver o sol começando a surgir na ponta do horizonte iluminando a sacada no final do corredor, quanto tempo fiquei ali pensando? Tempo demais.... E quando meu irmão parou de tentar faze-la parar de tremer eu estava caído ao chão, pelo soco invisível do meu nome sendo selado, a flor, eu podia sentir, o cheiro o gosto do tapete, dela e num vislumbré a vi brilhar num lampejo de esperança.

-Então você sentiu- ele dise antes de começar a me bater, ele me arrastou até a torre, as grades me troucerâmica novamente o desespero,eu precisava toca-lá senti-lá.... precisava sair dali naquele momento. 

Mas então ela fincou minhas garras em seu próprio peito, desejando morrer seus olhos estavam partidos, sua mente parecia quebrada, aquilo que faltava nela era aquilo que ela me passou quando olhou nos meus olhos e tentou me tocar mas Kishan tocou nela.

A torre estremeceu comigo, ameaçando partir, a lambi, e depois Kishan, desejando que melhorasse mas durante a fuga ela disse algo que selou tudo, e eu continuei, a dor não caiu a nós, e sim a ela.

Em meio a um sono conturbado ela tremia, eu sabia o que podia cura-lá mas tinha medo, sim, em 100 anos pela primeira vez eu tive medo, por ela, que ela morresse ou sofresse por apenas dizer nosso nomes, ter entrado nesse castelo e por nós.

Kishan, estava divido mas no final das contas ele fez, ele a beijou, e tocou seus olhos recitando as mesmas palavras que no passado para salvar à mim, uma ligação.

Por mais dois dias, ficamos esperando que ela abrisse e os olhos, mas apenas ouvíamos gritos, seu desespero vertebrava em nós, ela tremia, chorava mas sem nunca recobrar a consciência.

Quando ela finalmente abrio, Kishan estava fora, seus olhos me encontraram, eles brilharam e seus braços fracos me agarraram com força incomum. Podia sentir sua pele, seu coração batendo, seu sangue fluindo pelas veias pequeninas... suas forças sendo gastas para tentar se aquecer. 

Meu pelo tranformou-se em pele quando a abracei, e acariciei sua pele, enquantô eu murmurava que estava tudo bem.

-E....Eu posso te chamar de... Ren? -Ela murmura e Kishan entra, sorrindo aliviado, e senta do meu lado passando o braço por suas costas- Não tenho um... apelido para você... desculpa... 

-Pode sim, me chamar de Ren... -digo baixinho e ela sorri, enquanto Kishan passa a olha-lá com cuidado.

-Tudo bem, Bella- ele diz fraco sorrindo.

-Eu... Eu gosto de vocês...- Ela diz e fica em silêncio, então abre a boca novamente logo a fechando.

-Tudo bem Bella- digo e seguro em sua mão- Apenas descanse... 

-Já descansei o bastante- ele murmura e olha para frente para o espelho- Eu quero ver.

-O que quer ver?  

-A flor. 

-Que flor? -Kishan pergunta e ela o encara- Como sabe dela? Para que quer ver?

-Eu vou ajudar vocês.

Num passe Kishan me puxa e estamos longe dela, na varanda.

-O que aconteceu com ela? -Ele murmura- Você disse algo? 

-Nada Kishan.

-Então como pode? -Ele pergunta é passamos a nós encarar.

-Eu quero amar também... -Ela murmura, paraliso enquanto meu irmão me encara.

-Bella, Bella, Bella.... espero que tenha um vestido pronto para nosso casamento...



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