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História FoolProof Love - Amor a toda prova. - MarkHyuck - Capítulo 12


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Notas do Autor


Olá meu povo.

Espero que gostem.

Boa leitura...

Capítulo 12 - Capítulo 12.2


Fanfic / Fanfiction FoolProof Love - Amor a toda prova. - MarkHyuck - Capítulo 12 - Capítulo 12.2

                     Pov. Haechan

O dia já amanheceu péssimo.

Hoje era sábado, dia da merda da festa lá. Ou seja, serei obrigado a ir de toda maneira.

Jungwoo pediu para ficar em casa na sexta depois de eu dizer que Lucas o trouxe e ainda o deixou na cama, com beijo é tudo. 

Ele quase morreu de vergonha.

Eu e Chenle morremos de rir, eu ainda tive o maior prazer de dizer que o Lucas está louquinho por ele. Meu irmão é um idiota, disse que ele estava apenas brincando.

Sabe, eu não posso julgar meu irmão. Eu penso o mesmo, Lucas é rico, lindo e tudo de bom... porque gostaria justo do meu irmão? Porque o Mark gostaria de mim? 

Eu não sou iludido, e meu irmão também não é. Por isso, evitamos a todo custo o amor, desviamos como se fosse um bicho venenoso... Chenle é mais aberto, sabemos seus sentimentos, menos ele mesmo.

Jisung pode dizer na cara dele que o quer, ele vai fingir de sonsa é dizer que não é isso.

Blá blá blá...

Somos três idiotas.

Eu não quero ir nessa festa... acho que nem eles, mas como eu virei best do Lucas, não vou decepcionar ele. Mesmo tendo que encontrar o encosto do irmão dele, ainda irei... bem, pelo menos tem o bonitão do Jhonny que gosta bastante de mim.

Sério, ele não pode me ver que me chama de filho. Diz que sou o filho renegado dele, pode isso?

Winwin é um doce. Gosto dele.

Enfim, ficamos próximos por conta da bendita festa e da paixonite deles nos meus irmãos. Jisung me deu até o número dele, para eu mandar foto do Chenle dormindo ou até tomando banho.

Já mandei.

Meu irmão que lute. 

Haechan, o cupido, contrata-se.

O único erro de ter amigos como eles, e ter que aguentar Lucas me mandando foto do Mark todo santo dia por mensagem... Eu lá quero isso? Bem, pelo menos ele é fofo dormindo.

Não, ele não é.

Suspirei.

Aqui estou eu, plenissimo em casa aproveitando minha folga do trabalho e curtindo minha preguiça da melhor forma... e ninguém vai atrapalhar.

Chenle dormia, Jungwoo assistia no quarto.

Eu estava jogado no sofá só de camisa, sim, eu estou quase pelado. Não sou obrigado a ficar o tempo todo de roupa nesse calor.

Meu corpo precisa de libertação.

Ainda é duas da tarde, à festa é só as oito. Tenho tempo de sobra para dormir. Eu acordo sente e meia pra me arrumar.

Tudo de bom.

Isso é, até baterem na droga da porta e estragar todos os meus planos para essa tarde deliciosa. 

Bufei descontente, vou ignorar.

Tocou de novo.

E de novo...

Pela terceira vez, eu já quase peguei minha pistola de brinquedo para quebrar a cara desses filhos da puta.

Hoje é minha folga, mano.

Tive que ir...

Assim que abri a porta, quase fecho de novo na cara das pessoas que estavam parado nela. 

Me olharam de cima à baixo, eu quase morro de vergonha.

Eu nem perguntei nada, saí correndo para o meu quarto. Rapidamente coloquei uma calça moletom vermelha e arrumei minha camisa quase toda aberta, finalmente parecia decente e sai do quarto. 

Encarei as três pessoas paradas na minha porta de forma ameaçadora.

- Abriram as portas do circo e os palhaços fugiram? - perguntei bufando.

Eles reviraram os olhos.

Renjun, Ten e Jaehyun.

Claro, que eu não me referia ao meu ídolo, apenas aos dois idiotas ali.

- Viemos procurar ajuda em roupas. - Renjun disse sorrindo.

Revirei os olhos.

- Que foi? De recepcionista, virei estilista? - Questionei confuso.

Jaehyun riu, ai, que sorriso...

Suspirei.

Os dois me deram um tapa.

- Você entende de moda, sempre observo o jeito que se arruma. - Ten disse. 

Ri.

- Amor, nem dinheiro eu tenho. Só compro roupas quando está na promoção. - Respondi. - minha roupa sempre é simples.

Renjun riu.

Olha, rindo da minha desgraça.

- Vai, não faz mal ajudar. - Ten pediu. - Somos amigos.

Revirei os olhos.

- Vocês têm um cara que se veste melhor que todos juntos, mas querem minha hulmide ajuda? Fiquei até sentimental. - Respondi.

Jaehyun sorriu.

- Eles não gostam do meu estilo. - Respondeu.

Arregalei os olhos, como assim?

- Eu gosto, acho um máximo. - Respondi sorrindo.

Aiai, estou apaixonado.

- Vai se arrumar, vamos esperar aqui. - Renjun pediu.

Eu o olhei.

- Eu já estou arrumado, não vou trocar de roupa. - Respondi.

Bufaram.

Acabou que o barulho fez meus dois irmãos saírem do quarto, eles olharam na direção da porta e sorriram educado.

- Que homem lindo. - Chenle disse olhando Jaehyun.

Esse que sorriu.

Dei um tapa nele.

- Enfim, vamos. - Pedi já sem paciência. - Vou sair, quando eu chegar, verei se vou para festa.

Jungwoo me bateu.

- Nem que vá amarrado, mas vai.

Bufei.

Pessoal pensa que manda em mim. 

Então, saímos de casa....


                               ••••••


Obrigado eu estou me arrumando para à bendita festa. Meus irmãos me infernizaram, e vou ter que ir.

Aqui estou, me arrumando forçado na esperança de Jungwoo desisti de ir. 

Já havia tomado banho, agora, eu me vestia. Coloquei uma camisa branca com detalhes, junto de uma calça preta justa com uma corrente ao lado,  e uma jaqueta vermelha por cima.

Ten me fez pintar meus cabelos para um quase loiro, até porque, ele estava grande. Os cachinhos se formando nas pontas, meu colar que ganhei da minha mãe, meus piercing na orelha, minha pulseira que Renjun insistiu em me dar.

Pela nossa amizade.

Pedi amigos para Deus, e ele me mandou sugar daddy. 

Amém.

Passei um gloss na minha bela boca, pois estava ressecada essa merda. Coloquei um pouco de base na minha pele cheia de perfeição, só para ficar ainda mais perfeito.

Me enchi de perfume, vai que hoje à noite eu pegue um agiota ou um empresário para alimentar minha fanfic de sugar daddy que fiz na minha cabeça.

Me olhei no espelho pela décima quarta vez para vê meu reflexo perfeito.

Enfim, saí do quarto já pronto para noite longa que me espera.

Meus irmãos estavam já arrumados sentados no sofá, mexendo no celular.

Chenle usava uma camisa vermelha de listras brancas, uma jaqueta vinho escuro com detalhes pratas, uma calça preta. No pescoço, ele usava um cordão de cruz, e outro que era maior... os cabelos pretos repicados no rosto belo.

Meu irmão é uma obra prima.

Jungwoo estava um luxo. Uma camisa preta de gola, uma jaqueta vermelha cheia de detalhes junto de um cinto marrom na cintura, uma calça preta colada com uma corrente ao lado. Os cabelos claros arrumados no rosto alvo e brilhante, um cordão e anéis.

Sim, estamos todos de vermelhos.

Por isso somos irmãos. 

Eles me olharam.

- Sim, combinamos de usar vermelho? - Chenle perguntou. 

Rimos.

- Nas quartas usamos vermelho. - Respondi.

Riram da minha cara, é pegaram suas coisas.

Ainda bem que é uma festa casual, e o destino foi mudado. Agora é na casa dos irmãos, por isso podemos ir assim. 

Esses rolê aleatória que me enfio.

Saímos de casa, felizmente meu amigo do peito chamado Lucas mandou um carro nos buscar. 

Como amo meus amigos, viva à amizade.

O carro já estava ali, e o motorista pleno encostado nele nos olhando de cima à baixo.

Uau, que motorista.

- Demoramos? - Jungwoo perguntou.

O mesmo negou.

- Eu esperaria à noite toda se fosse por vocês. - Respondeu descaradamente.

Minhas nossa senhora da bicicletinha..

Entramos no carro e ele deu partida, depois de morremos de vergonha pelos comentários dele.

- Você é o motorista deles? - Perguntei.

Ele negou.

- Amigo. Ele pediu esse favor de vim buscar  vocês... aceitei depois de ver sua foto. - Respondeu sorrindo.

Caralho...

Vamos com calma, eu sou emocionado.

- Você é gentil, obrigado por isso. - Chenle disse rindo.

- Aliás, qual seu nome? - Perguntei.

Ele me olhou e sorriu.

- Depende, pode se amor da sua vida ou pode ser Yuta mesmo.. - Respondeu.

Rimos da sua cara de pau.

Uma gracinha.

Minha noite já está ótima por causa dele..

- Eu sou o Haechan, Chenle e Jungwoo. - Nos apresentei.

Ele sorriu.

- Jungwoo... esse nome é famoso pela boca do meu amigo. - Yuta comentou.

Meu irmão ficou vermelho.

- Ele fala muito de mim? - Jungwoo perguntou sorrindo.

Yuta concordou.

- Quase sempre, desde que você começou a trabalhar na empresa dele. E vendo você agora, sei bem o motivo.. - Yuta respondeu.

Rimos.

Que ser direto, meu Deus.

Ficamos conversando o caminho todo, até encontrar a bela casa toda iluminada e cheia de gente, à frente.

Yuta desceu primeira e abriu a porta para nós, fazendo questão de eu lhe dar a mão. Olhamos a casa, e ficamos encantados.

O dinheiro desse povo....

Yuta nos acompanhou até aonde os meninos estavam.

A decoração da cara era maravilhosa, olhando assim, essa casa me chamou de pobre muitas vezes. Me senti pequeno ali, já quero ir embora.

Estou intimidado com essa casa.

Que merda.

Encontramos os indivíduos cujo nome ficou preso na garganta quando vimos a forma que estavam arrumados e a beleza impecável deles. Como eu disse, me chamaram de pobre mais dez mil vezes.

Meus olhos foram diretamente ao ser parado perto da parede, aquele cujo olhar estava direcionando à mim. Meu couro cabeludo ficou arrepiado com a intensidade do seu olhar.

Eu parei no lugar sem conseguir me mover por está encantado demais com ele, ele estava basicamente de uma cor clara... combina tanto com ele. A forma que estava lindo encostado na parede me olhando com uma taça na mão, parecia tão legal.

Ele é legal.

Quase me dei um tapa por está olhando assim para ele, por está parado feito um idiota olhando ele como se fosse só ele ali.

Olhei meus irmãos, que me olhavam confuso. 

Neguei voltando a andar.

Estava todos que conheço ali, e os que não conheço também... da onde saiu esse povo todo?

- Uau, que visão. - Jhonny disse nos olhando.

Desviei meus olhos para outro lugar, meus irmãos sorriram.

- Cuidado, pode ficar cego com meu brilho. - Chenle disse, começou as piadas.

Ninguém merece.

- Sério? Já começou? - perguntei bufando.

Eles riram.

- Que foi? Eu estou bonito, então vou me elogiar até eu cansar. - Chenle disse.

Revirei os olhos.

- Deixa ele, amor próprio é tudo. - Jaemin disse.

Esse garoto é um que conheço da rodinha de Renjun e Jeno... é bem, sei que Jeno gosta dele. 

E Renjun tenta juntar os dois, mas falha sempre que tenta. 

Tem que aprender comigo.

- Obrigado, assim ajuda muito minha auto-estima. - Chenle respondeu.

Rimos.

- Você está lindo, como sempre. - Jisung disse cruzando os braços.

Eu encarei ele é ri.

Meu irmão ficou vermelho e desviou o olhar.

- Essa festa promete, depois que todos estiverem se pegando... eu estarei em um quarto dormindo. - Comentei sorrindo.. - Então, não enrole.

Me olharam.

- Com quem? - Jeno perguntou. 

- Eu preciso de alguém para dormir? - Questionei. 

Riram.

- Se precisar, estou aqui. - Yuta comentou sorrindo.

Encarei ele. 

- Yuta já começou cedo. - Mark disse o olhando.

O citada riu.

- Não sendo comigo, pode ficar à vontade. - Ten disse. 

Rimos.

- Ei, como assim? - perguntei aborrecido.

Lucas me abraçou e sorriu.

- Se você quiser, o quarto do Mark está livre. Mas só pode dormir se for com ele. - Disse

Arregalei meus olhos, Mark engasgou e começou a tossir.

- Lucas! - Mark exclamou aborrecido. 

Eu continuei pasmo com a ousadia do desgraçado.

- Que foi? - Lucas perguntou inocente.

Dei um tapa nele.

- Prefiro dormir com você, então. - Respondi.

Lucas, Mark e Jungwoo me olharam de uma vez.

Os outros, riram.

- Haechan, quer ir embora? Eu já te transporto à base de soco. - Jungwoo disse me puxando para perto dele.

Lucas sorriu, Mark revirou os olhos.

- Isso está interessante, continuem. - Jaehyun comentou.

Bufei.

- Sua cara uma confusão, né? - Taeyong perguntou.

Eita, como assim?

Olhamos os dois ao mesmo tempo.

- Se conhecem? - Jisung perguntou confuso. 

O irmão apenas revirou os olhos.

- Já namoramos. - Jaehyun respondeu olhando o ex, com um sorriso.

Uau.

- Eu pensando que o Mark era o único que tinha um ex qui, mas vemos que não. - Winwin comentou rindo.

Eu olhei rapidamente na direção do homem parado na parede, sem dizer uma palavra. 

Ex? Ele está aqui?

Só o que me faltava.

- Cala boca. - Pediu bufando.

Riram.

Eu apenas olhei ao redor, vai que encontro alguém interessante...

- Eu ainda estou em choque, como você nunca me falou dele? - Jisung perguntou confuso. 

Taeyong o olhou.

- Não era alguém que valia à pena dizer... - Respondeu de forma aborrecida.

Mano... depois dessa eu pedia pra morrer.

Jaehyun nem se abalou.

- Falando assim até parece que deixou de gostar de mim. - Respondeu rindo.

Olhamos os dois, tretaaaa..

Taeyong o encarou por alguns segundos e riu.

- Lembra? foi eu que terminei. - Questionou rindo. - Ou seja, se ainda gostasse, não teria pedido para terminar.

Eita...

- Não, muito pelo contrário. Você terminou por conta da minha carreira, pensou que eu te deixaria ou trairia. - Jaehyun respondeu o encarando, sério. 

Taeyong riu seco.

- E não traiu? Não deixou? - Questionou. 

Jaehyun não respondeu, apenas o olhou e saiu sem dizer mais nada.

Taeyong suspirou, e virou o rosto.

Uau.

Nem conheço, mais já considero pacas. 

Eles logo mudaram de assunto, e eu fiquei ali no mundo da lua pensando em tudo menos no ser extremamente lindo parado perto da parede... como ele está lindo hoje.

Mordi meus lábios tentando não olhar.

Mas falhei...

Acabei o olhando, ele sorria para não sei o quê. Eu realmente estou querendo me fuder observando ele desse jeito, deixando meus sentimentos irem à esse pensamento..

Eu não posso. Vou me machucar.

Suspirei.

Decidir sair dali, e fui em direção às escadas. Mas acabei esbarrando em alguém, e quando vi quem era, sorri.

- Sungchan? 

O homem bonito me olhou e lançou um sorriso tímido e fofo.

Uma gracinha.

- Olá, Haechan. Você ainda lembra do meu nome. - Disse.

Sorri. 

- Minha memória é boa. - Respondi.

Na verdade, eu escutei o nome dele ser chamado pela mulher que estava na minha frente. 

Por isso, lembrei.

Ele riu tirando uma mecha  de cabelos dos olhos.

Lucas só contrata gente bonita, tirando meu irmão, o resto eu pegava todos.

Quanto homem bonito.


                                  ••••


Eu estava sozinho sentado no jardim atrás da casa, não havia ninguém aqui. Pelo jeito não era permitido os convidados vir até aqui. 

Mas eu posso.

- O que faz aqui? 

Virei meu rosto depois de escutar a voz.

Vi Mark parado na porta me olhando suspeito, os olhos dele estavam brilhando enquanto me olhavam intensamente. 

Ele caminhou até mim, e sentou-se ao meu lado no banco. Eu fiquei em dúvida se o respondia, mas como eu estou na casa dele é ainda vim aqui que provavelmente não podia, terei que responder.

Não que eu queira, ok...

- Pegando um ar. - Respondi.

Ele concordou cruzando os braços.

- Não sabia que conhecia o Sungchan. 

O encarei.

- Conheci ele na rua. 

Mark riu baixinho.

- Com certeza deve ter esbarrado nele, certo? - Questionou rindo.

Babaca, mas ele não está mentindo.

- Dessa vez, eu que esbarrei.

Ele riu.

- Na outra também, mas prefere dizer que foi eu. 

Eu acabei rindo, porque é verdade.

- Mas foi você.

- Viu?!

Revirei os olhos.

Estava ficando frio lá fora, acho melhor entrar logo. Se bem, que eu quero mesmo é ir embora, não aguento mais. Eu já não sou fã de festas, ainda mais em uma noite fria como essa.

Um saco.

Me levantei o olhando, vendo que ele nem se moveu, dei um tapa nele. 

- Vou entrar, aqui está frio. 

Ele concordou, mas não se levantou.

O negócio é que o banco fica em um lugar estreito, então, eu tenho que passar pelo lado dele para sair. Mas o desgraçado não se movia de jeito nenhum, que raiva.

Chutei ele, o que fez ele apenas rir da minha cara.

- Sai da frente, eu quero sair.

- Não, passe pelo outro lado, minhas pernas estão descansando.

Bufei.

Parece uma criança, ninguém merece.

Ok, você que pediu.

Passei devagar minhas pernas por cima das dele - vendo o olhar assustado dele. - eu ia passar a outra, mas tropecei com a outra, e puxei ele quando cair no chão. Fazendo assim, Mark em cima de mim.

Droga.

Seu rosto estava perto demais do meu, ameaçando meu auto controle total.

Nos encaramos, os olhos dele iam de encontro com os meus e às vezes mirava nos meus lábios entre-abertos pelo susto da queda. 

Minha mão parou sem querer no peito dele, estamos perto o suficiente para eu sentir a droga da respiração dele contra minha pele. Arrrepiando total meu corpo todo, e me fazendo ficar extremamente mole diante dele.

Que ódio do meu corpo nesse momento.

- Você poderia ter passado pelo outro lado... - Sussurrou contra minha boca, sem tocar. 

Engoli à seco.

- Você deveria ter saído da frente... 

Ele sorriu, e não foi qualquer sorriso, foi um sorriso encantador que me abalou total.

Ele passou um dedo pelo meu rosto e aproximou o seu ainda mais... quando eu vi, ele acabou me beijando de uma vez.

Não conseguir fechar meus olhos pela sensação, ele também não quis aprofundar... apenas selou nossos lábios um contra o outro.

Logo soltou e me olhou.

Droga.

Não aguentei, então, dessa vez, eu tomei a atitude de estragar minha vida... puxei ele com tudo, e colei nossos lábios.

Agora sim, um beijo.

Meus lábios se abriram quando os dele se aproximou, assim, ele enfiou a língua na minha boca. Que droga, ele beija muito bem.

Devagar eu subir minhas mãos até seu pescoço, ele deixou uma mão apoiada no chão e a outra foi de encontro com minha cintura.

Deitados no chão, nos beijando.

Seus lábios eram macios... molhados, e intensos. Minha língua se enrolou com a sua em uma batalha intensa dentro das nossas bocas. Enfiei meus dedos no seus cabelos e apertei com a outra mão seu sobretudo, deixando a posição menos desconfortável. 

Ele mordeu meu lábio inferior, puxando logo em seguida entre os dentes. Eu fiz o mesmo, só que depois, os lambi e voltei a beija-ló com vontade.

Parece até que eu queria esse beijo...

Meus dedos fizeram um carinho na bochecha esquerda dele, e nosso beijo foi ficando cada vez mais lento... eu queria  empurrar ele, mas não conseguia.

Eu quero continuar, quero ficar aqui nos braços dele sentindo é provando desse beijo maravilhoso que está me abalando totalmente. Quero continuar desfrutando do toque dele, da sensação de está protegido nos braços dele. 

Quanto tempo que não me sinto assim....

Suspirei entre o beijo.

No final, separamos os lábios para respirar... Mas ele logo voltou a colar nossos lábios, dessa vez, tão intenso e caloroso que sentia meus sentidos acordando aos poucos.

Abracei seu pescoço apertando ele contra mim, deixei uma mordida nos lábios dele é ele sorriu de lado me beijando outra vez..

Misericórdia...

Até que realmente paramos...

Nos encaramos sem falar nada, apenas tentando recuperar tudo que perdi me entregando para esse beijo.

Mark não falou nada, apenas deixou um sorriso escapar e beijou minha bochecha e tirou uma mecha de cabelo dos meus olhos molhados pelo beijo...

Logo depois, me roubou um beijo na boca e se levantou me puxando também. Antes que eu falasse algo, ele saiu sorrindo, me deixando ali parado com meus pensamentos trabalhando...

Me encostei na árvore que tinha ali, e passei meus dedos pela minha boca ainda sentindo a sensação dos beijos dele.

Meu pai do céu, o que eu fui fazer...


Notas Finais


Rolou beijão, chocada com esse beijo deles. Eu queria está ali vendo ou queria ser um dos dois kkkk.

Enfim, vai começar as histórias dos outros casais também.

Espero que tenham gostado.

Até o próximo.

Bjs.


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