História Garota Do Século XXI - imagine Park Jimin - Capítulo 69


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Categorias B.A.P, Bangtan Boys (BTS), Big Bang, EXO, Got7, Mamamoo, Monsta X, TWICE, VIXX
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Park Jimin (Jimin), Sana, Taeyang
Tags Amor, Bts, Drama, Park Jimin, Personalidade Difícil
Visualizações 177
Palavras 2.514
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá bolinhos! Olha eu aqui de novo...

Boa leitura e divirta-se.

Capítulo 69 - Jogando Na Cara!


Fanfic / Fanfiction Garota Do Século XXI - imagine Park Jimin - Capítulo 69 - Jogando Na Cara!


     Alguns dias depois..

        {Sábado a tarde}

                16:25pm


Depois daquele seminário já se passaram algum tempo, não sei exatamente quanto. Ando bastante tensa ultimamente também não ajuda em nada ser pressionada e correr risco de vida. O que está salvando meus dias diga-se de passagem é a companhia de Jimin... estamos nos encontrando quando temos a oportunidade mas não é só isso, a companhia de Jungkook também está sendo importante; por mais de uma noite quando tenho insônia ou ele, nos reunimos na sala e assistimos algo ou simplesmente conversamos sobre assuntos aleatórios. Mas tem uma coisa que me deixa intrigada... Ele não me conta nada sobre o Chang e quando eu toco no assunto ele muda de assunto ou se aborrece me deixando mais ainda curiosa sobre isso.


Na escola minha convivência com Sana tende a piorar desde o episódio da briga, com Taeyang também mas o mais importante é que eu e Jimin estamos conseguindo afastar a atenção deles e fazer com que eles realmente pensem que nós não temos nada. Pelo menos eu acho.


Agora me encontro aqui largada no sofá, meus pais precisaram correr para empresa e mais uma vez conto com a ausência deles.


— wow que belo jeito de passar um final de semana — falo em tom mais baixo para mim mesma soltando um suspiro em seguida.


Antes que eu me deite no sofá e mude o canal pela centésima vez o interfone interno toca.

Uma das empregadas atende. 


— Quem é Pietra? — indago com curiosidade franzindo o cenho. 

— Não sei ao certo Senhorita (S/n), não quer se identificar mas é um homem porém a voz é jovem — ela explica pondo a mão no interfone — eu peço pra entrar?

— pergunte quem é primeiro.

— qual o seu nome, por favor? — ela me olha como se a pessoa não quis falar quem era — ele insiste em não se identificar senhorita e também insiste em dizer que quer falar com você e que é urgente.

— Aish! Que chatice. Mande entrar logo Pietra, agora sou eu que quero saber quem é essa criatura.


 ela apenas assentiu positivamente em minha direção se curvando rapidamente me pedindo licença e foi em direção a porta enquanto eu fico na espera.


— Quem poderia ser tão intransigente de perturbar as pessoas em um sábado? — pensei comigo mesma.

— Oi gatinha. — sorriu cínico. 

— Taeyang? Como você tem a ousadia de vir aqui na minha casa? Cai fora daqui! Se eu soubesse que era você teria chamado a polícia. — me levantei do sofá indo na direção dele.

— acho melhor você me tratar bem na frente das pessoas, ou você quer que eu saia contando pela casa toda sobre o nosso trato? — olhou para a empregada tentando me intimidar.

— Pietra, nos dê licença por favor. — me rendo chateada.

— Sim senhorita, se precisar de algo pode me chamar novamente.


Curvou-se  de novo em ato de respeito enquanto eu assinto pra ela e a mesma sai me deixando a sós com ele.


— O que você quer aqui?

— quero saber como estão indo as coisas. — se aproximou de mim.

— Você não tem o que saber, nós nos vemos todo santo dia naquela escola.

— me refiro ao andamento do nosso trato (S/n).

— Eu te disse um mês. Completou um mês? Não, então não precisa vir atrás de mim logo aqui. E que cheiro horrivel de bebida é esse? — recuo um pouco para trás pondo minha mão no nariz e ele ri cínico do meu ato.

— Deixa de ser careta e me regrar, eu já te avisei sua patricinha de merda.

— Já pensou se meus pais estão em casa e te vêem assim nesse estado deplorável?

— O babaca não está em casa? Ah é uma pena — finge descontentamento pelo que eu disse — eu adoraria bater um papo com o meu querido sogrinho idiota — sorriu maldoso enquanto eu bufo de raiva.

— ele não é idiota e nem muito menos o seu sogro.

— ele é meu sogro sim até quando eu quiser. Essa casa aqui está muito quieta — observou todos os cantos da sala e parou seu olhar na escada.

— onde você pensa que vai? — me ponho na frente dele impedindo sua passagem.

— onde você acha? Claro que é no seu quarto que eu vou — tentou passar.

— Você não vai a lugar nenhum! Vaza da minha casa, agora!

— iiiih tá' tão nervosinha... porque, posso saber? Tem algo lá em cima que eu não posso ver? Ou é alguém. — me encarou.

— se tem ou não alguém lá em cima não é da sua conta! Eu já te disse pra ir embora daqui Taeyang! Eles podem chegar a qualquer momento.


Percebi ao ter a face dele mais perto que seus olhos estão bastante irritados e a pupila dilatada. Era só o que faltava, além de traficar ele também se tornar usuário.



— tô' nem aí (S/n) e você para de frescura porque eu tenho intimidade suficiente pra subir e ficar no teu quarto se o Antônio não me engole, problema é todo dele. — me empurrou com certa força e eu acabei caindo no chão. — e eu vou subir sim. 


Após eu ter caído no chão tive a certeza que ele também está se drogando, eu devia ter desconfiado das atitudes agressivas e a prepotência. Ainda bem que não me machuquei sério, apenas doeu ter caído sem esperar.


— Não! Volta aqui! — me levantei rapidamente e ele correu subindo as escadas na minha frente.


Ele não pode pegar o Jungkook aqui, isso vai ser um desastre ele pode pensar que eu estou tendo um caso e estragar tudo. Merda! Penso comigo mesma enquanto o sigo desesperadamente.


— Taeyang não tem nada aí pra você olhar! 

— Você não manda em mim — abriu a porta com precisão adentrando no meu quarto.


Apareci logo atrás dele um pouco ofegante e percebi que não tinha ninguém no meu quarto. Fiquei aliviada.


— eu disse que não tinha nada pra você olhar aqui, babaca.

— Você não está nem louca de trazer alguém aqui nesse quarto que não seja eu — ri incrédula do comentário dele.

— mal vejo a hora de passar logo um mês só pra eu me ver livre de você. Eu nunca amei você Taeyang e você sabe disso.

— Você não devia esnobar o cara que gosta de você de verdade, sabia?

— gosta o caramba! Quem gosta não machuca. Até agora me pergunto quando você se tornou esse cara desprezível, sem escrúpulos e que não tem respeito por ninguém.

— Sabe de quem a culpa de eu ter me tornado assim? Você. É, você mesma Baek (S/n). — insistiu ele proferindo meu nome com ironia  quando eu demonstrei estar confusa. — Você mentiu pra mim, me jogou pra escanteio como se eu fosse um nada! Como se não bastasse — riu soprado — ainda se meteu com aquele... aquele verme! Eu te conheci primeiro! — se alterou.

— Ele tem nome seu idiota, e quer saber? Cala a sua boca pra falar do Jimin.

— Você ainda defende ele? Eu devia acabar com a raça desse desgraçado! — derrubou meus pertences na penteadeira.

— Você não vai fazer nada contra ele! Não vai encostar nele. Eu já estou de saco cheio de você se intrometer na minha vida Taeyang. Desde aquele dia que você me beijou á força na frente de todos na sala eu perdi a paciência com você! 

— experimenta admitir que se envolveu com ele pra ver se eu não acabo com a tua festinha!


Eu já estou alterada demais pra medir minhas palavras...


— Você é um babaca frouxo e eu não tenho medo de você! Só o que te prende a mim é a merda do dinheiro. E quer saber? Cansei! É a verdade que você quer? Eu e Jimin estamos juntos, sim! — esbravejei e ele me olhou mortalmente.

— Você o que?

— isso mesmo que você ouviu, eu e Jimin estamos namorando.

— então é verdade que você me apunhalou pelas costas vadia? Eu sabia! Desde aquela primeira vez que eu saí no tapa com ele em frente à cafeteria de noite.

— eu não tinha nada com ele ainda naquele tempo, a gente tinha acabado de se conhecer praticamente.

— Mentirosa! — esbravejou — Você é uma desgraçada mentirosa! Tanto que Sana me alertou e eu burro e cego não quis acreditar.

— então ela realmente é a tua informante. Eu já devia saber. Não precisa mais ficar mandando ela vigiar a minha vida porque eu já estou contando pra você os fatos. Eu estou com Jimin agora e nada que você faça pra tentar separar, sinto muito te informar que não vai funcionar.

— Já transou com ele?

— O que?

— não se faz de idiota! Já transou com ele? Por isso está tão confiante assim falando essas coisas pra mim, não é?!?

— Você é ridículo. Sai do meu quarto agora, já passou da hora de você ir embora daqui.

— quer medir forças comigo? — veio até mim e pegou em meus braços apertando-os.

— me solta agora. — o olhei com autoridade.

— ele já brincou o quanto quis com você agora é a minha vez. — me guiou até a cama mesmo eu relutando. 

— eu não quero nada com você! Bota de uma vez por todas isso na tua cabeça. Me larga Taeyang eu já pedi!

— Você não manda em mim quantas vezes eu tenho que repetir Isso? — me jogou em cima da cama e rapidamente o corpo dele ficou sobre o meu me impedindo de sair. 

— eu estou falando sério me larga — esbravejo mas é inútil. — eu vou gritar!

— Você vai ficar quietinha! 


Lancei um olhar de desafio.


— Socorro! Pietra, alguém! Tem um tarado...


Antes que eu acabe de gritar ele me beijou á força sem eu esperar. 

Não acredito que me encontro novamente passando por isso. Logo reluto em meio ao meu desespero e indignação  interior, acho que luto mais comigo mesma do que com o cretino do Taeyang. Cada vez mais ele insiste em suas investidas enquanto eu me debato,  lágrimas invadem meu rosto sem minha permissão e por mais que eu não queira que Jungkook apareça eu quero que algo aconteça e esse monstro saia de cima de mim. As mãos dele bruscamente passeiam por meu corpo tentando arrancar minha roupa sem ao menos eu conseguir tirar, quando afasto seu braço direito em seguida a mão esquerda dele aperta minha coxa cravando as unhas, simplesmente ele invade meu corpo. Está parecendo mais que estamos em um ring na decisão final; eu tenho necessidade de nocauteá-lo e ele tem sede de me finalizar. 



                        <Quarto ao lado>

               

                               Jungkook

 


Desde que supostamente me mudei pra casa da (S/n) me sinto mais seguro um pouco do que antes. Compassadamente estamos nos entendendo mesmo que ainda exista uma implicância e discordância em algumas coisas mas é assim que se convive saudável, não é mesmo? Graças a ela meus dias não estão se resumindo a só fugir, me esconder igual um bichinho assustado e não confiar em ninguém... não que eu ainda não me sinta inseguro mas digamos que aos poucos estou aprendendo do zero como ser sociável e gentil com as pessoas. Os pais dela vivem para o trabalho mas quando estão em casa procuram ser atenciosos comigo, conversam sobre o que mais pode ser adequado para a nossa relação já que eu sou apenas um jovem que caiu na vida deles de paraquedas.

Depois de ter tomado um bom banho e trocar de roupa, tratei de arrumar umas coisas na minha mochila pra dar uma volta e pensar um pouco na vida. Não me sai da cabeça que eu preciso insistir em recuperar a minha amizade com Jimin mesmo que ele relute e me queira afastado. 

— Nossa, que barulhos estranhos. Parece até que Puddle está treinando Taekwondo. — ri soprado e fiquei sentado sob a beira da cama ainda com o celular na mão antes de colocar ele na mochila expressando estranhamento. — melhor eu terminar logo isso aqui é avisar a ela que vou sair.



          Enquanto isso no quarto...


Taeyang pressiona sua mão em minha boca me impedindo de gritar enquanto roça seu membro violenta e freneticamente em minha intimidade coberta pela calcinha — maldita hora usei um vestido — e eu continuo relutando movendo a cabeça de um lado para outro, nem morder a mão dele não estou conseguindo.


— se você alarmar eu acabo com essa merda de uma vez e jogo tudo no ventilador! De uma vez por todas fica quieta e faz tudo que eu mandar! — ditou ele agressivo.


Enquanto isso eu fito o abajur ao lado da minha cama e mesmo com ele em cima de mim eu tento chegar perto pra em alguma oportunidade bater na cabeça do Taeyang com ele.



                        JUNGKOOK

Os barulhos estranhos vindos do quarto dela não param e estão aumentando me deixando preocupado. Pego minha mochila rapidamente e saio as pressas do quarto para chegar logo no dela e ver o que está acontecendo.



— Puddle? Está tudo bem? — empurrei a porta devagar e me deparei com uma cena inusitada e desesperadora.


Meu sangue ferveu quando eu percebi um cara por cima dela e pelo visto (S/n) está se debatendo, não pensei duas vezes em largar minha mochila no chão do quarto e partir pra cima dele. Subi na cama me apoiando em um dos meus joelhos e peguei nos ombros dele o arrastando para trás e quando ele ficou em minha frente nao acreditei que fosse Taeyang...  eu lhe dei um murro muito forte que o fez cair no chão mesmo assim ele se levantou e veio pra cima de mim.


— Puddle você está bem? — a olhei preocupado e ela em prantos sentada no meio da cama.


Antes que ele me acerte eu me esquivei a tempo mas nos agarramos como se estivéssemos medindo força rodando pelo quarto bati minhas costas no guarda roupa, o soquei no nariz e consegui levar ele para o meio do quarto, ele por sua vez deu uma joelhada em meu estômago me fazendo tossir um pouco de sangue e recuar ainda agarrado a ele.

Quando menos espero vejo um objeto de relance acertar a cabeça dele fazendo assim com que ele perca as forças e caia no chão desmaiado. Olho pra (S/n) assustado e ofegante e ela também no mesmo estado olha pra ele desmaiado e pra mim.

Agora ela deixa o abajur cair de sua mão propositalmente e continua paralisada.


— o que a gente faz agora? E se eu matei ele? — indagou ela confusa e apavorada.


Compassadamente eu fui perto dele e chequei o pulso e o pescoço.


— Infelizmente ele está vivo. — confirmo desapontado olhando pra ela que suspira aliviada porém angustiada.

— Ele não pode ficar aqui desmaiado no meio do meu quarto. Quando ele acordar quero ele longe de mim.

— O que vamos fazer então?

— me ajuda a tirar ele daqui e a gente deixa ele em alguma rua perto do centro, não sei. — assinto pra ela positivamente. 


Eu e ela erguemos o corpo de Taeyang suspendendo-o apoiando os braços dele em nossos ombros e andamos pra fora do quarto cambaleando por conta do peso dele.


Notas Finais


Obrigada por ler até aqui, prometo não demorar a postar. Comente o que achou do cap só assim eu vou saber se gostaram. Será que fez bem a (S/n) ter contado sobre o relacionamento com Jimin? O cerco está se fechando.
Como de costume, até breve bolinho.

Obs: parem de desfavoritar a história isso é o cúmulo pra nós escritores, desmotiva 90% ok? É muito desonesto com quem perde tempo se dedicando a dar vida a uma história pra vocês!


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