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História Guitarras e bocas borradas de batom. - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Boa noite! <3
Mais uma chanbaek para vocês, irru!
Espero que gostem desse conceito.
Beijos sz
Boa leitura!
Aproveitem 💞

Capítulo 1 - .único;


Naquele momento, Chanyeol já terminava de se arrumar, passava perfume pelo pescoço e, logo depois, penteava os cabelos para trás, num topete estiloso.

Gatchones'! — Piscou para si mesmo em frente ao espelho. 

Chanyeol, o seu amigo está te esperando! — A mãe gritou da cozinha, o avisando.

O Park se olhou por mais alguns segundos e desceu as escadas encontrando Jongin, mas conhecido como Kai, seu acompanhante, na porta.

— E aí! — Cumprimentou o amigo enquanto dava um beijinho na testa da mãe. — Vou indo, mãe. Volto antes da meia-noite.

— Tudo bem. Divirtam-se!

Jongin acenou para a mulher mais velha e foi puxado por Chanyeol.

— Você passou lápis olho? — O mais alto questionou, rindo. — Está ridículo. 

— Ah, cala a boca. Eu estou punk, ok? 

Chanyeol gargalhou mais ainda, a única coisa engraçada em Kai era o lápis de olho exagerado, de resto estava tudo okay. O Park vestia uma calça preta, tênis da mesma cor, uma camisa do Green Day e a famosa touca.

— Punk, aham. — Ironizou. — Vai ficar com alguém nessa festa? 

— Claro que vou. — O Kim respondeu, passando a mão pela sua franja bagunçada. — Irei ficar com o D.o Kyungsoo.

— Aquele menino frio?

— Ele não é frio, só não gosta de ficar perto de muita gente. — Sapateou na calçada. — E você, vai ficar com alguém?

— Não, diferente de você, irei apenas para curtir a vibe da guitarra. 

— Tudo bem, senhor certinho. — Zombou do amigo.

Andaram mais algumas quadras e de longe, a dupla avistou uma casa com luzes de diversas cores, com um som de rock no topo e algumas pessoas no quintal. Era ali.

Eles andaram rapidamente até o lugar, pulando de alegria. Deram os nomes para uma garota de cabelos roxos, que confirmou a presença deles e os deixou passarem para dentro da casa.

Perto da sala tinha um mini-palco com uma banda simples tocando "Duality" do slipknot. Chanyeol já balançava a cabeça no ritmo da música e Jongin procurava Kyungsoo com os olhos.

O mais alto tentou ficar frente á frente com a bandinha, mas o público agitado não o deixou se aproximar, teve de ficar ali pelos fundos mesmo. Chanyeol se serviu um copo de ponche e jogou goela á baixo, fazendo uma dancinha louca. Numa hora dessas, o Kim já estava desaparecido – provavelmente já encontrara D.o. 

Embora o Park tivesse dito "diferente de você, irei apenas para curtir a vibe da guitarra'' uma pessoa lhe chamou atenção, apenas uma pessoa. Madeixas castanhas, lábios avermelhados de batom e olhos escuros. Sim! Era ele! O tipo ideal do grandão.

Deu um gole no ponche e resolveu chegar no rapaz, jogar um charme, flertar, se aquilo desse errado, ele disfarçaria e sairia de fininho.

— Oi. — Sorriu. — Está acompanhado? 

— Estou, mas acho que ele deu o vaza. — Retribuiu o sorriso, cruzando os braços. — E você?

— Também, também. Permita-me lhe acompanhar nessa festa? — Pronunciou, tirando risada do garoto baixinho, este que afirmou. — Me desculpe, eu não sei o seu nome.

— É Byun BaekHyun. E qual é o seu nome, bonitão?

— O meu? É Park Chanyeol. — Sorriram novamente. — Vem, vamos ver a banda mais de perto!



[...]



As músicas mais hard rock se encerraram, as mais levinhas e lentas passaram a tocar. Chanyeol segurava a cintura de BaekHyun e o baixinho o segurava pelos ombros, no momento certo, na hora certa, o maior pôde encostar os lábios nos do Byun. 

Óbvio, houve a insegurança da negação, de o garoto o empurrar e dar-lhe um tapa na cara. Mas não, não foi isso que aconteceu. Baek retribuiu, mexendo os lábios devagar e mexendo também o quadril para o lado junto das batidas da música. 

Chanyeol sugou o lábio inferior de Baekhyun e logo o mordeu levemente, adentrou a língua na boca dele e o mais baixo cedeu, logo a chupando lentamente. Era o melhor beijo que ele ambos já recebera.

Quando os paladares se encontraram, travaram uma dança erótica lenta, excitando minimamente os dois garotos. As mãos de Chanyeol apertaram com um pouco de força a cinturinha do Baek e quando a falta de ar se fez presente, infelizmente tiveram de parar o ósculo.

— Uou… — Sorriu, ofegante. — Você beija bem… 

BaekHyun riu envergonhado pelo elogio.

— Obrigado, você também…

— Aliás, que horas são? — Deu uma risada descontraída.

— Agora são… uma e quinze.

— UMA E QUINZE? — Berrou, desesperado e o Baek afirmou. — PUTA MERDA, MINHA MÃE VAI ME MATAR! 

Saiu correndo para saída, entretanto, voltou para dar um abraço carinhoso no ficante.

— Te vejo depois ou algum dia. — Beijou o rosto dele e voltou a correr em direção á casa. Após ter feito uma corrida em algumas quadras, chegou em casa e bateu na porta.

— MÃE? Ô, MÃE! — Ela atendeu a porta, estava armada, com um cinturão de couro na mão. — Opa…

— Meia-noite, Park Chanyeol? São uma e vinte da manhã. E o que me diz dessas marcas de batom na sua boca? Passa!

Chanyeol engoliu á seco. Aquela noite foi boa por um lado, mas por outro não. 



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