História He is a danger - Capítulo 6


Escrita por: e Sta_Kya

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin)
Tags Contosdasonome, Hopev, J-v, Seoktae, Taehope, Taeseok, Tritão, Vhope, Vope
Visualizações 50
Palavras 3.022
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


DESCULPEM OS ERROS NÃO BETADA OU REVISADA

Capítulo 6 - As ameaças do Rei


Fanfic / Fanfiction He is a danger - Capítulo 6 - As ameaças do Rei

TaeHyung sentiu seu coração ser embalado pelo canto do tenor assim que aquele ser mítico, cuja beleza estonteante atraia seu olhar, se aproximava da pequena embarcação em que ele e Jimin estavam. HoSeok sorria, de uma forma ladina e cruelmente tentadora. O Kim não conseguia desprender os seus olhos e nem muito menos aquietar o seu coração, esse que latejava em seu peito e parecia querer sair pela boca. Inconscientemente levou uma de suas mãos ao peito a medida que se abaixava ficando sentado em cima dos tornozelos, tudo para poder ficar mais perto da borda, mais perto dele. Não vendo o perigo que era a existência daquele ser.

O ruivo, cujos cabelos molhados o deixavam ainda mais bonito, se aproximou bem do barco alheio, o sorriso não abandonando os lábios, o jeito tímido que não condizia com a situação. Tudo parecia ser atrativo demais, como uma armadilha, uma jaula silenciosa e sem trancas na qual o Kim estava entrando por livre e espontânea vontade. Por mais que algo dentro de si lhe avisasse que ele era um perigo e que não devesse se aproximar, parecia tarde. Tanto que ele nem ao menos notou que estendia sua mão para o tritão.

Mão essa que tocou aquele rosto bonito, mão essa que sentiu uma menor sobre a sua. Mão essa que não saiu dali de forma nenhuma, nem quando o ser aquático se afastava do barco. Mão que só não permaneceu ali por conta de sua queda dentro da água. TaeHyung se sentiu idiota quando sentiu o líquido salgado lhe rodear. Havia caído do barco e nem ao menos se dera conta disso. Por sorte era bom nadador e logo foi até superfície, mas não sem antes ouvir daquela risada de novo. O som do escarnio ou o aviso do rei?

 

 

 

 

— TaeTae! — Jimin que estava entretido demais conversando com o tritão de cauda azul se desesperou ao ver que o amigo havia caído na água.

— Não se preocupe com ele. — YoonGi segurou em seu pulso o impedindo de ajudar o outro. — HoSeok está com ele e nada de ruim vai acontecer, não se preocupe. — informou, mas Jimin sentia seu coração apertar, queria muito auxiliar o amigo, mas YoonGi estava ali lhe encarando com aquela mesma face que fizera com que ele se apaixonasse. Cedeu, por fim.

— Tudo bem. Mas, hyung... — disse baixinho com um sorriso tímido. — É seguro? — sua voz saia quase que sussurrada. — Aquele outro hyung, ele não quer machucar o meu amigo, não é?

— Não, não se preocupe com ele. — o tritão tomou impulso e se sentou na beira do barco, sua cauda brilhando pelos raios do sol e seus cabelos negros caídos sobre os olhos o deixavam ainda mais terno e doce, mesmo que sua personalidade fosse forte. — Eu estava com saudades, aliás, nós. HoSeok também estava daquele humano, não ocupe sua mente com isso. Você não queria me ver? — seu tom brando parecia prender o outro, como um encanto.

— Claro que eu senti. — tentou parecer o mais convincente que pode. — Esses dias foram péssimos pra mim, hyung. Eu senti muito a sua falta. — YoonGi sorriu abertamente e aquele era o predileto do mais novo. — Não faça mais isso, por favor...

— Claro que não, não farei, aliás, nem eu e nem o ruivo ali pretendemos ir embora. Nos afeiçoamos demais aos nossos humanos e você sabe, em breve ele poderá andar entre os seus, assim como eu já posso. — Jimin assentiu, mesmo preocupado com aquela informação. Não sabia o que o outro pretendia, mas não conseguiu manter o foco dos seus pensamentos, não quando as mãos do moreno a frente foram de encontro as suas bochechas. Os olhos do outro sobre os seus e o sorriso ainda ali. A distância parecia ser mínima e aos poucos se tornou nula e mais uma vez eles trocaram os beijos que estavam acostumados a dar um ao outro.

Jimin advertia TaeHyung porque temia que ele caísse naquele encanto assim como ele havia caído. Sabia que não tinha volta e que quando menos esperasse, já estaria cativo demais para poder ter forças para se livrar, mesmo que no fundo ele não quisesse se separar de Min YoonGi, nunca mais, mesmo que fosse levado por ele.

 

[…]

 

 

— Tudo bem? — o mais velho ria divertido com o tombo que o outro levara.

— Sim, está sim. — TaeHyung não queria admitir que ficava ainda mais preocupado com essas breves hipnoses que o ruivo lhe fazia. E o pior, ele não precisava dizer ou usar de nenhuma artimanha, apenas seu olhar e sua presença.

— Sentiu a minha falta? Porque eu senti muito a sua. — HoSeok confessou antes que o outro o seguisse até o rochedo onde estava antes. O Kim não esperava ouvir aquilo, mas ele estava sim desesperado por notícias, tanto que saíra para procurá-lo de forma inconsequente.

— Eu senti sim, hyung. Senti muito a sua falta. — foi tão sincero que até se assustou com suas palavras. — Se me permite perguntar, onde esteve? — detestava fazer aquela pergunta, mas ela martelava dentro de si.

HoSeok riu disso e tomou sua mão o ajudando a ir mais rápido, tudo o que o Kim fazia era manter a cabeça para fora da água ao passo que era arrastado pelo outro, se surpreendendo com a forma que aquele ser tinha. Era incrível, pensou. Não imaginava que a força que eles tinham, cujos livros contavam, era real assim. Mais uma descoberta.

 

Logo eles estavam sentados em terra firme, sendo que o mais velho estava com a ponta de sua cauda dentro da água. TaeHyung passava as mãos de leve pelos cabelos enquanto olhava sua embarcação um pouco ao longe, Jimin estava ao lado do outro ser mítico e os dois pareciam estar se beijando. Aquilo não lhe surpreendeu em nada, esperou mesmo que o amigo tivesse aquele tipo de relação com o tritão, sentiu um pouco de inveja. Enquanto Jimin já trocava beijos e carícias e sabe se lá mais o que, ele nem ao menos tinha feito mais do que encostar no rosto alheio, suspirou.

— Eu estava entrando em fase de transição. — a voz do outro lhe chamou atenção e rapidamente se focou apenas nele.

— Como assim? Que transição? — quis saber enquanto se aproximava do outro. De forma tímida ainda mais do que estava, sentindo seu braço tocar no dele e se arrepiando de forma envolutaria e nem era por conta da pele molhada.

— Lembra que eu lhe contei que podemos andar entre os seus? — o acastanhado fez que sim. Se lembrava muito bem e sentia até um calafrio ao imaginar por quantos tritões ou sereias ele já havia passado por si sem que ele soubesse. — Temos um período que chamamos de transição, onde nossos pulmões humanos estão mais maduros e nossa cauda pode virar pernas quando ficamos muito tempo fora da água. Mas ele período é um pouco doloroso e nós meio que nos descontrolamos por causa da dor.

— A dor é grande? — disse preocupado. O tritão fez que sim.

— Por isso eu precisei me ausentar e pedi ajuda ao hyung ali. — apontou com um gesto de cabeça para YoonGi e Jimin, ambos estavam já dentro da água e aquilo preocupou o Kim, ele sabia que o Park não era bom em nadar. — Não fique preocupado Tae. — HoSeok tocou o rosto alheio delicadamente e o fez virar-se para si. — O hyung não seria capaz de machucar aquele humano. Ele lhe deu seu coração e por isso daria sua vida para proteger a dele. — sua voz saia baixa e doce, parecia mais um encanto, encanto esse que TaeHyung sempre se rendia. — E bem, agora eu posso andar na superfície. Posso ficar um tempo ao seu lado fora dos oceanos. — Seu rosto se aproximava do de TaeHyung, esse que não conseguia desprender seus olhos dos lábios corados do Jung. — Podemos passar mais tempo juntos, não é? — o Kim fazia que sim apenas com o manejar de cabeça. Estava em transe.

 

HoSeok sorria por conta disso sabia que sua influencia era forte e por isso mesmo estava usando de todas as armas que tinha ao seu lado. Ele queria aquele humano para si e aquela certeza aumentou ainda mais quando ele conseguiu falar com o mesmo, quando tocou sua pele, quando pode ouvir os seus batimentos cardíacos de forma acelerada quando ele estava por perto. O Jung não era bobo, não quando podia notar que o interesse era mútuo e que assim como ele, aquele humano tinha interesse em si. Em sua mente haviam diversas possibilidades e uma delas estava se passando agora por seus pensamentos. Queria provar do humano assim como seu hyung dizia que provava do seu. YoonGi havia lhe contado o quão bom era aquela sensação do chamado beijo e como ele causava sensações para o corpo e para alma. Ele queria muito beijar Kim TaeHyung e não seria agora que frearia uma vontade sua. Não quando fazia todas elas sempre que queria e quando queria. Aliás, era o filho da rainha e tinha o rei aos seus pés.

 

— É o que eu mais quero. — confessou o acastanhado. — Quero ficar com você, estar ao seu lado, poder te sentir inteiro e provar...

— Provar do que? — HoSeok se aproximava ainda mais, deixando que as respirações se misturassem, sentindo o rubor da pele humana em contato com sua palma e o jeito como suas iris se dilatavam em pura êxtase, assim como ouvia aquele coração. — Fale, o que quer provar?

— Quero provar dos teus lábios. — aquela frase fora o gatilho. TaeHyung sabia que estava apaixonado e que não tinha volta e tudo isso se confirmou ainda mais quando ele sentiu os lábios do outro sobre os seus.

 

Parecia estar tocando as nuvens e provar do manjar dos anjos. Os lábios molhados e levemente salgados brincavam com os seus, sugando o inferior e provando um pouco de si, antes de intercalar o ato, movimentando sua cabeça com a do Kim, não querendo que o famigerado ar faltasse, assim como sabia que não se separariam, nem se isso acontecesse. O rosto do mais novo estava morno de pura vergonha. Era seu primeiro beijo e estava o entregando a HoSeok, assim como esse beijava pela primeira vez um humano. E o toque da boca alheia era viciante.

Tão viciante quanto a sua existência por inteira. Sua pele formigava onde o tritão tocava e aquele beijo docinho e de leve reconhecimento passou a ter um beijo necessitado e cheio de saudades, os narizes se roçavam de leve e as peles estavam esquentando juntas, os lábios provocavam estalos e logo as línguas quiseram se conhecer. Esses estavam mais urgentes e cheias de saudades, travando uma batalha de múltiplos beneficiados se entrelaçando uma na outra e não somente isso, o tritão se permitia sugar a língua alheia para dentro de sua boca, provando dele e se deixando levar, também, para a cavidade quentinha.

As mãos de TaeHyung foram, uma de encontro a cintura fina e bonita e a outra para a nuca alheia, onde ali arranhou de leve o local enquanto sentia os fios molhados. Já as do tritão estavam ambas em seu rosto, mas não por muito tempo, já que uma delas escorreu para a coxa farta do Kim, apertando o local e ouvindo um gemido baixo ser soltado. HoSeok já conhecia um pouco sobre as necessidades humanas, ele também as tinha, mas isso somente no seu período de reprodução, onde na teoria teria de acoplar com uma outra sereia ou com uma humana. Mas ele não tinha interesse em nenhuma das duas raças de fêmeas.

Ele queria aquele macho e o teria, tornando aquele ato de acasalamento por pura luxuria e prazer pleno. Mas não era somente isso que ele queria de TaeHyung e o acastanhado parecia entender bem. Mas se não entendesse ele faria de tudo para que fosse entendido as suas vontades. O beijo continuou e só se findou pelo simples fato de que o tritão sentiu uma presença se aproximando. Ficou em alerta e ao longe notou o Min ter a mesma reação.

 

— O que houve hyung? — TaeHyung perguntou quase sem voz, estava embebecido por aquele beijo, tanto que se sentia frágil e maleável.

— Quero que volte pro barco, rápido e se afaste daqui agora. — a postura tomada pelo mais o velho assustou de leve. E ele não soube o que pensar. Engoliu em seco e olhou para o barco que se aproximava, notando Jimin já nele com uma carinha emburrada. Não entendia o que estava acontecendo, mas não iria desacatar as ordens do mais velho.

 

— É SeokJin não é? — YoonGi se aproximou do local onde estavam antes do barco chegar, enquanto isso HoSeok já pulava na água e ajudava ao Kim a fazer o mesmo.

— É ele mesmo. Você acompanha os dois até a costa e deixa que eu distraio ele. — traçou sua estratégia deixando TaeHyung ainda mais confuso e assustado, quem seria esse SeokJin.

Mesmo sem entender ele logo se viu arrastado pelo outro da mesma forma de antes e algo em seu íntimo dizia que aquele tal SeokJin não era uma boa pessoa. Tentou não passar sua preocupação e mascarar sua curiosidade, mas estava quase impossível e quando se viu no barco de novo impediu que o tritão soltasse sua mão assim do nada.

 

— O que está acontecendo hyung. — sussurrou. YoonGi riu sem humor enquanto parecia alerta, olhando para todos os lados.

— Depois eu lhe conto, não fica penando nisso e nem se preocupe. — o ruivo encarou o ar de angustia em seu humano e sorriu para tentar tranquilizá-lo, mesmo que ele soubesse que talvez não voltaria a vê-lo tão cedo se dependesse do que aconteceria ali. — Park Jimin, não é? — soou sereno enquanto observava o segundo humano ali, que contente fez que sim. — Prazer em conhecê-lo e me perdoe por não poder ficar por mais tempo e ainda levar seu namorado comigo . — Jimin corou na hora e TaeHyung revirou seus olhos, não era hora e nem lugar para isso, mesmo que visse a mesma reação no rosto do tritão de fios negros. — Cuide do seu amigo por mim por um tempinho, sim? Seja bonzinho para seu hyung, logo vamos voltar.

— Tudo bem hyung. — Jimin disse contente, a voz do mais velho era tão encantadora quanto a de YoonGi e ele se sentiu um pouco desnorteado por sua beleza.

— Vocês acham que podem ir sozinhos? — YoonGi interrompeu aquele momento visivelmente aturdido.

— Podemos sim, não pensem em nós tanto assim. — Jimin respondeu pelos dois, por mais que TaeHyung não estivesse com o mesmo pensamento.

— Pois vão, agora e rápido. — se virou para o ruivo que o encarava sério. — Dois é melhor do que apenas um, vai ser mais rápido. Vamos conseguir, eu juro que vamos. — YoonGi tragou em seco. — Você acha que foi o Jeon que o chamou aqui? Sabe que ele …

— Se tiver sido eu o mato, tenha certeza disso. — aquelas palavras saíram baixas e apenas o Min conseguiu ouvir.

— Tenha certeza que eu o ajudaria com prazer, ninguém coloca o meu humano em risco.

— E nem o meu. Acredite, não o meu.

 

TaeHyung quis gritar por uma explicação, mas tudo o que vira fora os dois seres mergulharem e nadarem tão rápido que logo sumiram de suas vistas. Ele sentia raiva daquela situação e muito mais impotente do que isso. Quis chorar e gritar com o outro, mas não tinha tempo, ele havia sumido de sua vista e deixado um vazio em seu coração. O gosto dos seus lábios ainda estava ali e o jeito com que ele o olhava lhe marcou profundamente. Sentiu seu coração doer de maneira arrebatadora e não quis sair de onde estava.

 

— Temos de ir Tae. Ouviu o que os hyungs disseram. — Jimin parecia triste. Mas tinha de cumprir com a vontade do outro.

— Você sabe quem é esse SeokJin? — perguntou enquanto sentia o barco se movimentar.

— Não, mas eu confio no YoonGi hyung e se ele disse que temos que ir, nos temos que ir.

— Será que eles vão ficar bem? — sua garganta queimava e a sua vontade era de procurar por eles.

— Devem ficar, são fortes. Isso é o que eu soube. Vamos Tae. Estamos no reino deles e não no nosso. Somos apenas graus de areia no meio da imensidão.

 

 

[…]

 

 

Depois daquele passaram-se dois meses e os humanos não encontraram mais os seus tritões, por mais que saíssem para buscar por dias e mais dias. Jimin estava inconsolado e chorava sempre por YoonGi, o Kim não estava muito diferente e passava horas e mais horas olhando para a imensidão do rei. Sabia que alguma coisa havia acontecido a eles, desconfiou quando viu em seus rostos a agonia e o desespero. Se sentiu idiota e impotente, queria tanto rever aquele seu hyung. Tudo em si doía ele se permitia chorar enquanto chamava pelo nome do outro baixinho. Parecia um louco para muito, mas somente Jimin entendia a sua dor.

 

— Volta pra mim, por favor. — era um dia em que a rainha estava estonteante, sendo cortejada pelo rei, enquanto exibia a luz que fora dada pelo seleto rival do mesmo. TaeHyung pegara uma pequena canoa de seu pai e remara até uma parte calma do mar somente para poder pensar e sentir a falta que o outro estava fazendo para si.

Suspirou enquanto observava a rainha, a bailarina estava cansada naquele dia e pouco fazia seus passos, o tenor estava altivo ou contrário dessa outra, cantando afinado enquanto haviam poucos para lhe ouvir.

Uma lágrima quente percorreu o rosto do mais novo, aquela paixão lhe queimava tanto e lhe aturdia de uma maneira que ele nem conseguia registrar e se era para ser assim, no fundo, ele desejou não ter conhecido aquele tritão. Mas sempre se arrependia do que dizia quando se lembrava daquele beijo e do sorriso do mesmo. Estava apaixonado e não tinha jeito e sua vontade era se jogar naquele oceano e desaparecer em busca do mesmo, Jimin não estava diferente e ele também temia pelo amigo. Ambos estavam ficando loucos.

 

— Advinha quem é? — de súbito sentiu o barco balançar e duas mãos lhe cobrirem os olhos. Um sorriso brotou de seus lábios. Agora se sentia vivo novamente. 


Notas Finais


Logo mais eu volto amores


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