História Hotter Than Hell - Capítulo 34


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Categorias 50 Tons de Cinza, Barbara Palvin, Dakota Johnson, Jamie Dornan, Justin Bieber
Personagens Anastasia Steele, Christian Grey
Visualizações 161
Palavras 4.588
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 34 - Tortura


Fanfic / Fanfiction Hotter Than Hell - Capítulo 34 - Tortura

Anastasia Steele

Estou na frente do espelho me observando, já é noite e eu tinha terminado de me arrumar para o meu mais belo plano. Eu vestia uma calça de couro preta, uma blusa curta que deixava a minha barriga a mostra também preta e uma jaqueta de couro por cima, e nos pés, botas baixas de cano médio. Estou com uma arma em punho e aponto para o meu reflexo, Christian tinha me presenteado como tinha prometido, ela era linda! O cabo era preto e a parte superior era colorida, sabe aquela cor holográfica? Então, era assim. E junto também vieram vários tipos de facas no mesmo padrão da arma, eu ficava até receosa de usar de tão lindas que as peças eram. Mas nada irá me impedir de usar essas belezinhas enquanto eu acabo com a Leila, lentamente, curtindo cada momento. Não, eu não irei mata-la, por mais que essa seja a minha vontade maior, Leila ficará bem viva para assistir a sua própria queda, irá perder tudo o que um dia foi importante para ela. Dinheiro, status se é que algum dia ela teve algum, tudo que ela pensou que era dela, vai sumir em um piscar de olhos.

— E agora, irmãzinha? — digo para mim mesma.— Será que você está pronta para o que está por vir? Você realmente não sabia com quem estava lidando, ah eu vou fazer você sofrer tanto.— abro um sorriso irônico.— Você pensou que tinha ganhado, mas se esqueceu de que quem dá as cartas nesse jogo, agora sou eu.

Solto uma risada cruel e assopro o cano da arma,e a colocando na minha calça, dou uma ajeitada nos meus cabelos e saio do quarto. Está quase na hora de ir. Quando chego na sala o Christian está sentado no sofá olhando para o teto, estamos um pouco estranhos um com o outro, acho que foi pela discussão boba no carro e a minha explosão. Vou até ele e sento em seu colo. Me sinto culpada por ter descontado a minha raiva nele, não tenho culpa de ter esse temperamento explosivo, Christian obviamente não facilita, mas não merece grosseirias sempre que estou mau humorada. Preciso me desculpar.

— Está bravo comigo? — pergunto e ele não responde. Me aproximo dele e dou alguns beijos em seu pescoço.— Baby, não faz assim.

— Eu não estou bravo.— ele diz e eu olho para ele desconfiada.— Tá, eu fiquei um pouco bravo mas foi pelo modo que você descontou sua fúria em cima de mim.— ele me olha sério.— Eu não sou seu saco de pancadas Anastasia, e também não sou como essas pessoas que aceitam as suas grosserias caladas. Saiba que se você gritar comigo, eu gritarei de volta. Não ache que eu sou um otário, por que eu estou longe de ser.

— Me desculpa Daddy.— faço biquinho.— Não foi por mal, eu só estava com muita raiva e você ficava tentando me controlar a todo custo e então eu explodi. Nunca ouviu falar que não se deve controlar a tempestade?

— Eu sei! Mas eu só faço isso por que eu me preocupo com você.— ele diz e olha para mim sério.— Não quero que se machuque.

— Sei disso, me perdoa vai? — falo manhosa e lhe dou selinhos.— Eu te amo, você é tão bom para mim, me desculpe por isso. Prometo tentar não fazer mais.

— Acho que você merece um castigo, minha babygirl.— Christian segura minha bunda com força e ne puxa ainda mais para ele.— Acho que eu poderia dar algumas palmadas nessa bunda linda.

— E eu acho que eu vou gostar muito.— ataco seus lábios e iniciamos um beijo selvagem.— Você pode fazer o que quiser comigo, quando eu terminar com a vadia.

Quando eu estou quase tirando a sua jaqueta o celular dele toca, ele mostra que é Leila, mando ele atender. Acho que ela tinha chegado ao local combinado, precisamos avisar aos caras para irem buscá-la.

— Alô? — ele atende e eu começo a dar beijos em seu pescoço.— O quê? Nada! Eu não estou fazendo nada. Já chegou? Tudo bem, eu já estou indo.

Christian desliga o celular e me puxa mais uma vez para um beijo forte, eu bagunço seus cabelos e começo a rebolar em cima do seu pau. Tudo o que eu queria era me perder em seu corpo, mas isso terá que esperar, tenho uma coisa muito mais importante para fazer agora.

— Leila já chegou no lugar.— Christian fala assim que paramos de nos beijar.— Vou ligar para os cara e avisar que eles já podem pega-la.

— E o que a gente faz? — pergunto já sentindo a adrenalina me dominar.— Ficamos esperando aqui, ou vamos direto para o galpão?

— A gente vai para o galpão e espera, quando eles levarem ela para lá, você faz seu trabalhinho sujo.— disse ele divertido.— Mas tenho que avisá-los primeiro.

— Então liga logo para eles.— digo apressada, saio do colo dele.— Não podemos perder mais tempo.

Christian se levanta do sofá e avisa aos cara que é hora de iniciar a missão, vou até o bar e me sirvo de dois shots de tequila. Preciso de um pouco de álcool.

— Um para dar sorte.— digo e viro de vez um shot. Pego o outro.— E outro para dar coragem.

— Eu também quero.— Christian se serve de dois shots e vira também.— Está na hora de ir.

— Então vamos? Hora da vingança.— digo sorrindo maldosa e saindo saltitante até o elevador.— Estou ansiosa.

Descemos até a garagem e Christian vai até um carro e entramos, ele dá a partida e vamos rumo ao galpão, estamos conversando o caminho todo sobre o que vamos fazer quando estivermos com as mãos em Leila. Mas Christian não iria fazer nada, quem iria fazer, era eu.

— Você não vai fazer nada com ela.— digo o avisando.— Eu vou fazer. Essa briga não é sua.

— Mas por que eu não posso fazer algo? — pergunta chateado.— Eu não acredito que você irá tirar de mim esse prazer.

— Você já fez o suficiente, a iludiu, agora é minha vez de terminar o serviço.— digo sorrindo maliciosa.— Entende o que eu quero dizer?

— Então tudo bem.— Christian fala rindo.— Ela é toda sua.

Chegamos no galpão e não chegou ninguém ainda, saímos do carro e eu vou até o capô do carro de Christian e me sento, me apoio nas minhas mãos atrás de meu corpo e Christian toma o seu lugar no meio entre minhas pernas. Levo minhas mãos até a sua nuca e o puxo para mim, começamos a nos beijar calmamente. Ficamos alguns minutos aproveitando os lábios um do do outro, ele me deita no capô do carro ficando em cima de mim. Mesmo que Christian me distraindo com seus beijos doces e suas carícias provocantes, eu não consiga não ficar impaciennte com a demora para os caras trazerem Leila.

— Será que eles vão demorar muito? — pergunto impaciente.— Não aguento mais esperar.

— Depende baby, mas acho que não.— ele diz passando os dedos pelo meu pescoço, me arrepio.— Tenha calma.

— Ai que saco.— pego a carteira de cigarro que tinha no bolso da sua jaqueta e acendo um, Christian pega um também e acende. Olho para as estrelas enquanto solto a fumaça.— Essa espera definitivamente está me matando.

— O que você pensa em fazer com ela depois que a tortura tiver acabado.— Christian solta a fumaça em meu rosto e eu o olhei com raiva.— Mata-la?

— Não solte essa porra de fumaça no meu rosto, cretino.— digo e Christian ri.— Matar? Não, por mais que eu tenha vontade, acho que não sou uma assassina.— em seguida, abro um sorriso sombrio.— Eu disse acho.

— Vamos fazer isso sem mortes ok? Não queremos que ninguém vá preso.— ele diz e eu dou um trago no meu cigarro.— Não podemos ser pegos.

— Realmente não queremos isso.— digo rindo.— Mas nunca se sabe quando eu posso mudar de ideia.

Ficamos ali esperando os caras chegarem mais demorou uma eternidade, já são quase 1:00 da manhã e nada deles aparecerem, eu já estou no meu limite, perdi a minha paciência há muito tempo. Qual é o problema deles? Era só chegar no local, pegar a vagabunda, jogar na van e trazer para cá! É tão difícil? Se soubesse que esses otários demorariam para fazer um serviço tão simples, eu mesma teria me encarregado disso.

Finalmente a van chega e para em frente ao galpão, eles tiram Leila de dentro da van e a levam para dentro, ela está com um saco preto na cabeça e quando arrastam ela, ela está gritando por socorro. Abro um sorriso satisfeito ao constatar que ela está apavorada, Leila poderia gritar o quanto quiser por que ela não iria ser ouvida, estamos no meio do nada, ninguém irá salva-la. O momento tão esperado por mim, finalmente chegou.

— É hora do show, meu amor.— lhe dou um selinho e desço do capô, pego uma máscara de esqui dentro do carro e coloco para esconder o meu rosto.— Eu vou acabar com ela.

— Vamos lá baby, dê uma lição nessa vadia.— ele diz ele também coloca uma máscara e passa o braço pelos meus ombros.— Vou estar assistindo você.

Leila está em uma cadeira amarrada, o saco ainda não foi tirado de sua cabeça, pego uma barra de ferro e arrasto pelo chão fazendo barulho, Christian fica um pouco afastado para ver o que eu vou fazer. Vou até a mesa onde minhas lindas facas estavam e coloco luvas pretas nas mãos, não queremos minhas digitais em seu corpo não é? Não posso ser descuidada.

— Quem está aí? — Leila grita.— Alguém me ajuda por favor! Eu não fiz nada!

— Ninguém vai poder te ajudar, coisinha.— minha voz sai abafada, tiro o saco da sua cabeça.— Não precisa ter medo Leila, eu não vou machucar você. Muito.

— Como você sabe o meu nome? O que você quer comigo? — ela pergunta assustada.— Quem é você?

— Como pode não reconhecer a sua irmãzinha? — tiro a máscara e revelo o meu rosto, ela me encara assustada.— Olá Leila, quanto tempo não é mesmo?

— Anastasia?! — ela pergunta sem acreditar.— Você saiu da clínica?

Eu nunca pensei que ficaria tão satisfeita em ver Leila novamente. Ela está com uma expressão tão assustada que eu poderia até ter pena, se nutrisse algum sentimento por ela. Mas a quem eu estou querendo enganar? Eu estou adorando assistir o seu pavor. Hoje eu me vingarei por todos os dias em que ela se dedicou a me infernizar, e também, por ela ter feito a Carla me mandar para aquele lugar horrível novamente, são tantas coisas, que só aumentam ainda mais a minha sede de destruir.

— Sou eu, linda e loira.— digo sorrindo.— E pronta para ter minha vingança.

— Como você saiu da clínica? Como conseguiu? — ela pergunta perplexa.— Aquele lugar é uma fortaleza!

— Eu tive ajuda.— digo rindo.— Não é baby?

— É isso aí gatinha.— Christian fala tirando a máscara e vindo para perto de mim.— Leila? Como você veio parar aqui?

— Christian?! Você aqui? E com ela? — as lágrimas começam a cair em seu rosto.— Isso não pode estar acontecendo.

— Fala para ela amor.— dou tapinhas em seu ombro.— Vai doer, então eu acho melhor você dizer uma vez.

— Nunca foi real Leila, me aproximar de você só foi um meio para chegar a um fim.— Christian destrói os sentimentos dela sem piedade.— E o fim, é esse aqui.

— Mas como? Você disse que queria ficar comigo, que tinha se cansado de esperar por ela.— Leila grita louca.— Foi tudo mentira?

— Pois é, eu menti. Eu sempre soube que a Ana estava na clínica, fui eu quem a tirei de lá.— Christian fala se aproximando dela.— Você pensou que tinha ganhado, pensou que a Ana estava fora do caminho, mas olha onde você está! — Christian abre um sorriso cruel.— Você é patética. Pensou que eu sentia algo por você? Acreditou em todas aquelas bobagens que eu falei? Eu só me aproximei por que eu queria informações, e você as deu sem pestanejar.

— Você me enganou! Como você pôde fazer isso comigo? — ela pergunta chorando.— Seu cretino!

— E como você pôde Leila, falar com tanta satisfação tudo o que aconteceu com ela? — ele aponta para mim.— Você e aqueles ratos realmente são uma família perfeita. Perfeitos monstros, se merecem.

— Não fala assim da minha família.— ela grita chorando.— Você não sabe o que diz!

— Ele fala, por que é verdade! Vocês me fizeram sofrer, fizeram da minha vida um inferno a troco de quê? — vou até a mesa pegando um soco inglês e bato no seu rosto com força, Leila grita.— De nada!

— Socorro! — ela grita chorando, sangue escorre da sua boca.— Para!

— Isso! Grita! Ninguém vai te ouvir.— falo alto e continuo a socar ela.— Sua cachorra, eu nunca te suportei! Isso é por tudo o que você já me fez, isso é por você ter entrado sem permissão na minha vida! — puxo seu cabelo e sua cabeça fica inclinada para trás, aproximo o meu rosto do seu.— Eu odeio você.

— Por favor Ana! Para com isso.— Leila pede chorando.— Eu não vou aguentar!

— Parar? E por acaso o seu papaizinho parava quando eu pedia? Não! — grito e vou até a mesa e pegando uma das minhas facas, ela me olha com medo.— Essa porra está só começando Leila.

Pego a faca e cravo na sua coxa, puxo com força abrindo um corte, Leila grita. Faço cortes pelos seus braços e o seu rosto, ela implora para parar mas eu não ligo, os gritos dela são música para os meus ouvidos. Cravo a faca em sua barriga e depois puxo com força, Leila chora. Giro a faca em meus dedos e ando ao seu redor analisando o estrago que eu fiz. Corto suas roupas com a faca, a deixando somente de lingerie, abro um sorriso.

— É bom Leila? Agora pensa como foi para mim viver naquele lugar horrível? — pego uma garrafa álcool que tinha alí e jogo nas suas feridas, ela grita desesperada.— Não foi você que gostou de tudo o que aquela vagabunda da Carla fez contra mim? Você não gostou de se ver livre de mim vadia? Pois agora eu sou o seu pior pesadelo.

Grito e pego a arma atirando em seu joelho, estou com a respiração ofegante enquanto observo o seu estado, com o rosto cheio de sangue e seu corpo repleto de cortes, ela está chorando e gritando em agonia. Me aproximo dela e pego os seus cabelos em punho, os cortando com a faca ensanguentada depois. Aproximo a faca do seu pescoço e acaricio a região com a ponta dela.

— Eu poderia apenas cortar o seu pescocinho, e todos os meus problemas estariam resolvidos.— sussurro em seu ouvido.— Será que eu faço?

— Me perdoa Ana! Por tudo, mas por favor não me mata.— ela implora chorando.— Por favor.

— Matar? Mas quem falou em matar? — pergunto maldosa.— Você ainda vai ficar viva para o que eu vou fazer com você. Me agradeça Leila, eu não serei a responsável por tirar você desse mundo. É realmente uma pena.

— Por favor eu não aguento mais.— ela diz chorando.— Chega.

— Engraçado, por que eu não ligo.— digo dando mais um soco com o soco inglês em seu rosto.— E eu acho melhor você não falar para ninguém que eu estou de volta, por que se não eu te caço até no inferno e te mato.

— Tudo bem eu não vou falar! Quanto tempo eu vou ficar aqui? — ela pergunta com medo.— Eu quero ir embora.

— Até quando eu quiser! — grito e pego a barra de ferro batendo na lateral do seu rosto, Leila desmaia.— Nossa ela está perdendo muito sangue, será que ela morre?

Ouço palmas pausadas e olho para Christian, é ele e está se aproximando de mim com um sorriso irônico nos lábios. Arqueio uma das sombrancelhas e abro um sorriso sarcástico.

— Bem, foi um belo show.- ele se aproxima de mim.— Quem diria que essa carinha de anjo, aprenderia técnicas de tortura? Você foi fantástica.

— Eu aprendi com o melhor, não é? — digo e vou até ele lhe dando um selinho.— E o que eu faço com ela?

— Ela já está ferrada o suficiente, se você fizer mais alguma coisa, ela morre.— ele diz olhando para o corpo dela.— Vamos apenas largar ela no meio de uma estrada deserta.

— Boa ideia.— digo sorrindo.— Martin, joga esse lixo em alguma estrada deserta, se ela tiver sorte alguém encontra ela.

— Entendido Anastasia.— Martin fala e vai desamarrar ela.

— Vamos sair daqui baby? Temos que ir para casa fazer coisas mais interessantes.— digo passando minhas mãos pelo seu peito e Christian começa a dar beijos no meu pescoço.— Vai me dar aquilo que prometeu? O castigo?

— Agora! Ver você daquele jeito me deixou excitado.— ele fala ao meu ouvido e vamos até a saída do galpão.— Preciso urgentemente estar dentro de você.

Entramos no carro e Christian da a partida, a missão tinha sido um sucesso, aquela vadia teve o que mereceu, agora só falta os outros dois, mas esses eu tenho que pensar com mais calma. Preciso esquecer disso e focar em outras coisas mais gostosas, a vingança agora merece uma pequena pausa.

Quando chegamos em casa, saindo do elevador, Christian começa a me agarrar, pulo no seu colo e enrolo minhas pernas em sua cintura, Christian desce os beijos pelo meu pescoço. Ele me encosta na parede e eu fecho os olhos, puxo a sua cabeça para mim e ataco os seus lábios novamente. Seguro seus ombros com força e esfrego a minha intimidade em seu membro. Eu já estava muito excitada, quero acabar logo com isso.

— Podemos ir logo para o quarto? — sussurro perto de seus lábios.— Eu não estou aguentando.

— Vamos.— Christian sussurra de volta.— Não vou esperar mais um minuto para ter você.

Ele me leva para o quarto e quando chegamos lá, me joga na cama, ele sobe em cima de mim e volta a me beijar, Christian começa a me despir e vai dando beijos pelo meu pescoço. Tiro a sua jaqueta e a camisa, arranho seu abdômen e levo os meus lábios ao seus novamente, mordo o seu lábio inferior e intensificamos o beijo. O puxo para mais perto de mim e Christian esfrega o seu corpo no meu. Ele chega aos meus seios e começa a chupa-los com força, ele chupa, morde, suga, seguro seus cabelos com força e começo a gemer. Eu estava queimando por dentro.

Christian tira suas roupas com rapidez e me coloca de quatro, solto um gritinho de surpresa e abro um sorriso. Tento olhar para trás mas Christian me impede, mordo os lábios para conter o sorriso que insiste em vir a tona.

— Hora do castigo.— Christian sussurra em meu ouvido e me da um tapa forte na bunda.— Achou que eu ia esquecer?

— Fico feliz que não tenha esquecido.— mordo os lábios com força, sinto o gosto metálico do sangue, Christian mais um tapa, seguidos de muitos outros.— Você quer me deixar vermelha?

— Não sei, essa cor fica bem em você.— Christian sussurra em meu ouvido, sinto seu sorriso.— Espere aqui, eu já volto.

Christian sai da cama e entra no closet, espero ele voltar o que demora alguns minutos. Quando ele volta, eu ainda estou na mesma posição, chega por trás de mim e coloca algo em meus olhos que impede que eu enxergue as coisas ao meu redor. Levo as mãos aos meus olhos e percebo que se trata de uma venda, sinto Christian dar beijos em meu pescoço e eu levo uma das minhas mãos até a sua nuca acariciando o local, suas mãos apertam a minha cintura com força.

— O que está fazendo? — minha respiração está acelerada.— Eu não...

— Isso vai fazer com que as sensações se intensifiquem.— ele sussurra em meu ouvido. Sua voz rouca me deixava hipnotizada.— Mas não para aí.

Christian pega os meus pulsos os colocando para trás com rapidez, sinto um metal frio em contato com a minha pele e em seguida um click. Ele me algemou. Christian acabou de algemar os meus pulsos, imediatamente eu fico inquieta. Ele leva a mão até o meu pescoço, vira a minha cabeça um pouco para o lado e começa a me beijar intensamente, toda essa atmosfera diferente e sensual estava causando diversos efeitos em mim. Nós nunca fizemos dessa forma, afastamos nossos lábios.

— Você me algemou.— eu respiro em sua boca e Christian morde o meu lábio. Sinto o seu sorriso.— Você acabou de me algemar! Me solte, eu não sou uma submissa. E muito menos serei a sua.

— Eu não vou te soltar, e eu sei que você também não quer isso.— Christian morde minha orelha.— Apenas confie em mim e aproveite, você sabe que eu irei fazer você se sentir bem.

— Sim.— digo ofegante.— Eu sei.

Sinto Christian penetrar dois dedos em minha intimidade e começar os movimentos rápidos de vai e vem, solto um gemido alto, começo a rebolar para sentir seus dedos mais profundamente. Tento mexer os braços, mas por conta das algemas é impossível. Com uma mão Christian me segura no lugar e com a outra ele trabalha dentro de mim. Estou tão molhada que seus dedos estão deslizando facilmente, aquela região está sensível e penso que irei gozar em pouco tempo, não irei durar muito.

— Ah que delícia Christian.— gemo e sinto suas mordidas em meu pescoço, ele leva uma das suas mãos até o meu seio direito o apertando.— Não para por favor.

— Você gosta disso baby? — ele aumenta ainda mais os movimentos de seus dedos.— Aguenta mais que isso?

— Eu quero mais.— balanço a minha bunda.— Você sabe que eu aguento.

Christian tira seus dedos de dentro de mim e leva a boca até a minha intimidade, suas duas mãos seguram a minha bunda e ele me chupar com força, sua língua entra no meu interior e eu vou a loucura. Ele chupava o meu clitóris delicadamente e enviava choque elétricos para todo o meu corpo, mordo o lábio para conter os gemidos, mas é impossível. Libero o meu lábio da prisão dos meus dentes e deixo que os gemidos saiam sem que eu os controle.

— Christian.— grito.— Mais forte! Está tão gostoso.

Ele aumenta ainda mais as suas chupadas e eu estou nos limites do tesão, rebolo em sua boca e sinto que estou perto da libertação. Isso é tão bom, não consigo pensar claramente quando estamos desta forma, meu corpo queima, minha intimidade se aperta, sinto seu corpo atrás de mim e nós dois estamos transpirando. Sinto os músculos de seu peitoral em minhas costas, Christian segura meu queixo e morde a minha boca, abro um sorriso e ataco os seus lábios. Tudo o que eu queria agora, era olhar para os olhos dele.

— Eu vou gozar Daddy.— gemo rebolando em sua boca.— Ah isso está tão bom, não irei durar muito tempo.

— Goza para mim, babygirl.— ele fala acariciando o meu clitóris.— Você está tão linda nessa posição, a minha mercê. Acho que vou te algemar mais vezes.

— Acho que irei gostar.— gemo e em seguida solto um risada.— Quem sabe eu não algeme você também?

Christian continua a me chupar com mais velocidade, quando eu finalmente chego ao meu limite, gozo e ele bebe todo o meu líquido. Sinto ele me virar para a frente como se eu fosse uma boneca maleável em suas mãos e ele me beija violentamente. Me deita de costas na cama e levanta os meus braços acima da minha cabeça, Christian volta a me beijar de modo selvagem.

Ele sob em cima do meu corpo e sinto ele levar o seu pau até a minha entrada, Christian leva as mãos aos meus seios e começa a apertar e massagear, ele me penetra com força e por conta do impulso, meu corpo sobe um pouco, solto um gemido alto e minha respiração começa a se alterar. Christian começa a chupar meus seios com força. Jogo a minha cabeça para trás e mordo o lábio com força. Por conta da visão bloqueada, todos os meus sentidos estão mais aguçados. Sinto tudo mais intensamente.

— Christian! Mais forte.— grito movendo o seu corpo em sincronia com o seu.— Por favor, me solta! Eu preciso tocar em você.

— Não, ainda não.— Christian sussurra sem deixar de me penetrar.— Eu ainda preciso aproveitar você assim. Dominada.

— Você sabe que mesmo algemada, você não irá me dominar.— sussurro de volta, enrolo minhas pernas em sua cintura.— Mas tudo bem, irei deixar você se iludir por alguns minutos.

— Quietinha.— ele respira em minha boca.— Na próxima, eu acrescento um chicote.

Christian aumenta suas investidas e eu vou ao céu. Tento mover meus braços mas não consigo, ele também impede segurando os meus pulsos com um das mãos. Com a outra ele leva entre os nossos corpos até chegar em minha intimidade, Christian começa a massagear o meu clitóris delicadamente sem deixar de me penetrar. Ele chupa os meus seios com vontade e eu já estou fora de mim.

— Isso Christian! Me fode! — grito.— Estou quase.

— Ainda não.— Christian diz rouco.— Vamos juntos.

Gemo alto e Christian aumenta suas estocadas, o prazer é tanto que não consigo mais suportar, ele me leva a loucura. Sinto minhas paredes internas se apertando e eu sei que estou perto. Meu corpo treme por dentro e eu me contorço sentindo cada polegada do meu ser formigar. Estou me aproximando da liberação, sinto seu pau crescer no meu interior.

Chego ao orgasmo e Christian sai de dentro de mim e gozando na minha barriga, estou exausta, Christian tira a venda em meus olhos e em seguida se levanta da cama e vai até o banheiro, volta com uma toalha úmida e me limpa entre as pernas e a minha barriga. Christian tira as algemas e eu massageio o meu pulso, ele deita ao meu lado e eu me viro para ele, colocando uma perna na sua cintura e ele começa a acaricia-la. Apoio minha cabeça em seu ombro.

— Ótima comemoração.— Christian fala baixo e abre um sorriso.— Com certeza, nós vamos fazer isso mais vezes.

— Eu também acho. Olha, eu sei que as vezes eu posso ser insuportável, e que você pode vir a querer me matar algum dia.— digo rindo e ele me acompanha.— Mas a sua presença, o seu apoio estão sendo muito importantes para mim, obrigada por tudo. Eu amo você.

— Eu também te amo linda.— ele faz carinho em meu rosto, fecho os olhos.— Eu sempre vou estar aqui para você, mesmo que a gente brigue, eu estou aqui para você. Para sempre.

Abro um sorriso e dou um beijo em seu ombro, deito a cabeça em seu peito e ficamos trocando carícias até eu adormecer. Por mais que o dia tenha sido bastante agitado e por todas as coisas que eu fiz hoje a noite, eu não conseguia sentir remorso, na verdade eu não conseguia sentir nada depois do que eu fiz. Eu só não me sentia dormente, oca, por que o Christian era o responsável por eu não me sentir assim, com ele eu sinto todas as coisas que eu pensava não ser capaz de sentir, ele é o único que tem esse poder. E eu acho que será assim para sempre. E no meio de toda a confusão, mesmo ele sendo como é, Christian era a calmaria. Calmaria essa que eu nunca abriria mão. Preciso dele para me manter sã nesse mar de loucura que é a minha vida.



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