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História Inefável - Capítulo 19


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Notas do Autor


Boa noite, gente!

Vocês foram tão lindxs nos comentários dos últimos capítulos que não resisti em postar esse!
Bom, eu não tenho costume de dedicar capítulos, mas vou abrir uma exceção para esse.
O Spirit me deu de presente uma boiolinha (embora ela tente manter uma pose de bandida má) que eu já adoro muito e que ama a relação do David com a Emma, então girlparrilla esse capítulo é todo seu! ❤

Sem mais delongas, boa leitura e espero que gostem!

Capítulo 19 - Zelo


Fanfic / Fanfiction Inefável - Capítulo 19 - Zelo

ZELO:

Demonstração de preocupação e carinho com algo ou alguém. Cuidar com amor de quem é importante para gente.

Emma

“Isso não vai acabar como você está pensando”

Foram as palavras de Neal para mim naquela aparição. E ele não podia estar mais certo.

Em momento algum eu imaginei esse desfecho para Killian. Na verdade, nada do que estava acontecendo em meio àquelas lápides poderia sequer ter passado pela minha cabeça.

Gold pedindo perdão, Killian e Milah o perdoando e indo ambos para um lugar melhor, Regina aceitando e retribuindo o meu carinho...

Será que eu estava vivendo algum tipo de delírio? Tudo aquilo era surreal demais para ser verdade.

Vendo Killian e Milah afastando-se cada vez mais, caminhei de volta para perto de Regina e como da primeira vez, não perdi tempo pensando e apenas busquei sua mão novamente. Ela entrelaçou seus dedos nos meus e sorriu. Eu não precisei olhar para ter certeza de que ela sorria. Eu sentia seu sorriso. Sorri também.

Ficamos todos imóveis e em silêncio até que eles desaparecessem por completo naquele caminho de luz. Era nítido o sentimento de alívio presente em nossos rostos.

Minha mãe tinha um sorriso enorme e, ou estava realmente delirando ou seu sorriso aumentou ainda mais quando ela se virou na direção em que estávamos e viu Regina e eu de mãos dadas.

- Missão cumprida! – Meu pai disse alto tirando a todos nós do transe em que estávamos.

Regina soltou-se bruscamente da minha mão e eu quase gritei para que ela voltasse a posição em que estávamos, mas ao contrário disso, apenas fiquei ali parada, sentindo falta do seu toque e provavelmente com cara de idiota.

- Agora que resolvemos o maior dos nossos problemas, é hora de voltarmos para casa, mas aconselho que descansemos por algumas horas, pois a viagem é longa e precisamos estar bem. – Gold diz, já andando alguns passos a nossa frente.

Meus pais se aproximam de mim e de Regina e eu e percebo que minha mãe continua sorridente.

- Tudo bem aqui? – Ela pergunta.

- Por que não estaria? – Regina responde com toda sua pose impecável.

Meu Deus, cadê aquela Regina de minutos atrás?!

- Vamos caminhando? – Meu pai diz, tentando não deixar o clima ficar pesado.

- Vão na frente. – Minha mãe responde. – Regina, podemos conversar um pouco?

Fico apreensiva com aquela situação, mas meu pai praticamente me arrasta pelo braço deixando minha mãe e Regina para trás. Gold para em sua loja e assim continuamos o trajeto para o loft, meu pai e eu na frente, Regina e minha mãe alguns metros atrás de nós.

- Filha, eu posso te fazer uma pergunta?

- Claro, pai. – Respondi apreensiva pois já fazia ideia do assunto.

- Seu coração... por que Regina não conseguiu encaixar no peito de Hook?

É claro que tanto meu pai quanto minha mãe não tinham entendido o que havia acontecido e desde então eu estava fugindo de toda e qualquer oportunidade de eles tocarem naquele assunto.

Meu pai sempre foi uma pessoa incrível comigo desde que eu havia quebrado a maldição e descoberto sobre tudo. Ponderei por alguns instantes sobre o que eu deveria responder e respirei fundo buscando coragem.

- Eu não o amava. – Respondi com clareza e meu pai me olha confuso. – Eu tinha esperança de que funcionasse, pai, mas sabia que existia a possibilidade de dar errado. Eu sabia o critério necessário para se compartilhar um coração.

Depois de alguns segundos de silêncio, ele volta a me olhar.

- Se você não o amava, por que estavam juntos?

- O que ele sentia por mim era verdadeiro e eu achava que isso pudesse ser suficiente. – Respondi abaixando a cabeça.

- Emma... não é assim que o amor funciona...

- Talvez eu não saiba muito sobre o amor. – Respondi baixo e dei de ombros. – Sempre deu errado, não importa o que eu faça.

- Ainda vai aparecer aquele que te fará entender o porquê nenhum deu certo antes, aquele que vai te mostrar como o amor verdadeiro deve ser e toda a força que ele tem, não se preocupe. Às vezes as coisas são complicadas, minha filha, mas isso é apenas para ver até onde somos capazes de chegar, o quanto somos capazes de lutar pelo que queremos.

Eu já estava ficando emocionada com as palavras do meu pai e ele continuou depois de passar o braço sobre meus ombros me abraçando com carinho.

- Sua mãe e eu enfrentamos tantos obstáculos para estar onde estamos hoje. E eu não digo sobre as coisas que a Regina nos fez passar, mas sobre o que nos mesmos nos causamos. Sua mãe me roubou, Emma! – Ele diz e sorri com a lembrança. – E depois me deu uma pedrada! – Dessa vez ele gargalha me fazendo sorrir também. – Snow era meu amor impossível. Eu estava prestes a me casar e ela estava fugindo do reino. Qual era a possibilidade de algo dar certo nesse cenário?

- Quase nula. – Respondo.

- Exatamente. Eu poderia ter desistido antes mesmo de lutar... – Ele diz pensativo. - Não fazia ideia se sua mãe estava apaixonada por mim como eu estava por ela, mas eu não sabia mais o que fazer com todo aquele amor guardado dentro de mim, então eu decidi lutar contra todas as possibilidades, contra o Reino, contra Rei George, contra o que quer que se colocasse no caminho da felicidade que eu almejava para nós e eu não parei, Emma, não parei até encontrar sua mãe e despertá-la da maldição do sono. Eu não parei porque eu nunca havia me sentido da forma que Snow me fazia sentir, eu nunca havia me sentido tão vulnerável e ao mesmo tempo tão forte, eu nunca havia desejado tanto o bem de alguém, nunca havia desejado tanto estar ao lado de alguém como desejava estar ao lado dela. Eu nunca havia amado ninguém daquela forma e foi por isso que eu não parei de lutar por ela. Amar sua mãe me fez renascer, Emma. O amor é isso. É renascer, mesmo sem ter morrido. É fazer nascer em nós algo tão bonito e forte que é impossível explicar, mas ao mesmo tempo tão fácil compreender.

Cada palavra do meu pai me atingia como uma tijolada, ele descrevia exatamente o que Regina me fazia sentir. Na metade da conversa eu já estava chorando, mas ele só percebeu isso ao finalizar seu raciocínio e voltar a me olhar.

- Por que está chorando, minha filha?

Eu não aguentava mais guardar aquele segredo, não conseguia mais fingir que nada estava acontecendo.

- Eu não sei como te dizer isso. – Respondo e encosto a cabeça em seu ombro enquanto continuamos caminhando.

- Você pode me dizer qualquer coisa, Emma. Eu sou seu pai e estou aqui para você, para qualquer coisa que você precise... uma palavra, um ombro – ele ri pelo fato de eu estar literalmente em seu ombro no momento – e até mesmo para ficar em silêncio ao seu lado se você preferir assim.

- Eu te amo, David Nolan. – Digo secando as lágrimas.

- Eu também amo você, filha, sempre amei e sempre vou amar. Quer me dizer o que está acontecendo? – Ele pergunta com carinho.

- Quero, mas não sei se consigo. – Sou sincera.

- Estou ouvindo se estiver disposta a tentar. – Ele me sorri e aquele gesto me passa segurança.

- EuestouapaixonadapelaRegina. – Digo em um folego só, atropelando as palavras.

- Oi?! – Ele me olha confuso.

- Por favor, pai, não me faz repetir isso.

-Eu acho que não compreendi bem, Emma.

- Sim, compreendeu. É isso mesmo.

Ele me solta e vira um pouco a cabeça para trás observando a distância que estávamos da minha mãe e da Regina.

- Filha... – Ele começa em voz baixa.

- Eu sei, é loucura. Mas eu não procurei por isso, eu tentei apagar esse sentimento de todas as formas, pai. – Meus olhos já lacrimejavam de novo. – Mas eu não consigo mais fingir que nada está acontecendo, que eu sou indiferente a tudo isso. Tudo que o senhor disse em relação a minha mãe, é o que sinto por ela. Coisas que eu nunca senti por ninguém antes. E esse tempo aqui no Submundo tem me deixado à beira da loucura, ela tem deixado eu me aproximar de uma forma inédita, uma Regina que ela guardava apenas para o nosso filho. Ela sorri para mim, ela não foge do meu olhar, ela não quis ir embora com Robin e Henry, ela sequer se afastou quando entrelacei nossos dedos agora a pouco! Eu não sei se isso significa alguma coisa para ela, ou se estou delirando com tudo isso. Em alguns momentos eu sinto que existe alguma coisa entre a gente, alguma coisa que talvez seja difícil demais para que ela entenda ou aceite... ou talvez isso seja apenas o meu desejo de ser correspondida. Eu não sei... A única certeza que eu tenho é que esse sentimento é diferente de qualquer outra coisa, é mais forte, mais bonito, mais intenso do que eu jamais imaginei sentir... eu a amo tanto, pai... – Minha última frase saiu baixa e embargada pelo choro.

Desabo e ele me abraça novamente passando o braço esquerdo sobre meus ombros. Me senti tão segura e protegida nos braços do meu pai, como se absolutamente nada pudesse me atingir ali.

- Ela sabe que você a ama? – Ele pergunta calmamente.

- Claro que não!

- E o que você pretende fazer a respeito?

- Como assim? – Pergunto sem entender exatamente o que ele quer dizer.

- Você vai ficar se lamentando ou vai lutar pela mulher que você ama?

Me surpreendi de uma forma inexplicável, mas positiva com essas palavras. Eu não imaginava que meu pai aceitaria tudo o que eu havia acabado de dizer de uma forma tão compreensiva e carinhosa.

- Lutar? Pela Regina?

- Emma, ela pode não sentir a mesma coisa, mas se você sente por ela o que eu sinto pela sua mãe, eu te garanto que vale a pena lutar por isso. Quem luta pode perder, minha filha, mas quem não luta já perdeu.

- Pai, nós estamos falando da Regina! E além disso ela ama o Robin.

- Talvez sim, mas só existe uma forma de descobrir.

- Eu realmente não acho que... – Ele me interrompe.

- Você nunca fugiu de uma luta, minha filha e essa pode ser a mais importante da sua vida. Não é vergonha perder, caso isso aconteça, mas é vergonhoso se dar por vencida sem sequer ter entrado em campo.

Abri a boca para tentar argumentar mesmo sem ter argumentos, mas ele não me deixa falar.

- Apenas pense a respeito. Pode não dar certo, mas também pode dar. Faça sua parte para que dê.

- Obrigada, pai. – Falei rendida.

Ele sorri e beija minha bochecha.

Eu não tinha mais o que dizer, ou não sabia o que dizer depois daquela aula sobre luta e amor verdadeiro, então continuamos caminhando abraçados e em silêncio.

Dizer ao meu pai tudo que estava acontecendo foi bom, eu me sentia mais calma, mais leve. E de certa forma me senti ainda mais conectada a ele depois de dividir esse segredo. Eu podia dizer com orgulho que além de pai, David Nolan era meu melhor amigo.

Chegamos ao nosso destino e eu olho para minha mãe e Regina que ainda estavam a uma distância considerável de nós, mas nenhuma delas me olha de volta, então acompanho meu pai para dentro do loft e me jogo no sofá enquanto ele sobe para o quarto, depois de deixar um beijo carinhoso em minha testa.

Sozinha naquele silêncio, tento organizar todos os meus pensamentos.

Primeiramente, Killian. Eu estava imensamente feliz que ele tenha conseguido ir para um bom lugar e melhor que isso, que ele poderia ter um recomeço com a Milah, onde quer que seja. Vê-los juntos me fez refletir um pouco mais sobre o amor. Eu sei que Killian havia me amado, sei que foi sincero tudo que ele dizia e demonstrava sentir por mim, mas seu amor por Milah transcendeu à morte! Eles ficaram anos separados e quando seus olhos se encontraram novamente, havia amor ali. Nós todos conseguíamos ver isso com clareza. Milah morreu amando Killian e este, por sua vez, viveu todos aqueles anos sem esquecer seu grande amor.

Aquela não era nem de longe a maneira que eu imaginava salvar Hook, mas qual a melhor maneira de ser salvo, senão por amor? Killian foi salvo pelo amor que ele sentia não por mim, como eu imaginei que pudesse acontecer antes de embarcarmos para o Submundo, mas pelo amor que ele sempre sentiu por Milah, e claro, pela reciprocidade desse amor.

Presenciar aquela cena só me fazia acreditar ainda mais no que a Senhora Snow White vivia dizendo:

“O amor verdadeiro é a magia mais poderosa que existe”

E era.

Não sei o que fez Gold mudar tanto de um minuto para outro, mas tenho certeza que o amor, qualquer tipo dele, também estava presente naquela transformação. Só o amor é capaz de nos fazer pedir perdão, nos fazer querer ser uma pessoa melhor.

“O amor verdadeiro é a magia mais poderosa que existe”

Novamente aquela frase se fez presente em meus pensamentos, me fazendo sorrir. Dessa vez não pensando em Killian, Milah, Gold ou em meus pais, mas em Regina.

Pensando no meu amor verdadeiro.

Não, eu não tinha dúvidas do que ela significava para mim, mesmo sem saber, principalmente depois de todos os nossos momentos no Submundo, o que eu significava para ela.

Seria muita loucura da minha cabeça imaginar que talvez, apenas talvez, eu pudesse ocupar algum pequeno espaço que seja no coração daquela mulher tão extraordinária?

Regina deixou que eu me aproximasse de uma forma que ninguém se aproximava. Pode parecer simples duas amigas de mãos dadas em um momento como aquele em que estávamos presenciando, mas não era o nosso caso. Eu não era adepta a demonstrações físicas de carinho e Regina muito menos. Mas meu corpo não controlava a vontade de tocá-la, por mais sutil que pudesse ser esse toque.

Quando entrelacei nossos dedos pela primeira vez e ela retribuiu o contato, eu me senti flutuar. Era isso. Eu me senti leve como jamais havia me sentido antes. Me esqueci de onde eu estava e o propósito daquilo tudo. Era como se estivéssemos em algum universo paralelo onde nada mais importava, apenas nós duas. E por mais insano que possa parecer, senti que Regina compartilhou dessas mesmas emoções.

A conversa com meu pai tinha aliviado um pouco o peso de carregar aquele segredo, mas ao mesmo tempo havia me deixado mais nervosa por ter que, de acordo com ele, lutar pela mulher que eu amava. Lutar por ela podia significar correr o risco de perder toda aquela aproximação, respeito e companheirismo que havíamos construído ao longo dos anos. Eu não sei se eu estava disposta a isso. Tê-la ao meu lado, mesmo que como amiga, era melhor do que não tê-la de forma alguma.

Deixei que meus pensamentos vagassem em vários dos nossos momentos em Storybrooke e em outros tantos ocorridos ali no Submundo.

Respirei fundo quando sua imagem surgiu em meu subconsciente já sonolento. Eu queria esperar que elas entrassem, mas o cansaço estava tomando conta de mim. Não sei em que momento minha mente desconectou me fazendo cair em sono profundo, mas tenho certeza que adormeci sorrindo.

Acordei assustada e mais uma vez ao ouvir as vozes na sala, percebi que, claro, eu fui a última a acordar.

- Por que vocês nunca me acordam? – Resmunguei enquanto me sentava e esfregava os olhos.

- Você estava cansada, minha filha, te acordaríamos quando fosse a hora. – Meu pai responde.

Olhei em volta e uma pessoa não estava ali.

- Cadê a Regina? – Perguntei um pouco mais alto do que o necessário, fazendo com que minha mãe se virasse para mim com um olhar indecifrável.

- Cozinha. – Ela respondeu ainda me encarando.

Levantei-me e caminhei para a cozinha sem pensar duas vezes.

- Ei... – Disse depois de ficar alguns segundos observando-a colocar alguns alimentos na mesa.

- Olá, Senhorita Swan. – Mesmo tratando-me pelo sobrenome, não me pareceu tão formal como de costume.

- Poderia ter me chamado para que eu ajudasse a colocar a mesa. Sinto que enquanto eu durmo vocês resolvem tudo. – Falei sentando-me em uma das cadeiras.

- Acha que eu não sei organizar uma mesa, Senhorita Swan? Quem você acha que prepara a mesa para o nosso filho há 15 anos? – Ela perguntou arqueando uma sobrancelha, me deixando sem graça. Óbvio que não era isso que eu queria dizer.

- Eu sei que você é capaz de colocar a mesa, Regina, só queria me sentir útil. – Respondo e a vejo sorrir de canto.

Isso mesmo, ela sorriu para mim.

- Você não estava falando sério, não é? – Perguntei com esperança de ela realmente estar bem-humorada, mas ainda com medo de estar enganada.

- Não, não estava... – Ela diz negando com a cabeça e sorrindo mais uma vez, me fazendo admirá-la de boca aberta a ponto de quase, literalmente, babar.

- Você deveria sorrir assim mais vezes, sabia? – Minhas palavras saíram antes que meu cérebro pudesse processá-las, é claro. Sempre que se tratava de Regina era assim.

Ela não respondeu, apenas continuou sustentando o meu olhar e aquele sorriso lindo nos lábios. Era pedir demais que esse momento fosse eterno?

- Donut? – Ela pergunta estendendo-me o prato, saindo e também me tirando daquele transe.

- Obrigada, Majestade. – Falei com ironia.

- Não há de quê, Salvadora. – Ela me respondeu com mais ironia ainda e deu uma piscadinha.

Não importava o jogo, Regina sempre venceria. Fato!

Depois de nos alimentarmos, ainda reunidos ao redor da mesa, aproveitei o momento para agradecer a todos por terem me acompanhado até ali. Sem eles nada daquilo seria possível.

- Mãe, pai, Regina... – Comecei e todos se voltaram para mim. – Eu quero agradecê-los por terem vindo comigo, por terem feito o possível e o impossível para ajudar a tirar o Killian daqui. E Gold, mesmo que eu tenha te ameaçado para vir conosco, sem a sua ajuda nada disso seria possível. Eu não conseguiria sozinha. Então obrigada a todos. Obrigada mesmo.

- Filha, nós somos sua família e não importa qual for a situação, sempre estaremos juntos. – Minha mãe responde segurando minha mão sobre a mesa e meu pai concorda balançando a cabeça. Regina apenas me sorri, mas é o suficiente para que eu me sinta feliz.

- Então vamos embora? – Meu pai pergunta ansioso.

- Peço que aguardem algumas horas, Regina e eu temos algo a resolver antes. – Gold é quem responde, levantando-se e caminhando em direção a sala.

Imediatamente meu coração acelera e meu corpo estremece. Viro-me para Regina no mesmo instante, falando baixo para que apenas ela me ouça.

- Devo me preocupar?

Ela apenas balança a cabeça negativamente, levantando-se em seguida. Aquela resposta não é o suficiente para mim e é claro que eu me preocuparia, então seguro levemente seu pulso, fazendo com que ela me olhe novamente.

- Posso te acompanhar?

Eu sei o risco que eu estava correndo fazendo aquela pergunta, pois se há algo que Regina odeia é quando alguém invade sua privacidade, mas naquele momento eu não me importei.

Respirei aliviada quando ela me respondeu sorrindo.

- Se assim deseja, Senhorita Swan.

Balancei a cabeça que sim e ela concordou.

Não importa aonde eles iriam ou o que fariam, eu estaria ao seu lado.


Notas Finais


E aí, o que acharam?
Prometo não demorar com o próximo!


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