História Insane Danger - Capítulo 9


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Categorias Justin Bieber
Personagens Jeremy Bieber, Justin Bieber, Personagens Originais
Tags Amor, Atração, Bieber, Bizzle, Desejo, Justin Bieber, Madison Beer, Mistério, Perigo, Romance
Visualizações 359
Palavras 3.400
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi, amores!!!
Peço desculpas por não ter conseguido postar na sexta-feira, as férias acabaram e o meu tempinho pra vida social também MAS como eu não ia aguentar esperar até sexta, decidi postar hoje mesmo.

Boa leitura!!

Capítulo 9 - 08; Boa noite, Vegas.


Fanfic / Fanfiction Insane Danger - Capítulo 9 - 08; Boa noite, Vegas.

Olha, se eu soubesse que Las Vegas era assim, teria vendido o rim para morar aqui.  

Denise solta um grito fino levantando a taça de champanhe para cima sobre o teto solar da limusine que ela fez questão de alugar para a noite de hoje, segundo ela, "iríamos chegar com classe no melhor evento da cidade". Alguns caras riam e mexiam com nós duas na rua enquanto gritávamos e cantávamos as músicas da Britney Spears.  

—Penny! —Denise grita dentro da limusine e eu me abaixo, sentando no banco para escuta-la. —Vamos para Sapphire depois do show do Magic Mike.  

—A boate que os garotos vão? —Ela sorri largo assentindo com a cabeça. —Espera, não era a noite das garotas?  

—E vai continuar sendo com ou sem eles. É que o show não vai até mais tarde, são no mínimo duas horas. —Balanço a cabeça em concordância e beberico meu champanhe. —A Sapphire é ótima, você vai adorar.  

—Eu só quero me divertir hoje.  

—E nós vamos, gatinha.  

Em poucos minutos, o nosso motorista nos deixa em frente ao lugar que iria ocorrer o show do Magic Mike, retoco meu batom nude claro no espelho enquanto Denise pede para que o motorista espere para nos levar no próximo destino na noite.  

—Toma. —Denise me entrega uma identidade. —É sua identidade falsa, agora você tem vinte e dois anos.  

Encaro a identidade em minhas mãos e me impressiono com a perfeição, a foto era a mesma da minha identidade verdadeira. Até passou em minha cabeça perguntar como ela conseguiu aquela foto.  

—Essa identidade está ótima, posso ficar com ela?  

—É toda sua. —Sorrio maldosa. —E toma, você precisa aparentar ser mais velha.  

Denise me entrega um par de salto alto e eu faço uma careta olhando para os meus tênis, merda! Meus pés doíam só de imaginar em ficar duas horas inteiras em cima deles. 

Os coloco, deixando meu tênis dentro da limusine e ajeitando meu vestido, o descendo pra baixo. Denise me olha sorridente e faz um círculo com os dedos, me jogando uma piscadela.  

Saímos juntas do carro encarando a pequena fila de mulheres em frente à boate e o letreiro com o nome Magic Mike piscando na cor vermelha. Denise passa pelas mulheres e sorri largo para o segurança que mantem sua postura durona e após entregar os convites o segurança verifica nossas identidades, nos dando passagem para entrar.  

—Não acredito que furamos fila. —Falo no ouvido da loira por conta da música.  

—Somos da área vip bebê e você não está feliz que consegui uma ótima identidade pra você? Eles nem desconfiaram.  

—Eu até poderia dizer que você é demais, mas não quero aumentar mais ainda seu ego.  

A loira gargalha e me puxa para o salão com várias mesas espalhadas. Nossa mesa era uma das primeiras da fila, bem em frente ao palco. O salão estava quase cheio e do lado da nossa mesa havia uma mulher com um vestido curto de noiva e uma plaquinha escrito "despedida de solteira".  

—Eu iria desistir do casamento. —Comento.  

—Eu iria me casar... —Denise dá de ombros e chama o garçom. —Com um dos dançarinos, claro.  

Tombo minha cabeça para trás gargalhando da loura que enrola uma mecha do cabelo nos dedos enquanto o garçom se aproxima.  

Denise pede uma garrafa de champanhe e alguns morangos com chocolates que havia no cardápio para comermos como acompanhamento. Em poucos minutos nossos pedidos são entregues e o salão fica um pouco mais cheio que o normal. 

Após algumas taças de champanhe, as luzes se apagaram e uma sirene começa a tocar.  

—O que diabos...  

—Foca no palco, meu amor. Sirenes são perigosas só quando estamos acompanhadas do Justin, aqui é o começo do paraíso.  

Gargalho e encaro o palco, vendo as luzes piscarem e o barulho de sirene sumir, deixando um silêncio absoluto. Um homem entra no palco de terno arrancando o grito das mulheres ali, ele sorri e anda lentamente até a ponta do palco, ficando próximo das mesas.  

Os gritos continuam e ele não mexe um músculo sequer, mas quando as batidas de uma música sensual ecoam pelo salão, o homem começa a desabotoar os botões da manga do seu paletó enquanto o tira com toda sensualidade do mundo.  

—Seu gostoso! —Denise grita animada e em poucos minutos o homem está somente com a calça social. Ele rebola devagar e eu o sigo com o olhar com vontade de pular naquele palco e agarra-lo ali mesmo.  

A luz do palco apaga e a música para no mesmo instante, deixando só os gritos das mulheres chateadas. Mas, depois de rápidos segundos, a luz volta junto com uma música alta e no palco onde havia um único homem agora tem vários outros. Gritamos animadas e os homens começam a se despir sensualmente enquanto rebolam em frente as cadeiras colocadas no palco.  

—Está vendo aquelas cadeiras? —Denise grita para mim por conta da música e eu balanço a cabeça para que ela continue. —Eles vão escolher algumas mulheres e colocar bem ali, sentadinha naquele pedaço de amostra grátis do céu.  

—Jura? —Pergunto animada e a loira balança a cabeça em concordância após gritar "gostoso" pela milésima vez. —Você já sentou ali?  

—Já! Mas queria ter sentado em outro lugar...  

Denise faz um bico e eu abro minha boca em um perfeito “O” antes de rir. Deixei a animação me levar e gritava animada junto com Denise, os incentivando a rebolar e se despir ainda mais. Quando o paletó e a camisa estavam no chão, a gravata foi usada para escolher as mulheres da plateia, colocando-a sobre os pescoços e puxando sensualmente.  

Solto um grito quando um dos homens para em minha frente, passando a gravata pelo meu pescoço e me puxando para ficar de pé. Denise grita animada e levanta as mãos para o alto, e eu levanto da cadeira dançando com o homem.  

Ele me segura pela mão e sou levada até o palco com outras quatro mulheres, somos colocadas sentadas na cadeira e o homem dá as costas para nós e outra música sensual começa a tocar.  

O homem musculoso começa a rebolar na minha frente e tirar sua calça devagar, enquanto se aproxima ainda mais de mim. Aproveito e passo a mão em seu abdômen, gritando e procurando por Denise na plateia que ri animada enquanto filma tudo em seu celular.  

O homem dança e rebola com o quadril em cima de mim e passo minha mão sobre seu abdômen devagar e me deixo levar pela emoção. Me aproximo e lambo os gominhos da sua barriga recebendo um grito alto de todas ali.  

O homem sorri largo para mim e sobe na cadeira, quase esfregando seu abdômen em meu rosto. Eu gargalho e tento tirar o máximo proveito que consigo da situação e após a dança calorosa, a música acaba e ganhamos a gravata de presente. Volto para o meu lugar, rindo à toa.  

—Você é bem abusada, huh? —Denise pergunta assim que sento na cadeira ao seu lado, me entregando a taça de champanhe.  

—Só Deus sabe quando irei voltar aqui de novo, então tenho que aproveitar, não é?  

Denise ri e pisca para mim.  

—Essa noite será inesquecível. —Ela estende sua taça em minha direção, para que eu brinde com ela.  

—Inesquecível. —Brindo minha taça na sua, bebericando o champanhe logo depois.  

 

... 

 

O som da eletrônica entra em meus tímpanos depois que passamos pela porta da balada em que encontraríamos os garotos. Abro minha boca em um perfeito "O" quando levanto meu olhar vendo as mulheres dançando nos poles dances e alguns homens dançando dentro de gaiolas.  

As mulheres usavam roupas brilhantes e pequenas e os homens calça social e uma gravata gatinho, alguns usavam até fardas policiais.  

U-a-u.  

Segurando a mão de Denise, sou conduzida pelos corpos até o bar, onde um barman sem camisa nos atendeu sorridente.  

Denise fez nossos pedidos e após pegarmos o coquetel com canudo, subimos para o andar de cima onde avistei de longe os garotos sentados no sofá da área vip.  

—Eai, madames! —Ravi levanta seu copo quando nos aproximamos.  

Ele usava uma camiseta preta com estampa de uma bunda feminina em um lindo fio dental, calça jeans escuras e um tênis branco nos pés. Christian estava com sua inseparável camisa social estampada com coqueiros, calça jeans e tênis, e Justin... bom, ele estava lindo. Diferente dos outros dias, ele usava uma camiseta preta, jaqueta jeans, calça preta e um tênis da mesma cor.  

—Aproveitaram o Magic Mike? —Justin pergunta.  

—Bastante. —Respondo, me jogando no sofá avermelhado.  

—E coloca bastante nisso. —Denise me olha rindo. —Olhem isso.  

Denise tira da sua bolsa de mão o celular, mexendo rapidamente com seus dedos. Os garotos se aproximam dela, arregalando os olhos e rindo enquanto veem alguma coisa no mesmo. O que eu tenho quase certeza de ser meu vídeo com o dançarino.  

—Caralho. —Christian abre a boca e me olha de cima a baixo. —Você tomou algum extasy? Pó da bruxa? —Ele senta ao meu lado.   

—Só algumas boas taças de champanhe. —Beberico minha bebida. 

—Aproveitou bastante, ein Penny? —Ravi pergunta e eu ergo meu olhar para encara-lo enquanto dou risada. Mas encaro os olhos caramelados que me fitam com divertimento.  

—O suficiente. —Dou de ombros rindo. —Denise? —A loira me olha e eu sorrio largo para ela, intercalando meu olhar entre ela e a pista de dança abaixo de nós.  

A loira faz um biquinho, mas sorri largo quando a voz do Snoop Dogg puxa as batidas de Buttons e dando pulinhos de animação ela se aproxima de mim, jogando sua bolsa e celular para Christian.  

—Ah não, Denise. —Ele rola os olhos.  

—Precisamos dançar.  

Dando as costas para Christian, descemos as escadas rindo animadas e ao chegarmos na pista de dança colocamos nosso quadril para trabalhar, descendo até o chão e subindo devagar. Denise segura meu quadril atrás de mim e ri a cada movimento que nós damos.  

Coloco o canudo em minha boca, segurando o copo enquanto danço com o corpo da loira agarrado no meu, a conduzindo a cada batida. Levanto meu olhar por pura curiosidade vendo os três olhando para nós, apoiados no ferro da área vip. Christian diz algo que é possível ouvir ou ler seus lábios, enquanto Justin olha no fundo dos meus olhos.  

Não provoque. —Leio seus lábios e sorrio largo, virando a cabeça para o lado e puxando meu cabelo também, o olhando por cima do ombro.  

Desço até o chão com Denise e subo, aproximando nossos rostos e rindo cada vez mais.  

Não estava bêbada, estava bem longe disso. O champanhe que Denise pediu tinha pouco teor alcóolico, diferente do coquetel que pedimos quando chegamos aqui, o qual eu havia bebericado poucas vezes. Queria aproveitar ao máximo a minha noite sem estragar tudo no final.   

Tombo minha cabeça para trás rindo quando vejo Denise descer até o chão, passando a mão pelas minhas pernas enquanto encara um grupo de homens próximo a nós duas.  

—Nem pense nisso. —Me aproximo, falando no ouvido da loira.  

—Porque? —Ela faz um biquinho, pegando meu copo de coquetel.  

—Não estou afim de flertar. —Faço uma careta e a loira gargalha.  

—Seu pedido é uma ordem.  

Dou risada e seguro sua mão, a levando até o andar de cima novamente.  

Ravi estava em um canto, dizendo algo no ouvido de uma loira bonita e com o vestido minúsculo. Christian e Justin estavam conversando ainda apoiados no ferro, rindo e olhando para alguém no andar de baixo hora ou outra.  

Sento no sofá com Denise e ela faz questão de pedir alguns shots de tequila para o garçom que passa por nós, ele assente e sai rapidamente, nos deixando sozinha. Denise vira o meu copo de coquetel goela a baixo enquanto se remexe no ritmo da música.  

—Estou com medo de quando essa noite acabar. —Comento no ouvido da loira.  

—Porque?  

—Porque você está descontrolada.  

Denise gargalha e tomba sua cabeça para trás.  

—Eu quero me divertir. —Ela choraminga. O garçom se aproxima e nos entrega os shots de tequila. —Espera! Não beba ainda.  

Denise levanta e chama os garotos, inclusive Ravi, fazendo com que a loira que o acompanhava bufasse e revirasse os olhos. Dou risada e vejo todos se aproximarem do sofá.  

—Tequila? Ah não, estou de boassa. —Christian faz cara de nojo e tenta se levantar, mas Denise segura sua mão.  

—Qual é Christian? Nossa noite em Las Vegas, vamos aproveitar.  

Justin pega o copo de shot e arruma o sal em sua mão, junto com o limão. Ravi faz a mesma coisa e aproveito para arrumar o meu também enquanto Denise tentava convencer Christian a fazer o mesmo.  

Depois de alguns gritos da loira, Christian bufa e pega o copo também.  

—A Vegas. —A loira estica seu copo e todos nos brindamos, dizendo o mesmo logo depois.  

A tequila desce queimando pela minha garganta e fecho meus olhos com força, balançando meu corpo. Denise ri e me puxa novamente para pista de dança quando Britney Spears começa a tocar.  

A loira estava animada e flertava com cada homem que passava próximo a nós duas, eu ria do seu jeito maluco já esperando as reclamações de ressaca na manhã seguinte. Não que eu estava acostumada, fiquei bêbada uma única vez com Juan e foi traumático o suficiente para não pensar em repetir tão cedo.  

Porém, começo a sentir meus músculos relaxarem depois da tequila que tomamos. Eu mal sentia meus pés doerem em cima dos saltos e o calor subia como uma onda de adrenalina pelo meu corpo.  

—Vamos brincar? —Denise pergunta alto no meu ouvido e eu franzo meu cenho sem entender. Brincar? Do que diabos ela está falando? —Olha ali.  

A loira aponta discretamente com a cabeça para o canto da balada e vejo um letreiro com “Stop torture me” em um pink fluorescente piscar. Franzo meu cenho novamente e olho para a loira que sorri largo para mim.  

—O que é aquilo? E o que tinha nessa tequila? Eu estou...  

—Com frio na barriga? —Ela me interrompe.  

—Acho que sim... —Passo a mão pelo meu rosto. —Você me drogou? —Pergunto incrédula para a loira.  

—Você está passando mal?  

—Não! Quer dizer, não sei, e-eu estou sentindo uma coisa gostosa... —Eu fecho meus olhos e mordo meus lábios, dançando no ritmo da música.  

—Vem cá. —A loira me puxa pela milésima vez na noite e só consigo ver onde estávamos indo quando vejo o letreiro pink brilhar na minha frente.  

Haviam quatro cabines com portas pretas com mulheres paradas em frente como seguranças, só que com poucas roupas. Franzo meu cenho, olhando para Denise sem entender e como se ela adivinhasse o que eu perguntaria, ela começou a falar.  

—É uma brincadeira. Você entra aí e escolhe se quer ficar vendada ou não, o que não faz muita diferença já que não dá pra enxergar nada. —Ela gesticula com as mãos. —Entrando aí, outra pessoa entra com você e ela pode fazer o que quiser com você até onde você aceitar, se você não quiser mais é só apertar o interruptor brilhante na parede que eles retiram você de lá.  

Assinto com a cabeça, isso parecia interessante.  

—E você quer que eu entre aí?  

—Sim. —Ela sorri largo. —Você entra e depois eu vou. Não com você, claro.  

Dou risada e sentindo outra corrente de adrenalina atravessar meu corpo, eu assinto com a cabeça antes que pudesse processar meus próprios atos. Denise sorri largo e me leva para frente de uma cabine.  

A morena com um vestido pequeno brilhante sorri para mim e pergunta minha idade, se eu tinha preferência com homem, mulher, ou os dois. Dou as informações necessárias e ela pede para escolher dez, vinte ou trinta minutos.  

—Vinte. —Denise e a mulher me olham sorridentes e após escolher sem as vendas, ela me posiciona em frente a porta.  

Quando a luz que estava em cima da cabine muda de vermelha para verde —como monstros s.a—, a mulher me dá passagem e eu entro rapidamente sentindo a escuridão me impedir de ver qualquer coisa.  

Seguindo as instruções, eu viro de costas e respiro fundo enquanto sinto os espasmos terríveis em meu corpo. Com a coragem que eu estava, eu seria capaz até de pular de paraquedas. Nunca havia sentido essa sensação antes e por mais que eu achasse estranho, eu estava adorando a sensação de adrenalina, coragem e até os arrepios.  

Isso era bom. 

Muito bom.  

Escuto a porta se abrir atrás de mim e fechar rapidamente, deixando tudo escuro novamente. Meu coração acelera ainda mais quando sinto as mãos grossas em minha cintura, dedilhando um caminho gostoso até a nuca, onde meu cabelo é jogado para o lado e um beijo quente e molhado é deixado ali.  

Eu suspiro pesado fechando meus olhos, era um beijo leve e rápido, mas pra mim e para o meu novo estado, havia sido sensacional e excitante.  

A boca molhada faz um caminho de beijos até meu ombro, deixando uma mordida fraca no mesmo. Tombo minha cabeça para trás e solto um suspiro arrastado, sentindo a língua áspera subir do ombro até a minha clavícula.  

Puta merda.  

Atacando meu pescoço com chupões e mordidas, a mão grossa desce por minhas costas e aperta minha bunda com força fazendo um gemido escapar pela minha boca. Sinto o ar bem-humorado do homem atrás de mim bater em meu pescoço depois de uma risada nasalada, maldito.  

Tento virar para frente, mas sou impedida com suas mãos grossas e seu corpo que me coloca presa contra parede em minha frente. Os beijos gostosos continuam em meu pescoço enquanto uma de suas mãos passeiam em meu corpo com velocidade e ousadia, incendiando cada parte dele.   

Meu estomago dá cambalhotas duplas, triplas, qualquer tipo, quando sinto seu quadril apertar minha bunda por trás. Tombo minha cabeça em seu ombro, percebendo o quanto ele é mais alto que eu, e bem forte.  

Agora eu conseguia entender perfeitamente o nome daquela brincadeira, minha cabeça fritava com tanta excitação e com a adrenalina era ainda pior conseguir racionar qualquer coisa. A cada minuto que passava, minha vontade de beija-lo aumentava ainda mais, eu queria tanto sentir o gosto dos seus lábios.  

—Eu... —Tento soar firme enquanto ignoro os espasmos percorrer meu corpo. —Eu quero... quero te beijar. —Digo com dificuldade, sentindo meu corpo tremer. Mas o homem sequer se mexe ou me vira de frente para si, o que me faz apelar. —Por favor.  

Sem sucesso. Ele continua seu caminho torturante, me deixando completamente maluca! Céus, eu havia experimentado isso antes com Juan, mas nada me fez sentir o que eu estou sentindo agora. Sua mão me segurava com firmeza na cintura, descendo para minha bunda hora ou outra, apertando com força. 

O que diabos Denise colocou naquela tequila? 

Ele é um completo desconhecido. 

—Eu preciso beijar você... —Mordo meu lábio com força. —Vou ter que implorar? 

—Uhum. —Ele murmura parando de me beijar.  

—Eu quero beijar você... por favor... —Choramingo.  

Escuto sua risada nasalada e me assusto quando sinto algo gelado bater em meus pulsos, os prendendo em frente ao meu corpo. Espera? Isso é uma... algema? Meus olhos pulam para fora e antes que eu pudesse dizer algo, meu corpo é virado de frente para o homem e começo a amaldiçoar mentalmente quem teve a brilhante ideia de deixar tudo escuro.  

Isso estava ficando assustador.  

Meus braços são colocados em cima da minha cabeça e seu corpo chega mais perto do meu, me deixando sem saída. Minha respiração fica descompassada e tento reformular em minha cabeça que aquilo era terrível, mas a maldita adrenalina em meu corpo me impedia, achando aquilo ainda mais excitante.  

Foco, foco, foco... 

A mão do homem dedilha minha cintura, descendo até a bainha do meu vestido, o descendo para baixo e dando dois tapinhas em minha perna logo depois.  

—Eu falei que você iria implorar, não falei? —Sinto o hálito quente se chocar em meu pescoço, me arrepiando da cabeça aos pés.  

Calma, eu conheço essa voz rouca.  

Ah, não. 

Droga.

Pisco várias vezes sentindo meu coração pular dentro do meu peito.  

—J-Justin? —Gaguejo.  

Eu espero por uma resposta, mas ela não vem. O que vem a seguir é algo que eu não esperava, ou talvez esperava. Os lábios de Justin se chocam com os meus com rapidez, possuindo minha boca com uma vontade surreal.  

 


Notas Finais


fez o cruzamento e goooool!! hahahahahah
quem topa brincar disso também? tô dentro.

Tem a música do capítulo na playlist > https://open.spotify.com/user/versace/playlist/79tLK7TLs3Is4AhNjMgAIb
CuriousCat > https://curiouscat.me/versacezs

COMENTEM!!

Vejo vocês no próximo,
Versac 🌹


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