História Inuyasha uma realidade alternativa. - Capítulo 13


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Categorias Inuyasha, Inuyasha Kanketsu-hen
Personagens Inu no Taishou, Inuyasha, Izayoi, Jaken, Kaede, Kagome Higurashi, Kagura, Kanna, Kikyou, Kirara, Kohaku, Kouga, Miroku, Myouga, Naraku, Onigumo, Personagens Originais, Rin, Sango, Sesshoumaru, Shippou, Souta Higurashi, Toutousai, Youkai Satori
Tags Drama, Inuyasha, Reencarnação, Romance
Visualizações 31
Palavras 760
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Universo Alternativo

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 13 - Oi Shippou


- Até quando vamos ficar nessa? - perguntei  triste.

- Você escolheu  isso. Apenas trabalho  e nada mais. 

- Eu sinto sua falta Inuyasha. 

- Não mais  que eu Kagome. - ele disse triste. 

- Então vamos para com isso. - puxei seu rosto  e sorri dando-lhe um beijo. 

- Hã, hã. - fomos interrupdos por um dos promotores do tribunal. - Não queria atrapalhar o casal. - O jovem promotor disso sorrindo  para mim e lançando  um olhar de desprezo para Inuyasha. - Uma jovem  tão bonita não devia andar com... pessoas como esse... detetive. 

- Também  é um desprazer voltar a ver-lo Kouga. 

- Pelo visto continua o mesmo inútil  de sempre. 

- Vai se ferrar. 

- Ok, precisamos  rever nossos depoimentos, tenho certeza  que o promotor  também precisa fazer o mesmo sobre a acusação do Réu.  - sorri 

- Claro. Foi um prazer ver-la minha preciosa  Higurashi. - Kouga  disse-me  dando um beijo em minha mão. O que deixou  Inuyasha  muito irritado. 

- Seu... 

- Vamos Inuyasha. - falei arrastando ele para longe. - Por que vocês dois  sempre agem dessa forma quando se encontram?

- Esse Kouga  é um insuportável e atrevido, e você  não devia ter deixado  ele beijar sua mãe. - sorri, então ele estava com ciúmes.

- Inuyasha  relaxa vai. O Kouga  é só  um amigo querido  assim como o Miroku e a Sango. 

- Amigo? Não percebe que a única  que deseja  uma amizade  entre vocês  é você? Esta na cara que esse miserável  deseja ter outra relação  com você, esse riquinho metido a besta tem coragem de dar em cima  de você  não minha frente. - O silênciei com um beijo.

- Não vamos discutir por algo tão  banal, não me importa os sentimentos  do Kouga é você  que eu escolhi. E eu estou tão feliz com a nossa volta que não quero pensar em nada e nem em ninguém. - sorri. 

- Nos voltamos? 

- Sim. Não  é? - Inuyasha  ficou pensativo o que deixou-me  preocupada.

- Claro. - ele sorriu bagunçando em cabelo. - Também  fico feliz por isso. 

- Eu descidi que o passado não deve interferir  na nossa relação no presente. - sorri. 

- Que bom. Melhor assim. 

- Com Certeza. - sorrimos um para outro. O julgamento foi um pouco demorado o que acabou com meus planos de um jantar  romântico. - Eu só espero que ele seja condenado depois  de destruir  meus planos. 

- Bom saber que você é assim quando  está brava. - Inuyasha  revirou  os olhos, depois sorriu. 

- Desculpe-me  atrapalhar  o momento  mais temos um caso. - Miroku  apareceu muito bem vestido. 

-  Estava em uma festa?

- Um encontro mal sucedido  com a Sango. Meu pai ainda tentou  alertar-me, mais eu não quiz ouvir e agora não posso nem sair com alguém que esse maldito  telefone  toca. 

- Pelo visto está de mal humor. E do que se trata o caso da vez? - perguntei  sorrindo. 

- Duplo homicídio. O casal foi assassinado  dentro da própria  casa. O filho deles estava escondido dentro de uma parede falsa. - olhei a cena. 

- Shippou? - Inuyasha  chamou. O segui.

- Conhece a família? 

- Sim, eram conhecidos. Na verdade  o homem era um informante. 

- Pode ter sido retaliação. 

- Dúvido, ele era discreto  e quase não nos víamos  para evitar justamente  esse tipo de coisa. 

- Que bosta, eu sinto muito.

- Shippou  consegue me dizer o quehouve aqui?

- Eu não sei. Meu pai escondeu-me aqui e depois disso os policiais chegaram. 

-  Uma lástima.  - uma agente do juizado  de menores  apareceu. - Venha querido, vamos conversar  sobre o ocorrido no hospital. 

- Não quero ir. Eu não posso morar em um orfanato.  - O menino disse chorando. 

- Você tem alguém que lhe ampare criança? - perguntei com do.

- Não. - Eu não esperava, mas a resposta veio do Inuyasha. .

- Não posso deixar levar-lo, prometi  que cuidaria só garoto na ausência  de seu pai. 

- Sinto muito, mais deve entrar com o pedido  de adoção. Agora se me derem licença, preciso  ir e levarei a criança  comigo. Vamos querido?.- A mulher  chamou. Shippou  parecia tão assustado. 

- Olha, vai com ela e só por hoje, prometo  que vamos descobrir  quem fez isso com seus pais e depois você irá morar comigo e com o Inuyasha,  tudo bem? - Ele afirmou  com a cabeça e saiu  com a oficial.  Dias passaram-se, infelizmente não consegui cumpri minha promessa, porém seguimos  ao menos tirar o garoto do orfanato.



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