História Irmão Gêmeo - Capítulo 11


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Categorias Gigi Hadid, Justin Bieber
Personagens Gigi Hadid, Justin Bieber
Tags Irmão Gêmeo Jugi
Visualizações 89
Palavras 3.278
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 11 - Donatello


Fanfic / Fanfiction Irmão Gêmeo - Capítulo 11 - Donatello

Ontário, Toronto – Canadá.

Justin Bieber.

O tempo em Ontário estava mais frio do que o de Ottawa, o que quase fez com que nossos planos fossem por água abaixo.

Jeremy acabou tendo a brilhante ideia de passar a tarde ao ar livre, alegando se auto dar folga da empresa e claro, me deixando respirar. A realidade, era que eu estava adorando ficar à frente da empresa. Mas, passar um tempo ao ar livre, sentindo o cheiro da terra e dos cavalos me deixou empolgado. Enrico ficou empolgado de repente. Tudo porque fazia tempo em que ele não visitava o estábulo de nossa família e não cavalgava ao lado de seu melhor amigo.

A sorte era que eu sabia cavalgar e ainda melhor que Christopher.

Quando éramos crianças, mamãe sempre nos trazia para andar a cavalo. E foi em uma dessas nossas visitas que Chris caiu do cavalo e ganhou uma bela cicatriz na orelha direita.

Seria uma tarde apenas dos homens. Mas, claro que Enrico queria dar uma de “sou-protetor-demais-para-deixar-Graziela-sozinha.” E deu um jeito de levar a irmã. Bem no fundo, nos dois sabíamos que ele apenas queria leva-la porque ele sabia que eu não era quem todos achavam. Ele sabia que eu amava Graziela. Ele sabia quem eu era de verdade. E isso me deixou irritado e levemente, feliz.

Os Donatello eram tão elegantes que até mesmo usando roupas simples, eles continuavam a parecer que eram reis e rainhas tentando se encaixar em uma nova vida.

Enrico trajava uma calça preta, cinto na cor marrom e uma blusa branca com mangas curtas. Para completar, botas pretas polidas e chiques. Eu estava confortável usando calça jeans escura, botas na cor marrom claro e uma blusa cinza com uma xadrez por cima na cor azul.

Graziela parecia uma princesa da fazenda. Suas pernas delicadas estavam cobertas pela calça preta de montaria. Botas altas na cor preta que cobriam suas panturrilhas. Uma blusa branca de mangas compridas e seus lindos cabelos de fogo estavam presos em um rabo de cavalo bem alto. Meu coração acelerou.

Jeremy estava vestido quase que similar a mim. Só que sem uma camisa xadrez.

- Quanto tempo não vemos? – Enrola seu braço em volta de meu pescoço. – Um ano? Seis meses?

Ri fraco e me solta. O acompanho sorrindo fraco e sinto o olhar reprovador do italiano sobre minhas costas.

- Senhor Bieber!

Um rapaz moreno acena. Nos aproximamos dele e percebo que o conheço.

- Nate, rapaz. – O abraça com um braço e lhe dá alguns tapinhas nas costas. – Deixe as formalidades. Me chame de Jeremy, garoto.

- Desculpe, força do hábito. – Me olhando e erguendo o boné azul escuro, ele diz: - Christopher.

Claro que o conhecia. Nate Williams, filho do Sr. Williams. Ele é realmente a cara do pai. Só que em uma versão mais melhorada. Aceno para ele com um sorriso e ele retribuiu, surpreso.

- Trouxe alguns amigos. – Estende o braço para os Donatello. – Enrico e Graziela Donatello.

Ambos se cumprimentam e o olhar do moreno pousa em Graziela. Sinto o sangue em minhas veias borbulhar em raiva e tento disfarçar meu olhar mortal.

- Espero que os cavalos daqui trotem como carros de corrida. – O sotaque italiano forte me faz olha-lo. Que comparação mais idiota!

- Os cavalos Bieber são muito bem tratados e eles não correm. Praticamente voam. – Rimos.

Não culpo o rapaz de não conseguir tirar os olhos da italiana. Mas, ele poderia se dar ao trabalho de ser mais delicado. Como se ele fosse bom para ela. Balanço a cabeça e os sigo para dentro do estábulo.

O lugar era enorme em todos os sentidos. Tanto por fora, quanto por dentro. Nossa mansão caberia ali dentro facilmente. Nate nos contou que ali dentro haviam mais ou menos cerca de quinhentos cavalos e eu jamais duvidaria de suas palavras.

Haviam vinte homens. Cinco cuidando dos cavalos, três do feno e seus acessórios. Dois organizavam a pista de areia dos cavalos, do lado de fora. Os outros nove estavam do lado de fora lavando as selas. Nate, o décimo homem, nos mostrava o local.

- Aparamos os cascos de seis em seis semanas. Escovamos as crinas um dia sim e um dia não. Os alimentamos de três em três horas com ração especial. Podem ver que o pelo a crina estão macios e brilhantes. – Para se virando para nos encarar. – Quais cavalos?

Seus olhos queimam a pele de Graziela que se sente desconfortável.

Jeremy murmurou com Nate sobre o cavalo de sempre e o rapaz o guiou para uma baia.

Andei pelo extenso corredor observando e acarinhando alguns cavalos da qual gostei. Enrico estava do outro lado do estábulo e Graziela a poucos passos de mim.

A observei fazendo carinho em um Friesian extremamente dócil e bonito. Ele era até mesmo elegante e combinava facilmente com ela.

- Acho que ele gostou de você. – Sussurrei.

- Eu também gostei dele. – Se aproxima. – Não sei andar neles, de qualquer forma. – Dá de ombros. – Qual cavalo irá escolher?

- Espero que o de sempre. – Sorrio.

Por sorte, eu sei qual é o cavalo de Christopher. E por coincidência ou não, o Friesian a sua frente era o dele. Sorte a minha de ter um da mesma raça.

- Justin tem algum cavalo aqui? – Olha ao redor. Certamente, ele procura o irmão.

Fiquei feliz, levemente assustado e impressionado por ela ter mencionado o meu nome. Ele quer andar no meu cavalo! Eu poderia me sentir mais feliz?

Estendi a mão para ela que com uma certa relutância, agarrou a mesma e me deixou conduzi-la.

E lá estava ele. Meu amado frisão de crina gigante e pelagem brilhosa. Ele estava incrivelmente muito bem cuidado e bonito. Thunder, era o nome que eu o dera quando o ganhei aos meus doze anos.

Cavalos tem boa memória, eu deveria saber. O grandalhão agitou a crina e relinchou para mim. Ele havia me reconhecido.

- Olá, garotão. – Disse. – Justin ama esse cavalo com toda a vida dele. Uma pena papai nunca deixar traze-lo.

- Ainda não entendo a repulsa dele com relação a Jus. – Meu nome dança em seu delicioso italiano. – Será que eu poderia?

Concordo e ela se inclina na baia para acaricia-lo. Thunder é calmo assim como eu. Ou como diria meu adorável irmão “Thunder é relaxado igual ao dono. Tal pai, tal filho!”

- Porque não escolhe um cavalo para ser seu? – Pergunto.

Ela me olha e sorri. Sinto uma vontade enorme de beija-la. Abaixo a cabeça e chuto levemente o chão de madeira polida.

 

Tempesta era uma linda égua Clydesdale, marrom escuro com pelagem baio e patas brancas com pelagem comprida. Parecia que usava cortinas nas patas. Seu nome significava Tempestade assim como Thunder que significava trovão. Nada pretencioso.

Andava na pista de areia puxando o meu amado frisão enquanto esperava Graziela para tentarmos em vã tentativa conseguir acompanhar Jeremy e Enrico.

- Ela é a coisa mais fofa desse mundo. – Sorri, encantada.

- E vocês duas combinam. – Rimos fraco. – Não sei se vamos conseguir acompanha-los.

Peço para Thunder ficar quieto e me aproximo da Clydesdale. Ajudo Graziela a subir na égua e pela primeira vez na vida, estou sozinha com ela. Graças ao meu disfarce pois se eu ainda fosse Justin, Enrico jamais teria a trazido.

- Pressione levemente suas coxas em volta dela que ela andará. – Aviso. – Balance a rédea se achar mais fácil. Ela seguirá seus comandos e pelo caminho já que estarei ao seu lado.

- Grazie, Chris. – Sorrio sem dentes e subo em Thunder.

 

- Enrico me mataria se soubesse que perguntei sobre seu irmão. – Seu sotaque brinca em meus pensamentos. – Per favore, não conte nada para ele. Sei que vocês são bem próximos, mas ele jamais me deixaria sozinha novamente.

Aceno com a cabeça e sorrio para ela. De repente, estamos de volta ao estábulo. Acaricio Thunder antes de colocá-lo novamente em sua baia.

Quando eu estava na presença de Grazi, o mundo parecia parar completamente. Tudo ficava mais lento e os minutos com ela, mais longos. Seus cabelos cor de fogo balançaram fazendo aquele familiar cheirinho de avelã invadir minhas narinas. Uma mecha grudou em minha blusa xadrez, o que me deixou arrepiado. E ela nem se quer me tocou!

-  Ainda não entendo o que raios você achou no Justin. – Encaro Nate ao longe. – A ovelha negra da família conseguiu amarrar seu coração?

- Justin tem mais sentimentos do que todos vocês imaginam. – Soa ríspida e quero rir dela. – Ele não é assim. Justin è una brava persona!

Nos afastamos das baias e começamos a andar um do lado do outro. Graziela gosta de mim e isso é mais do que eu poderia imaginar. Sempre achei que ela me achava um completo moleque, mas ela me acha uma boa pessoa. Valeu a pena estudar um semestre na Itália, de todo modo.

- Justin só se importa com festas, bebidas e mulheres. Quer mesmo se envolver com ele? Ele pode te machucar e muito, Graziela. – A alerto e lhe lanço um olhar sério.

- Os sentimentos dele por mim são verdadeiros, Christopher. – Sua língua acaricia a sílaba “Chris” de meu nome.

- Só tenha cuidado, Graziela. Justin sabe como estragar as coisas. – Me sinto mal pois sei que estou a alertando de mim mesmo.

Grazi, me perdoe por estar fazendo isso.

- Ele é bem diferente de você, caro. – Acena com a cabeça.

Ah, se você soubesse que Chris e eu somos praticamente as mesmas pessoas... Abro a boca para lhe contradizer, mas opto por ficar em silêncio. Avisto Enrico e Jeremy se aproximando e aceno para eles. Graziela se afasta de mim, subitamente. Me sinto sozinho. Vazio.

 

Voltamos para Ottawa, aonde o clima se encontrava quente feito brasa. Minha camisa xadrez estava amarrada na cintura e minhas mãos seguravam minhas botas. Graziela não me dirigiu uma palavra depois de nossa conversa e pelo que percebi, Enrico gostou disso.

Corri as escadas apressado e abri a porta do quarto. Joguei as botas no chão e comecei a me despir rapidamente. Estava apenas de cueca boxer preta quando a porta do quarto é aberta. Não me viro e então, me lembro de Noora e tudo vem à tona. Sua boca, seu corpo, seu toque. Sinto meu pau criar vida e tento relaxar.

- Senti sua falta. – Suas mãos sobem por meu peitoral e meus pelos eriçam.

Me viro para ela puxando seu cabelo e esfregando meu dedão em seu lábio inferior, ela sorri e eu a beijo ardentemente. A encaro e vejo seus cabelos de fogo grudados em minha boca. Balanço a cabeça e a imagem de Noora volta a minha mente. Inspiro forte seu cheiro e expiro, tentando me tranquilizar.

- Ontem foi maravilhoso. – Sussurra de olhos fechados. – Deveríamos fazer de novo.

Estava quase me entregando para aquele corpo cheio de desejo e súplica, até minha ficha cair. Enrico está me vigiando e certamente contará para Chris o que ando fazendo. Tenho que despistá-lo.

- Porque não jantamos fora hoje, babe? – Seguro seu queixo. – E nos divertimos em um lugar aonde você possa gritar?

Seu sorriso de satisfação me deixa duro. Sorrio com ela e desapareço pelo corredor, em direção ao banheiro.

Ligo o chuveiro e entro embaixo da água morna. Meus músculos relaxam e sinto a dor em minha pélvis se amenizar. Apoiei minhas mãos na parede do box e suspirei. Peguei um pouco de shampoo e massageei o mesmo em meus cabelos. Enxaguei logo em seguida, me lavei e sai do banheiro com uma toalha amarrada na cintura.

Fiquei distraído demais para perceber a companhia que se encontrava em meu quarto enquanto eu me vestia. Se não fosse por seu sotaque italiano...

- Lo sapevo!

Com o susto, minha toalha cai ao chão. Seus olhos queimam minha pele e agarro a toalha do chão rapidamente. Seu rosto estava da cor de seus cabelos.

- Como? – Consigo dizer, totalmente constrangido.

- Christopher tem uma cicatriz na orelha direita, eu jamais esqueceria disso! – Seus olhos não largam os meus. – E você não a tem, Chris. Ou devo dizer... Justin?

Fecho a porta do quarto e caminho apressado até ela. Seu corpo permanece imóvel no lugar. Agarro seus ombros com força.

- Não conte nada a ninguém, por favor. – Suplico.

- Justin. – Seus olhos brilham. – Foi por isso que você escolheu o Thunder e não o faisão de Chris. E também não parou de me fazer perguntas. Era você!

Suas mãos seguram meu rosto e eu fraquejo. Droga! Inclino meu rosto para mais perto da palma de sua mão direita e ela suspira.

- Grazi... meu amor... – Sussurro. – Eu queria te contar a verdade, eu juro! – A encaro. – Mas se sua família e a minha souberem que sou eu e não o meu irmão, eu posso ser preso.

- A prisão é inevitável, Jus. – Seus dedões acariciam minhas bochechas. – Mas eu teria orgulho de ir lhe visitar.

Sorrio com uma risada fraca e ela me acompanha. De repente sua expressão muda.

- O que houve? – Ela abaixa a cabeça. – Grazi?

- Jamais ficaremos juntos. – Me olha. – Nossos pais são contra nossa união. Somos os novos Romeu e Julieta. – Sorrimos.

- Espero que não haja mortes. – Rimos fraco.

- Deveríamos fugir daqui. – Diz. – Per favore, fuja comigo Jus. – Implora. – Eu não me importo em ser deserdada, desde que eu esteja com você, tudo estará bem para mim.

Me afasto dela. Suspiro forte e coço minha nuca.

- Não posso. – Ela franzi o cenho. – Christopher me mataria e minha mãe sofreria as consequências. Tem também Noora que jamais me perdoaria. É muita coisa em jogo, Graziela.

- Até a sua felicidade está em jogo? – Concordo. – Eu faço parte disso tudo? – Concordo. – Justin... o que é mais importante para você? A sua felicidade ao meu lado, ou a aprovação de seu irmão?

Bagunço meus cabelos, contrariado. Aperto meus olhos e quando os abro, eles estão frios. Inexpressivos.

- A minha lealdade ao meu irmão é maior do que qualquer coisa. Até mesmo, maior do que o amor que eu sinto por você. – Lhe dou as costas.

- Ele passou no teste, Enri.

Me viro a encarando completamente incrédulo de suas palavras. Suas lágrimas estão escorrendo de forma graciosa e me sinto traído, de repente.

- O que você...

Ela me interrompe.

- Enrico me obrigou! – A voz embargada. – Amando de Christopher, eu deveria te testar com essa história de fugir. – Balanço a cabeça.

- Estou me sentindo traído. – Digo ríspido. – Saia, por favor.

- Justin, eu realmente te amo. – Viro o rosto para ela. – O que eu sinto é real.

- Me faça um favor, Graziela... Nunca mais me dirija a palavra! E quando eu tiver a minha vida de volta, não me procure achando que aquele idiota apaixonado, estará te esperando em um cavalo branco para fugirmos e vivermos a nossa história de amor! – Cuspo as palavras.

A ruiva me olha com os olhos marejados e sai do quarto.

Uma onda de raiva invade o meu corpo de uma forma a qual não consigo explicar. Christopher conseguiu fazer com que a única pessoa nessa vida a qual me apaixonei de verdade me traísse. E agora, é a minha vez! Em pensar que eu disse que sempre seria leal a ele.

A porta atrás de mim se abre e solto minha toalha. Seu cheiro de frutas vermelhas é inesquecível. Não serei mais um fantoche em suas mãos. Agora quem fará esse papel será o meu caro irmãozinho.

- Esqueça o jantar, babe. – Sussurro ainda de costas para ela. – Temos algo bem melhor para fazer aqui.

 

{...}

 

O vestido vermelho de Noora estava jogado em algum canto do quarto. A minha toalha caída em baixo da cama. Sua calcinha estava rasgada e meu corpo em cima do dela.

Ela mordia levemente o lóbulo de minha orelha enquanto eu arranhava a pele de seu ombro com meus dentes. Suas mãos puxavam meus cabelos com força enquanto eu metia forte dentro dela. Ela gemia alto e então, percebi que estava adorando tudo aquilo.

Eu estava irritado. Muito, irritado. A raiva que eu estava sentindo de Chris não cabia em mim. Estava me sentindo um lixo por usa-la dessa forma, mas eu precisava me vingar dele. Nem que seja por apenas alguns minutos. Antes que o arrependimento me abrace novamente.

- Ah, Chris... – Geme. – Hum...

Ergui sua perna na altura de meu ombro e a fiz gritar deliciosamente em meu ouvido. Suas unhas rasgaram a pele de minhas costas e o suor pingou no lençol da cama. Seu corpo girou e logo ela estava em cima de mim, cavalgando com pressa e rápido. A ajudei a manter seus movimentos enquanto colocava minhas mãos em seus quadris.

Noora subia e descia deliciosamente em meu pau. Meu corpo a desejava de uma forma inquietante e ao mesmo tempo deliciosamente. Molhei meu polegar com a minha língua e comecei a masturbar seu clitóris. Seus gemidos aumentaram instantaneamente. Suas mãos se apoiaram na parede a cima de minha cabeça e a visão de seus seios pulando sobre mim me deixaram ainda mais excitado.

- Eu vou... eu vou... – Diz com dificuldades.

- Goza pra mim, babe. – Sussurro pesadamente.

A loira rebola deliciosamente em cima de meu pau e explode da mesma forma. Suas pernas tremem em minha volta mas mesmo assim ela não para de se mexer. Segundos depois, tiro sua buceta de cima de mim e gozo em sua barriga. Ela sorri saciada e se joga na cama.

Meu peito subia a descia de forma descontrolada. Fechei os olhos e a culpa me invadiu novamente. Não posso fazer isso com ela. Justo com ela. Seu corpo sobe no meu aonde se deita delicadamente. Acaricio seus cabelos loiros e beijo sua cabeça. Não posso fazer com ela a mesma coisa que Chris fez. Mas é inevitável.

 

Os Donatello decidem partir de forma rápida de nossa casa de praia. Jeremy fica chateado com a notícia, mas assim que Enrico afirma estar à frente da empresa do pai, ele se conforma. Me despeço deles de forma educada. Evito contato com Graziela que parece estar visivelmente abalada. Noora está pendurada em meu braço, o que me conforta. Seguro sua mão e a beijo, sentindo um olhar triste da parte de Graziela.

- Ci vediamo, fratello. – Nos abraçamos. – Não estrague a vida de meu amigo.

Sussurra em meu ouvido. Aceno para ele e nos separamos. Dou um beijo na mão de Gaia e Graziela se posiciona na minha frente. Seguro sua mão e finjo um beijo não dado em sua mão. Ela sorri fraco e se afasta.

- Senhor Christopher, uma das senhoritas lhe deixou uma carta no hall da casa.

- Obrigada, Agda.

Pego a carta de suas mãos e entro no escritório de meu pai. Rasgo o envelope e a vontade de matar Chris aumenta dentro de mim.

“Justin, sei que não agi como você esperava e por isso peço perdono. E mesmo se não puder me perdoar, jamais deixarei de te amar. Só quero que saiba que Christopher não é quem aparenta ser. Enrico acha que eu estou por fora dessa situação, que só sei o que ele me conta mas Chris conspira contra você. Saia desse jogo enquanto a tempo. E se ainda for tarde, você sabe aonde me procurar. Eu e sua mãe estaremos ao seu lado, sempre! Ti amo, caro. E per favore, não caia nessa armadilha de Chris. Você não sabe do que ele é capaz...”

Amasso a carta e a guardo no bolso de minha bermuda jeans da Calvin Klein. Saio do escritório tranquilamente e entro na cozinha.

Ah, Graziela. Vocês que não sabem do que Justin Bieber é capaz de fazer.


Notas Finais


Em um caso de amor e raiva por esse capitulo...
Desculpe a demora, minhas aulas voltaram essa semana, rs
Amo vcs demais, ~thepussylove <3


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