História Kitty - Capítulo 3


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Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Jungwoo, Personagens Originais
Tags Gato, Híbrida, Híbrido, Kim Jungwoo
Visualizações 151
Palavras 1.312
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fluffy, Hentai, Literatura Feminina, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


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Capítulo 3 - Jungwoo e suas bochechas coradas;


Fanfic / Fanfiction Kitty - Capítulo 3 - Jungwoo e suas bochechas coradas;

"Boa noite, Mina"

Capítulo 03 - Jungwoo e suas bochechas coradas;


A janela da sala estava aberta e o vento fazia a cortina branca balançar e balançar, chamando atenção de Mina que penteava os cabelos sentada no sofá.


Ainda era estranho para ela pentear os próprios cabelos, mas ela queria mostrar a Jungwoo que sabia ao menos fazer algo simples como desembaraçar seus fios.


O mais velho estava na cozinha, preparando o jantar enquanto cantarolava uma música qualquer que se colega de trabalho não parava de cantar e assim ela ficou em sua cabeça.


Os cabelos loiros balançavam junto a sua cabeça que fazia movimentos leves acompanhando o que ele cantava e a gatinha do outro cômodo acabou por desviar sua atenção para ele e seus cabelos. Não saía de sua cabeça a pergunta se ele era tão macio como parecia e se ele tinha um cheiro esquisito como o de sua antiga cuidadora.


Ela repreendeu seus pensamentos assim que ele a chamou para se sentar na mesa de jantar e assim que ela o fez, Jungwoo saiu da cozinha com um prato fundo e segurando dois hashis.


— Está quente. — Disse ao colocar o prato sobre a mesa e voltou de onde veio para pegar outro enquanto Mina olhava para a fumaça branca que a comida soltava.


— Você sabe usar os hashis, né? — Se sentou de frente para ela pegando os dois palitinhos e os colocando entre os dedos.


A gatinha apenas concordou com a cabeça usando seus hashis para pegar um pouco da comida e assoprou na tentativa de fazer esfriar e ouviu o outro rir. Levantou o olhar para ele procurando o motivo que o fez gargalhar vendo sua mão em frente a boca enquanto mastigava.


— O que foi? — Ela tombou a cabeça e finalmente levou a comida até a boca tentando entender o que estava acontecendo com seu dono.


— Isso tá muito quente — Ele abriu a boca tentando mastigar sem queimar a língua o que fez a outra rir e não prestar atenção antes de colocar mais comida quente na boca.


Agora ambos estavam tentando mastigar sem queimarem a boca e rindo um da feição do outro.


— Sabe, ela… odiava quando eu fazia isso — Jungwoo pegou um guardanapo e limpou a boca — Temos mais algo em comum, certo? — Ele sorriu mais uma vez antes de começarem a comer o resto da comida no prato.


— O seu sorriso é bonito, dono — Mina disse olhando para a mesa tentando evitar contato visual — as pessoas não costumam sorrir pra mim — Jungwoo não conseguia parar de pensar em como ela era adorável. Mina era tão fofa que tinha vontade de abraçá-la, mas como era o seu primeiro dia naquela casa, ele reprimiu sua vontade e se contentou em ver o sorriso em seu rosto.


— As pessoas em geral não são legais com todos, Mina. Mas você não precisa se preocupar com isso, acontece com todo mundo — Agora o que tinha aquela casa era o silêncio. Talvez fosse vergonha e timidez cobrindo os dois ou era só a tensão que o que Jungwoo disse criou.


Mina voltou para o sofá e pegou sua escova e começou a pentear seu cabelo depois de terminar seu prato. Aquilo fez Jungwoo rir. Era engraçado ver os olhinhos grandes e castanhos de Mina intercalando entre ele e o movimento da cortina.


— Você gostou mesmo da minha cortina — Ele sorriu vendo-a olhá-lo meio confusa e logo depois de concordar com a cabeça — Quer que eu penteie? — um certo rubor apareceu nas bochechas da garota que ficou de certo modo paralisada. Era estranho pensar que seu dono penteava seu cabelo para ela, mas era o que um dono deveria fazer, certo? Ela, então, lhe estendeu o braço entregando a escova que ele mesmo comprou mais cedo.


Jungwoo se sentou ao seu lado e ela se virou, ficando de costas para ele, que se aproximou começando a escovar os fios já quase totalmente desembaraçados, mas haviam alguns nós perdidos que ela não foi capaz de desfazer.


O garoto chegou mais perto sentindo o cheiro do condicionador neutro que ela tinha usado e se perguntou se algo mais cheiroso combinaria com ela, se seria melhor comprar algo com cheiro doce ou um simples condicionador com cheiro estranho.


As orelhinhas abanaram e os braços se arrepiaram quando um pouco de vento mais forte passou pela janela. A cauda da garota também se mexeu e passou pelo nariz de Jungwoo, que logo espirrou e fungou.


— Me desculpa, dono — A garota olhou para trás o vendo sorrir — Não foi a minha intenção — Sua cabeça se abaixou demonstrando inferioridade e aquilo cortou qualquer resquício de uma risada no ar.


— Pare de abaixar a cabeça, Mina — Ele lhe segurou o queixo e levantou o rostinho da híbrida — Por que você faz isso? Acha mesmo que eu vou te dar uma bronca ou brigar com você por qualquer coisa? Eu não sou assim, Mina — A garota não gostava de ter contato visual, mas os olhos escuros de Jungwoo estavam atentos aos seus que ela se forçou a fazer aquilo e olhar diretamente no fundo deles. Foi uma péssima escolha, já que se sentiu culpada por ele ter se alterado, mesmo que só  pouco, e uma pequena lágrima lhe escorreu no canto do olho.


— Ora, sua gatinha chorona — Os braços dele lhe cobriram a cintura e ela foi puxada para seu colo.— Não quero que abaixe a cabeça pra mim... parece que você tem medo de mim mas eu não vou te machucar... eu nunca vou fazer isso, Mina. Eu tenho que cuidar de você e não o contrário — A sensação de estar no colo de Jungwoo era estranha. Mesmo que ela ainda estivesse com a má sensação de ter que encará-lo, essa era ainda mais esquisita, era diferente de tudo o que ela já tinha sentido. Não era medo, nem alegria, também não era estar triste e nem aquelas cócegas dentro de seu estômago que surgiam quando ela o viu pela primeira vez.


— Será que eu posso ir dormir, dono? — Tentou fugir daquilo. Não queria mais sentir aquela sensação estranha que lhe fez ter uma pequena formigação em sua intimidade, algo parecido com a sensação de estar apertada.


— Eu ainda não terminei — Ok, Jungwoo estava mentindo. Ele já tinha dito o que queria, mas ter Mina sentada em seu colo estava lhe fazendo sentir especial: ele tinha uma híbrida que tinha que cuidar, tem noção de como isso estava explodindo a cabeça do advogado? — Você está incomodada com alguma coisa? — As orelhas abaixadas da híbrida balançaram e ela apenas concordou com a cabeça.


— Eu preciso ir ao banheiro — Jungwoo não conseguia ver outra pessoa além de Mina ou uma criança dizendo aquilo.


O mais velho soltou a garota que andou para o banheiro o deixando ali, com suas bochechas coradas de vergonha e seus pensamentos de como aquele pijama composto por uma calça de algodão e uma regata tinham caído tão bem na híbrida.


— Dono… eu estou com sono — Ela voltou a aparecer na ponta da escada e logo bocejou coçando seus olhos e aquilo fez Jungwoo querer soltar um “Ooowwnt”.


— Vou te colocar pra dormir, então— Ele se levantou do sofá e momentos depois, estava no suposto quarto da híbrida cobrindo o corpo dela com um cobertor colorido que ganhou em algum natal de sua tia.


— Boa noite, dono — Ela suspirou agarrada no travesseiro e esfregou o rosto no mesmo.


— Boa noite, Mina — E lá foi ele, mais uma vez, com suas bochechas coradas e os pulmões segurando ar que a garota lhe fez faltar mais uma vez naquele mesmo dia. — Um dia eu ainda infarto.



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