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História Kotetsu: Exame Chuunin - Capítulo 1


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Notas do Autor


o sorriso dele 😁😍 reparei agora q ele parece um pervertido com essa cara kkkk

Capítulo 1 - Hagane


Fanfic / Fanfiction Kotetsu: Exame Chuunin - Capítulo 1 - Hagane

P.O.V ON: KOTETSU 

Esta garota nunca aprende. Infelizmente, vou ter que fazer isso. Ela se assustou quando lancei uma kunai perfurando a prova dela. 

Ibiki: ─ Você foi desclassificada! 

Contando com esse, já faz quatro anos que ela é reprovada por mim e tem mais dois que foi reprovada por outros avaliadores. 

Ela e seu time saíram da sala em silêncio, todos com expressões de derrota no rosto. 

Ainda estou de olho nos outros alunos, mas ainda assim, pude escutar as reclamações por parte dos colegas dela que vinham do lado de fora do local das provas. Ela está há tanto tempo aqui que até decorei o seu nome. 





Alguns dias depois…





Hoje, eu não vou ficar de guarda, vou ter uma missão, e para isso, estou indo encontrar o Izumo e o Asuma na Estação de Espera Jounin que fica ao lado da Academia Ninja. 

Mas ao passar em frente à Academia, alguém se esbarra em mim e derruba os livros e os pergaminhos que trazia consigo. Eu poderia ter evitado aquela colisão se caso eu estivesse prestando atenção no que estava acontecendo à minha volta. 

Kotetsu: ─ Me desculpe, eu não queria fazer isso. 

S/n: ─ A culpa foi minha, eu saí correndo que nem uma doida.

Kotetsu: ─ Seu nariz está sangrando ─ Ela, imediatamente colocou a mão no local para impedir que o sangue continuasse escorrendo ─ Vamos lavar isso. 

Ela entrou de volta na academia e eu a segui depois de recolher suas coisas do chão. Essa colisão foi tão grande assim para fazê-la sangrar? Agora eu só quero garantir que ela fique bem para que eu possa fazer minha missão com a consciência tranquila. 

S/n: ─ Obrigada por pegar ─ Falou depois de sair do banheiro. Ela recolheu suas coisas que eu estava segurando e já estava prestes a ir embora. 

Kotetsu: ─ Você não precisa ir a um hospital?

S/n: ─ Não, já parou de sair sangue. 

Kotetsu: ─ O que deu em você para sair assim? ─ Perguntei passando pelo corredores, indo até a saída. 

S/n: ─ Eu queria chegar o quanto antes em casa para estudar, estou farta de ser reprovada por você. ─ Disse chateada. 

Kotetsu: ─ Então você já notou que sempre sou que joga as kunais?

S/n: ─ Como não notar, né? Parece até perseguição. O que eu fiz para o senhor que eu não sei?

Kotetsu: ─ Eu não estou te perseguindo. Você, simplesmente, cometeu muitos erros em todos os exames anuais que participou. 

S/n: ─ O que eu fiz de errado? Me fale. 

Kotetsu: ─ Você nunca entendeu direito qual era o propósito das provas que fez, e também não sabe colar. 

S/n: ─ Imaginei que poderia ser isso que havia me entregado. 

Agora que fui perceber que já estávamos do lado de fora da Academia. O tempo passou e eu nem notei.

Kotetsu: ─ Melhore os seus truques se quiser passar no próximo exame. 

S/n: ─ Eu vou, e também vou estudar bastante para não ter que precisar dessas artimanhas… Senpai, eu não vou ser reprovada novamente pelo senhor.

Kotetsu: ─ "Senhor"? Nós temos quase a mesma idade, sabia?

S/n: ─ Qual é a sua? 

Kotetsu: ─ 24. E sou o Hagane Kotetsu, mas pode me chamar somente de Kotetsu. 

S/n: ─ Kotetsu, sinto muito lhe informar, mas temos seis anos de diferença... não temos quase a mesma idade. 

Kotetsu: ─ O que são só seis anos?

S/n: ─ Para mim é muito, ok?

Kotetsu: ─ Ah, isso também equivale aos anos que reprovou. É por isso que está falando isso?

S/n: ─ Exatamente. Bom, eu vou indo, obrigada pela ajuda e nos vemos no próximo exame. 

Kotetsu: ─ Nos vemos lá. 

Depois desse dia, eu sempre a via entrando e saindo da vila com um livro nas mãos. Até para fazer as missões ela não se desgrudava dos estudos, aquilo estava ficando muito repetitivo e isso poderia fazer mal a ela. 

Kotetsu: ─ S/n! ─ Gritei para tirar sua atenção do livro. 

S/n: ─ Oi, Kotetsu ─ Dizia se aproximado da espécie de guarita que nós, os guardas, ficamos ─ Eu não me lembro de ter falado o meu nome. 

Kotetsu: ─ Eu já tinha olhado a sua ficha de um exame uma vez, e decorar seu nome e rosto não é tão difícil.  

S/n: ─ Tá explicado. E aí, por que me chamou? 

Kotetsu: ─ Que livro é esse? ─ Ela levantou o livro para me entregar. 

S/n: ─ Matemática. 

Kotetsu: ─ Sabe que se estudar em excesso lhe fará mal, né? ─ Eu disse sem desgrudar os olhos do livro ─ Eu nunca te vejo sem ter algum caderno nas mãos. 

S/n: ─ Eu sei, mas estou cansada de reprovar e esta matéria não entra de jeito nenhum na minha cabeça. 

Kotetsu: ─ Eu posso te ajudar, se quiser. 

S/n: ─ Sério?! ─ Disse animada. 

Kotetsu: ─ Sim, mas eu só posso nas horas livres e nos dias que tenho folga. 

S/n: ─ Obrigada, melhor não. 

Kotetsu: ─ Você não estava animada com a ideia há um segundo atrás? 

S/n: ─ Você está cheio de afazeres e eu não quero ser mais um peso para tomar o tempo que você já não tem. 

Kotetsu: ─ Eu insisto, vai ser melhor do que continuar sem entender isso aí… e vai adoecer se continuar no ritmo que está. S/n-san, você não será um peso, eu garanto. 

S/n: ─ Tudo bem então. 

Kotetsu: ─ Amanhã, na parte da tarde, me encontre aqui, ok? 

S/n: ─ Ok. 


P.O.V ON: S/N

Depois do dia em que conheci o Hagane, ele se tornou meu professor e meu melhor amigo. Ao contrário dos meus ex-colegas de time, ele nunca brigou comigo ou perdeu a paciência por eu ser lenta para aprender as coisas. 

Nos víamos duas vezes na semana e aos sábados. E já com seis meses de estudo, eu aprendi até mais do que eu não aprendi em dois anos de escola. Kotetsu era um bom professor e estudar com ele se tornava mais prazeroso por ser calmo e compreensível, e, às vezes, um pouco tapado.  

Vez ou outra eu ficava babando mentalmente por causa dele, mas ainda bem que essas fugas nunca me deram problemas. O único que me dava trabalho era o amigo dele, Izumo, que, às vezes, ficava atrapalhando a aula que sempre acontecia ao ar livre. 

Eles são tão próximos, que estou até querendo desistir da minha paixonite boba por achar que eles são gays. 

Eles ficam o tempo todo um perto do outro, no trabalho, durante a minha aula e eu soube que seus jutsus são combinados, e que se um não fosse com o outro para a mesma missão, as chances de falhar seriam de setenta e cinco por cento. Eles parecem, mas vai que eles não são? Talvez eu possa estar exagerando... e não acredito que estou com ciúmes dele com o amigo. 

Mais alguns meses se passaram e o exame já estava chegando. Para que eu não ficasse tensa e nervosa, Kotetsu encerrou com as minhas aulas duas semanas antes da prova. 

Kotetsu: ─ S/n-chan, você se esforçou muito no ano todo e hoje foi o nosso último dia de aula, por isso que peguei leve com você. 

S/n: ─ Vai ser examinador de novo? 

Kotetsu: ─ Não sei. 

S/n: ─ Espero que não seja. 

Kotetsu: ─ Estão está ciente de que eu não facilitaria para você? 

S/n: ─ Estou, mas este próximo ano vai ser diferente, agora sinto que estou mais preparada… Eu não vou cometer mais erros.

Kotetsu: ─ Assim espero. Ah, eu comprei isso aqui para você. ─ Ele havia tirado do bolso da calça, um colar com uma pedra pequena num tom alaranjado. ─ Esta pedra se chama Ágata do Fogo. Ela equilibra as energias negativas e positivas, Yin e Yang. Isso é um resumo bem grotesco já que ela possui mais significados e funções, mas, de qualquer modo, espero que goste. 

S/n: ─ Ela é linda, a mais bonita que eu já vi! 

Kotetsu: ─ Parece que gostou mesmo, seus olhos até brilham ─ Ele deu um sorriso que me fez balançar ─ Posso colocar em você? 

S/n: ─ C-Claro ─ Afastei meu cabelo do pescoço para facilitar. Somente com o leve toque da sua mão, meu corpo inteiro estremeceu. 

Kotetsu: ─ Espero que se lembre de mim quando olhar para ela, eu escolhi com muito carinho pensando em você. ─ Um choque da cabeça aos pés passou pelo meu corpo mais uma vez, falar estas palavras no meu ouvido não foi uma boa ideia. 

S/n: ─ Q-quê?

Kotetsu: ─ S/n ─ O Hagane pôs as duas mãos nos meus ombros e me virou para ficar frente a frente com ele. O chão da casa que estávamos sentados era liso, o que facilitou o movimento ─ Espero que isso não estrague a nossa amizade, mas… eu me apaixonei por você durante o nosso tempo de sensei e aluna, e mesmo estando com muito medo de ser rejeitado, eu quero pedir para que seja a minha namorada.

Ele começou a apertar as próprias mãos depois de tirá-las dos meus ombros, estava bastante nervoso e ansioso por uma resposta. Peguei suas mãos, as coloquei na minha cintura e disse: 

─ Aceito. ─ Envolvi meus braços nele e o beijei ─ Estou até surpresa ─ Falei depois de nos separarmos por causa da falta de oxigênio. 

Kotetsu: ─ O que te deixou surpresa? 

S/n: ─ Eu achei que você tivesse se apaixonado pelo Izumo e não por mim. 

Kotetsu: ─ Você chegou a achar que nós éramos? 

S/n: ─ Sim. 

Kotetsu: ─ Ele é meu amigo de infância e sempre fomos muito grudados. Acho que foi por causa disso que deu para entender em outro sentido. 

S/n: ─ Me desculpa, eu não quis...

Kotetsu: ─ Tudo bem ─ Ele me interrompeu ─ Eu não sou esquentado com isso, até porque eu te amo e não preciso provar nada para ninguém, a não ser para você ─ Disse me abraçando. 

S/n: ─ Eu também te amo, senpai. 

No dia do exame, ele foi o examinador. Entrei na sala e ele deu um sorriso quando me viu, mas depois ficou totalmente diferente quando as provas começaram. Kotetsu começou a observar a todos e estava com uma expressão realmente assustadora no rosto, dava até medo. 

Como eu disse antes, não vou mais cometer deslizes. Eu preciso me tornar chuunin de uma vez por todas. Meu coração quase sai pela boca quando escutei um "você foi eliminado", felizmente, não era eu. 

Tudo deu certo e eu passei para a segunda fase, e depois para a terceira, mas acabou dando bastante confusão com traição dos ninjas de Suna (Areia) e com a invasão do Orochimaru. 

Durante a invasão, eu soube que tinha inimigos dentro da Anbu que colocou todos da arquibancada em um genjutsu, e como eu já havia lutado na terceira fase, fui para lá e desmaiei assim como os outros. Mas antes de cair no jutsu, lembrei que meu namorado estava de guarda e uma aflição me atingiu, tive muito medo de que algo ruim tivesse acontecido com ele. 

Depois de muito tempo que acordamos e que nos liberaram para irmos para casa, eu soube que, infelizmente, o Sandaime Hokage (Terceiro Hokage) havia falecido e que o exame foi cancelado por causa desse ataque. 

Eu só não fui atrás do Kotetsu porque os Jounins ficaram repetindo que poderia ser pior se caso saíssemos de casa. 

Alguém batia freneticamente na porta e eu rapidamente fui atender. Ele não falou nada, apenas veio me abraçando abruptamente e foi por pouco que não caímos. 

Kotetsu: ─ Estou mais aliviado que esteja bem… procurei você por todos os lados e tive medo quando eu não a encontrei.  

S/n: ─ Eu também estou mais aliviada ─ Apertei ele ainda mais ─ Os Jounins não me deixaram te procurar. 

Kotetsu: ─ Foi melhor assim. A sua segurança é a nossa prioridade, você sabe muito bem que nós, os shinobis, agimos assim. 

S/n: ─ Eu sei. 

Um mês depois do ataque já se passou e a vila começava a se estabilizar. Eu fiquei em casa, só esperando dar a hora que o Hagane e eu havíamos combinado de nos encontrar.

Já estava esperando ele há algum tempo na árvore que eu costumava ter aula, ele chegou de fininho pelo lado oposto e me deu um susto. 

S/n: ─ Não faça mais isso, meu coração quase parou e você quase me fez tirar uma kunai do bolso!

Kotetsu: ─ Então é melhor eu ter mais cuidado ─ Sorriu nervoso. 

S/n: ─ O que está escondendo aí atrás de você, hein? 

Kotetsu: ─ É para você. 

Quando vi o que tinha dentro da caixa, acho que fiquei mais animada do que um cachorro quando vê o dono. Pulei em cima dele o abraçando com o colete ainda nas mãos. 

S/n: ─ Obrigada, meu amor. Eu já tinha perdido as esperanças quando o exame foi cancelado. 

Kotetsu: ─ Não tem que agradecer à mim, isso só aconteceu graças ao seu esforço. No seu sétimo ano de tentativa, você finalmente conseguiu e eu estou muito orgulhoso de você por nunca ter desistido. 

S/n: ─ Desistir não é comigo ─ Ele me desceu de seu colo e colocou o colete em mim.

Kotetsu: ─ Você é a Chuunin mais linda que existe.

S/n: ─ E você é o Chuunin mais lindo que existe. 

No segundo em que eu disse isso, nossas bocas já estavam muito próximas uma da outra, ele deu um sorriso de lado, falou um "eu te amo muito" e depois começou a me beijar. Eu também falei um "eu te amo" e continuamos a nos beijar debaixo daquela árvore. 


Notas Finais


foi clichê, mas espero q tenham gostado mesmo assim ^^


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