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História Little Bitc 2: Recomeço. - Capítulo 12


Escrita por: Pequenacinza

Notas do Autor


Olá, docinhos ! Gostaria de pedir que antes de começarem a ler, por favor vão nas notas finais e coloquem a playlist que pedi para tocar em seus fones ou externo. Sério, vocês vão entender o efeito que causa !
Espero que gostem e aguardem mais confusões em breve. Desculpem qualquer erro de escrita.

Boa leitura ! ;) (Não esqueçam de checar as notas finais)

Capítulo 12 - Quero você.


 

Harry Styles

   O céu e as nuvens que passam por nós estão lindas, como todos os dias, até nos mais tempestuosos, a visão me acalma enquanto checo mais uma vez a hora em meu celular. Ainda estamos no alto, para onde vamos, precisaremos de um total de 6 horas e fico feliz quando noto que já fazem 5, apenas uma hora para sair e começar a ação pela vida de Eva, que estava tão cansada, exausta, que dormiu em meu peito.
Ela tem o cabelo todo jogado no rosto e parece ter caído diretamente do céu em cima de mim, está sentada de lado, toda encolhida sobre mim, insistiu para que recolhesse as pernas até o peito, encaixando os pés da melhor maneira que pôde, alegando medo de atrapalhar a aeromoça em seu deslocamento. O sono pesado, faz ela soltar suspiros vez ou outra e agradeço mentalmente por ela não ter acordado quando Liam teve sua pequena discussão com Julia e logo depois veio tirar suas dúvidas sobre o plano de ação e segurança comigo, á mando de Kyle.

-"Você tem certeza do que está prestes a fazer lá e do que isso vai causar, certo ? O plano está de pé ?" - Reviro os olhos quando vem me perguntar o que já tinha informado há muito tempo.
-"Eva viva, essa é a prioridade, por isso vou pedir ajuda dele. Acha mesmo que eu ia recorrer a um fantasma do passado se não fosse importante ? Ainda mais sendo aquele filha da puta doente ?" - Pergunto sussurrando, irritado pelo excesso de perguntas, com medo de acordá-la.
-"Eu sei que não iria por nada. Sei e agora entendo, o quanto ela é importante." - Seu olhar sai do meu rosto e fixa nos cabelos dela, com algo que desconfio ser compaixão ou pena brilhando no fundo. Franzo as sobrancelhas, com a mão espalmada em sua cabeça, alisando as mechas. -"Ah, sim... Seu irmão já chegou lá. Acabou de pousar e está sendo encaminhado para a mansão dele." - Apenas assinto com a cabeça, pensando ser o suficiente para ele me deixar em paz, mas ele continua encarando-a.
-"O quê ?" - Pergunto cerrando os olhos.
-"Desculpe..." - Ele volta a me fitar e acho que entende a confusão que deve estar estampada em meu rosto, pois continua, explicando-se. -"Agora entendo o quanto estava errado de não querer você com ela, de achar que ela iria atrapalhar. Ela parece ser realmente a menina especial que você tanto queria salvar. Todos esses anos, quando me falava, quando se lamentava naqueles bares comigo, sempre achei babaquice sua, mas... Agora entendo. Você está feliz, então foda-se o resto, fodam-se essas pessoas. Faremos o que for preciso." - Diz abrindo um sorriso de canto no final, antes de dar um tapinha em meu ombro.
-"Obrigado por finalmente assumir que estava errado e… Por ter atirado."
-"Sempre que precisar, Styles." - Ele revira os olhos, mas continua sorrindo quando faz uma espécie de reverencia bem patética e solta uma risada baixa antes de sair, finalmente voltando para seu assento assim iniciando o planejamento com Kyle, que já tem várias pastas no colo.

As ordens foram claras dês de o início dessa loucura de voltar para Londres: Mesmo que eu morra, eles tem que cuidar de Eva, porque ela vai ser a dona de tudo. Passei tudo que tenho para seu nome, todo o testamento que somos obrigados a fazer quando entramos no esquema, tudo dela. Eva agora vai carregar o legado dos Styles nas mãos, esse legado doentio que foi feito grande parte sobre sua dor e de tantas pessoas inocentes como ela. Para ter acesso, precisa ter um laço importante comigo... O que vamos resolver assim que pousarmos, se ela aceitar. Já era minha vontade muito antes de pensar no dinheiro, me casar com ela, não por esquemas ou proteção, mas porque nossas almas se pertencem, quero que ela entenda que tem minha alma nas mãos, quero que ela tenha tudo que é e sempre foi dela.
Já imagino a reação de Julia, o surto que vai ter, mas não me importa. Ela não faz ideia de que já mandei Liam molhar as mãos necessárias com muito dinheiro e que nosso casamento já foi anulado antes mesmo desse jato pousar. O que me acalma em meio a tudo isso é primeiramente ter Eva vive sobre meu colo e segundo, saber que ela não cai nos joguinhos e manipulações da sua mãe, como achei que poderia cair e fiz de tudo para evitar que se conhecessem, todas as outras que conheci já estariam longe de mim, elas com certeza cairiam, mas não ela, não Eva. Perceber a essência das pessoas, todo o veneno e a maldade que tem por trás de uma máscara impassível, sempre foi o que mais quis, teria evitado muito disso, mas quem conseguiu fazer isso foi logo a pessoa que achei, que julguei, ser mais delicada para suportar… Ela me surpreende cada dia mais. Liam estava fazendo apostas com Kyle, que me informou por mensagem sobre isso, fazendo apostas sobre qual seria a reação de Julia, apostaram bastante dinheiro de que ela teria um infarto, o que me fez rir ao pegar o aparelho, horas antes.
Meus amigos sabem de tudo e já juraram proteger a mulher que amo, nunca duvidaria, nem espararia nada diferente perante um pedido desse, não com eles. A segunda chefe deles agora é ela e tudo está dando certo.
A respiração pesada e o seu calor esquentam meu corpo, volto a observar seu rosto, pensando no quanto estou disposto a sacrificar para termos um final feliz, que ambos merecemos. Acabo perdendo a noção de tempo e apenas quando a aeromoça para ao meu lado, pedindo para colocarmos os cintos para pousarmos, que acordo de meus devaneios. Eva também desperta e me encara confusa, logo parece recobrar a noção e perceber onde está, levantando prontamente de meu colo, desajeitada e cambaleante.
Abro um sorriso enquanto a observo ir até seu assento e afivelar o cinto, faço o mesmo ainda observando ela, que franze as sobrancelhas para mim, com petulância.

- "O quê ?" - Pergunta inclinando a cabeça para o lado.
- "Estou apenas admirando você, não posso ?" - Questiono de volta, apoiando o cotovelo no braço da poltrona e levando os dedos ao queixo, a barba por fazer furando minha pele conforme me apoio.
-"Não, não pode."
-"Que pena então, pois continuarei assim mesmo." - Penso que vai me xingar, já espero por isso, mas ela me surpreende abrindo um sorriso e desviando sua atenção para a janela, observando as manobras.

Quando Eva desvia sua atenção de mim, consigo só então desviar a minha, como se saindo de um transe e ao acordar vejo Julia, uma ótima forma de acordar. Contesto o que já desconfiava, que estava nos encarando, acho que esse tempo todo, ela ergue o queixo, uma pergunta silenciosa em suas feições, com as sobrancelhas franzidas e a expressão de desgosto, apenas fecho minha cara em resposta e viro para Liam, que entende tudo, já que estava encarando nós dois. Ele confirma com um movimento de cabeça quando ergo as sobrancelhas para ele, mostrando que entendeu a pergunta, copio seu movimento e fico um tempo apenas encarando ele que já engata outra conversa com o segurança, aos cochichos, provavelmente planejando o resto das coisas, ambos folheando e arrumando os papéis de volta nas pastas.

 

 

Eva Thramell

 

Assim que pousamos, todos em um silêncio tenso, até ansioso, todos nos encaminhamos aos poucos para a saída, ando ainda trêmula pelo pesadelo que estava começando a se desenrolar em minha antes de ser despertada por aquela mulher, Harry vem em meu encalço, falando com Liam que vem logo atrás. A primeira a sair foi Julia, que saiu pisando forte e de braços cruzados como uma criança birrenta, mesmo assim, ainda com classe. Não me sinto confortável em chamá-la de mãe, por tanto, não o farei.

Quando passo pela porta, noto primeiramente a quantidade de homens disposta, todos de terno preto, nos esperando, em seguida noto a quantidade de carros iguais, paro por um momento pela confusão e surpresa e sinto alguém segurar meu antebraço com delicadeza, alguém não, ele.

 

- “Para onde vamos iremos precisar.” - Diz apenas.

- “E vai me dizer para onde estamos indo ?”

- “Assim que entrarmos no carro.”

 

Me contento em caminhar até a muralha de seguranças e entrar na Ranger Rover preta que ele me indica, observo pelo canto de olho, Louis, que me olha rapidamente, recebendo assim um olhar ameaçador de Harry ao meu lado. Ele coloca rapidamente a mão na base da minha coluna e abre a porta para mim, enquanto diz algo no ouvido de Liam, depois do breve olhar que dou aos dois, apenas reviro os olhos e entro, me jogando no banco de trás, com ele vindo logo em seguida.

Só quando o veículo sai da pista de pouso e pega a estrada minutos depois, que ele vira para me olhar, estava o tempo todo digitando algo no celular. Ele se aproxima e quando penso que vai começar a falar, agarra minha mão com firmeza e me puxa, até que eu me jogue em seu colo, com uma perna de cada lado, enquanto espera ansiosamente que me acomode, passa as duas mãos por minha bunda, apertando diminuindo o espaço que cuidadosamente estava tentando manter, com o corpo um pouco elevado. Seu volume se choca contra mim, mesmo com a calça, consigo sentir o calor emanando. Olho para baixo e sinto quando uma mão sai da minha bunda, apenas para segurar meu queixo, levantando minha cabeça, até que encare seus olhos, que quase me fazem soltar um gemidinho de satisfação por ver a mesma expressão de desejo refletiva ali, junto com meu reflexo.

 

-”Antes de explicar, temos tempo…” - Murmura rouco e fico tensa assim que lembro do motorista logo atrás de mim. Ele percebe a reação e trata logo de explicar. -”Não, não quero isso, não aqui. Quero ter tempo e espaço…” - Então ele se aproxima, para sussurrar em minha orelha.- “Para devorar esse seu corpinho por horas e horas.”

-”Não.” - Digo tentando meu máximo para soar imune aos seus charmes e acho que funciona, pois ele se afasta rapidamente, me encarando surpreso. -”Você precisa me explicar para onde estamos indo primeiro.” - Então ele parece lembrar e solta um suspiro cansado, mudando sua mão de onde estava, agora para meu quadril, ambas. Continuo ali, montada nele, esperando, quando seu rosto toma uma expressão de exaustão gigantesca, como se tivesse segurando até então.

-”Estamos na Espanha…” - Arregalo os olhos, sem conseguir segurar o choque que tomo, mas quando abro a boca para interromper ele continua me silenciando antes mesmo de eu começar a falar. -”Um antigo amigo meu mora aqui… Não amigo, mas conhecido da família.” - Ele parece lutar para achar as palavras corretas, falando mais lentamente do que o normal, com mais cuidado. Lembro de Niall assim que ele fala sobre esse conhecido e tenho que perguntar.

-”Onde está o seu irmão ?” - Consigo pegar ele completamente desprevenido sobre esse assunto, logo agora. Ele se cala por um minuto, me observando em busca de algo em minha expressão, sei bem o que procura. Permaneço impassível apesar de sentir meu coração saindo pela boca conforme franze suas sobrancelhas. Não tenho nada a esconder, mas a raiva que começa a surgir nele, me deixa inquieta.

-”Por que ainda se preocupa com Niall ? Mesmo depois de tudo que soube, ainda se preocupa.”

-”Porque eu e ele convivemos por bastante tempo, não é como se eu fosse apagar uma pessoa. Não quero a morte de ninguém…” - Então ele ergue uma sobrancelha. Logo entendo que está se lembrando de meu pai. -”Com ele é diferente.” - Baixo a cabeça e encaro minhas mãos sobre o meu colo. Harry toma isso como um sinal para prosseguir e para minha surpresa, responde minha pergunta sobre Niall.

-”Ele está vivo e já está aqui, estará hospedado onde ficaremos. Tenho… Coisas para resolver com ele.” - A forma como sua voz fica sombria ao falar me dá um arrepio bem no final da coluna. Ele provavelmente notou como meu corpo estremeceu, já que apertou as mãos sobre mim.-”Relaxa, não vou matar ele.” - Levanto a cabeça, checando sua expressão que agora já mudou para divertimento. Ele é quase tão instável quanto eu.

-”Tenho umas coisas para falar a ele também.” - Falo por fim e ele parece perder qualquer senso de humor, mas me surpreende concordando com um movimento de cabeça.

-”Precisa saber que para onde vamos, as pessoas são um pouco diferentes… Um pouco piores. Vamos ficar hospedados na casa de um grande empresário de vários ramos diferentes, ainda mais rico que eu e igualmente envolvido no esquema. Apesar de que ele tem muito mais poder aqui na Espanha do que temos em Londres. Ele é um homem muito direto, então não discuta, apenas deixe que resolvo caso fale algo que não goste. Sério, Eva… Não compre brigas que não posso ganhar aqui. Somos convidados e precisamos do tipo de proteção que ele pode dar com seu… Pessoal.” - A forma como ele fala, ansioso, me deixa igualmente agoniada. De que tipo de pessoas ele está falando ? Gangue ? Mafia ? Droga. A expressão no meu rosto deve estar tão ruim quanto imaginei, pois Harry começa a confirmar com a cabeça antes mesmo de eu conseguir perguntar. A rapidez com que entende minhas expressões me assusta ás vezes. -”São uma mafia que comanda aqui. O que eles dizem, tem que ser feito. Preciso que acredite quando digo que não viria aqui se tivesse escolha.”

-”Vocês são praticamente isso. O que diferencia vocês e eles ?”

-”O jeito de trabalhar, ao menos tentamos ser mais, humanos. Seu pai é muito parecido com ele nisso.” - Outro arrepio me percorre, dessa vez pior e ambos sentimos quando o carro para abruptamente. Harry vira para olhar pela janela e vejo seus olhos cerrarem com amargura, então sigo a direção e vejo o motivo eu mesma. Minha expressão copiando a sua. Estamos mortos.

Tenho certeza de que tem mais de 100 homens nos esperando na frente do jardim de uma mansão gigante, mil vezes maior do que a de Harry. Todos tem alguma arma nas mãos, porém a maioria segura metralhadoras e suas feições mal encaradas me fazem encolher sobre seu colo, conforme ambos observamos um homem de terno vinho, se aproximando de nós.

Harry aperta meu quadril com mais força e não olho para ele após sentir seu beijo quente e molhado em meu pescoço, parece que ambos começamos a suar do nada. O homem para em frente á nossa porta e abre, me encarando primeiro, com divertimento brilhando nos olhos quase pretos, um sorriso cheio de dentes na boca, a pele bronzeada de um tom lindo.

Ele nem sequer olha para meu parceiro ao me dar a mão, que demoro um minuto para enxergar e aceitar, agarro sua mão e saio para o sol quente da tarde, nem sequer consigo olhar em volta, estou muito focada no homem que abaixa para beijar minha mão, como um grande cavalheiro. O seu cabelo preto está muito bem penteado em um topete e os músculos tensionam conforme inclina e beija minha pele, se demorando mais do que o necessário.

Ouço Harry pigarrear, desconfortavelmente atrás de mim e sinto, sinto sua mão tocar minha lombar, passando por ele e agarrando minha cintura, a mão em concha logo abaixo de meu peito, o homem á nossa frente separa seu beijo e solta minha mão com calma, seus olhos saindo finalmente de mim e indo para a mão dele sobre mim e depois para seu rosto, a expressão leve morre, assim como o sorriso. O homem volta a esticar a mão, dessa vez para o moreno logo atrás de mim, um apertam a mão do outro, sem sorrisos, enquanto observo tensa, perto demais deles. Desviando o olhar rapidamente para as armas que brilham na mão de casa homem sobre a luz do sol. Todos parecem me avaliar e avalio todos com cuidado.

 

-”Quem bom saber que está vivo, caro amigo.” - Com uma voz extremamente grave, o estranho começa a falar, vez ou outra me olhando, mas logo desviando para o Styles, que já assumiu sua máscara de gelo. -”Fiquei surpreso quando solicitou nossa ajuda, pensei que não gostasse da forma como… Lidamos com as coisas. Quem é a dama maravilhosa ao seu lado ?” - Então ambos os olhares estão sobre mim e vejo que meu parceiro fica tenso, a boca formando uma linha fina. Harry ergue uma sobrancelha e entendo como um pedido para que eu mesma me apresente.

-”Eva Thramell.” - Digo tentando parecer impassível. Ele me olha de cima a baixo antes de continuar.

-”Não sabia que tinha se casado novamente.” - Então ouvimos os passos rápidos em nossa direção e todos viramos para observar quem se aproxima, todos ficando tensos ao ver minha mãe, até o estranho.

-”Não casou, querido Lopez. A oficial ainda sou eu.” - Diz em um tom de voz melosa que me irrita instantaneamente. Ela estende a mão e o homem não a recebe, apenas fica a encarando. Depois de alguns segundos ela abaixa a mão que estava pendendo no ar. O olhar do homem se choca mais uma vez com o meu e logo com o de Julia, voltando para o meu. Só depois de repetir esse curso umas três vezes é que ele parece entender, um sorrisinho formando nos lábios pela descoberta óbvia que está estampada em minha cara.

-”Sua mãe ?” - Se dirige a mim, mas é ela que responde, antes de eu ter tempo de o fazer. Me deixando que nem uma idiota de boca aberta.

-”Sim, nossa aparência não nega não é ? Tão linda quanto eu.” - Ela diz prontamente, com um belo sorriso amarelo nos lábios pintados de vermelho sangue, o tom de voz cheio de lasciva. Vejo Liam se aproximando em meu campo e soltando uma gargalhada alta, balançando a cabeça em negação, com arrogância, atrás dele vem os dois homens que estavam na aeronave conosco, o tal do chefe de segurança e o Tomlinson, em suas expressões frias.

-”Ao menos Eva além de maravilhosa como Edgar falou, também tem uma ótima modéstia, já que não se acha tanto quanto a mãe.” - Fala ao chegar perto o suficiente para apertar a mão que Edgar oferece. Eles se cumprimentam com entusiamo, como se eles fossem mais íntimos que ele e o Styles, que apenas fica de lado observando tudo. Seu olhar se torna de pura fúria quando choca com o da loira ao meu lado, está puto da vida pelo seu comentário ridículo, á medida que eu estou em controlando bem.

-”Bem, amigos, vamos entrar ! Minha casa é sua, bela !” - Edgar que corta o silêncio que recai e pisca um olho para mim, antes de dar as costas e ir andando na frente, nos guiando. Sinto a mão de Harry em minha lombar mais uma vez e seguimos, deixando os outros vindo logo atrás.

-”Me lembre de agradecer a Liam por todos os foras que já deu nela.” - Cochicho para ele, que abaixa um pouco a cabeça para ouvir, abrindo um sorriso em seguida. Ele move a mão para cima e para baixo, como uma carícia, já é resposta o suficiente, mas mesmo assim se prepara para cochichar de volta.

-”Você está sabendo lidar muito bem, estou impressionado. Só cuidado com ele.” - E percebo seu olhar saindo do meu, quando se afasta, voltando a posição ereta e olha para a nuca do homem.

 

Edgar Lopez parece exatamente o que Harry era, um louco por controle, decidido e compulsivo em todos os aspectos da vida. Um arrepio me percorre quando entramos na sala, passando pela porta gigante de entrada, a decoração é ainda mais vitoriana do que todas que já vi, com estátuas de mármore preto em todos os cantos do cômodo, apenas representações de mulheres e não posso deixar de notar suas expressões, todas parecem tão tristes. Foco em seguida nos tons alternados de bege e madeira escura por todo o ambiente, de móveis antigos e impecáveis, até papeis de parede, tudo obscuro. Com apenas duas voltas de meus olhos pela sala, percebo o ponto mais chamativo, onde o foco fica em evidência, pensei serem as estátuas, mas não... Já que só agora noto os diversos quadros grandes e bem iluminados, quadros de mulheres em nus artísticos em todas as paredes, nada explícito, mas muito sensual e todos com fundo escuro.

Acho que todos reparam como paro abruptamente, enquanto meus olhos levam seu tempo passando por todos os lugares possíveis, mas apenas meu parceiro tem coragem para me interromper, só percebo que tirou a mão de minha lombar quando sinto o toque aveludado e quente de sua pele em minha mão, seus dedos entrelaçando aos meus, desvio para o fogo verde que brilha em seus olhos, é imediato, como sempre. Ele por sua vez franze as sobrancelhas e abre um sorrisinho de canto, em uma tentativa falha de passar calma, mas na verdade, são a tremedeira nos olhos e na boca que denunciam uma espécie de nervosismo por minha pequena descoberta, apenas engulo em seco e disfarço o assombro pela decoração, olhando para nossos companheiros. Minha mãe é a pessoa mais distante do grupo de homens, está com uma expressão de tédio estampada no rosto, Louis está logo á frente dela, me olhando com interesse e Liam e Kyle também tem as mesmas feições, mas é Edgar que chama minha atenção, ao continuar me olhando de cima a baixo, com um sorriso malicioso nos lábios, ele está ao meu lado esquerdo, perto demais e sinto a eletricidade de Harry me queimar, quando aperta minha mão com mais força, não a ponto de machucar e sim de marcar sua proteção sobre mim. Ele também percebeu, ótimo.

 

-”Gostou da minha decoração, bela ?” - Pergunta arqueando as sobrancelhas em minha direção. A lasciva e provocação presente no tom rouco de sua voz, ainda mais rouco que o de Harry, o sotaque Espanhol só deixa ainda mais marcante as palavras que saem de sua boca. Decido mostrar o quanto não estou me importando, mesmo que seja falso.

-”Sim, muito interessante seu interesse por mulheres…” - Digo com deboche e ele cruza os braços, o sorriso só crescendo. Desgraçado, está se divertindo.

-”Não, não entendeu a proposta. Não é meu interesse por mulheres e sim o negócio da família.” - Ele percebe meu silêncio, enquanto franzo a testa e as sobrancelhas, demostrando confusão. É um prato cheio para que comece a detalhar, sem nem se importar com todos em pé, atrás de nós. -”Eu e seu amante temos um negócio muito… parecido, certo Harry ?”

-”Podemos discutir isso outra hora, deixe suas histórias sobre velhos tempos para depois.” - Responde apenas, trocando o peso do corpo desconfortavelmente. Edgar nem parece ter escutado e muito menos se importado com o tom cortante e frio de seu conhecido, já que continua, sem nem se abalar.

-”Bem, não sei se sabe, mas trabalhamos em ramos muito… Únicos. Compramos mulheres, em grande parte de boates muito melhores que a de seu conhecido, com que teve um certo atrito há pouco, os Malik’s. Eles são muito amadores para nós aqui. Compramos essas mulheres e vendemos por preços ainda mais valorizados, mas não antes de algumas fotos de divulgação e de algumas provas.” - Observo tudo em silêncio, me chocando em casa frase, enquanto ele indica os quadros com um movimento de mãos. Engulo em seco, quando entendo o significado real de “Provas”, a dor percorrendo minha cabeça, preenchendo toda a testa, em marteladas, assim que lembro dos estupros. Ele deve ter notado minha expressão, além de notar que sou incapaz de falar, já que começa a se explicar. -”Não, querida. Não falo do que aconteceu com você, falo de mulheres que queiram nos dar provas, não forçamos ninguém a nada aqui. Elas são vendidas com consentimento das próprias.” - Levo cerca de um minuto para pensar, então sentindo o suor da mão de Harry sobre a minha, me esforço em continuar, trazendo a máscara de volta. Trazendo a Little Bitch.

-”Então você chama tráfico de mulheres de algo consentido ?” - O efeito que quero causar, é exatamente o que causo. Ele fecha o sorrisinho, a posição de macho superior a tudo e todos, murchando para algo mais desconfortável. Abro um sorriso questionador, quando demora mais que segundos para responder, cruzando os braços para mim. Ouço um pigarro atrás de nós e sinto Harry soltar a minha mão, mas não quebro o contato visual que me queima com algo parecido com uma raiva contida. É ele que quebra o contato, olhando para o homem ao meu lado, meu homem.

-”Sua mulher é bem melhor que você. Acho que todos gostaríamos de saber o que essa boca atrevida causa.” - Quase consigo sentir a raiva do moreno se espalhar por todo o cômodo, prestes a explodir, mas quando me preparo para a briga, ele me surpreende adotando outra abordagem para a provocação.

-”É uma pena que Eva seja demais para todos vocês, temo que seja até para mim. Sobre ser melhor, caro amigo, acho que ela é melhor que todos nós.” - O moreno fala, passando o braço por minha cintura, como um abraço de lado, me puxando para perto de si e gargalhando no final da frase. Suas palavras cortantes como facas, mas sua gargalhada extremamente fofa, assim como as covinhas que faço questão de encarar. O idiota na nossa frente, parece receber o golpe sem se importar, ao menos finge muito bem, mas acho impossível não ter. Ele apenas abre um sorriso forçado e continua nosso tour pela casa, indicando a biblioteca ao lado da sala de estar.

 

 

 

Harry Styles

 

A forma como Eva tratou Edgar me diz muito sobre ela, diz muito a todos nós, até Liam que vem logo atrás, percebo, encara suas costas com respeito brilhando nos olhos cor de âmbar. Ela com total certeza, pode lidar com isso, apesar dos sacrifícios exigidos, sei que pode, já lidou com coisas e situações piores do que descobrir que nosso anfitrião é um doente, como todos nós éramos. Nunca cheguei ao nível dele, ele me superou há muito tempo, bem antes de me envolver com ela. Logo depois que a conheci, foi só conhecer aquela criança, naquele corredor, que todos os meus negócios e planos caíram por terra, todos enterrados a essa altura, provavelmente até minha própria empresa, pelo que ouço de meu advogado; Não me importo.

Não, Edgar com toda certeza já me ultrapassou há tempos e me sinto realizado com isso, pois pensava que o mais doentio era eu, olhando para aquela sala, vendo a mulher que amo se contorcer de dor ao meu lado, incomodada com as palavras dele, com as lembranças de tudo que seu pai causou e mesmo assim mantendo a postura e a máscara em seu rosto, lhe dando respostas certeiras… Foi quase impossível não tentar matar ele ali mesmo, na nossa frente.

A forma como meu antigo amigo, agora inimigo, olha para ela me faz odiar o dia em que deixei que Liam e Kyle me convencessem naquela maldita reunião, agora os idiotas apenas nos seguem como cachorros, a medida que a casa toda nos é mostrada, os vários empregados e seguranças recuando nos cantos, como fantasmas se escondendo. O Payne é o único que parece se divertir, também o único que tentou manter um clima amigável com Lopez durante esses anos, apenas porque ele era obrigado a resolver sozinho tudo que se dizia respeito a meus negócios, já que não me importava em encarar aquele homem novamente, agora apenas observa o homem com um sorriso nos lábios, quando lhe dirige a palavra, citando algo nos cômodos que nos apresenta, já o motivo do meu sorriso, praticamente igual ao de meu melhor amigo, é a forma como sempre que Edgar pergunta algo a Eva e ela apenas o ignora ou responde com tédio e eu me divirto também. A expressão de surpresa no rosto do desgraçado toda vez que ela não corresponde suas expectativas é hilária, nunca foi tratado assim por uma mulher, todos sabemos disso. Pensou na certa que seria muito fácil conquistar ou amedrontar ela, talvez os dois juntos, mas não… Não, não Eva. Ela é livre demais para deixar que um homem a machuque, já basta tudo que seu pai causou. Tenho certeza que agora, já não é mais aquela menina, sei que pode matá-lo com as próprias mãos quando tiver a oportunidade e juro, mesmo que resulte em minha morte, vou dar essa chance a ela. Quero assistir a cena, quero ver ela acabar com aquele verme, mesmo que precise ensiná-la como fazer. Coloco uma nota mental para me lembrar de ensinar Eva a atirar e pedir a Kyle que a ensine a lutar, nesse meio tempo que estamos protegidos aqui.

 

Eva parece se deleitar com meu toque, ainda em sua cintura, logo abaixo do seio, conforme seguimos escada acima, para nossos quartos. A casa toda é enorme, pelo que me lembro, devem ter no mínimo uns dez quartos, todos com suítes, sem contar nos quartos de empregados, que ficam numa outra casa anexada a essa, nos fundos, passando por um jardim gigantesco. Nosso quarto é o primeiro e provavelmente o mais elegante, perdendo apenas para o do próprio dono da casa, que praticamente nos ordena que entremos e descansemos, dizendo que vai mostrar o dos outros ele mesmo, ao que agradeço com um movimento formal de cabeça, correspondido por uma piscadela.

Quando bate a porta e finalmente estamos sozinhos no quarto, ela trata logo de girar a chave, trancando-a antes de virar de frente para mim e soltar um suspiro alto. Acho que preciso me explicar, pela expressão sofrida em seu rosto, então começo:

-”Sei o que ele falou e a forma como encarou tudo isso, mas eu não sou assim. Falei que os negócios do…” - Estou na metade da frase quando sou interrompido da melhor maneira possível, com ela se atirando sobre mim, agarrando meus cabelos com as mãos e colando minha boca na sua.

 

A eletricidade que preenche meu corpo parece passar para o dela, já que estremece assim que coloco minhas mãos sobre sua pele, levando diretamente para sua bunda, apertando com a mão cheia e a puxando pra cima, ela entende e pula no momento certo, agarrando meu quadril com as pernas, a minha língua pedindo passagem, que me é cedida de bom grado, minha mãos partindo para seus cabelos, puxando as madeixas loiras em sua nuca, me dando o controle exato que preciso para que eu mesmo dite o beijo e sua intensidade. Agora o controle é totalmente meu e me delicio com sua boca, provando cada parte dela e de seus lábios, que mordo trazendo para mim um pouco, apenas para soltar em seguida, observando a imensidão do azul gélido que me saúda assim que puxo e o prazer serpenteando quando solto. Nos afastamos ao mesmo tempo, o ar faltando é a causa e amaldiçoou a necessidade de respirar, enquanto ambos ofegamos, nossos hálitos quentes um contra o outro, meu nariz roçando no dela suavemente, ambos estamos de olhos fechados, testas coladas e quando estou começando a recobrar os sentidos, um pensamento me percorre e solto uma risada baixinha.

-"Você me surpreende cada dia mais." - Sussurro, abrindo um sorriso.
-"Por quê ?" - Ela se afasta para me encarar, seus olhos apertados, efeito do sorriso em sua boca extremamente avermelhada e inchada, o sorriso mais lindo que já vi, no rosto mais exuberante.
-"Achei que iriamos começar uma discussão sobre o que aconteceu lá em baixo e você..." - Eva me interrompe novamente, soltando ela mesma uma risada.
-"Eu tô pouco me fodendo para aquele cara, agora estou no meu papel e não pretendo sair dele até estarmos seguros, bem longe disso tudo." - Quando fala assim, a frase mudando aos poucos de divertimento para inexpressão, percebo qual papel que se refere, a mesma forma como lidava e sobrevivia naquela boate de merda. A Little Bitch e a força que Eva tem ao entrar no personagem, a armadura que esconde todas as suas cicatrizes, quase tão eficiente quanto a música que canta.

Agradeço aos céus por ver ela com tanta força, mas me preocupo com os efeitos que isso podem ter sobre nós, começo a franzir as sobrancelhas, a mente entrando cada vez mais nesses pensamentos conturbados, mas tudo some em um piscar de olhos, quando sinto a pequena mão dela agarrando e afagando meu pau, sobre a calça, a forma como sorri para mim quando percebe que já estava duro, pronto para seu toque, mordendo o lábio inferior quando ofego. Droga ! Ela é maravilhosa e sabe disso.

Aperto os olhos, com o desejo só aumentando e fico ainda mais duro, ela percebe isso, o efeito que causa com facilidade em mim e se delicia. Preciso me enterrar nela e nunca mais sair desse quarto.
Afasto qualquer sinal de sanidade que tive e disparo contra Eva novamente, começando outro beijo e indo em direção a cama, enquanto ela tenta tirar meu moletom a todo custo, nós dois em um emaranhado de beijos, arranhões em minhas costas e mordidas no pescoço um do outro. Parece demorar um ano para conseguir chegar ao ponto, mas assim que conseguimos alcançar finalmente a superfície macia e a coloco sentada, com cuidado, o olhar em seu rosto parece agora repleto de amor e agradecimento, por algo que não consigo entender e quando ela abre minha calça as pressas e libera meu pau, enfiando toda a sua extensão na boca, não me importo com mais nada. Sinceramente, perco qualquer linha de raciocínio ou noção, meus únicos focos são Eva e sua boca maravilhosa me sugando com rapidez e força.
Quando ela me encara debaixo, com uma graciosidade fingida nos olhos gélidos, solto um grunhido, jogando a cabeça para trás e preciso reunir todas as minhas forças para afastá-la, para assumir o controle antes que seja tarde.
Empurro delicadamente seu ombro e ela me liberta, mas não antes de dar uma lambidinha como se provasse um picolé, me olhando com divertimento a medida que se afasta, subindo com os cotovelos na cama e se deitando, antes que eu possa fazer algo além de tirar minha calça e cueca que estavam presas no meu pé ainda, Eva vira de bruços, jogando o cabelo para o lado e pousando a cabeça sobre os travesseiros, pacientemente esperando, o convite explícito para que eu arranque sua calça, o que faço prontamente, puxando o tecido para baixo, junto com o pedaço de renda de sua calcinha, sem exitar. Ela por sua vez tira sua blusa, arrancando ela pela cabeça, com força e pressa, jogando para longe, enquanto subo ainda mais sobre ela e um momento depois ela empina a bunda, apoiando as mãos no colchão ao seu redor.

-"Quero assim primeiro." - Diz com a voz mais rouca que já ouvi vindo dela, com o prazer preenchendo sua garganta.
-"O que você quer ?" - Pergunto me aproximando, minhas mãos acariciam suas coxas sem pressa, as unhas raspando em sua pele quente, apenas para provocar. Eva estremece.
-"Quero você." - Responde com a voz trêmula. Solto uma risada baixinha, então me inclino, dando uma mordidinha em sua bunda. Não preciso observar para perceber que enterra a cabeça no travesseiro assim que, ainda a mordendo, levo minha mão aquele ponto tão delicioso no meio de suas pernas e apenas pressiono com dois dedos.
-"Me quer onde ?" - Pergunto, agora começando a esfregar lentamente, em um círculo e ela está completamente entregue quando responder, a voz não passa de um fio.
-"Dentro de mim."

Não posso deixar de sorrir com a necessidade presente na resposta dela, com o desejo fluindo e pulsando bem entre meus dedos, naquele ponto que reflete em todo seu corpo, então como uma forma de acabar com nossa agonia, tiro minha mão dela e quando percebo que começa a afastar o rosto da almofada e a relaxar mais o corpo, a preencho com uma única estocada profunda, fazendo ela soltar um gritinho fino, de surpresa e prazer, a medida que eu quase rosno de satisfação, parando por um momento para apreciar nossa conexão. Eva agarra o travesseiro com as mãos e empina mais para mim, quando recuo e entro novamente, bem lentamente, provocando, minhas mãos apertando seu quadril a cada estocada longa e cada vez mais, a cada gemido dela, aumento a força.
Chega o momento em que estou indo forte o bastante para fazê-la gritar cada vez mais alto e em algum lugar na minha mente, espero e torço, para que todos estejam ouvindo, quando dou o primeiro tapa estalado em sua bunda, seguido por outro e outro.

 

-”Você gosta quando trato você assim, não é querida ?” - Vejo ela confirmar com um movimento de cabeça, sem conseguir falar, abro outro sorriso e me inclino sobre ela, pegando seu cabelo na mão, fazendo um rabo de cavalo que enrolo em meu pulso, pelo comprimento. -”Responda, Eva… O gato comeu sua língua ?”

-”Si...S-S-Sim.” - Solto uma gargalhada quando gagueja lindamente.

-”Esse sim é porque você gosta da forma como fodo você ou porque o gato comeu sua língua ?” - Ela não responde, apenas solta um xingamento quando dou mais um tapa, observando o tom de vermelho subir em sua pele. -”Nunca vou me cansar disso…” - Falo e estoco forte, parando por um momento, enterrado, bem dentro dela, que ofega, completamente imóvel, esperando.-”Nunca vou cansar de foder você, da forma como geme meu nome, grita ele, urra ele. Nunca vou cansar de amar você, Eva.” - Então ouço um suspiro trêmulo, o sinal de que se emocionou com o que ouviu, mas não lhe dou tempo para responder, voltando os meus movimentos, soltando seu cabelo e agarrando seu quadril.

 

O barulho da cama balançando e das estocadas só aumentam, junto com os gritos incontroláveis de Eva enquanto sinto ela latejar ao redor do meu pau, ela morde o travesseiro quando chega ao orgasmo, percebo como não só suas pernas tremem, mas seu interior também, me apertando ainda mais e sei que preciso trocar de posição, então saio de dentro dela, fazendo ela soltar um resmungo em protesto.
Ela deixa seu corpo cair, deitando e deixando que eu a gire com facilidade, virando-a de barriga para cima, vendo finalmente seu rosto todo vermelho com gotas de suor escorrendo por sua testa e em seu pescoço, me encarando de modo atrevido, apesar de seus olhos estarem voltando do lugar dentro de sua mente, quando se perderam em êxtase. Eva me dá outro de seus sorrisinhos que tanto conheço, dessa vez um dos que mais gosto, de satisfação total que brilha nos lábios cor de cereja de tanto os morder, percebo.
Abro um sorriso malicioso, olhando para todo o seu corpo nu sobre aquela maldita cama, naquele maldito lugar, tudo e todos os problemas desapareceram, o lugar até se torna mais agradável quando agarro suas coxas com as mãos e a preencho novamente, encontrando meu lar dentro dela. Ela revira os olhos a cada estocada, gemendo alto e agora podendo me deliciar mais ainda, alterno entre atacar sua boca, com beijos violentos, morder seu pescoço, onde deixo um belo chupão e atacar seus mamilos, sugando com vontade, enquanto aperto observo seu queixo erguer, o outro peito chacoalha com a velocidade que meto nela e uma necessidade quase que insuportável que só vem crescendo, aparece com força, enquanto peço que continue repetindo meu nome, o que ela faz, pedindo mais e mais. Eu lhe dou tudo o que me pede, até o final, até a última gota. Tudo dela e tudo pra ela.
Minha alma se derrete e antes de me deixar ir, mordo a área de seu maxilar, depois de clamar pelo seu nome, em um gemidos gutural, me esvaziando dentro dela, preenchendo-a enquanto ela me agarra com as unhas fincadas em minhas costas me prendendo.

Ficamos ali pelo que parecem ser horas, só depois de alguns minutos Eva soltou minhas costas e me deixou sair de dentro dela, apenas para me abraçar com ainda mais força, circulando meu pescoço com os braços, a medida que me contentei em enfiar minha cabeça na curva de seu próprio pescoço, depositando beijinhos sobre o roxo que deixei ali, então ficamos nisso, apenas acariciando um ao outro. Claro, antes de Eva me provocar mais uma vez, movendo o quadril em minha direção, meu sexo perto demais de sua entrada e pronto, já estava duro mais uma vez, pronto para invadi-la com força, arrancando mais um gritinho fino dela, seguido por vários,vários e vários gemidos e súplicas que eu atenderia com afinco. Sempre.


Notas Finais


MÚSICAr:https://youtu.be/FHekhRCT24Y
Meu canal no Youtube onde posto vídeos edits para a fanfic: https://www.youtube.com/channel/UC1FLhgFqT3lNRdFVJfNVWeQ
Acompanhem também no wattpad, que estou tentando repostar lá, dês de a primeira temp: https://www.wattpad.com/story/262710572-little-ashes-of-lilith
Trailer Little Bitch 2:https://youtu.be/Zxt7ju3_iB0

A história irá provavelmente até os 20 ou mais capítulos, então não se preocupem que ainda tem muita coisa para acontecer, nem todas boas kkkkkkk Já dando uma dica do próximo que já comecei a escrever :)
Espero que tenha gostado desse capítulo tanto quanto eu amei escrevê-lo <3 Até o próximo ! Se cuidem <3


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