História Lovely - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Colegial, Depressão, Drama, Jovem
Visualizações 4
Palavras 938
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, LGBT, Luta, Romance e Novela, Suspense, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Boa leitura ^-^

Capítulo 1 - Regras


Fanfic / Fanfiction Lovely - Capítulo 1 - Regras

     Valentina Connor e Arthur Taylor , um casal admirado pela gentileza e pelo respeito que ambos tinham com todos de seu bairro, apelidados de Casal perfeição, acabaram tendo a pequena Jullya mas infelizmente com a gravidade do parto Valentina acabou falecendo. Sem muito a quem recorrer uma amiga do casal, Susan Fox se ofere para ajudar a criar a pequena Jullya, mas por um erro do destino Susan e Arthur acabam se apaixonando e se casando e fim.

 -Mas como nasceu eu Jullya? - exclamo Fionna filha de Susan 

- Eu acho que os duendes não aguentaram o seu chulé e colocaram você na nossa porta. 

Fionna e eu começamos a rir enlouquecedoramente até Susan aparecer na porta e começar a grita bravamente comigo, dizendo que eu estava insinuando que a pequena Fionna era adotada, apos arrancar a pequena dos meus braços e ordenar o meu pai me castigar por ser intolerante e sem graça, meu pai com toda paciência do mundo se levanta do sofá da sala e se caminha até a direção do meu quarto e se encosta na porta do meu quarto e começa a imitar a minha madrasta, então começamos a rir.

- Jullya vai dormi antes que a sargenta me obrigue a te castigar - ele vem até a mim e beija minha testa.

Após meu pai se retirar do meu quarto e voltar a fazer suas obrigações,  eu me viro de barriga para cima e começo a admirar a escuridão do meu quarto e começo a pensar como seria se minha mãe tivesse viva, como seria a nossa família, se eu tivesse mas irmãozinhos e irmãzinha ou se eu podesse ter um cachorro. Com tudo aquilo na mente a única coisa que eu conseguia pensar era como eu era feliz em ter o meu pai ao meu lado. 

Após horas e horas pensando acabo adormencendo a meio de tantos pensamentos. Acordo com um grande aroma de bacon e ovos vindo da cozinha e da minha madrasta esmurrando a porta do meu quarto avisando que já estava na hora de eu acordar para ir para escola. Como sempre me levantava e ia tomar banho e descia para tomar café, mas algo naquela manhã me chamava grande atenção uma brisa que havia la fora, então me direcionei até a janela e esfumacei um vapor em meu vidro e com o dedo escrevi pai, então fiquei observando ate o vapor sumi e percorri até o banheiro. Após 30 minutos me arrumando desci até a cozinha e vi meu pai sorrindo com a panela de bacon nas mãos e me direcionei até a mesa, após uma longa refeição com minha 'família' meu pai avisa minha madrasta que ira levar levar Fionna eu para a escola. 

Após minha madrasta agasalhar minha irmã, e entrarmos no carro, meu pai começa a dizer como era difícil depois que perdeu minha mãe, me senti culpada mas ele dizia que eu era a minha mãe em carne e osso e me fazia se sentir um pouco melhor mesmo havendo uma grande culpa em meu coração. Quando chegamos ao maternal para deixa minha irmã meu pai começa a brincar com minha 'irmã' eu relembro meus momentos de criança e lembro da cara feia da Susan não gostando nada e começo a rir descontraidamente junto ao pai. Após deixarmos minha Fionna no colégio eu questiono meu pai.

-Você não ama realmente a Susan né? - meu pai me olha e responde que amor mesmo é oque ele sentia pela minha mãe.

Fico observando pela janela a chuva forte que aumentava a cada segundo, após um percurso em silêncio meu pai pede para mim respeitar mas a minha madrasta e uma grande discussão começa a surgir, e por um segundo uma grande luz surgi e meus olhos acabam se fechando e acabo me afundando em um grande sonho eternamente.

2 horas e meia depois Susan recebe uma ligação do Hospital da cidade que seu marido havia sofrido um grave acidente junto com a sua filha, Rapidamente Susan pega sua bolsa e chama um taxi, após 15 minutos de percurso, quando chega ao hospital o doutor Daniel Levi da notícia que Arthur tinha sofrido um ataque cardíaco e os enfermeiros não havia conseguindo fazer o coração voltar a bater e apenas a pequena Jullya havia ficado viva mas estava em coma por causa da grande força da batida.

Após 5 messes da Jullya na Uti, sua madrasta resolve levar a pequena Fionna para ver sua 'irmã'

- Mãe a Lily não vai morre né? - exclama Fionna com os olhos cheio de lágrimas  - Essa imunda deveria morrer por te feito o seu pai dela morre - diz Susan

Eu escutava tudo, quando Susan mentia para os enfermeiros para deixar eu a sós com ela para ela tenta conversa comigo, eu sentia suas mãos sujas apertando meu pescoço e escutando ela me xinga das piores coisas do mundo, aquela era a verdadeira Susan Fox, aquela monstra infernal havia tirado a máscara enquanto eu estava em coma, após 5 meses comecei a dar sinal de vonta pata grande infelicidade daquela desgraçada, ela iria conhecer o meu ser interior que ela me trasformou, depois de 2 meses ja estava retornando para casa sem a menos ter trocado desde do dia que acordei com a Susan.

Chegando em casa percebi que grande mudanças havia ocorido, e notei que minha cama não estava mas em meu quarto e sim varios objetos velhos após questiona Susan sobre aquilo, e ela logo responde

-Agora havera regras sua lixo tóxico suas coisas estão no porão junto aos ratos  aonde você sempre deveria estar - então eu a olho e digo ...

Próximos capítulos....


  




Notas Finais


Ate os próximos capítulos


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