História Magia de sangue. - Capítulo 2


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Categorias The Vampire Diaries
Tags Ação, Aventura, Magia, Romance, Vampiros
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Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Ficção, Magia, Romance e Novela, Sobrenatural, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Elena conta a história da família de Kate, sob o olhar de Damon.

Capítulo 2 - Caça as bruxas


Elena observa os dois vampiros interessados na história de vida de Kate, começa...

" Nossos ancestrais viveram na cidade de Salém por volta de 1.600 depois de Cristo, até que começaram os comentários malvados, espalhados por um padre que se apaixonara perdidamente por uma Guilbert. Ele insuflou uma perseguição que tomou rumos descontrolados e as mortes de mulheres e mocinhas eram muitas. Com medo, minhas ancestrais fugiram de lá e foram para a Dinamarca. Quase duzentos anos depois voltaram a salém e viveram por lá até os dias de hoje.'

- Certo, conheço a história mas o que tem sua prima com isso, nasceu nesse século. - Atalhou Damon.

- Na verdade... Não! - Elena sorriu.

Damon e  o irmão se endireitaram na cadeira.

- Como assim: Não! - Damon, curvou-se em direção a jovem.

-Katherina, nasceu em 1.897

Os irmãos se olharam.

Nos meus ancestrais havia um bruxo de nome Magnus, vovó dizia que ele era muito antigo e ele teve uma filha em Salém. Quando a esposa foi acusada de bruxaria, Samira, escondeu a filha com magia e infelizmente, logo após foi pega e queimada na fogueira. Quando Magnus, retornou saiu de si e num surto de ódio e tristeza matou os envolvidos e logo em seguida foi perseguido pela igreja e seus soldados .Na época, a igreja católica dominava, mas já haviam ramificações de outras crenças que ajudaram na caçada. Preocupado com a filha, ele a escondeu num cemitério, lançando sobre o lugar um poderoso feitiço que escondeu o túmulo onde a menina dormia.Kate tinha oito anos. Tempos depois quando nossa bisavó estudava a história da família e nessa brincadeira quase duzentos anos já se haviam passado, achou escritos antigos que davam a localização da menina. Determinada a encontrá-la, nossa bisa, procurou por quase cinquenta anos e finalmente a achou.

- Lembro-me de ter ouvido essa história mas achei que era mais um conto para chamar a atenção sobre a cidade... - Explicou Damon.

- Na verdade, não! Tudo é bem real. - Elena bebeu um pouco de água e continuou... - Depois que a bisa a encontrou levou um tempo para acordá-la. Exatos cinquenta anos. Mantê-la longe de curiosos foi muito difícil, viva mudando-se de cidade e dizia que a menina era doente. Mas atraiu também a atenção de algumas bruxas nada bobas e que desejavam o poder de Magnus. Esse poder passou para Kate, depois da morte do pai e está guardado dentro dela.

- Mas algo não bate... - Damon remexeu-se. - Se sua bisavó morreu com 120 anos e a acordou com 90 anos e e a menina já tinha oito de idade...? Kate, tem trinta e oito anos?

- Não. - Negou Elena. - Na verdade ela parou de envelhecer aos vinte e um.

- Como assim, parou de envelhecer?! - Stefan olhou-a curioso.

- O pai também parou de envelhecer e dizem que o pai dele também. É como se fosse uma marca no DNA. Só que alguns amigos da vovó ficaram sabendo, na verdade vovó contou achando que era uma doença e para encurtar a história os ditos amigos quiseram 

esse poder e tentaram rapta-la várias vezes. Ela não dá muitos detalhes do que aconteceu e parou de confiar nas pessoas e em especial, homens!

- Isso explica do porque meu charme irresistível não funcionar... - Damon sorriu de lado. - Agora ela praticamente veio se esconder aqui. Não acha perigoso para vocês três?

- Na verdade, não será perigoso para nós duas. - Ela sorriu e olhou para Stefan, - A tia vai voltar para a casa da  melhor amiga nos Estados Unidos, pois está doente e mora sozinha. Então você e Damon, poderão nos proteger.

Damon, olhou o casal meloso e fez careta. - Entendi, não vai precisar ficar pulando janelas, irmãozinho....

- E você? - Stefan, ironizou. - Só vai poder ficar olhando a janela!

O vampiro apertou seus olhos azuis e suspirou... - Se fosse fácil não teria graça.

- Ah... Quer dizer que está interessado na ruivinha? - Cutucou o irmão.

- Sempre gostei de vermelho. - O sorriso alargou-se. - E afinal o destino me deu um ótimo presente de aniversário... Só tenho que descobrir como abri-lo.

- Damon!!!! - Ralhou Kate.

- Só um modo de falar... Calma, eu não farei mal a menina, mas lembra que ela deve ser mais velha que eu!

- Ela acordou a pouco tempo e não tem muita experiência de vida. Não a magoe! - Elena colocou o dedo em riste.

- Não a magoarei, mas vai ser divertido ter algo novo para fazer... - Olhou a cara azeda da namorada do irmão e se retratou. - Não a estou vendo como um brinquedo, mas como uma amiga que vai me tirar o tédio!

- Tomara que ela queime você! - Exclamou a jovem.

- Que coisa feia me desejar tanto mal! - Zombou o atlético vampiro. - Me conta o que essa ruivinha é capaz de fazer?

- Bom, que eu saiba, pode ler a mente, ver o futuro, queimar coisas... - Olhou sugestivamente para ele.

- Essa parte não vou esquecer, pode deixar. - Sorriu mostrando dentes brancos e perfeitos. - Que mais? Feitiços?

- Sim, ela conhece bastante. - Gostaria que ela se abrisse mais, no entanto, evita qualquer assunto relacionado ao seu passado... Coisas muito ruins devem ter acontecido com ela ... - Suspirou e levantou-se. - Venham me ajudar com a comida.

- Vou picar cebola não! - Avisou Damon, se erguendo e aprumando-se.

- Vai fazer o que eu mandar! - Elena, foi empurrando-o para a cozinha.

- Você tem que falar assim com o seu namorado e não comigo! - Atalhou risonho o vampiro. - Faça alguma coisa com essa mulher, Stefan.

- Ela é quem manda, só obedeço! - O irmão ergueu as mãos em sinal de rendição.

- Eu não aguento isso! - Damon encaminhou-se para a cozinha resignado.

- Um dia vai achar uma mulher que o fará cumprir todos os seus mínimos caprichos... E você fará sorrindo e é claro vou cair matando em cima de você! - Stefan já se preparava para lavar pratos.

- Esse dia nunca vai chegar! - Ele enfatizou erguendo a faca e a cebola.

- Veremos,  - Elena retrucou baixinho, só para que ele escutasse. Ele a olhou em muda pergunta. - Sabia que ela quis saber tudo sobre você?

- Eu?! - Damon, empertigou-se. - Como assim?

- Tive que falar de você por horas a fio, todos os detalhes de que me lembrava... - Elena, achou muito estranho.

- Tudo?! - A ironia era evidente. - Até...

entrando na brincadeira, a jovem completou: - O até... Principalmente e ela deu sonoras gargalhadas e disse que você só tem pose mesmo.

Ele largou a cebola e a encarou: - Está brincando né?

ela fez que não: - Imagina se iria perder a oportunidade de te desmoralizar! 

- No mínimo ela deve achar que sou impotente! - Cuspiu cada palavra. 

- Na verdade ela acha que você é um mulherengo, pervertido e chato! - Concluiu o irmão.

- Você também ajudou a queimar o meu filme! - Ele largou a faca e revoltado tirou o avental. - Comam sozinhos pois perdi o apetite! Vou dar uma volta!

Sozinhos na cozinho o casal se olhou rindo. E Elena foi a primeira a quebrar o silêncio: - Aposto que ele foi atrás dela!

- Ele foi... Vai querer sua honra de volta e nada melhor para isso do que provar que estávamos redondamente enganados! - Stefan abraçou a namorada e sorriu. - Ele está muito curioso.

- Enfim estamos sozinhos! - Elena virou-se e abraçou o namorado e deu-lhe um beijo demorado.

A mata é o melhor lugar do mundo para se distrair e estar em contato com uma força maior... O farfalhar das folhas, o som de pequenos animais e mesmo o som do vento assoviando sobre as árvores era música que acalmava o coração.Até que sente um certo cheiro...

- Saia de onde estiver, vampiro! - Gritei. Logo vi, Damon, se aproximar depois de pular um barranco como quem desce um simples degrau. - Está me seguindo?

- Não... Venho sempre aqui tomar um arzinho. - O sorriso era bem irônico. - Geralmente não faço barulho, como me descobriu?

- Você exala um odor diferente de tudo que já conheci...E posso sentir sua presença também e não me pergunte do porque!

- Não sou tão curioso...

Eu ri. - Se não fosse tão curioso não estaria aqui.

- Verdade, tenho algumas perguntas para lhe fazer. - Ele olhou a volta e apontou uma direção. - Podemos ir por ali, tem uma linda cachoeira e lugar para sentarmos. Tudo bem?

Concordando segui o vampiro. Não gostava de ficar em lugares isolados com um homem com poderes. As costas de Damon, mostravam que estava acostumado com lutas e as pernas podiam ir a uma velocidade incrível... Os braços tinham os músculos desenhados. Os cabelos negros pareciam as asas de um corvo...

- Está me admirando? - Ele quis saber virando-se rapidamente. - Senti minhas costas queimarem morninho....

Assustei-me com a intensidade daqueles olhos azuis . - Desculpe-me tenho muita curiosidade sobre você.

- Posso saber a razão desta curiosidade?

Hoje não, algum dia talvez...

O fato de eu desviar o assunto e o olhar deixou-o mais curioso e tinha certeza disso. Mas tudo a seu tempo, pois confiança não se adquiri da noite para o dia.

 

 

 


Notas Finais


O segundo capítulo continua....


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