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História Me perdoe Katsuki ( Mini imagine Bakugou ) - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Me emocionei com essa história.
Eu realmente amei escrevê-la

Espero que gostem também!! :3

Capítulo 1 - Capítulo único


Era domingo de manhã, e todos os alunos da UA estavam na casa de suas famílias, já que a escola liberava que os alunos visitassem seus pais durante o final de semana, e apenas voltariam para os dormitórios segunda feira de manhã. 

Como de costume, na casa dos Bakugou sossego e silêncio era uma palavra que não existia no local. 

- KATSUKI, ACORDA SEU MOLEQUE PREGUIÇOSO DO CARALHO!- Gritou Mitsuki enquanto arrancava as cobertas de seu filho e pegava seu braço para fazer ele se levantar da cama.

- Ô PORRA! PARA COM ISSO SUA VELHA, DEIXA EU DORMIR CACETE!- Respondeu Katsuki ainda murmurando mais alguns palavrões por conta da ação da mãe.

- NEM PENSAR! O CAFÉ DA MANHÃ JÁ ESTÁ QUASE SERVIDO, ENTÃO DEIXA DE SER DESLEIXADO E SAI DESSA CAMA, COLOCA A MERDA DE UMA ROUPA DECENTE E ARRUMA ESSA BAGUNÇA QUE VOCÊ CHAMA DE CABELO! E AI DE VOCÊ SE EM 10 MINUTOS NÃO ESTIVER NA COZINHA PARA COMER!!!- A mais velha foi falando se aproximando da porta, e a bateu com toda a  força que havia naquela manhã. O mais novo ficou resmungando algumas reclamações depois que sua mãe saiu, mas acabou obedecendo-a e começou a se arrumar para ir tomar o café.

O dia foi se extendendo, mas nada de extraordinário acontecia, apenas os mesmos berros e brigas entre mãe e filho, e um Masaru calmo que se acostumou a ler jornais sem se incomodar com os gritos daqueles dois, ele os conhecia melhor do que ninguém e aquilo não era algo para se preocupar.  

Chegando a noite, Katsuki já estava na cozinha para preparar o jantar, já que era um ótimo cozinheiro e não era um problema para ele que até gostava de preparar as refeições, mas nunca admitiria. 

- Ô SEUS VELHOS!! O JANTAR TÁ PRONTO VENHAM LOGO CACETE!!- Berrou o mais novo da sala de jantar, colocando o último componente que faltava na mesa. 

Masaru como sempre, elogiou os dotes culinários do filho e agradecia pela comida. Já Mitsuki estava quieta, o que causou um certo estranhamento por parte do marido e do filho, que procurava não demonstrar, mas estava levemente preocupado com o humor repentino da mãe. Durante os jantares os dois sempre discutiam, o que não era nenhuma novidade, e quando Katsuki era quem cozinhava, a mais velha sempre falava que precisava de mais isso ou aquilo na comida, o que também causava discussão entre os dois. Mas naquela hora estava diferente. A mulher tinha um semblante triste e vazio, o que era uma raridade vê-la desse jeito, já que mesmo sendo uma pessoa de gênio forte, abrangia consigo uma aura jovial e carismática, era difícil alguém achá-la chata ou entediante, e até mesmo o filho que vive na base do amor e ódio com a mulher, devia admitir a si mesmo que era alguém divertida. 

A mulher agradeceu depois de terminar a refeição, e retirou-se da mesa, deixando seu marido e filho com um ponto de interrogação gravado na face com sua atitude, que saiu em silêncio da sala rumo ao seu quarto. Masaru e Katsuki se entreolharam, querendo desvendar o mistério do porque diabos Mitsuki agiria dessa forma, mas o garoto levantou suspeitas de que seu pai poderia saber o que estava havendo, mas preferiu não falar absolutamente nada.

Se passou meia hora desde que terminaram o jantar. Masaru estava navegando pelos canais da televisão a procura por alguma programação boa de domingo à noite. Katsuki estava terminado de lavar a louça, odiava essa parte da cozinha, para ele era um verdadeiro inferno, vivia reclamando sobre essa tarefa, mas dessa vez sentiu a falta de Mitsuki dando uns tabefe em sua cabeça enquanto lavava e reclamava da função ao mesmo tempo. 

Depois de secar e guardar tudo, o que também detestava, foi em direção ao seu quarto para se preparar para dormir, já que logo de manhã cedo, teria que voltar aos dormitórios do colégio. Mas antes de chegar na porta de seu quarto, Katsuki ouviu o barulho da porta ao lado se abrir, era sua mãe. Mesmo o corredor estando um pouco escuro, o garoto podê notar que o rosto da mãe estava inchado e lágrimas eram perceptíveis em suas bochechas. A mais velha passou direto pelo filho e seguiu em direção ao banheiro, provavelmente nem viu que ele estava ali. 

Katsuki observou que havia uma fresta na porta de seus pais. Ele até poderia ser um arrogante e grosseiro de primeira, mas não estava gostando de ver sua mãe naquele estado, por isso adentrou o quarto em busca de algo que solucionasse esse mistério, já que fazia horas que a mulher não saia de lá de dentro. 

De primeira, o garoto não viu nada de mais no quarto que pudesse ser o motivo dela estar assim. Andou um pouco mais em direção a cama do casal, e acabou tropeçando em algo. Murmurou alguns palavrões baixos e se agachou para ver o que era aquilo que ele tinha pisado. 

Uma caixa. Debaixo da cama havia uma caixa que estava muito mal guardada, a velha tinha deixado metade da caixa para fora, por isso Katsuki conseguiu tropeçar naquele bendito objeto. O garoto trouxe a caixa para mais perto de si e sentou-se no chão para vasculhar o conteúdo que possa ter dentro. Era errado bisbilhotar? Era. Mas o garoto estava morrendo de curiosidade, então tacou o foda-se e foi logo abrindo a tampa. 

Fotos antigas e documentos. Era tudo que tinha ali dentro. Tentou ler o que eram aqueles documentos, mas achou um tédio e foi ver quais eram daquelas fotos. Tinha muitas fotografias espalhadas pela caixa, mas era tudo muito desorganizado, se perguntava se alguma vez aquilo já fora arrumado ou se iriam fazer isso algum dia na vida. Se deparou com milhões de fotos suas de quando era bebê até uns 6 anos de idade. Ficava olhando e não sabia se achava fofo ou constrangedor ( provavelmente vergonhosos demais ). Mas quando viu uma das fotografias, quase teve um ataque da qual poderia explodir qualquer coisa que visse pela frente. Na imagem estava Katsuki e o pequeno Midoriya sentados juntos em um carrinho de bebê. As mães se conheceram um pouco antes dos filhos entrarem na creche, por isso se tornaram boas amigas, e consequentemente seus filhos também eram muito próximos. Mitsuki e Inko acabaram perdendo um pouco o contato ao passar dos anos, mas seus filhos ainda se encontravam para brincar por aí, mas com o tempo, a relação de amizade entre os pequenos acabou se tornando uma relação de muita rivalidade. Katsuki tinha um ódio tremendo de Izuku, tanto é que o apelidou de Deku como uma forma de menosprezá-lo, mas mesmo não indo com a cara do garoto, Katsuki amadureceu muito seu pensamento depois de mais de um ano estudando na UA. Largou a foto que observava para procurar outra que prestasse. 

“ Casamento de Mitsuki e Masaru ”, estava escrito atrás de uma das fotografias. Na foto, estava Mitsuki em seu lindo e rodado vestido branco de noiva segurando buquês de rosas vermelhas, e ao lado Masaru, que trajava um terno elegante e gravata borboleta. O fotógrafo captou bem na hora o momento mais marcante de um casamento e que simbolizava todo o amor do casal. A mulher estava com as mãos estendidas enquanto o homem colocava uma aliança em seu dedo. Podê-se notar todo a magia e amor transmitida em apenas um gesto. Bakugou nunca se interessou muito em ouvir a história de amor dos pais, porque amor não era algo que ele se importava muito, mas ao ver aquela foto sentiu-se uma sensação diferente no peito, como se estivesse... emocionado? Talvez. Mas de qualquer forma, o bombinha não gostava de ter e nem sentir tais sentimentos, então resolveu esquecer tudo e tampou a caixa. 

Quando colocou a caixa debaixo da cama onde encontrou, percebeu um envelope um pouco mais para o fundo. Esticou seu braço para tentar pegar e se surpreendeu com o que estava escrito. 

“ Ultrassom Katsuki e Hana ”. 

- Hana? Que porra é essa?- Disse Bakugou baixinho e resmungando ao mesmo tempo. 

O menino abriu o envelope e viu fotos de quando era apenas um feto, mas notou que as duas fotos que haviam eram diferentes, não pareciam ser apenas de um mesmo bebê. 

Katsuki pegou o outro documento que tinha no envelope e começou a ler. Um papel continha informações do garoto, mas seu choque maior foi quando leu o outro. 

“ Bakugou Hana ”

No papel, continha os mesmos dados do documento falando sobre Katsuki, como data da consulta, se estavam saudáveis, sexo do bebê etc... Mas o que se apavorou foi quando nos dois papéis constava a palavra “ gêmeos ”.

Bakugou não entendia bulhufas sobre maternidade ou o que quer que seja, mas ficou paralisado quando finalmente fez as ligações do que poderia estar acontecendo.

- E-eu... tenho uma i-irmã?

Ficou uns 5 minutos sem se mexer ou falar nada, mas de repente surgiu um sentimento de raiva, mas não as que ele normalmente sentia, agora era uma raiva misturada com um sentimento vazio e de perda. O garoto precisava de explicações para o que ele acabara de ver.

Se levantou batendo os pés no chão e com os papéis em mão. Era inaceitável que seus pais nunca haviam se quer lhe dito nada sobre isso. Ao se virar para a porta, percebe a presença de uma Mitsuki chorosa encostada na batente da porta, e antes que pudesse andar mais um pouco, seu corpo congelou, e seu olhar não era mais de raiva, mas sim de dor, e nem ele mesmo sabia o porque de se sentir daquele jeito. 

Mitsuki sem aviso prévio, correu em direção ao filho e o abraçou de surpresa. O menino que antes ficou parado no lugar sem saber o que fazer, agora não sabia como se expressar de maneira alguma, apenas retribuiu o abraço da mãe. 

Ficaram longos minutos abraçados apenas sentindo a companhia um do outro. Nunca em 17 anos de vida, Bakugou ficou tão próximo de sua mãe como ele estava agora. A sensação era estranha, mas não era ruim... Será que era assim a relação que a maioria dos pais tinham com seus filhos? De tanto... afeto?

Mitsuki se separou dos braços do filho e fechou a porta, sinalizando o início de uma ( talvez ) longa conversa. A mãe pegou os documentos da mão do garoto e tentou enxugar as lágrimas que escorriam de seus olhos. Katsuki ainda não acreditava na situação que estava presenciando. 

- Senta aqui Katsuki, meu filho.- disse de forma serena enquanto se sentava na cama, uma raridade dentro da casa dos Bakugou. Mas falou de modo mais carinhoso ainda, na palavra “ filho ”. 

- O que significa isso?- Bakugou não queria soar de modo grosseiro, mas acabou falhando. A mãe apenas riu um pouco e voltou a ficar com um semblante triste.

- Eu...- Tentava encontrar as palavras certas para se expressar.- Quando fiquei grávida de você, foi o melhor dia de minha vida.- Disse quase entre as lágrimas que insistiam em sair.

Bakugou nunca viu sua mãe chorar. Mas era um sentimento que estava o abalando. 

- Sabe meu Katsuki... você foi o presente mais especial que a vida me deu. Todos os dias eu rezo por você estar bem e estar alcançando seus sonhos. Quando descobri que estava grávida, pensei em ficar desesperada, mas foi a melhor sensação que eu poderia ter tido em toda a minha vida. Você...- Não se segurou mais e desabou em choro.- é o frutinho de meu amor com seu pai.

Katsuki nunca havia ouvido palavras tão carinhosas e afetuosas de sua mãe. Quando ela citou que ele era o fruto do amor entre seus pais, logo se lembrou da foto que tinha visto do casamento deles, e abaixou sua cabeça, já sentindo as lágrimas que insistiam em cair. A mãe viu a ação do filho e resolveu abraçá-lo, como um gesto reconfortante. Nunca tinha visto o filho se abrir dessa maneira, assim como ele nunca tinha visto a mãe. 

Ela se separou do garoto e continuou:

- Esse ultrassom... como percebeu, não é só seu.- Parou por um momento fungando e enxugando as lágrimas, mesmo sabendo que era inútil pois só iria chorar ainda mais.- Eu... não estava esperando apenas você amor... Eu... estava esperando um casal de gêmeos.- Terminou a frase dando um sorriso mínimo enquanto olhava a foto do feto de Hana.

- Mas então... como?- Katsuki com um nó na garganta, se atreveu a perguntar. Estava com as bochechas vermelhas pelo choro.

- Bem... no dia do parto.- O coração da mulher se apertou, mas respirou fundo para poder continuar.- Estava tudo certo... pelo menos era o que eu pensava. Mas...- Não conseguiu se controlar e acabou chorando mais ainda, e agora o filho era quem abraçava a mãe consolando-a.- Quando o médico se propôs a ouvir o coração de vocês para checar se estava tudo bem...

- Calma... respire e continue.- Bakugou não se importava mais em deixar rolar as lágrimas em seu rosto, já estava se abrindo de qualquer forma com sua mãe. Não estava com paciência para ser orgulhoso. 

- E-Ele não ouviu-u os bati-imentos d-de H-hana.- Falou entre soluços e se afundou novamente em lágrimas. 

Mesmo Katsuki nem sabendo até a pouco  tempo da existência da irmã, chorou mais ainda ao escutar o que a mais velha tinha acabado de dizer. Uma sensação de perda e saudade o tomava por inteiro, e nem entendia do porque, já que nunca chegou a conhecê-la, mas naquele momento era inevitável. O menino nunca pensou na possibilidade de ter irmãos, mas saber que poderia ter tido uma irmãzinha o deixou feliz por um instante, mas logo em seguida se tocou que não daria de qualquer maneira. 

Raiva. Depois de todo o sentimento mole que o garoto estava passando, agora algo mais bruto estampava em sua face.

- Isso não é justo... NÃO É JUSTO!!- No começo falou murmurando, mas no final explodiu, dando um susto em sua mãe.

- Katsuki...- a mais velha queria o acalmar, mas foi cortada.

- Por que... POR QUE?? POR QUE ISSO ACONTECEU? TUDO PODERIA SER DIFERENTE, SE NÃO FOSSE ISSO, NÃO ESTARIA CHORANDO E SOFRENDO, E PODERÍAMOS TER A COMPANHIA DE MAIS UMA PIRRALHA NOS ATORMENTANDO AQUI EM CASA!!- Nem Katsuki sabia mais o que falava e pensava, apenas abraçou sua mãe de volta com mais força e chorando até não poder mais. O garoto estava se surpreendendo consigo mesmo por tais atos.

- Isso... também é tudo minha culpa...- Falou a mulher de modo devagar.

- O que?- Bakugou se acalmando um pouco, ficou confuso com a frase dita por sua mãe.

- Seu comportamento.- Mitsuki olhava fixo para o chão, enquanto Bakugou arregalava um pouco mais os olhos em sua direção, temendo o que a mulher poderia falar.- Você é assim por minha culpa, eu te eduquei de forma errada.

Mitsuki abraçava com mais força o filho, que conseguia sentir a dor que ela sentia e a culpa a consumindo.

- Fui educada de forma parecida, por isso tenho um jeito meio explosivo também, mas não tanto como você.- Ela olhava diretamente nos olhos de Katsuki que estava imóvel. Ele não sabia que a mãe se sentia tão culpada por ter lhe dado essa educação, mesmo sabendo que não era a mais ideal de todas.- Eu... prometi a mim mesma quando estava grávida, que seria  responsável e carinhosa, e não bruta e tão agressiva... Eu falhei como mãe, me desculpe Katsuki.

Katsuki não estava gostando nem um pouco para onde aquela conversa estava andando. Não acreditava que sua própria mãe estaria falando coisas horríveis sobre ela mesma e ainda por cima se culpando daquele jeito. Então se levantou da cama e fechou seus punhos com força por conta da raiva que atormentava sua mente. 

- NÃO!- Pausou um pouco, enquanto Mitsuki olhava seu filho de forma surpresa pela sua atitude.- Nunca mais... NUNCA MAIS FALE ISSO!! NÃO CONSIGO ACREDITAR QUE MINHA PRÓPRIA MÃE, A MULHER QUE ME PÔS AO MUNDO, ESTEJA FALANDO TANTA MERDA SOBRE SI MESMA DESSE JEITO!! 

Mitsuki se espantou com a fala do filho, e logo voltou a chorar. 

- Meu filho... eu juro que não queria que fosse assim! Eu... fiz isso porque queria te proteger do mundo, mas fiz da forma errada.- Se derramava em lágrimas a cada palavra que citava.- Eu não queria perder mais alguém... QUE TANTO AMO!!

Mitsuki não se aguentou e novamente se levantou e abraçou o garoto. Bakugou derramava muitas lágrimas e abraçava sua genitora com mais força. 

Aquele gesto... aquele gesto era mais que um sinônimo de carinho ou afeto. Aquilo simbolizava o amor fraternal que ambos possuíam um com o outro, mas que ficou trancado em um cadeado a 7 chaves no coração de cada um, mas que agora desabrochava como nunca, depois de tantos anos.

Um abraço. Isso era novo para eles, que antes conviviam a base de tapas, mas que agora poderiam iniciar uma nova fase de convivência entre eles. Algo que ficou guardado tanto tempo dentro de si mesmos, poderia ser sentido pelos dois. 

Encostado na porta, se encontrava Masaru, com um simples sorriso no rosto ao ver aquele afeto entre as pessoas que ele mais amava no mundo, algo que não esperava tão cedo, mas ficou surpreso e feliz por estar vendo a cena acontecendo naquele momento. 

Masaru foi se aproximando dos dois e notou documentos em cima da cama. Sabia exatamente sobre o que conversavam e como chegaram a estar nessa situação em que se encontravam. Mitsuki sentiu a presença de seu marido e o puxou para um abraço coletivo. Katsuki não protestou, apenas aproveitou o momento em família, se sentindo imensamente grato por ter aquelas pessoas ao seu lado. 

Depois de alguns minutos de mais um pouco chororo, os integrantes da família se desfizeram do abraço e olhavam uns aos outros com olhares diferentes. Uma nova aura surgia sobre aquele grupo de indivíduos. 

Os três saíram do quarto, mas antes de Mitsuki fechar a porta, abraçou o filho por trás acariciando seus cabelos bagunçados.

- Fico feliz por você estar hoje aqui comigo, meu bem.- disse toda orgulhosa e grata. 

Katsuki apenas deu um sorriso mostrando-se feliz com aquelas palavras.

Mesmo se a relação ainda for de brigas e gritaria como de costume, todos daquela casa sabiam que a aura daquele ambiente seria diferente. A união estava presente. 

- Eu te amo, Katsuki

- Eu também te amo, velha



Notas Finais


Esse foi meu primeiro imagine com o Bakugou, espero que tenham gostado!!


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