História Memories In Photos - Capítulo 3


Escrita por:

Postado
Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Anna Rosie, Matthew Garcia, Policial, Romance
Visualizações 1
Palavras 2.317
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Luta, Policial, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oie gente, volteeeeeeiiiii
Sei que demorei muitoooo pra postar o novo cap, mas tive uma série de problemas pessoais
O próximo capítulo já está em andamento e jájá será postado

Chega de enrolação e boa leitura ....

Capítulo 3 - Phote Two


Fanfic / Fanfiction Memories In Photos - Capítulo 3 - Phote Two

Narradora On

 

 

Garcia acabara de efetuar uma prisão quando um a gente chega perto:

 

Agente: - Detetive temos outro caso de emergência, Linha vermelha: North Hollywood – Downtown LA. Parece que foi um ataque, a Dra. Rosie já está no local e deve dar mais informações.

 

Garcia: - Estou indo para lá – disse indo em direção ao carro da polícia.

 

 

Chegando ao local, colocou uma roupa para proteção. Assim que adentrou no metrô percebeu que havia uma grande quantidade de corpos naquele vagão e Garcia pensava apenas em quantas pessoas foram afetadas.

 

Assim que avistou Rosie, foi em sua direção enquanto a mesma analisava algum outro corpo dentre aqueles tantos.

 

Anna Rosie: - Boa tarde detetive, vamos ao caso desta tarde... Ataque químico não sabe exatamente o horário exato do ataque, os analistas estão olhando as câmeras de segurança para saber se há algum suspeito ou até mesmo o próprio assassino. O crime aconteceu aproximadamente por volta das 13:00 da tarde, segundo algumas vítimas que conseguiram escapar quando perceberam pessoas caindo aos poucos.  – Matthew se agachou para olhar mais de perto um dos corpos e Anna logo percebeu – O que foi detetive?

 

Matthew: - Essa arma química fez um estrago aqui, mas espera – olhou para o corpo de maneira mais atenciosa – Conheço esse homem – se levantou de maneira rápida e começou a andar entre os corpos – E aquela mulher também e... 

 

Anna Rosie: - Matthew quem são essas pessoas? – disse assustada e assim que chegou mais perto reconheceu uma das vítimas.

 

 

×-×

 

 

 Estavam todos reunidos na sala de reuniões do departamento para que as ideias fossem expostas.

 

Matthew: - 30 vítimas e apenas um vagão afetado, parece que nosso assassino tinha possíveis ou um possível alvo. Foi encontrado entre as vítimas três pessoas em destaque: o empresário Johnson Moore do banco Santander da Espanha, uma bióloga chamada Sandra Hill e um candidato, um professor de química de faculdade, professor Nelson Allen – dizia explicando aos seus colegas de trabalho que olhavam atentamente para a grande tela onde mostrava as vítimas. 

 

Diretora Geral: - E qual a ligação dessas três vítimas? – pergunta a diretora, com um olhar para seus agentes um tanto quanto confusa.

 

Anna Rosie: - Não sabemos exatamente que ligação, mas parece que o professor estava recebendo visitas semanais da bióloga, a polícia está na casa das vítimas a procura de alguma evidência. 

 

Diretora Geral: - Anna, me fale sobre os corpos e o que mais descobriu. – disse olhando em direção à cientista que agora sentia um pouco de pressão, mas não deixou parecer.

 

Anna Rosie: - Sobre as vítimas, descobrimos que o assassino colocou o produto químico dentro da ventilação do metrô para se espalhar com mais facilidade. Com o produto espalhado nos dutos desse vagão, a primeira reação foi à queima e a ardência nos olhos e com essa fumaça assim que inalasse como aconteceu, assim que todos respirassem o suficiente mesmo que fosse pouco, foi tempo bastante para que a fumaça tóxica queimasse e logo derretesse os órgãos internos, mas o que destaca os três corpos foi que eles não morreram pelo mesmo efeito que os outros. As vítimas deram uma possível convulsão e morreram, assim que abrimos os corpos descobrimos que os três haviam tomado algum tipo de substância, uma espécie de pílula e é essa aqui – e colocou na tela e logo em seguida Anna foi interrompida.

 

Matthew: - Parece que encontramos uma pista na casa do professor, parece que professor tinha um laboratório secreto. – disse com olhando para o seu celular – acabaram de me mandar as fotos e mensagens, temos que ir

 

Diretora Geral: - Vá agora para lá Matthew e interrogue o suspeito. Anna, continue a sua investigação da pílula. Só quero este saber deste caso quando ele estiver encerrado – disse a diretora enquanto se levantava de sua cadeira com sua feição séria – estão todos dispensados.

 

Todos saíram para efetuar suas respectivas atividades sem dizer uma palavra sequer. 

 

Anna assim que entrou em seu laboratório chegou mais perto do seu analisador e se sentou. Seus olhos começaram a arder de tanto olhar para aquela pílula transparente, parecia que não tinha fim aquilo, era um beco sem saída e quando pensava que estava chegando mais em algum lugar sempre estava faltando alguma informação, alguma peça do quebra cabeça. Anna sabia que seu limite estava chegando então resolveu sair para pegar um café e comer alguma coisa já que passara mais de 5 horas sem comer.

 

Assim que avistou um carrinho vendo o café foi sem mesmo que seu cérebro pudesse pensar. Pediu um expresso e uma rosquinha, deu o dinheiro e em seguida agradeceu. Voltando pelo mesmo caminho em direção ao trabalho, a doutora deu uma mordida avantajada em sua rosquinha e tomou um gole de seu café. Quando estava na porta, ela sente alguém esbarra o que fez que ela derramasse em seu sobretudo seu café que mal havia tomado e quando o homem percebeu o que havia causado logo parou. Anna mesmo indignada abaixou para pegar o copo que agora se encontrava no chão numa poça de café.

 

 

???: - Desculpe, senhora eu não vi deixe que eu pego o copo – disse se agachando junto à Anna. 

 

Anna Rosie: - Tudo bem, só preste mais atenção quando... – assim que Anna levantou teve uma grande surpresa – Dylan? – falou assustada e outro sentimento que não sabia se era de ódio ou de perdão ou de abandono ou não era apenas nada.

 

Dylan: - Anna Rosie? – disse com sua face surpresa, mas também sem graça – Desculpa-me, estava... estava vendo as coisas do trabalho e me distraí, foi sem querer mesmo.

 

Anna Rosie: - Sei como é, fico assim tempo todo – seus olhos se encontraram, mas Dylan logo desviou – Eu preciso ir. Até logo

 

Dylan: - Até mais e me desculpa mais uma vez pelo café e pela sua roupa. Não quer que eu compre outro, Rosie?

 

Anna Rosie: - Não, obrigada – disse ela de maneira que não parecesse grossa.

 

Dylan: Eu te devo uma então.

 

 

Os dois saíram cada um em sua direção. Anna foi de maneira tão fixa para seu laboratório que mesmo que alguém quisesse falar com a mesma não tinha chance. Ela entrou de maneira rápida, fechou a porta de sua sala, sentou em sua cadeira e deixou a rosquinha que havia sobrado, naquela altura teria perdido a fome. Percebeu que tinha mais resultados de análises e exames que fizeram no corpo e até mesmo a análise da pílula misteriosa. Abriu os papéis para analisar e antes que pudesse ler, foi em seu celular e abriu sua galeria e passando o dedo se deparou com a foto dela e de Dylan, quando ainda eram melhores amigos e a parti dali as lembranças vieram à tona.

 

 

(Flashback)

 

P.O.V Ana Rosie 

 

 

Los Angeles, Segunda feira do dia 10 de abril de 2014.

 

Eu estava me arrumando, Dylan ia passar daqui a pouco para darmos uma volta como ele diz. Botei uma camisa de manga longa branca, um short jeans claro e um tênis branco; prendi meu cabelo fazendo um rabo de cavalo e uma maquiagem simples para não dizer que estou de cara limpa.

 

A campainha tocou alguns minutos depois. Peguei uma bolsa de alça preta e fui abrir a porta.

 

Anna Rosie: - Olá Dylan, acho que atrasou um pouco – rio de forma que um pequeno deboche saísse no ar e em seguida dei-lhe um abraço.

 

Dylan: - Quando você se atrasa eu nunca reclamo Sie – sim, Sie era como ele me chamava, por mais que eu achasse estranho ele nunca mudava. – Vamos meu carro está lá embaixo.

 

Fechei a porta do apartamento e fomos para o elevador. Dylan e eu somos tipo muito amigos mesmo, somos amigos do tipo que se eu vê uma borboleta Dylan vai ser a primeira pessoa a saber. Nunca escondemos nada um do outro, somos amigos já tem uns 3 ou 4 anos não sou boa com datas, mas desde que me aproximei dele pensei que era uma pessoa, mas só depois que eu realmente o conheci é que eu descobrir quem era ele de verdade. Dylan sempre foi um cara muito quieto, às vezes me dá até uma agonia, é muito protetor (até demais outras vezes), mas sempre ta me ouvindo e eu divido tudo com ele. Não consigo me imaginar sem essa super amizade; é claro que já tivemos uma queda um pelo outro, às vezes até acho que ele tem, mas da minha parte não o conseguia vê além de um amigo e isso me preocupava quase sempre.

 

Dylan quis me levar a um shopping no centro mesmo de Los Angeles, assim que chegamos Dylan estacionou o carro perto da porta principal do shopping. Entramos e eu sem pensar duas vezes fui logo em direção ao cinema, Dylan foi comprar os ingressos para assistirmos algum filme de comédia e eu fui comprar as comidas obviamente. Só faltava a pipoca e quando estava chegando a minha vez percebi Dylan se aproximar de mim, peguei duas pipocas uma média para mim e uma grande para ele. Assistimos a um filme de comédia e não parávamos de rir um segundo que quer durante o filme, foi bastante divertido.

 

O filme havia acabado e depois fomos tomar um sorvete apesar de que Dylan cismou que queria um hambúrguer e eu já não sabia aonde ia tanta comida naquela barriga e pior é que o bicho não era gordo e isso me dava uma raiva, mas ele venceu comprou um hambúrguer dele e eu uma casquinha era a única coisa que aguentava.

 

Fomos para o estacionamento em direção ao carro quando eu não sei como eu consegui tropeçar nos meus próprios pés. Num gesto rápido, Dylan me segurou e nossos corpos ficaram ali colados um no outro e meu coração estava parecendo que ia pular do meu corpo. Aproximamos-nos mais e quando vi eu já podia sentir a respiração dele, minhas pernas tremiam e quando vi nossos lábios se juntaram. Era um beijo calmo, doce e tão envolvente não consegui me separar. Separamo-nos por falta de ar e nos entreolhamos me afastei um pouco e em poucas palavras disse:

 

Anna Rosie: - Vamos?

 

Dylan: - Ah claro – disse destravando o carro.

 

 

Já era a metade do caminho e ninguém havia comentado nada, nem de cinema, nem de comida, nem do beijo. Eu não estava preparada, Dylan e eu querendo ou não queríamos aquele beijo, mas eu to confusa, é uma cria de sentimentos horrível e você nem sabe por onde começar. Não demorou para que ele ligasse o som e começou a tocar uma música e em minutos nós dois estávamos cantando juntos. Rimos, falamos sobre o filme, mas nada de beijo até agora então fingi ter esquecido, mas por dentro eu estava enlouquecendo.  Assim que chegou a frente do meu prédio:

 

 

Anna Rosie: - Obrigada Dylan, por tudo foi divertido – disse rindo meio sem jeito.

 

Dylan: - É eu gostei também bastante... Sie – quando ia sair do carro Dylan me puxou e me deu um selinho mais demorado, mas logo nos separamos.

 

Anna Rosie: - Eu... Eu preciso ir, tchau – foi a única reação que eu tive.

 

 

Entrei no apartamento deixei minha bolsa e sapatos de lado e me joguei no sofá. Ali mesmo comecei a pensar e falar comigo mesma

 

 

Anna Rosie: - O que foi isso Anna Rosie? O que deu em você? O beijo foi bom, mas eu não gosto mais do Dylan e não quero ir além da minha amizade com ele, não daríamos certo e não me vejo com ele além de um melhor amigo. Aí eu sou muito burra – digo colocando uma almofada em meu rosto – tantos anos pra acontecer isso, calma Ro. Calma nada e se... não. E se... não.  Melhor eu tomar um banho.

 

Depois disso tudo passou uns dias e Dylan e eu marcamos na minha casa para conversarmos, a gente precisava. A campainha tocou e fui logo atender. Lá estava ele, nos abraçamos e fomos para sala:

 

 

Dylan: Anna eu amo você – meu corpo se congelou – eu não aguentei no dia do shopping, eu sei que somos melhores amigos Sie, no começo achei que nem íamos continuar a conversar, mas com você foi diferente sabe? Já construímos tantas coisas e olha ao ponto que chegamos, eu quero você, quero você mais que uma amiga – meu coração batia mais rápido a cada palavra – eu sei que você ta com medo, eu também to Anna e não vou te fazer sofrer, você já perdeu muita gente então deixa eu cuidar de você um pouco mais, Anna olha... -

 

Anna Rosie: Dylan – disse o interrompendo – calma olha é muita coisa e sei que você tá nervoso, porque não para de bater o raio dessa bendita perna – demos uma pequena risada – Eu preciso pensar Dy, eu não sei. Você sabe que já gostei de você, mas vi que você só me via como uma amiga e aceitei isso e não consegui mais ver você como se fosse além disse, tipo nós, eu e você. Somos amigos Dylan tem 2 anos e nos conhecemos muito um do outro – eu já nem sabia mais o que falar para ele, coloquei a mão na minha cabeça e logo abaixei a mesma e em seguida senti um abraço.

 

Dylan: Não é porque eu sou apaixonado por você que vou deixar de ser seu melhor amigo – me encaixei naquele abraço – eu sempre vou estar aqui Anna sempre.

 

 

×*×

 

 

Dylan cismou de arrastar para uma festa de uns amigos dele, mesmo que eu não queira ir, preciso ir antes que ele venha me buscar pelos cabelos.

 

Eu pensei tanto sobre aquele dia da nossa conversa e vou dar uma chance para ele, ele ta certo a gente precisa da o primeiro passo e o Dylan me conhece muito bem e preciso falar isso, não posso esperar.

 

Já estava terminando quando meu celular toca...

 

 

Continua...


Notas Finais


Espero que tenham gostado, desculpa a demora gente mais uma vez.
Não deixem de comentar pfv
xôxô


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...