História Memories of a broken heart - Capítulo 6


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Categorias Mitologia Nórdica
Personagens Personagens Originais
Tags Ação, Comedia, Drama, Mistério, Misticismo, Mitologia, Romance
Visualizações 5
Palavras 1.666
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Violência
Avisos: Álcool, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Notas do Autor


Lobinhos e Lobinhas me perdoem pela demora por favooooor...
para compensar a capa desse capitulo é a Agnes, ai está a nossa amadinha do peito <3

Capítulo 6 - Uma viajem inesperada


Fanfic / Fanfiction Memories of a broken heart - Capítulo 6 - Uma viajem inesperada

Acordei em pulos, tive um pesadelo terrível envolvendo morte e dor a todos aqueles que estão envolta de mim, como se alguém quisesse que eu sofresse, mas graças a deus eu acordei bem e… no meio da noite, eu estava suando frio, não me lembrava do sonho mas mesmo assim eu sabia o que tinha acontecido.

 

Eram onze horas da noite, era até capaz de Davi está online no Facebook, mas infelizmente não. Resolvo tomar um banho porque eu já estava ficando peguenta de tanto suor, abro a porta do meu quarto e vou diretamente para o banheiro tomar um banho bem gelado, apesar de parecer torturante para alguns mas eu me acalmo com água fria.

 

Depois de tomar um longo banho, eu vou de toalha ,obviamente, para o meu quarto, separo roupas bem confortáveis para vestir-me, então resolvi chamar Shiro só para dar uma checada, ela fica confusa com a minha chamado porque aparentemente ela tem acesso a o que eu estou pensando e vendo.

 

—O que houve mestra?—Shiro perguntou com um tom de preocupação.

 

—Nada demais, só queria confirmar que não tinha sido um sonho.—me sentei na cama e abaixei a cabeça.

 

Shiro some novamente, então resolvo ver o novo episódio de Boruto,e depois depois resolvi terminar de uma vez Akame ga Kill. Eu não me conformei com a morte da Akame de jeito nem um, fiquei chorando muito depois disso, acho seriamente que sou de açúcar.

 

Quando terminei de assistir Akame ga Kill entrei o youtube e comecei a  ver umas AMVs, a primeira foi Sad Song, da banda We The Kings


 

“You and I   (Você e eu)

We're like fireworks and symphonies   (Somos como fogos de artifício e sinfonias)

Exploding in the sky   (Explodindo no céu)

With you, I'm alive   (Com você, eu estou vivo)

Like all the missing pieces of my heart(Como se todas as peças que faltam do meu coração)

They finally collide   (Finalmente colidem).”

 

Paro em alguma música ai que eu não me lembro mais, mesmo com a minha gigante janela de vidro fechada e com uma cortina eu posso sentir a luz do sol no meu rosto, afasto as cortinas e abro a janela, coloco minha cabeça para fora e sinto o vento em meus cabelos.

 

Como já eram seis horas da manhã eu resolvo tomar café, provavelmente minha mãe já estaria acordada. Descendo as escadas vejo minha mãe fazendo o café.

 

—Mãe deixa que eu faço para você.—falou descendo as escadas lentamente.

 

—Filha?—ela deu um leve sorriso e eu também .—Acordou tão cedo hoje.

 

—Não consegui dormir direito, acordei no meio da noite.

 

Ela estava com um olhar preocupado, mas mesmo assim eu vou ajudá-la com o café. Depois de arrumar tudo minha mãe pede para que eu chame Raven, eu subo as escadas correndo e abro a porta do quarto dela com toda a força.

 

Vou correndo na direção de sua cama  e começou a sacudi-la .

 

—ACORDA PRA VIDA RAVEN !!!— eu gritava como uma criancinha de cinco anos de idade.

 

—Para de gritar sua louca.— falou Raven com a voz sonolenta—Eu quero dormir.

 

—A mamãe mandou te acordar para comer.—ela faz sinal de “não” com a cabeça, então não tenho outra opção além de carregá-la.

 

Pego Raven nos braços sem nem um esforço, ou aquela anãzinha ia por bem ou ela ia por mal.

 

—ME SOLTA AGNES!

 

Chegando nas escadas ela começa a espancar as minhas costas, comecei a cambalear e nós duas rolamos escada a baixo como dois sacos de bosta.

 

—Olha o que você… —Raven é interrompida pelo olhar assassino da nossa mãe.

 

Nós acreditamos que ela tem um lado sombrio e oculto dentro de si, por isso evitamos irritar ela, ficamos quietas e levantamos em silêncio, mas mesmo assim ela ainda nos encarava, sentada na cadeira, com cara de quem ia pegar uma AK-47 do bolso e matar todo o mundo.

 

Depois de terminarmos de comer recebi uma ligação de Davi.

 

—Agnes?—Davi estava falando bem baixinho.

 

—Oi Davi.— fui para o canto da parede e me escorei na mesma.

 

—Eu fiquei preocupado por conta de tudo o que aconteceu ontem.—ele continuava falando baixinho.—E queria saber  se você está bem.

 

—Eu to bem sim, e a Mary, como ela está?

 

—Ela está ótima, olha a gente se fala depois— aparentemente ele estava muito ocupado— beijinho, tchau.

 

Ele disse beijinho? Eu ouvi mesmo isso, ou estou ficando louca? Pois é, isso não importa agora, dei um abraço bem apertado em minha mãe e peguei minha bicicleta. Eu ia na direção da floresta até que escuto a voz de Mary logo atrás de mim.

 

—Eu vou com você.—ela estava na sua moto e me fez parar, graças a deus Davi não estava com ela.

 

Ela estava indo bem devagar com a moto para mim conseguir acompanhá-la, quanto mais perto chegamos da floresta mais eu me sentia livre e calma, Mary começou a ir na frente com a intenção de que eu a seguisse, e foi o que eu fiz.

 

Ela estava me levando para uma parte da floresta que eu não conhecia, uma parte que era diferente de toda as outras, naquele lugar havia várias criaturas, eu cheguei a ver fadas e três unicórnios, por um momento me senti em casa mais do que nunca até que Mary para e por um acaso do destino Davi estava lá, a como eu queria matar ele, ele estava de costas para nós e sentado num tronco seco, admirando toda aquela beleza.

 

Mary desce da moto e eu da bicicleta, ela vai na direção de Davi e eu fico parada do lado da minha bicicleta com cara de “meu deus esse cara tá em todos os lugares”, Mary olha para mim com uma serenidade no olhar de outro mundo, ela começa a falar alguma coisa com Davi que eu não consegui escutar, só sei que Davi vira a cabeça para mim e sorri.

 

—O que foi Agnes?— Davi estava bem animado, ele fez um gesto com a mão pedindo para que eu fosse para lá.—Vem aqui menina, parece que viu um fantasma.

 

Uma fada pousa no meio da minha nuca, no momento me sinto assustada e paraliso, o pequeno ser fofamente fofo desce para o meu ombro, eu olho para ela, e ela olha para mim, então eu vejo que é a mesma fada que estava no quarto de Raven outro dia, o pequenino vai voando para longe de mim então começo a caminhar até Davi.

 

—Eu já vi aquela fada na minha casa!—Falo me sentando um pouco afastada de Davi.—A filha da mãe desgraçada.

 

—Assim você ofende as fadinhas Agnes.—falou Mary rindo.

 

Então a fadinha sai de trás de uma árvore extremamente ofendida, suas orelhas estavam abaixadas, e seus olhos lacrimejando, eu me senti um monstro naquela hora, queria me matar pelo o que tinha feito.

 

—Agnes...—Davi estava com uma cara de “oque que está acontecendo”.

 

—Me desculpa fadinha.—Falo pegando aquele bichinho mágico nas minhas mãos.—Eu fui muito grossa com você sua fofa.

 

Nesse mesmo momento a fada bate suas asinhas e estampa um pequeno sorriso no seu rostinho pálido, eu acho que agora eu e a fadinha somos amigas, tenho essa leve impressão.

 

Davi  começa a me falar coisas sobre Shiro ter aparecido no meu sonho antes de virar meu totem, ele me diz que deve ter um propósito, como se no futuro eu fosse precisar muito da proteção e ajuda dela, eu escutava com toda a atenção do mundo, e Shiro estava ali do meu lado só ouvindo a conversa, sentadinha no chão.

 

—Shiro isso é verdade?—pergunto olhando diretamente nos seus olhos.

 

—Bem mestra, todos quem tem um totem um dia vão precisar da proteção dele.

 

Depois de mais um tempo falando sobre ontem, decidimos voltar para casa, já fazia um tempo que eu tinha saído então minha mãe ficaria preocupada. Davi e Mary continuam na floresta, mas eu fui para casa.

 

Chegando em casa dou um forte abraço em Raven quando minha mãe pede para que eu fique mais um tempinho na sala.

 

—Precisamos conversar.—afirmou minha mãe com um olhar meio triste, fiquei preocupada de imediato— Eu tenho que ir para Los Angeles resolver umas coisas do pai de vocês, sinto muito por isso mas vou ter que deixar vocês a Tia de vocês.

 

Eu já sabia de que tia ela estava falando para estar daquele jeito, ela estava falando da tia Bella, a tia mais maluca que um ser humano pode ter nesta terra. Aparentemente Raven também já sabia que era ela, então ficou extremamente animada com a ideia, diferente de mim, não queria ficar longe da minha mãe ainda mais agora que as férias no meio do ano estão chegando.

 

Depois que meu pai morreu acho que eu me distanciei dela, como se tivesse esquecido que não era só eu que estava sofrendo.

 

Infelizmente daqui a uma semana ela já iria viajar e ficaria por lá por um bom tempo, vou para o meu quarto correndo, eu precisava pensar. Me sento na cadeira do computador e dou uma jogadinha, aproveito para ler meu livro de mitologia que peguei na biblioteca da escola, faltava bem pouco para terminar ele.

 

Apesar de saber que hoje é um sábado, eu queria ter mais aulas de misticismo, e eu não posso esquecer de perguntar para a professora o que mitologia tem haver com essas coisas que a gente vê, tipo, de onde caralhos isso vem? Por que nós?

 

Essa semana passou num piscar de olhos. a professora de mitologia explicou que aparentemente esse nosso dom vem de um lugar de yggdrasil que é ligado a Midgard e esse dom só se desperta numa fase difícil da vida, como o sharingan, mas ele não está dentro de todos os humanos, só alguns.

A despedida foi difícil, apesar de saber que seria legal passar esses dias com a tia Bella, eu sentiria muita falta da minha mãe...

 



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