História Mestre das armas: Caçado por todos - Capítulo 2


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Categorias 007, Histórias Originais, John Wick, Metallica
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NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Policial, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - Preparatório


Fanfic / Fanfiction Mestre das armas: Caçado por todos - Capítulo 2 - Preparatório

Após a inconveniente ligação de Rivadávia, fui para a cozinha preparar algo para comer.

Ouvi um barulho vindo do andar de cima. Saquei a Beretta 21 que sempre carrego, para evitar situações inconvenientes como esta.

Subi as escadas devagar e me deparo com um homem sentado no meu sofá.

-Eu tenho uma porta para você entrar e um telefone para ligar.

-Eu sei, mas isso eu precisava falar pessoalmente.

-Qual foi a parte que você não ouviu de "eu tenho uma porta"?

-Tá bom. Na próxima eu tento entrar por ela - o homem se levanta, seu cabelo ruivo resplandecia com o pequeno raio de sol que adentrava na floresta e sua pele vermelha, causada pelo sol, caracterizava ele.

-Eai Lucca, como vão os negócios?

-De mal a pior...

-Passou mais tempo na praia do que no escritório? - Usei a ironia que aprendi com Letícia.

-Engraçado - Lucca nunca teve um tom de humor muito ofuscado- Eu tenho um rival no ramo de carros... ele trouxe uns carros importados e está fazendo sucesso...

-E o que eu tenho com isso? - Comecei a descer as escadas e ele me seguiu.

-Bom... você sabe... - ele parecia constrangido.

-Ah, claro que sei - Estendi uma xícara para ele, mas ele rejeitou.

-Eu pago o quanto você quiser, ou te dou qualquer coisa!

-A única coisa que eu quero é o meu amor de volta, mas isso é impossível - Sentei na cadeira da mesa de jantar que havia na cozinha- Você é meu amigo e sabe que pode contar comigo, mas você só me procura quando quer que eu mate um rival. Você podia me chamar para um churrasco entre amigos, sair numa sexta a noite, ou sei lá...

- Você nunca está disponível, ora bolas.

-Olha eu aqui.

-Tá bom. Quer sair na sexta? Eu chamo os meninos...

-Não quero, vou estar ocupado resolvendo seu trabalho - Ele olhou para mim e sentou na outra cadeira disponível - Me passe as informações.

-O nome dele é Mauricio Havier, um dinamarquês que veio fazer dinheiro aqui no Brasil, visto que a economia tem subido muito após aquela previdência que foi aprovada...

-Sabe a localização dele?

-Foi para Roma, num evento de leilão de carros, onde também estarei daqui dois dias.

-Segurança?

-Altamente blindado.

-Tá bom. Te vejo daqui dois dias...

**

Mais tarde passei na alfaiataria para comprar um terno, umas camisas e umas gravatas.

Liguei para Letícia para avisar que iria sair de novo. Como sempre, ela ficou preocupada, então, desliguei antes dela surtar.

Era um dia quieto demais, não escutei o cantarolar dos pássaros e nem sequer um carro passou na rua (existem alguns moradores próximos).

Antes de deitar, faço uma oração, como de costume e leio um pouco do livro que comprei recentemente, "The Godfather".

**

No outro dia fui até o aeroporto de Vitória e então viajei para Roma. Liguei para um amigo que morava em Roma para pedir estadia por alguns dias. Seu nome era Guilherme Freitas, magro e branco de cabelos castanhos. Ele, como um bom amigo, foi me buscar no aeroporto com seu Audi R8.

-Que máquina - Entrei no carro e apertei  a mão dele.

-Tenho melhores - Ele sorri.

-É, eu sei.

-Como vai a vida?

-De mal a pior, mas, tô vivendo.

-E ela, como está?

-Bom, faz dois meses que não conversamos. Pelo que o Luiz (contato mais próximo) me contou, ela foi roubada.

-E você não comprou outro pra ela?

-Sabe, eu preferi fingir que não estava no Brasil.

A esposa de Freitas, já esperava a minha chegada e preparou um belo jantar. Foi bom lembrar que eu tenho ótimos amigos.

Ao final da noite fui para meu quarto e Freitas entrou para conversar.

-Qual o nome?

-Mauricio e alguma coisa - Não me recordava o sobrenome - Você ainda tem o quarto de armas?

-Ter eu tenho, mas não nessa casa. Quando tive meu filho... você sabe... ela quis uma vida mais segura, longe de armas. E agora eu sou um empresário.

-Entendo seu lado... no meu caso... é, você lembra da merda que rolou.

-Claro que lembro...

-E Mateus? O que ele está fazendo?

-Amanhã você verá.

-Ok

-Alecs você não deve saber.

-Ele sumiu do mapa, mas um dia ele aparece.

- Você me leva até as armas amanhã?

-Claro - Ele tira algo do bolso - Pega aqui. É a última foto da turma reunida.

-Ah, que legal.

Peguei minha carteira e coloquei atrás da foto de Ana.

-Amanhã vai ser um péssimo dia...
 

 



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