História Meu Ex bully É Um Nerd - Capítulo 10


Escrita por: e _inha-chan

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amizade, Auto-estima, Bullying, Colegial, Família, Romance, Suicida, Yaoi
Visualizações 26
Palavras 1.348
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Ficção Adolescente, Hentai, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


*nada a comentar

Capítulo 10 - Amizade ou algo a mais


Fanfic / Fanfiction Meu Ex bully É Um Nerd - Capítulo 10 - Amizade ou algo a mais

- Aki  – falo quase gaguejando, ele tirou quase meu ar todinho.

- Ah oi jio-chan, chego mesmo a hora do jantar. Entre, vou só botar uma camisa e eu volto já – ele falou meio intimidado. Claro, eu olhando pra ele feito um urubu, olhando para restos de carne podre.

 Ah ok... – eu entro e aki sai correndo pra as escada até seu quarto.

Bom, bora ver como é a casa do famoso galã aki. Eu ando um pouco desajeitado (por causa da vergonha) “pensamento- aqui está muito escuro”, eu vejo um pequeno facho de luz no final do enorme corredor. Eu ando e ao mesmo tempo olho os quadros na parede e francamente, qual casa que tem tanto retratos assustadores assim? Parece eu estou em uma casa mal assombrada! ... Ah deixa pra lá. Finalmente chego na sala de jantar e o aspecto é totalmente diferente do que aquele corredor muito estranho. Uma sala mais ou menos grande, e um mesa de madeira elegante e rustica, e uma cozinha americana, retangular marrom com branco...

Você deve o professor/aluno de meu filho né? Sente – fala uma dona de casa já com os anos da vida, deve ser avó de aki –eu sou a mãe dele Nara Takeda mas pode me chamar de Narinha haha – fala com um sorriso de orelha a orelha, nossa! Agora com ela sorrindo parece mais nova

- Ah o meu é jio yoshio – falo e a irmã de aki levar um espanto, ela se levante e se aproxima de mim.

 - Meu nome é nanami Takeda – menina estranha... Aquele brutamonte ali não vai falar comigo? – e aquele é meu pai sir. Takeda

- boa noite – estendo minha mão pra ele mas ele só encara. Meu “fio” pegue sua mão direita e aperta a minha e balance é só isso.

 - nunca se atreva a estender essa mão nojenta na minha frente sem mim chama de general- fala me olhando fatalmente, jesus só estava sendo legal... Vá se fuder então!

Retiro minha mão ‘Escrota’ de perto dele e abaixo a cabeça, e me sento no lugar mais longe dele. E percebo que ninguém tentou me defender, okay né.

- então meu jovem, você faz o que na vida –fala a mãe d... Narinha toda sorridente e interessada

- bom ainda nada, mas eu sou o novo presidente estudantil, e estou planejando o são João de lá, vai ser o mais caipira e moderna de todas – fala levantando a mão e imaginando como seria. Bem no começo eu estava odiando a ideia mas agora, eu vou fazer o meu melhor. nenhum yoshio faz um trabalho mal feito

- cheguei - Aki fala todo entusiasmado, mas quando seu olhar vai pro final da mesa, sua expressão muda rapidamente. Eita a cocada ficou preta – o que o sir. Está fazendo aqui? Vá embora-  nossa ele falou tão sério que chega arrepiou os pelos do meu cu

- Me respeite aqui é minha casa, eu que posso te expulsar, moleque desgraçado – falar ele aumentando um pouco a voz. Briga briga briga, joga areia. Parece que todo mundo tem um pai horrível

-meu filho para, ele ainda é seu pai – fala a mãe dele toda preocupado com algo acontecer. Ela é tão kawaii wwoh

- mas não é mais seu marido – oooohhhhhhh carailho aqui é o casos de família com Christina rocha kkkk

- sente por favor – narinha fala quase em choro

- sente ai aki – falo mas na minha mente estava assim” sente ai filho da puta, vai fazer sua mãe chorar, menino ingrato “. Ele se senta devagar e começa a comer com angustia, não sabia que era possível, mas ele fez.

-melhor me obedecer mesmo- fala o pai dele autoritário

-olha aqui seu verme ninguém manda mim – fala aki se levantando e se aproximando do pai dele, mas ela acaba levando um soco na cara do mesmo e cai involuntariamente.

Narinha corre para levanta aki, mas o pai dele dar um tapa na cara dela e a faz cair também, agora mexeu com a pessoa errada. Eu o agarro por trás e o prendo em meus braços com um mata leão (obrigado infância). Eu percebo que nanami corre para o quarto junto com aki, mas ele se contorce para volta pra brigar com o pai.

- corre seu viadinho, escroto do carailho. Eu não te ensinei a dá o cu pra qualquer um. Eu sempre te odiei, era pra ter bota você no orfanato – espera viadinho. Agora eu te mato desgraça – você é um decepção para essa família. Você não serve pra nada, só saber comer, dormi e viver nas costas dessa vaca imunda – ele cospe em Narinha, que ainda estava tentando se levanta. Agora sim gordinho cor sim cor não, toma meu kameramerá. Eu o arrochei mais ainda que parecia que ia desmaiar com faltar de ar. Eu olhei para frente e vir aki correndo com a bolsa da escola na suas costas.

- meu filho – Narinha tenta se levantar mas se atrapalha – vá atrás dele por favor – narinha suplica. Como não dizer não para ela.

 

(leiam com a canção – i wouldn’t mind)

 

Me soltei do sir. Homofóbico, e corri atrás de aki, quando eu sair da porta não vir nenhum sinal dele. E agora? Aonde ele poderia ter ido... Ponto de ônibus! eu fui correndo para o ponto de ônibus mais perto, mas meu físico não deixava, merda de corpo inútil. Depois daquele mata-leão meu corpo serve pra nada. A cada passo que dava eu socava minhas pernas pra ver se conseguia reanima-la, mas foi falha tentativa, e cair com falta de ar nos pulmões e perda de força nas pernas. Eu me levantei mas a pressão do ar foi mais forte e me empurrou pro chão, e me levantei de novo. No meu pensamento aquele débil poderia tentar se matar a qualquer momento, pelo que vir ele deve odiar de verdade o pai dele, aponto de nunca mais ver e de ver mais ninguém. Dobrei 5 quarteirões, queria chegar no ponto de ônibus o mais rápido possível, ai eu vir ele em cima da ponte do lago kintai bridge (amo essa ponte), eu gritei o nome dele várias e várias vezes até eu perder totalmente minha voz. Agora é sua vez pernas, eu andei um pouco manco por causa de correr tanto e de cair. Consegui chegar perto de aki e o puxei de volta para o chão

- você é louco, menino. A sua mãe ia ter um ataque do coração se soubesse que você morreu afogado. – falo e percebo que ele ficou assustado com minha voz rouca.

- Não me importo, eu não quer-quero ver aquele miserável novamente, ele já traiu nossa família uma vez e não queria que minha mãe o desculpasse – ele fala entre choro.  Eu não faço nada além de abraça-lo, eu já passei por isso, e tudo que precisava era de um abraço mas eu não tinha... por isso eu sou tão amargo e não quero que aconteça o mesmo com ele. – eu não quero voltar pra aquela casa imunda.

- não fale assim, tem gente que te ama lá, eu daria de tudo para as pessoas que amo estarem perto de mim ou vivas – falo um pouco triste, esse menino tem muitas coisa, que qualquer pessoa se mataria pra ter.

-nossa jio é um sentimental também? quer beijinho – fala sorrindo e as lagrimas caindo nos seus lábios, eu dou um soco de leve na cabeça dele, só brincado

-  Já que não quer ir pra sua, venha pra minha só não liga pra bagunça – amém meu tio não tá em casa, acho que ele deve estar em algum prostibulo qualquer. – só espera eu pega um folego aqui – falo respirando bem fundo e me apoiando no joelho. Eu começo a sentir que não estou mas tocando o chão e percebo que aki estar levantando, estilo noiva, nos braços músculos dele. Ele é muito lindo, até chorando.

- vai me dizendo o caminho tá – fala e eu não tenho nenhuma outra opção a não ser me aconchegar nos seus braços


Notas Finais


assistam o " BODE DO KAMERAMERA" botem desse mesmo jeitinho, e você vão entender a piada do cor sim cor não :p


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