História Meu Falso Amor - Capítulo 6


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Categorias Histórias Originais
Tags Amor, Drama, E-mail, Médico, Romance, Virtual
Visualizações 5
Palavras 785
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 6 - 6 Capitulo


Passado um pouco mais de uma semana, Clara estará bem melhor, começará a aceitar melhor o que havia ocorrido e já começará a arrepender-se não só por ter dado corda a alguém que conheceu virtualmente, mas pelo fato de ter largado tudo para ir atrás dele, aquele Lucas Schenneider que ela havia conhecido pessoalmente não valia metade das coisas que ela fez por ele, ou melhor, não merecia uma gota de seu amor, mesmo que este seja imenso. Clara até mesmo pensou em voltar para casa, para sua cidade, para seus pais, mas isto seria admitir que havia algo errado, a desculpa era que havia ido estudar, então teria que arcar com suas escolhas, pelo menos um semestre teria que fazer naquele lugar onde não conhecia ninguém além do homem que diz não conhece-la. Mas Clara não iria mais pensar no ocorrido, iria deletar Lucas de sua mente, talvez jamais conseguisse tirar de seu coração, mas fingiria que este amor não existe, da mesma forma que ele fingia não conhece-la.

Clara acordou mas disposta, queria sair, conhecer um pouco a cidade, distrair-se essa seria a palavra correta. Ela então vestiu-se com uma bata azul, uma calça legue preta, prendeu seus cabelos em um rabo de cavalo alto e optou por não usar maquiagem, colocou uma rasteirinha e decidiu dar uma volta, precisava respirar ar fresco, então saiu de casa, caminhou um pouco, mas não conhecia absolutamente nada naquela cidade, sendo assim teve que fazer sinal para um táxi, após entrar no mesmo Clara perguntou ao motorista se o mesmo conhecia algum lugar agradável que ela pudesse caminhar um pouco, que ficasse próximo a natureza, ele então sugeriu o Bosque da barra, alegando ser um parque ecológico muito bonito, de cara Clara gostou e pediu que o mesmo a levasse até o bosque iniciando assim a corrida. Quando ela desceu do táxi já estará maravilhada com a vista, realmente era encantadora e o cheiro de ar puro invadia suas narinas, era relaxante, Clara sempre gostará da natureza, ela adentrou o bosque e caminhou pelo mesmo maravilhada com tanta beleza, havia muitas pessoas, famílias com crianças que corriam e brincavam felizes pelo local, por um momento Clara chegará a sentir falta de sua época de menina... Ela caminhou por alguns minutos pelo local até que avistou uma carrocinha de pipoca, aproximou-se e pediu um saquinho de pipoca doce, sua favorita, então quando o pipoqueiro estendia o saquinho que Clara entregava o dinheiro para o homem uma voz chamou a atenção dela.


 Tia Clara! – logo em seguida sentiu sua cintura ser envolvida por pequenos braços, ela então pegou a pipoca da mão do pipoqueiro e virou-se para descobrir a dona dos pequenos braços e surpreendeu-se ao vê que era Maria Eduarda, sobrinha de Lucas. 
– Olá pequena. – Ela abaixou-se para ficar na altura da menina. – Como você esta? 
– Muito bem e você? – respondeu com um sorriso enorme nos pequenos lábios.
– Muito bem também! – disse Clara sorrindo.
– Porque não foi na minha casa? – Perguntou cruzando seus pequenos braçinhos. 
– É uma longa estória meu amor. – Clara então acariciou os cabelos castanhos claros da pequena.

Neste momento Vera, a governanta da casa dos Schnneider's apareceu e de cara segurou na mão da pequena.

– Menina eu não disse que não podia sair de perto? – Vera estará com o coração na mão, pois estava sentada lendo um livro enquanto Duda brincava e assim que olhou a menina não estará mais onde estava e aquilo fez o coração dela disparar, só não teve um infarto, pois logo avistou a pequena.
– Calma Vera, essa aqui é a Clara, a namorada do tio Lucas. – Os olhos de Vera então se arregalaram pois ela já havia ficado sabendo sobre a confusão toda, e pelo o que Lucas havia dito Clara era louca. E loucos podem ser perigosos as vezes.
– Olá moça. – Disse Vera a olhando porem logo olhou para a menina. – Vamos menina. 
– Ah não Vera, ainda esta muito cedo. – Alegou a menina.
– Mas temos que ir, tenho muita coisa para fazer em casa. – Mesmo contrariada a pequena assentiu e depois olhou para a Clara. 
 Tia Clara, tenho que ir. – Clara assentiu. – Mas eu vou pedir ao tio Lucas pra te levar lá em casa pra gente brincar. – disse a pequena já partindo para um abraço,porem nem mesmo para abraçar a Clara, Vera soltou a mão da menina. Clara abraçou a menina, porem o abraço foi rápido. 
– Agora temos que ir, Tchau. – Disse Vera para Clara que já havia percebido desde o momento que Duda as apresentou que a mulher estará incomodada com ela ali, provavelmente Lucas havia dito alguma coisa.
– Tchau. – disse Clara e elas logo saíram. A pequena até chegou a olhar para trás e acenar.



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