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História Meu Meio Irmão (Harry Potter) - Capítulo 64


Escrita por:


Notas do Autor


Eae pessoas? Vocês estão bem? Espero que sim.

Antes de tudo, eu não quis especificar exatamente o que ocorreu com a Serena, achei melhor deixar por conta de vocês, então eu espero que gostem e como eu havia dito antes, o próximo capítulo que postarei, será apenas sobre a Serena e o Draco, para quebrar o clima tenso, antes de Enigma do Príncipe.

Espero que gostem e boa leitura.

Capítulo 64 - Abraços Reconfortantes e Palavras que Podem Mudar Tudo





Impressionante, como eu consigo acabar sendo atingida é perdendo todo o resto.

Eu acordarei já em Hogwarts e claro preocupada com Harry. Meu pai estava na porta da enfermaria, junto de Dumbledore e também Dora, eu acreditava ser.

Me sento sobre a cama e vejo que havia algo do lado direito de minha cintura, era bem o local no qual eu havia sido atingida.

— Serena?— ouço Dora me chamar
— O que está fazendo aqui?— pergunto e a mesma corre até mim para me abraçar
— Você enlouqueceu? De onde você acha que poderia fazer algo daquele tipo? Você e Harry não pensam mesmo— pergunta
— Harry...— sussurro
— Obviamente— diz e vejo meu pai me encarar
— Muito cedo para um sermão?— pergunto
— Serena, eu cheguei a um nível que já não sei mais o que fazer com você. Nada, absolutamente nada pode fazer com que você pense, que existe alguém que fica preocupado.
— Me desculpa?— sinto uma lágrima escorrer em meu rosto
— Severo...— professor Dumbledore coloca sua mão em seu ombro— fique calmo, de um tempo a garota, tenho certeza que ela ainda está tentando encaixar tudo o que aconteceu. A senhorita foi trazida até aqui por Neville.
— Eles estão bem?— pergunto preocupada— Harry está bem?
— Ele tem razão Serena, não se preocupe com seus amigos, estão todos bem— diz Dora acariciando meu rosto— se por acaso for um ponto positivo Snape, ela foi bem corajosa. Eu nunca vi alguém tão determinada e disposta a ajudar, igual a ela.
— Talvez...— olho para Dumbledore— Lily tenha se feito presente de diversas formas— sorrio para o mesmo— eu preciso ir.
— Eu também preciso ir, não posso ficar por tanto tempo— diz Dora e sem perceber, meu lábio inferior havia se encodido, a famosa carinha de arrependimento— tenho certeza que você estará bem cuidada— tento entender o que ela queria dizer— até mais Serena— me abraça novamente
— Até— olho para a porta e vejo que havia mais duas pessoas

Harry e Draco estavam esperando, claro tenho certeza que nenhum dos dois gostaria de estar aqui com meu pai presente, além do mais um possivelmente estava a evitar levar um esporro dele, e o outro não querendo causa um conflito, pois é difícil ter uma namorada que é filha do professor de Hogwarts.

— Eu vejo que é mais fácil você me matar de preocupação, do que com algum feitiço qualquer— diz
— Eu não irei ficar me lamentando ao senhor, pois sei que fiz muito isso, inúmeras vezes, mas...— seguro sua mão— o senhor me conhece muito bem, cada jeitinho e cada mensagem por trás de minhas falas. Então eu apenas te peço, para que confie em mim.
— Mais uma vez, você poderia ter morrido Serena.
— Eu sei disso, mas não é qualquer pessoa, é o Harry. Eu não o deixarei sozinho, até então ele tinha o Sirius, mas agora o que restou de família para ele?— pergunto e claro que ele não ira responder— Harry agora só tem eu, a única pessoa mais próxima do que seria uma família papai. Eu compreendo perfeitamente que não é fácil para o senhor, ver sua filha se arriscando, mas o que é viver uma vida sem riscos?— pergunto e o vejo sorrir
— Saiba que eu gostava de lidar com você, quando você ainda não sabia responder tudo o que eu falava?— reviro os olhos
— Não sou mais uma criança.
— Mas, continua agindo como uma. Irresponsável, petulante e sem pensar antes de agir.
— Eu não quero brigar com o senhor, então irei deixar que essa passe.
— Você é a única com esse poder— me levanto e o abraço— eu amo você, por mais que me deixe de cabelo branco antes da idade.
— Eu acho que é a idade chegando mesmo.
— Eu só tenho trinta e cinco anos, você está delirando— me afasto e o mesmo continuava a segurar minhas mãos— eu acho melhor deixar você sozinha por enquanto, pois tem alguém que quer ver muito você. E bom, acho que isso prova muita coisa, já que ele não saiu daqui desde o dia que te trouxeram.
— Eu estou quanto tempo desacordada?— pergunto
— Tem duas noites— o vejo sair e Draco entrar— lembre-se, não é porque eu disse isso, que significa aprove vocês dois, continuo sendo não a favor.

Sorrio ao vê-lo e corro até em sua direção e pulo em seu colo. Mesmo sentindo dor.

— Você é louca?— diz
— Não queria deixar você preocupado.
— Preocupado?— pergunta e olho em seus olhos— eu fiquei desesperado. Não sabia o que fazer. Quantas vezes você brincou com a morte desde que chegou a Hogwarts?— pergunta
— Com o meu pai isso já não funciona mais, porém posso tentar com você, não é?— pergunto
— Um pedido de desculpas, não tira o fato...— o beijo rapidamente não deixando com que terminasse— eu não gosto quando ganha uma discussão.
— Eu ganho porque estou certa.
— Mas, nesse caso você está trapaceando.
— E de trapaça você entende— depósito um selinho em seus lábios— não é mesmo? Senhor Malfoy.
— Eu sou bem trapaceiro, reconheço— caminha comigo em seu colo e me coloca deitada de volta sobre a cama e ficando por cima de mim
— Pelo o que vi meu pai está começando a aceitar, então não acho que ele gostaria de ver sua filha deitada, sendo imobilizada pelo o namorado. Não daria a entender outras coisas?— pergunto
— Estou disposto a correr o risco de seu pai me matar— beija meu pescoço
— Claro, não há apenas o meu pai querendo te matar— o lembro
— Olha, eu não sou obrigado a ver você agarrando a minha irmã— ouço a voz de Harry
— E você como sempre, querendo se meter aonde não é chamado— Draco diz
— Sai de cima dela— ordena enquanto se sentava na cama ao lado— ou eu sou o próximo a se internado aqui.
— Eu estava estranhando que você dois não estavam brigando lá fora— falo
— Com seu pai por perto, ninguém é capaz de abrir a boca para dizer algo— Draco diz
— Ficamos esperando você acordar, mas claro seu pai ficou esse tempo todo com você. Como iríamos fazer algo com ele aqui? Ele não gosta nem um pouco de mim, e claro tem planejado como será a morte de Malfoy por sua causa, então....
— Ao contrário de você, ele gosta de mim Potter.
— Diz isso, mas não foi você que agora a pouco havia sido encurralado no corredor e...
— Cala a boca, seu garoto arrogante...
— Ei!— puxo Draco— meninos, eu estou aqui, não quero nenhum de vocês brigando em minha frente. Querem se matar? Façam isso, mas longe de minha vista— vejo os dois se encararem, afirmando que isso não acaba tão cedo— é difícil amar vocês e ter que conviver com os dois parecendo animais brigando por um pedaço de carne.
— Mais tarde eu venho aqui— Draco se aproxima e mais uma vez me beija— vejo você depois— antes de sair, como esperado ele não deixou passar a chance, para que podesse provocar Harry
— Venha cá— peço e o mesmo se deita ao meu lado— como se sente?— pergunto
— Eu deveria fazer essa pergunta a você.
— Pareço mal para você?— pergunto
— Eu me lembro dessa pergunta depois que você acordou...
— Após entrarmos na câmara secreta— falamos juntos— bom, o que importa é que você está bem e está aqui.
— Do que adianta se eu deixei com que ele morresse.
— Harry— coloco minha mão sobre seu rosto— não foi em vão. O Sirius te amava, você precisa se lembrar disso, eu sei e compreendo que não é fácil, e claro você deve estar sentindo um remorso muito grande, porém não está sozinho. Você tem seus amigos, você tem a mim— seguro sua mão
— Eu nunca te agradeci por isso—cruza nossos dedos
— Agradecer o que?— pergunto
— Por sempre estar tentando me salvar, por sempre me apoiar, por sempre me ajudar, me aconselhar, estar ao meu lado, e por existir— me sinto surpresa, pois não esperava que ele disse-se algo do tipo— sabe, eu não tive uma infância muito fácil e nunca em hipótese alguma poderia imaginar que alguém como você existiria, alguém próximo a mim, alguém próximo a nossa mãe. Nunca imaginei que encontraria pessoas tão legais aqui em Hogwarts.
— Falando assim, até parece uma despedida— falo ao sentir que parecia que havia algo estranho, como se eu não fosse vê-lo mais
— Deve ser impressão sua— seu sorriso escondia algo
— Harry, eu que deveria agradecer, além do mais você é o motivo pelo o qual eu vivi e estou vivendo os melhores momentos— encosto em seu ombro sentindo sua mão acaricia minha bochecha— eu não sei se preciso repetir a você, porém se te fizer melhor no momento. Apenas quero ressaltar que, eu amo você.
— Eu também amo você e obrigado.

Logo após, Harry havia me contado o que ocorreu depois que apaguei naquela noite. Ele e Dumbledore foram inocentados, para a minha grande alegria a cara de sapo foi embora e agora afastada por conta das investigações. Todos acreditavam que você-sabe-quem havia voltado, mas claro o pânico se instalou em alguns e como mais cedo para a minha felicidade, Dumbledore estava readimitido novamente.

Mesmo assim, nada me tirava da cabeça que havia algo de errado com ele e tenho certeza que se trata de você-sabe-quem, ele apenas não quer me contar agora. Porém eu descobrirei.

A festa estava ocorrendo e mais um ano havia terminado. Depois do que houve a alguns dias eu fiquei pensando, cada ano que se passa é um momento aterrorizante diferente. Eu tenho que isso em algum momento custe a vida das pessoas que amo.

Fiquei um bom tempo com meu pai agora, porém eu voltaria para a casa de Tia Andrômeda apenas por alguns dias, depois voltaria a ficar com meu pai.

— Prometa que dessa vez você irá conhecer a minha mão— seguro sua mão
— Não irei garantir isso, mas posso tentar convencer meu pai de algum jeito— respondo

Me afasto um pouco de Draco, Harry estava logo a frente com Hermione e Rony. Como sempre ele não estava tão animado assim de voltar para a casa dos Durley's, mas seria ótimo se eu fosse o ver nessa férias em Londres.

— Tenho pensado em uma coisa que Dumbledore me disse— ouvíamos atentamente
— O que é?— Hermione pergunta
— Apesar de termos um batalha pela frente, temos uma coisa que Voldemort não tem...
— Temos é?— Rony pergunta
— Que seria?— pergunto
— Pela qual vale a pena lutar— sorrimos 


Notas Finais


Espero que tenham gostado e até a próxima!!♥️🦁


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