História Mi luz, Mi amor - Capítulo 7


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Categorias La Casa de Papel
Personagens Berlim, Denver, Mônica Gaztambide, Moscou, Nairobi, Professor, Raquel Murillo, Rio, Tókyo
Tags La Casa Da Papel, Nairobidenver, Professor, Rio, Tokio
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Palavras 1.709
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Luta, Policial, Romance e Novela
Avisos: Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 7 - Planos para o futuro


“Bom dia” A mãe de Tókio sorriu amavelmente quando Tókio entrou com Rio em sua casa, apesar de por fora estar num considerável estado de degradação, por dentro, a casa tinha um ar aconchegante e risonho. Haviam várias fotografias espalhadas pela casa, e alguma de Tókio ainda criança, em particular uma em que ela teria mais ou menos, a idade de Luz na atualidade. “Boa tarde Sra. Oliveira” Ele sorriu educadamente, e ela pode ver que a mãe gostou imediatamente dele. “Sem formalidade, por favor, trata-me por Esmeralda.” Ela pediu “Afinal é o marido da minha filha” Ela disse sorrindo à rapaz, ela pode perfeitamente ver que ele devia ser mais novo que Silene, mas olhou para as mãos entrelaçadas deles, e no sorriso dela, tão feliz como ela nunca tinha visto antes. “Claro” Rio disse e a mãe dela apontou para a pequena mesa de pequeno-almoço, que a mãe dela tinha posto. “Espero que goste de bolo de chocolate, é o preferido da Silene” mas quem respondeu foi Tókio “Não te preocupes mãe, o Rio come tudo”. “Rio?” A mãe devolveu a pergunta mas ela imediatamente cortou “Aníbal” Ela corrigiu e os dois caíram no riso.

O pequeno-almoço decorreu calmamente, tanto que quando olharam para o relógio da cozinha já era perto das 11 da manhã. “Ai, vocês devem ter mais que fazer, de certo” Ela disse preocupada começando a arrumar a cozinha, e imediatamente, Rio e Tókio, começaram a levantar-se para ajudar. “Nada disso, eu arrumo tudo” Ela disse sorrindo aos dois “Querida, deixei o teu quarto todo arrumado, como o tinhas deixado, porque não o vais ver?” Ela indicou em tom de convite.

E quando passaram pela sala, Rio mencionou a fotografia que estava exposta. “Eras tu?” Ele perguntou-lhe sorrindo ternamente. De cabelo pelos ombros e com uma franga a altura dos olhos, uma versão em miniatura dela, com uns enormes olhos castanhos quase negros. “Parece-te com a Luz” Ele disse e ela olhou em descrédito “O sorriso digo, claramente a Luz é completamente diferente de nós” Ele riu “Mas ela nasceu com o teu sorriso, com o sorriso mais bonito do mundo” Ele disse olhando a fotografia e ela sorriu ternamente “Achas que a minha mãe pode conhecer a Luz?” Ela disse em tom de pergunta e ele sorriu “Eu quero que a Luz tenha uma família, grande e feliz” Ele disse “Avós, tios, e quem sabe, irmãos” Ele disse em tom de sugestão “Com calma, tigre, um dia quem sabe” Ela disse sorrindo “Queres conhecer o meu quarto? E digo conhecer, não outras coisas” Ela disse baixo e ela riu. “Vamos lá então” Ele disse ela deu-lhe a mão indicando o caminho.

(…)

Algumas horas mais tarde, e já depois de almoçarem, Rio e Tókio despediam-se da mãe dela, a entrada da porta, embora a Sra. Oliveira, ainda estivesse receosa da polícia “Não te preocupes mãe, estamos com o cadastro limpo, não polícia em lado nenhum que nos pegue” Tókio reafirmou convicta, acalmando a mãe. “Amanhã trazemos a Luz, para jantarmos contigo.” Ela explicou sorrindo “Até manhã mãe” Ela disse abraçando-a ternamente “Até manhã Dona Esmeralda” Rio disse educadamente despedindo-se.

Assim que entraram no carro, Rio soube que inevitavelmente, ele teria também de reencontrar os pais e a irmã. Elena era cinco anos mais nova que ele, completaria em Agosto, os dezanove e ele os vinte seis, meses mais tarde, pela altura do Natal. Inspirou fundo, e pôs o carro a trabalhar. “Queres trocar comigo, eu conduzo” Ela disse e ele inspirou fundo mas negou com a cabeça, sorrindo-lhe “Está tudo bem, só não sei se quero encontrar os meus pais, tu ouviste o que eles disseram, durante o assalto, eu morri para eles.” Ele reafirmou “Não sei se quero vê-los, para já…” Ele disse-lhe “Se a Luz, cometesse o pior dos crimes, fosse por fosse, nunca lhe diria isso, iria ama-la para toda a vida, e estaria ao lado dela para tudo, como a tua mãe está para ti” Ele disse sorrindo a esposa. “Eu gostei muito dela.” Ele disse e Silene riu “Ela também gostou de ti, e ela nunca tinha gostado do meu ex” Ela disse-lhe ajeitando-se no assento, odiava falar sobre o ex dela, trazia-lhe más memórias. “Mas ela gostou logo de ti” Ela riu. “O que não há para gostar em mim” Ele disse convencido e ela riu ainda mais.

“Rio, olha para mim” Ela pediu-lhe “Vamos para casa, almoçamos com a Luz, e a tarde tentamos ver dos teus pais, ok?” Ela pediu sorrindo e ele abanou a cabeça em concordância, naquele momento tu o que ele queria era poder estar com a filha e com ela, e com o bando de amigos loucos que os dois tinham.

“Liga para a Nairobi, e avisa que vamos almoçar” Ele pediu “Hoje o Denver ia cozinhar, o melhor era passarmos pela pizzaria e comprar algumas pizzas não?” Ela disse-lhe rindo mas Rio apenas disse em tom de gozo “Deixa-o tentar, afinal o McDonnalds é perto, alguém passa lá se correr mal!” E de repente ela lembrou-se “A Luz nunca comeu McDonnalds!” Ela disse à Rio. “A minha filha tem 4 anos e nunca comeu McDonnalds” Ela repetiu, para si mesma, com um certo orgulho “Eu criei a minha filha, durante 4 anos, só a comer comida saudável, fogo, devia ter dito isto a minha mãe, nem ela fez tão bem” Ela disse orgulhosa de si “Na ilha não havia mc, em compensação, a Luz já deve ter provado todas as variedades de sundaes que existe” Ela fez um gesto irritado com a mão. “Mc é pior, eu criei a minha filha sem fast food, e ela tem 4 anos, isto sim é uma vitória” Ela disse rindo mas Rio lembrou-se de outra coisa “A Luz, ela precisa de ir para uma escola” Ele disse mantendo-se concentrado. “Aqui em Madrid, ela pode ter acesso a melhor educação do país, dinheiro não é problema” Ele disse-lhe “Conviver com outras crianças, num ambiente saudável, a partir de Setembro, que te parece?”

“Sim” Ela simplesmente, suspirando. Ela sabia que a filha precisava de conhecer outras crianças, brincar e divertir-se. “Eu sei de um colégio, caro, mas confidencial o suficiente para não termos problemas com a segurança”.

“Eu não quero que a minha filha se transforme numa daquelas snobes irritantes” Ela declarou imediatamente “Com aquelas Alison Parker” Ela disse olhando-o em tom reprovativo “Por favor, a história da Alison outra vez” Ele disse cansado, sempre que discutiam ela adorava atirar-lhe a cara que ele se tinha relacionado, até demais, com a Alison Parker, durante o assalto “E ela não era má miúda” Ele disse e ela fez uma cara de escandalizada “Talvez devesse ter fugido com ela então, casar com ela, ter uma filha com ela, em vez de mim”.

“Silene” Ele disse cansado daquela conversa “Quantas vezes vou ter de repetir que é contigo que eu quero ficar, para sempre” Ele disse “A Alison foi uma maneira de te provocar, e pelos visto, funcionou bem demais, porque passados cinco anos ela ainda é tema de conversa.”

“Como se aquela moleque me chegasse aos calcanhares” Ela disse ajeitando o cabelo no espelho que existia no lado do pendura “Que colégio é esse?”

“É em Madrid” Ele disse sorrindo “Colégio Santa María de los Rosales” Ele disse e ela olhou para ele em descredito “Tu queres, que eu ponha, a minha filha, volto a repetir, a minha filha, no Santa María de los Rosales, sonha com outra coisa” Ela disse veemente “Escolhe outro”

“Porque não o Santa María?” Ele perguntou “É o melhor colégio de toda a Espanha, os reis estudam lá”

“Exatamente por isso, escolhe outro, não reclamo mais, mas o Santa María não!” Ela disse segura “La Moraleja?” Ele perguntou e ela olhou-o chocada “Mas fizeste alguma pesquisa pelos piores colégios!?” Ela perguntou chocada “Dá tu uma sugestão”

“Existe uma escola pública, perto de Toledo” Ela disse simplesmente mas ele abanou a cabeça “Estudaste num colégio também?” Ela perguntou-lhe.

“Sim, e a minha educação, foi bem melhor” Ele disse “E não digo isto de forma pejorativa, mas tens muito mais oportunidades num colégio, melhores professores, mas atividades.” Ele explicou-lhe. “E eu andei numa escola pública, e estou aqui” Ela disse.

“E se fosse num colégio bilingue?” Ele disse-lhe tentando encontrar um meio termo e ela pareceu estar mais recetiva “Assim a Luz pode ter uma educação bilingue, e tu sabes como isso é importante, e ela já fala também inglês.” Ele explicou. “Diz lá qual é o colégio finório onde queres por a nossa filha” Ela disse e ele respondeu “No International College Spain” Ele disse e ela pensou “Não me parece mal, pelo menos é bem melhor do que os nomes anteriores. “Ela explicou “Só não sei como é que vais fazer para ela ser aceite, quando virem os nossos nomes, não há colégio que a aceite” Ela explicou-lhe e ele sorriu “Foi disse que falei com o General, uma palavra dele, e a Luz entra em qualquer colégio” Ele disse sorrindo e ela resignou-se, como que aceitando essa derrota. “Na verdade, já esperava que aceitasses apenas este, temos uma reunião para a semana” Ele disse e ela olhou chocada “É só uma reunião, para limar-mos algumas arrestas e podermos conhecer a escola, já que ela começa em Setembro, aqui a um mês” Ele explicou-lhe sorrindo “Está bem, está bem” Ela disse “Primeiro vamos nós, e depois levamos a Luz para ela conhecer a escola, mandar fazer o uniforme dela e assim”.

“Para por ai, se houver mais do que um uniforme, eu repenso a ideia dela ir para esse colégio” Ela disse ajeitando-se no carro. “Vá lá amor, é o melhor para ela” Ele sorriu ternamente. “E ela vai poder fazer um desporto, à escolha dela.” Ele declarou sorrindo “Eles tem a melhor escola de atletismo do pais.”

“Só é pena dela, de certeza, preferir ginástica, desde de que viu aquele maldito campeonato na televisão não fala de outra coisa” Ela referiu-se ao campeonato internacional de ginástica artística que ela tinha visto à dias atrás na televisão e Rio concordou sorrindo, e finalmente chegaram. Aparentemente, uma mesa posta no jardim da casa e uma casa intata. Denver tinha-se conseguido desenvencilhar do almoço!!



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