História Mom, I'm sad - Capítulo 49


Escrita por: e Rainbowzinhaah

Postado
Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Darkfic, Death Fic, Depressão, Drama, Romance, Sobrenatural, Terror
Visualizações 62
Palavras 1.412
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção Adolescente, Hentai, Lemon, LGBT, Magia, Mistério, Misticismo, Orange, Poesias, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo-Ai, Sobrenatural, Steampunk, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Lembrem-se: O capitulo 50 será postado apenas no dia 17!! Não quero ler nenhum comentário reclamando, hein??

Capítulo 49 - Starting the preparations


Fanfic / Fanfiction Mom, I'm sad - Capítulo 49 - Starting the preparations

Saí correndo no mesmo momento em que deixei o bilhete sobre a mesa do professor aos risos, apenas imaginando qual seria a reação dos dois garotos ao ler meu convite para a minha festa.

Estava tão animada após receber uma ligação da Marina me perguntando se eu comemoraria o meu aniversário e então eu finalmente parei para pensar.

O que eu faria?

▪▪▪▪▪

-Aniversário? Verdade, você faz aniversário daqui a alguns dias...

-E você não lembrava? Que ótimo namorado fui arrumar... -Cruzei os braços fingindo estar emburrada, porém segurando o riso.

-Mas o que eu vou fazer se eu quase não lembro o meu próprio aniversário?

-Dia 23 de dezembro, você me contou! E você me fez prometer que eu te daria dois presentes: um pelo seu aniversário e outro pelo Natal! É um roubo!

-É a obrigação de todo namorado e namorada! Dar um presente no aniversário, no dia dos namorados, no Natal, na Páscoa... -Ele começou a contar os eventos com os dedos, com um sorriso maroto no rosto.

-Eu acho que eu consigo ouvir a minha mesada chorando na minha carteira...

Eric riu, fazendo com o que o professor nos encarasse por um tempo e nos perguntasse:

-Já terminaram suas atividades em dupla, Eric?

-Sim, senhor. -Eu me intrometi, sorrindo convencida para aquele homem. Argh, o nosso professor de Física é simplesmente o pior!

-Eu disse “Eric”, não “Maggie”.

-E eu respondi no lugar dele porque somos uma dupla, e duplas cooperam juntas uma com a outra, não é mesmo, senhor? -Falei da maneira mais educada possível, sorrindo inocentemente.

-Sim...

Toda a turma riu baixo da expressão de derrota do professor. Numa coisa eu concordava com toda a minha turma: todos nós odiávamos o professor de Física tanto como ele nos odeia.

-Caralho, essa é a minha namorada! -Eric sussurrou, me abraçando de lado.

-Que ótima namorada você foi arrumar...

-Fica quieta... -Ele cruzou os braços como eu, rindo nasalmente.

▪▪▪▪▪

-E o que você acha que eu deveria fazer pro meu aniversário? Festa de aniversário comum? Festa chique? Baile? Balada? Cinema? Restaurante? Aaaah me ajuda, eu não sei o que eu faço!

-Se acalma, garota! A sua festa é só daqui a uma caralhada de dias, pode se acalmar!

-Falar pra alguém se acalmar não ajuda ninguém, Mari!

Eu falava ao telefone com Marina, enquanto andava pelas ruas com a mochila sobre minhas costas, indo para casa após uma longa e cansativa manhã de aula. Ela provavelmente estava fazendo a mesma coisa que eu, porém no seu caso, Marina está voltando de seu trabalho chato e entediante, pronta pra voltar pra casa e se encher de comida enquanto assiste TV. Marina obviamente faria algo do tipo.

-Okay, okay. Vamos pensar com calma... Que tal se eu ir na sua casa hoje à tarde e a gente discute sobre isso?

-Tá... Mas vem cedo, porque eu ‘tô realmente ansiosa com isso!

-Se acalma, mulher!

-O que eu te disse sobre falar pra alguém se acalmar, Marina??!

Desligamos a chamada após uma longa discussão sobre “como pedir à uma pessoa para que esta se acalme pode até mesmo piorar a situação da pessoa” e só então ao largar o meu olhar do celular percebi que já tinha chegado em casa.

Entrei no prédio e fui direto ao elevador. Esperei alguns segundos tediosos até que a porta se abrisse em meu andar, corri pelo corredor até a porta de meu apartamento e abri a porta com a chave que sempre guardo comigo.

Esperei ouvir algum resmungo ou elogios desnecessários vindos do Sr. B, porém nada foi falado. Tudo estava um silêncio mórbido, e foi quando eu me lembrei.

Devido ao meu julgamento que B teve a obrigação de participar, ele teve de faltar alguns dias de trabalho e teria que retomar os dias perdidos do mais rápido modo, ou seja: Sem B na hora do almoço ou antes das 19h pela próxima semana. Incrível!

Talvez eu pudesse até mesmo chamar a Mari para ela vir mais cedo ainda pra cá, quem sabe até podemos almoçar juntas. No mesmo segundo peguei meu celular apressadamente e disquei o número da garota, sendo atendida de imediato:

-O que foi, agora?

-Vem aqui almoçar comigo, agora! É uma ordem!

-O que?!! Esqueceu que o puto do seu padrasto tá aí, porra? Eu me recuso a almoçar no mesmo ambiente que esse ser.

-Ele não está aqui, eu estou sozinha em casa pelas próximas... Hã... 7 horas, mais ou menos.

-Mentira!! -Ouvi a voz de Marina se alterar rapidamente. -Vai logo, eu quero dar um “olá” para minha velha escrava! -E então voltar ao seu tom usual. -Cala a boca, Isaac! Tá, então eu estou indo agora!

-Yay, companhia para o almoço!

-NÃO SE ATREVA A COMER ANTES QUE EU CHEGUE, VOCÊ ME ENTENDEU MAGGIE SMITH??!

-ENTENDIDO, MARINA JONES! -Fiz uma posição de soldado, mesmo sabendo que ela nem estava me vendo fazer aquilo do outro lado da linha.

Ela me desligou, mandando um beijo e um “até logo”, e na hora eu corri para a cozinha para preparar ao menos algo comestível para Marina e eu. No fim, decidi fazer uma refeição normal de um dia da semana: arroz, feijão, carne e salada. Almoço digno de um brasileiro.

Arrumei a salada cuidadosamente sem ousar colocar nenhum pingo de vinagre (ugh), esquentei o arroz e o feijão e fiz a carne, sem perceber o tempo passando e quase nem sequer ouvindo quando a campainha tocou.

Na mesma hora corri de volta para a porta, com todo o meu corpo suando graças ao vapor que as panelas exalavam, e abri, revelando uma Marina que ainda usava o seu uniforme de farmacêutica e estava com uma expressão ansiosa no rosto.

-Você realmente fez a comida? -Marina já chegou se sentando na mesa de jantar, batendo os dedos freneticamente contra a estrutura de vidro.

-Porra, nem um “oi” eu recebo? Essa convivência com o Isaac tá te deixando tão mal-educada como ele.

-Vá a merda, garotinha. -Isaac falou, no corpo de Marina. -Para com isso, Isaac. -Desse jeito ela parecia uma louca falando consigo mesma. -Oi, Mag, minha amiga linda do meu coração! O almoço já está pronto?

-Oi, Mari! Sim, já vou servi-lo. -Falei rindo, enquanto despejava cada comida em um prato grande.

Carreguei todos os pratos de comida até a mesa e me sentei ao lado da Marina. Nos servimos juntas pegando absolutamente a maior quantidade de comida possível.

-Parece que a gente passa fome desse jeito. -Comentei rindo

-Eu passo, ué! É difícil a vida de uma farmacêutica.

-Cala a boca, pelo menos tu ganha dinheiro sozinha. -Ri com a sua resposta.

Era bom almoçar com a Marina, ela consegue me fazer rir com a boca cheia de arroz e feijão e me fazer segurar a risada com toda a força para que eu não acabasse cuspindo tudo. Ruiva engraçada de merda.

▪▪▪▪▪

-E então...? Quais são suas ideias? -Perguntei com a cabeça pendendo para o lado.

Após o almoço, Marina e eu lavamos os pratos e limpamos a mesa rapidamente, para que depois de terminarmos nosso serviço saímos correndo para o meu quarto para decidir a questão da minha festa.

-Hum... Bem, você deu umas boas alternativas pelo telefone, eu analisei o planejamento de sua festa-

-Planejamento? -A interrompi.

-Número de convidados, dia da festa, hora, clima que fará no dia, essas coisas...

-Ah, bom!

-E após as minhas análises, eu finalmente descobri a festa de aniversário perfeita pra você fazer.

-Qual? -Perguntei, vibrando de ansiedade.

-Pode parecer infantil, mas... Uma festa à fantasia!

-Sério? Por quê?!

-É o melhor tipo de festa de todos! Você pode se vestir com as roupas da sua personagem ou celebridade favorita e ninguém irá se julgar, porque todos estão do mesmo jeito! Você pode fazer comidas temáticas, a decoração não é necessária já que “as fantasias já são a decoração perfeita” e dá para fazer em qualquer lugar!

-Hum... -Fiz uma expressão exageradamente pensativa, apoiando meu indicador sobre meu queixo. -Até que é uma boa ideia...

-É clichê...

-Mas uma boa ideia. -Respondemos juntas, rindo logo após.

-Vocês são irritantes demais com essas frases açucaradas. -Isaac disse. -É bom que você fale essas mesmas frases açucaradas quando eu for te vestir de loli. -Marina respondeu. -O QUE???

Eu gargalhei vendo a discussão entre Isaac e Marina, mais parecendo uma discussão mental da ruiva. Enquanto eles trocavam xingamentos e deboches, eu apenas pensava...

Essa festa vai ser o máximo.


Notas Finais


Lembrem-se: CAPÍTULO 50 DIA 17


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