História Mundo cabeça a baixo - Capítulo 14


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Notas do Autor


Oi pessoal, dessa vez não demorei muito pra postar, curtam esse capitulo

Capítulo 14 - Buscando respostas


Ok, hoje é sábado e eu tenho exatamente uma semana pra descobrir o que tá acontecendo, começando por como o que fez a terra ficar tão maluca, que foi afetado, quanto mais tempo vai durar e se isso só está havendo no Japão, isso e mais umas mil perguntas que eu tenho e quando eu tiver as respostas vou arranjar um jeito de fazer tudo voltar o normal e então fecharei com chave de ouro no acampamento, certo Nemo?

Nemo:...

Eu: Concordo com você

Tomei um banho, me arrumei, peguei minha mochila

Senhor Napoleão: Aonde vai

Eu: Vou achar respostas

Senhor Napoleão: E não vai tomar café da manhã?

Eu: Não, tchau

Luna: Dona, aonde você vai?

Eu: O Senhor Napoleão te explica, pera, aonde tá Sansa?

Luna: Tomando banho

Eu: Banho, Sansa, isso é algum poema fictício? Porque as duas coisas não rimam.

Senhor Napoleão: Não, é verdade, parece que o amor muda mesmo as pessoas. Sabe ela até pegou seu perfume, enquanto você dormia.

Eu: Tá falando do meu perfume super caro de Paris?

Senhor Napoleão: Acho que sim

Eu: Manda ela usar o de tulipas, aquele tem cheiro de capim

Senhor Napoleão: Ok...

Saio de casa, estava andando pelas ruas, havia umas explosões aqui umas explosões ali, nada de demais, só uma luta de espada entre duas mulheres com roupas de estripes e mascara de lutador mexicano, mas eu ignorei pois tô muito concentrada em saber PORQUE elas e todo o Japão tá fazendo essas merda.

Cheguei na biblioteca, tava um silencio insuportável lá dentro, começo a olhar as prateleiras a procura de algum livro sobre coisas sobrenaturais mas tudo que eu achei foi filme de terror, suspense ou drama, tudo livro que não gosto, não que isso vá influenciar algo na minha procura.

Eu: Droga, não acho nada.

...: Você precisa de alguma ajuda (olho em volta mas não acho ninguém) Aqui em baixo.

Eu: NOSSA! VOCÊ É UM DOENDE?!!!!!

Duende: Não imagina, eu sou só um anão vestido de verde. É CLARO QUE EU SOU UM DOENDE!!!

Eu: Eu achei que você só existiam na Escócia.

Duende: (respira fundo) De novo, você quer ajuda ou não?

Eu: Eu... sim sim, quero ajuda.

Duende: Ok, o que você precisa.

Eu: Eu preciso de um livro que fala sobre coisas sobrenaturais.

Duende: Você está olhando na fileira errada, venha comigo (segui o doende)

Enquanto o seguia eu o analisava, seu tamanho era tão pequeno, que seu corpo inteiro batia nos meus joelhos, ou seja ele media uns 50 centímetros, mas seu gorro pontudo batia na minha cintura, dando a ele a altura de um metro, ele tinha uma barba laranja e era meio gordinho fazendo ele ser bem fofinho.

Eu: Ei, qual é o seu nome?

Duende: Meu nome é Shueresvik

Eu: Quêêêêêê?!

Shueresvik: E o seu?

Eu: Maria Stefanny

Shuerevik: Nunca ví alguém se chamar Maria Élani

Eu: Stefanny

Shueresvik: Betany?

Eu: STE-FAN-NY

Shueresvik: Seu nome é muito difícil

Eu: Eu não falo é nada!

Shueresvik: Chegamos na fileira.

Era um lugar bem escuro, empoeirado e cheio de teias de aranha, parecia que ninguém ia naquela fileira nem de passagem.

Eu: Alguém já foi aqui?

Shueresvik: Sim, mas faz MUUUUITO tempo.

Eu: Ok... então abrigada

Shueresvik: De nada ( e ele sai)

Eu: Ok Maria, hora de buscar respostas ( comecei a pegar vário livros empoeirados) ACTHIN ACTHIN, isso não é bom, vai atacar conjuntivite ( eu sou alérgica a poira)

Quando comecei a pegar os livros eram dez da manhã e quando cheguei em cassa, eram quatro da tarde.

Abro a porta de casa

Senhor Napoleão: Você demorou

EU: AAAACTHIN!

Senhor Napoleão: Que nojo, seu nariz tá escorrendo, o que você fez

Eu: Os livro táva cheo di puera

Senhor Napoleão: Vai tomar banho e soa bem esse nariz

Eu: Vozê si impotaria di tira a puera desses?

Senhor Napoleão: Tá, eu tiro, mas vai tomar banho, eu não quero gente espirrando em cima da mim

( Vou tomar banho e em alguns instantes me recupero a alergia)

Eu: Pronto (saio do quarto abotoando o meu short)

Senhor Napoleão: Então... como foi.

Eu: Sendo cincera cincera cincera, foi terrível.

Senhor Napoleão: O que você achou?

Eu: TUDO, menos o que eu procurava, eu achei livros que mostravam como o Hittler morreu, o segredo do triangulo das bermudas, a cura do Câncer, o significado da trindade, como invoca um espirito ancestral ( 5 minutos depois) pra quê serviam as estatuas de Pascoa, o significado das cifras de Baele...

Senhor Napoleão: Ok Ok, já intendi a causa do se nervosismo.

Eu: Eu ainda vou ler esse cinco livros pra ver se acho alguma coisa.

Senhor Napoleão: Você vai querer ajuda.

Eu: Não, vou ter que ler todos mesmos, alias, vou começar agora

Senhor Napoleão: Não que eu me importe, mas você nem comeu.

Eu: É muito fofo da sua parte NÃO se importar, mas é mais importante saber como vou consertar tudo.

Senhor Napoleão: E porque isso é TÃO importante.

Eu: Não foi você que me deu a ideia?!!!!

Senhor Napoleão: Por que você sempre responde as minhas perguntas com outras

Eu: Mas, mas, MAS FOI VO....

Luna: DONA!!! FINALMENTE VOCÊ CHEGOU! ACHOU SUA RESPOSTA?

Eu: Não, ainda nã.... pera quem te falou da minha resposta?

Senhor Napoleão: Eu contei pra ela, lembra... você pediu pra eu explicar.

Eu: Aé, disfarça, ok, eu vou ler os livros, me chama quando for a hora do jantar.

Senhor Napoleão: Já é a hora do jantar, são sete da noite.

Eu: Sério? Como o tempo passou rápido, quando for oito, você me chama (entra no quarto)

Luna: A Dona está meio estranha..

Senhor Napoleão: Estranha ela sempre foi. Digamos que ela esteja um pouco entretida demais com esse novo objetivo. ( Sansa entra em casa)

Senhor Napoleão: Finalmemte chegou, onde você tava?

Sansa: Com o Done, acabamos nos esquecendo do tempo, ele me deixou na porta de casa.

Senhor Napoleão: Ele podia ter ficado, pra eu olhar bem na cara dele

Sansa: Não enche

Luna: Tonta

Sansa: Fofo

Luna: O QUE?

Sansa: Ahm?

Luna: Quem é fofo?

Sansa: Nimguem (Sai da sala)

Senhor Napoleão: Tá, essa tá estranha

Luna: É tudo culpa daquele cara estranho

Senhor Napoleão: Não se preocupe, no fundo, você sempre será a nanica dela

Luna: Acha que eu tô com ciúme dela? HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH nunca (sai da sala)

Senhor Napoleão: ok...

depois daquilo, ninguém mais se viu, o Senhor Napoleão bateu na porta as oito, saí, fiz comida, comi e depois voltei para o meu quarto, quanto aos outros, pareciam ter comido, porque teve um hora que eu dei uma espiada pela porta e ví louça suja, então me pareceu que tinham comido, quanto a o tempo seguinte, foquei nos livros a noite toda, e de novo NADA


Notas Finais


Espero que tenham gostado e até o proximo


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