História My Angel. - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Visualizações 50
Palavras 1.343
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Saga, Sobrenatural, Suspense
Avisos: Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa
Leitura ❤👑
Espero que gostem!!

Capítulo 2 - Vento forte e Lavanda


Fanfic / Fanfiction My Angel. - Capítulo 2 - Vento forte e Lavanda

_____Capther Two_____

"O Inferno está vazio, e todos os demônios estão aqui"

-William Shakespeare

___Ventos fortes e lavanda___

Ainda morávamos em Nova Orleans, era um lugar bonito e calmo. Com todas as coisas que eu mais amo. Nova Orleans é um lugar de Jazz, arte e várias coisas para serem apreciadas. Como sempre, estava eu, lendo meu pequeno livro de poesia na qual amo. Vovó sempre dizia que se o sinal de Nova Orleans for assionado, todos pegariam suas famílias e correria para longe, pôs a cidade estaria sendo atacada.

Nunca Entendi muito bem oque queria dizer, mas, naquela manhã, soou o famoso sinal de Nova Orleans, que por ironia, não tocava a tantos séculos. As pessoas ao redor se assustaram se entre olharam, pos todos sabia do mito. Esse mito era muito contado e famoso pelas ruas para que turistas acreditassem.

Recebi uma mensagem de minha mãe, dizendo que a mesma estava no mercado e era para mim voltar para casa e que a mesma já estava indo. Ela estava desesperada, era visível, minha mãe sempre acreditou fielmente nas palavras de minha avó. Sem mais delongas, fui para a casa que ficava a três quarteirões da praça onde eu estava. Chegando em casa abri a porta a procura de meu pai.

- Pai?- não obtive resposta alguma. Continuei a caminhar pela casa normalmente, deixei meu pequeno livro em cima do sofá e fui para a cozinha, já que papai passa a maior parte do tempo lá. Já que é chefe de cozinha, procura sempre temperos novos para a nossa comida e a comida do restaurante de mais famoso de Nova Orleans. Chegando na cozinhar, me deparei com uma coisa.. que me marcaria o restante da vida. Meu pai, degolado... Ele estava com uma faca cheia de sangue, meu primeiro pensamento foi que ele tivesse se suicidado, mas não havia motivos! Porque meu pai faria tal coisa? Tão... Derrepente.

- Papai!!!-girtei chorando com minha testa em seu peito, havia pego seu pulso para ver de ainda estava vivo, mas claramente não estaria.- Papaaai!!!!

Minha visão ficou escura e eu Acordei do terrível pesadelo.

Suada e cansada, por que a cena da morte de meu pai não sai de minha mente? Já se passou 2 anos! Eu não durmo direito durante 2 anos! Só consigo dormir, quando abro a janela e um vento forte invade meu quarto, ou quando rezo.

"-Volte a dormir bela flor..."

- Q-uem disse isso?- Fiquei olhando de um lado para o outro até achar o dono da voz, mas ninguém.. talvez eu esteja ficando louca, e com esse meus pesadelos constantes eu esteja ficando mais louca ainda, a ponto de pensar em me internar. Com os ventos fortes que invadiram meu quarto e o delicioso cheiro de lavanda eu apaguei.

(...)

O dia estava como eu gosto, nublado com ventos fortes e que me trazia a sensação de estar sendo acompanhada por alguém. Mamãe sempre me diz que eu sou guardada por anjos, não acredito nessas coisas. Na verdade, sou totalmente descrente de que coisas assim possa existir, quando eu digo coisas assim, digo, o sobrenatural em geral. Quando menor, minha avó que ja faleceu, contava mitos sobre as criaturas da noite, eu, como era criança acreditava, hoje tenho 17 e vamos dizer que estou praticamente formada, pronta para sair do ensino médio e ir para a faculdade. Bom, até hoje eu guardo comigo um ensinamento de minha vó, mesmo eu sendo descrente, sempre que faço isso.. parece que tem algo a me proteger de verdade.

" Lembre minha filha, sempre que algo lhe perturbar a noite, reze para seu anjo da guarda"

E assim eu sempre faço quando tenho os piores e mais horrendos pesadelos com a morte de meu pai. É sempre a mesma coisa.

- Ari!? Está acordada?- Ouvi a voz de meu irmão alguns anos mais novo que eu do outro lado da porta. Ah ele também é adotado pela minha mãe, depois que minha vó faleceu, pos ele morava com ela.

- Sim, Hobi!

- Ah! Mamãe disse que era para você descer para tomar o café, e não se atrasar para a escola logo no primeiro dia de aula.

- Claro, já desço.

- Está bem, ande logo, sabe como mamãe é em relação a atraso. E é ela quem vai nos levar hoje.

- Tudo bem, já irei.

Ouvi seus passos se distanciando e com a maior preguiça do mundo me levantei, fazendo com que meus pés quentinhos pela coberta encostasse no chão frio, fazendo com que eu recebesse descargas elétricas por causa do choque térmico.

Com pulinhos rápidos, cheguei ao banheiro de meu quarto. Me despedi e entrei no chuveiro para tomar um banho de água quente. Me ensaboei e logo tirei todo sabão de meu corpo. Sai do Box e peguei minha toalha branquinha, fui em direção ao meu guarda roupa e peguei ali uma blusa comum de mangas compridas e uma calça jeans cintura alta com rasgos no joelho. Fiz maquiagem, ajeitei meu cabelo e calcei minha bota. Peguei minha bolsa e meus livro que estava lendo pela segunda vez desde aquele dia do suicídio de meu pai.

Desci as escadas e dei de cara com minha mãe com as mãos na cintura

- Demorou mocinha!-Disse fingindo estar brava.

- Desculpe mamãe-beijei seu rosto e a mesma deixou escapar um sorriso- Eu não consigo ficar tão brava assim com vocês né?

- Fazer oque né..-Sorri vitoriosa e fui em direção a mesa cheia de comidas gostosas de minha mãe.- Bom dia Hobi!

- Bom dia!-sorriu com aquele sorriso que contagia a todos e mandou me um beijo no ar.

- Passa a geleia?- O mesmo assentiu e me passou a coisa gelatinosa de cor roxa.

(...)

Chegamos na escola e minha amiga veio logo falar comigo com um abraço apertado.

- Bom, vou indo- Disse Hobi rindo de nós duas e indo direto falar com seus amigos.

- Amiga! Me conta tudo!!! Como foi as férias huh?

- Não fiz nada de mais Luiza, ao contrário de ti-sorri- Vi suas foto no Instagram.

- É, eu viajei para a Coréia do sul, lá é mais que lindo amiga. Sem contar os meninos, todos de olhos puxados como o seu irmão-olhou para meu irmão- E que irmão...-mordeu o lábio e eu bati em sua cabeça

- Tire seus olhos de meu irmão, sua Maria Hashi!- nós duas rimos, logo tocou o sinal indicando que a primeira aula ia começar. Olhei a ficha na sala e ótimo, eu e Luíza não havíamos ficado na mesma sala esse ano. Somos inseparáveis desde o ensino fundamental, e agora, no 2° ano do ensino médio, fomos separadas. Amaldiçoada seja quem nos separou. Entrei em minha sala, primeira aula, filosofia.

- Boa tarde, me chamo Seokjin e sou o professor de filosofia, bom, eu sei que vocês estão no ensino médio, mas... Eu gosto de saber sobre meus alunos para me acostumar.-sorriu- Vamos ir por fileiras Okay?

- Sim!-Disse todos os alunos da sala em uníssono.

-Me chamo Laila...

E assim foi até chegar em mim, segunda fileira, carteira número 14.

- Me chamo Ari Woody.

O profissional me olhou e sorriu, ele é bem bonito... Parece ser mais velho, mas não deixa de ser lindo. Todas as meninas ficava babando nele, eu não era diferente, mas.. não tava dando na cara né.

(...)

- Bom, para próxima aula eu quero que me leiam um livro de Shakespeare e me faça uma redação baseada na frase que vocês mais gostaram, quero que expresse tudo oque vocês entenderam. Esta bem?

- Sim!- todos os alunos responderam mais uma vez em uníssono. Esse professor é legal, explica bem e é bem gentil também, parece já está acostumado com as alunas encantada com ele, tanto, que ele nem liga e faz piadas sobre isso.

Logo o sinal tocou.

- Estão liberados- disse o professor, os alunos logo se levantaram em um alvoroço e saíram da sala.

Enquanto eu ia sair da sala, senti o vento que sempre me deixa tranquila e feliz fazer meus pelos se arrepiarem.

Sai me sentindo melhor deixando meu cansaço de lado, quando esbarrei em alguém.

- Oh perdão!- sorriu a pessoa desconhecida por mim.

"Dia após dia

Verão, inverno

Mesmo que você não saiba

Você tem o melhor de mim" -Best of me (BTS)



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