História My Little Squirrel - Capítulo 17


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Categorias Stray Kids
Personagens Bang Chan, Han Ji-sung, Hwang Hyun-jin, Kim Seung-min, Kim Woo-jin, Lee Felix, Lee Min-ho, Seo Chang-bin, Yang Jeong-in
Tags Changlix, Fluffy, Híbrido, Minsung, Squirrel, Stray Kids, Woochan
Visualizações 141
Palavras 2.912
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Fluffy, Hentai, Lemon, LGBT, Misticismo, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


ME DESCULPEEEEMMM!!!
Cara, eu nem tenho cara pra me desculpar com vcs, então por favor me perdoem por esse tempão sem postar. As aulas voltaram e sacomé né, MUITO trabalho. Anyway, estou de volta com mais um capítulo após tanto cliffhanger. Espero que gostem, divulgem e compartilhem pra eu ver se vocês tão gostando tanto quanto eu. Boa leitura 💛💛

Capítulo 17 - Chapter 16 - Shit.


Fanfic / Fanfiction My Little Squirrel - Capítulo 17 - Chapter 16 - Shit.

Nada. - Anunciou Felix, desacelerando o passo à medida que se aproximava da porta aberta do meu apartamento. Seu peito subia e descia com rapidez e em mãos estava a única foto de Han que eu tinha, seu rosto sorridente e enérgico em meio às folhas verdes da árvore do parque.

Merda.

Olhei o relógio pela provavelmente enésima vez naquela noite. Eram 21:47, faziam exatamente três horas que Han havia desaparecido. As lágrimas pesadas nos meus olhos já haviam desistido de cair, mas minha cabeça ainda latejava como se eu ainda chorasse. Meus punhos estavam cerrados com força, minha cabeça trabalhando como nunca, o único pensamento fixo dizendo Han Han Han Han... onde ele estaria? Em minha mente passavam-se inúmeras situações diferentes, lembrando de cada lugar onde o menor já esteve e que ele se lembrava de como chegar. Havia sido sequestrado? Fugiu para algum lugar? Foi levado? O que sua cabeça estava pensando naqueles momentos, era o que eu me perguntava mais e mais vezes.

Encarei Felix desabando no sofá ao meu lado, olhando para o teto e respirando alto.

- Será que esse dia podia ficar pior? - Ele pensou alto, virando-se para mim com um olhar pesaroso. Não disse nada, apenas olhei para a janela aberta da sala, virada para a rua deserta e mal iluminada. Ele poderia estar naquelas ruas, completamente sozinho ou acompanhado. Em um beco, numa cabana, no meio do mato. Indefeso e ingênuo; em qualquer lugar.

Esfreguei os olhos com força, olhando a tela apagada do celular, ainda sem resposta de Chanbin. Ele estava de carro, vasculhando as redondezas onde o pequeno podia se encontrar e vez ou outra mostrando uma réplica da foto para algumas pessoas, perguntando pelo menor sorridente. Felix, que havia perguntado para todos os moradores do prédio sobre Han e seu paradeiro, passou a mão sobre minhas costas, num gesto acolhedor. Eu queria poder receber aquele carinho, mas meu corpo só fez se retesar nos ombros, tenso até o último músculo.

- Já ligou para o Woojin hyung?

- Não, ele está muito ocupado agora. - Disse somente, dando de ombros. Woojin já havia muito com o que se preocupar naquele momento e, mesmo que eu precisasse dele ali como nunca, não podia parecer fraco quando ele também estava fraco. - Talvez mais tarde.

A cada segundo que se passava, a dor em meu peito se alastrava com muito mais força para meu corpo inteiro. Meus olhos ardiam como se estivessem em brasas, assim como seu coração; tudo queimava em dor. Fechei os olhos por um momento, pensando nas palavras melancólicas de Felix: será que podia ficar pior? Relembrava diversas vezes em minha mente o cenário que encontrei quando cheguei em casa do hospital: Tudo estava fechado e em seu devido lugar, com apenas a janela do quarto entreaberta; eu a havia deixado aberta antes de sair, me lembrava bem. Queria que um pouco de ar entrasse no quarto e deixá-lo mais fresco, mas fora isso nada indicava que alguém havia entrado ou saído. Han estava adormecido, a cabeça ressonando tranquilamente no travesseiro, o filme da Disney mutado iluminando suas feicões levemente na escuridão da sala com as cortinas fechadas. A televisão ainda estava ligada e a almofada do mesmo jeito quando entrei, ele poderia ter se levantado apenas para checar alguma coisa em outro lugar da casa, ou alguém tinha pego ele durante o sono; seria simples, ele era pequeno e leve o suficiente. Também havia o bilhete, repousando na mesa da sala virado para cima. Tudo indicava alguma coisa, mas não levava a uma conclusão definitiva. Eu estava simplesmente perdido, me sentia num beco sem saída e prestes a me derramar em lágrimas mais uma vez.

Me levantei bruscamente e mandando os pensamentos embora quando ouvi a buzina característica do carro de Chanbin. Saí em disparada até o corredor, passando pelo balcão da portaria vazio e escuro. O carro negro do mais baixo estava parado bem na frente da porta de entrada e Chambin segurava o volante com as duas mãos, parecendo exausto. Parei na janela aberta do motorista, encarando meu amigo dentro.

- E-e então? - Questionei, a voz falhada. Chanbin me encarou com os olhos sem brilho, como se olhasse através de mim. Sua feição já dizia tudo o que eu precisava saber, porém ainda havia uma faísca. Uma maldita esperança de que ele estivesse brincando com a minha cara e começaria a rir, tirando Han do banco de trás que também sorria. Uma esperança que eu sabia que se fosse apagada, eu já não teria mais ideia do que fazer. Chanbin respirou fundo e soltou o volante, encostando a cabeça no banco.

- Procurei por todo o bairro. Na casa de Woojin hyung, no parque, todos os lugares que você falou. Nem sinal dele, desculpe.

Eu continuava o encarando, a realidade se chocando, traiçoeira e invencível. Minhas pernas quase que imediatamente perderam a força para segurar minha cabeça tão pesada, as lágrimas desciam novamente sem impedimento. Me agachei em frente à porta fechada do carro, meus dedos apertando com toda a força o vidro da janela. Eu soluçava alto e vergonhosamente, as gotas salgadas fazendo uma pequena poça no asfalto.

Eu só queria Han de volta.

Chanbin abriu a porta bruscamente, me fazendo pender para o lado. Ele segurava meus ombros e falava algo em meu ouvido, mas eu não conseguia escutar com clareza. Senti um segundo par de mãos me ajudar a levantar e me levar lentamente para o pequeno banco acolchoado da portaria, onde eu permaneci completamente mole. Já não me importava se estava incomodando alguém, se eu parecia um moleque desprezível aos prantos, se eu poderia acordar alguém naquela noite com meus soluços. Eu já havia deixado aquilo de lado, minhas emoções tomaram o controle.

Para onde ele teria ido?

Em algum momento, o sr. Park se juntou ao grupo de "Ajude o Minho a Parar de Agir Como um Bebê", pois ele veio com um ventilador portátil, uma caixa de lenços e uma caneca do que parecia ser chá verde fumegante. Sentou-se ao meu lado, fazendo círculos em minhas costas e trocando palavras curtas com Chambin e Felix.

Eu realmente nunca pensara que Han pudesse fazer um estrago tão grande em mim daquela maneira. Se ele foi embora, o que era um possibilidade bastante palpável, será que ele tinha conhecimento de suas ações sobre mim, em como eu me sentia perdido sem ele ali? A tristeza aos poucos foi se tornando em dúvida e incerteza dentro de mim, à medida que o tempo passava ali naquela portaria vazia. Olhei ao meu redor, finalmente tomando conhecimento da cena em que me encontrava: a caneca de chá vazia em minhas mãos, a caixa de lenços intocada em meu colo, Chanbin e Felix em pé me encarando com pena e o sr. Park sentado comigo, sua mão amiga ainda em minhas costas. Falei, mais para a sala vazia do que para os presentes.

- O que faremos agora?

- Bom, ficar procurando sem rumo por aí não vai adiantar de nada. Talvez seja melhor esperar e amanhã a gente resolve com mais calma. - O sr. Park respondeu por todos. Os presentes concordaram com a proposta, mas eu duvido que conseguiria ficar bem até de manhã.

- Minho, você tem alguma ideia do que pode ter acontecido? Ele teria motivos para fugir? - Chanbin questionou, o cenho mais franzido que o normal.

- N-não, eu não sei... não acho que ele teria motivos para fugir, mas tudo pode acontecer. - Disse, tudo se embolando ainda mais em minha cabeça. Chanbin me olhou incrédulo, não aceitaria uma resposta daquela.

- Como assim, ele não é seu namorado? Você deveria saber de coisas como essa, ora.

Acabei por simplesmente bufar, já estava ficando atordoado com aquelas perguntas. Àquela altura, eu já estava sem vontade nenhuma para um questionário, minha mente já estava cheia demais. Coçei a sobrancelha com o indicador, sentindo o cérebro latejar.

- Mas é simplesmente assim; um dia ele saiu da minha geladeira e começamos a partir daí. Não tenho muito conhecimento sobre o passado do Han, ou do lugar de onde ele veio.

Um silêncio um tanto quanto constrangedor preencheu o ar da portaria vazia, deixando somente o ruído do ventilador ventando e girando em nossos ouvidos. O sr. Park enfim quebrou o silêncio com uma tosse seca e nervosa, para não dizer fingida.

- D-da geladeira, Minho? Mas do que está falando?

Encarei Chanbin e Felix, ambos com o cenho franzido e a boca entreaberta em plena confusão. Espere, eu não havia contado a eles sobre Han?

Suspirei alto. Já estava muito cansado para fingir que eu achava toda aquela história uma grande loucura. Talvez, se eu fosse direto e simples, acabaria logo com aquilo rápido e eles teriam que acreditar em mim, mais cedo ou mais tarde. Eu não estava mentindo, afinal. Já não me importava mais com o sr. Park também, ele alguma hora descobriria também. O deslize de mais cedo foi exatamente um sinal de que não haveria como esconder a verdadeira identidade do menor dos outros ao redor, e eu sentia que poderia confiar neles.

- Bom, vou ser breve: Han é um híbrido de esquilo que saiu de um portal mágico da minha geladeira e agora vive comigo. - Soltei simplesmente. Mais silêncio. Os presentes ao meu redor pareciam petrificados enquanto olhavam para mim, me dando uma grande sensação de deja vú. Olhei para baixo, encarando minhas mãos frouxamente juntas entre as coxas, segurando a caneca já vazia de chá. Alguns segundos desconfortáveis se passaram devagar mais uma vez, e eu me perguntei com incerteza se foi a coisa certa a se dizer naquele momento tão delicado da minha sanidade. Continuamos daquele jeito intocável, até que ouvi um barulho que assemelhava ao de dedos se estalando. O movimento veio de Chanbin, e ele soltou algo que eu nunca imaginaria que o próprio pudesse dizer.

- Eu sabia! - Ele exclamou, com a feição esclarecida. Todos olhamos para ele ao mesmo tempo e proferimos as exatas mesmas palavras:

- Sabia?

- Não sabia sabia, mas tudo apontava para ele ser um esquilo.

- Como assim, meu jovem? - Indagou o sr. Park, aparentando ser o mais perdido naquela situação inteira. Bem, eu não o culpava. Também estava curioso para saber das conclusões do mais baixo.

- O fato de ele sempre usar boné e roupas largas, a fala na terceira pessoa, a inocência exagerada e, é claro... - Chanbin calou-se para então puxar a pouca gordura de suas bochechas do rosto afunilado. - Aquelas bochechas. Ele em si já parece um esquilo. Provavelmente tem orelhas e cauda também, não é?

- Sim, ele tem. Eu ia contar pra vocês, mas eu me esqueci naquela noite. Desculpe esconder isso por tanto tempo. - Falei, me virando para todos ali. Felix agora parecia pensativo, como se assimilasse tudo o que tinha escutado e juntava as pecinhas em seu cérebro. O sr. Park também tinha um ar perdido, mas tentava esconder aquilo o quanto pudia. Após algum tempo ele virou-se para mim, com a feição determinada. Já não parecia ter dúvidas de mais nada. Um sorriso caloroso penetrou seu rosto, como um alento para mim.

- Minho, não se preocupe com isso. Não importa se o pequeno Han tem orelhas ou uma cauda de esquilo, ele ainda é um ótimo rapaz. Agora temos que nos concentrar em achá-lo, certo?

Por um momento naquela noite terrível, me permiti esboçar um sorriso.

Após todos se certificarem que eu já me sentia um pouco melhor, voltamos para meu apartamento. A verdade era que eu estava devastado, em todos os sentidos e maneiras possíveis, mas o jeito era seguir com aquilo até a manhã do outro dia. Eu estava contrariado, mas não podia negar a lógica: se Han se encontrava nas redondezas ou não, era inútil procurá-lo tarde da noite, sem nenhum tipo de parâmetro. Felix deixou alguns doces que Chanbin havia preparado na cozinha, caso eu precisasse desestressar com alguma guloseima e o sr. Park deixou uma garrafa cheia de chá também. Disse ao mais velho que ele logo deveria voltar para casa, era bem tarde e ele tinha grandes olheiras ao redor dos olhos enrugados e ainda vestia seu pijama, evidenciando que foi subitamente tirado de seu sono. Era aproximadamente 11 da noite quando me vi na soleira da porta e Chanbin e Felix no corredor silencioso, o braço do mais baixo ao redor dos ombros do loiro.

- Você não quer ir lá pra casa, Minho? É ruim pra você ficar aqui sozinho. - Perguntou Felix, com um olhar preocupado. Soltei uma respiração e olhei para os próprios pés.

- Não, obrigado... ele pode voltar, e eu preciso estar aqui quando isso acontecer. - Respondi baixo, certo de minha decisão. Ficar naquele apartamento vazio a noite toda seria um verdadeiro pesadelo, já que eu com certeza não pregaria o olho nem por um momento, mas não queria mais incomodar ninguém. Chanbin se adiantou e tocou meu braço, fazendo uma espécie de carinho, movimentando sua mão para cima e para baixo, meio desajeitado. O encarei, e vi que estava incrivelmente exausto. Senti a culpa me perfurar como uma adaga; seca e fria.

- Qualquer coisa pode ligar para nós, ok? Nos falamos amanhã.

E com aquela despedida, vi os dois seguirem até o carro negro do mais baixo e seguirem devagar rua abaixo até dobrar no fim do quarteirão, juntando-se a outros carros que também passavam ali para seus respectivos destinos. Fiquei mais um pouco na soleira, pensando em tudo e ao mesmo tempo em nada, antes de fechar a porta e me ver na sala de estar escura e abafada.

Merda.

Fitei o assoalho barato por um longo tempo, minhas órbitas dançando pelo piso até parar num certo embrulho azul que jazia caído e silencioso perto do sofá. Estava caído de lado, um pouco do papel de seda branco caindo para fora, como se vomitasse. Senti uma vontade inexplicável de chorar e de me encolher em um canto qualquer durante a noite inteira. Andei a passos pesados até o embrulho dado por Chanbin mais cedo, não me dando ao trabalho de me sentar no sofá para abrir; me ajoelhei no tapete e retirei lentamente a fita azul que selava o embrulho. O cetim bem cortado caiu em meu colo assim como o papel de seda, revelando uma capa plástica retangular de DVD, com um novo jogo para XBox; era um que também costumávamos jogar, mas não com tanta frequência: um jogo de culinária, cujo objetivo se bem me lembrava era de fazer a maior quantidade de pratos possíveis para os clientes em certo período de tempo. Foi ali que eu e Chanin percebemos duas coisas muito importantes: meu ódio pela cozinha e seu amor por ela. Desde muito cedo ele amava o fogão e tudo o que ele preparava tinha um sabor fora do comum, e com aquele jogo ele descobriu sua verdadeira vocação. Com certeza era algo importante para ele e para mim também, trazendo uma tonelada de lembranças de volta à minha cabeça.

Virei a capa em mãos, observando os diferentes lados. Na parte de trás encontrei outra coisa, um pequeno cartão. Retirei de dentro do acetado que cobria a imagem da capa e abri o papel dobrado, revelando a letra caprichada do mais baixo:

"Me chame pra jogar qualquer dia. Ainda tenho certeza que te deixo no chinelo em todos os níveis. Feliz aniversário, sabichão. - Chanbin. P.s.: Trago brigadeiro por minha conta."

Uma única lágrima solitária desceu pelo meu queixo e fez um ponto molhado da carta que eu segurava com mãos trêmulas enquanto eu lia e relia novamente. Limpei violentamente as outras que se forçavam a descer. Chanbin odiava me ver chorar. Dizia que eu parecia um bebê gigante e remelento, e que o fazia gastar seus lenços. Porém, em nenhuma vez ele deixou de me estender seu ombro e de ouvir minhas reclamações sobre qualquer coisa que me aborrecesse. Fosse como fosse, ele nunca havia me deixado na mão e me sentia terrível por aquela noite. Culpado, esse era o sentimento principal. Eu o fiz trabalhar a noite inteira só para nada, o fiz procurar o bairro inteiro por alguém que não estava lá, o fiz ficar até altas horas me ouvindo chorar e espernear. Me sentia um completo egoísta e um terrível amigo, por ter alguém tão bom como ele comigo e não conseguir retribuir à altura.

Deixei o jogo e o cartão com cuidado em cima da mesinha de centro, sentindo a visão arder com o choro recente. Talvez precisasse de um copo d'água. Me levantei devagar, as pernas meio dormentes por ter sentado em cima delas por muito tempo. Caminhei até a cozinha, escutando somente meus passos ecoando e os de mais ninguém. Tudo parecia tão solitário... encarei a pequena variedade de doces em cima da mesa da cozinha, sentindo meu estômago revirar. Eu mal estava conseguindo manter a torta de nozes dentro de mim direito, provavelmente não comeria nada aquela noite.

Abri a geladeira e coloquei a pequena caixa branca com os doces coloridos dentro, pegando logo após a jarra transparente com água. Senti o ar frio do aparelho consertado chocar-se contra meu rosto quente, sentindo muita saudade de Han, como em toda a noite. Entretanto, era um sentimento mais puxado para o nostálgico, como se eu estivesse me lembrando de algo mas ainda não tinha chegado à minha mente. Encarei o interior branco e meio vazio da geladeira e depois para a sua porta. Quando me veio, quase deixei a jarra de água se estatelar no chão. Como não havia pensado naquilo antes?

- O portal!



Notas Finais


Mano, esse spirit é mt bugado vou tem contar...
E aí, o que acharam? Fala aí nos comentários, eu amo dms conversar com vcs!
Obrigada por ler e até o próximo capítulo hihi 💛💛


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