História My mistery. - Capítulo 7


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Categorias Once Upon a Time
Personagens Emma Swan, Regina Mills (Rainha Malvada)
Tags Swan Queen
Visualizações 105
Palavras 1.001
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 7 - Brings she back for home.


Fanfic / Fanfiction My mistery. - Capítulo 7 - Brings she back for home.

Era o segundo copo de café quando tudo se estabilizou e o silêncio começou a me matar. 
—Posso saber oque eu estou fazendo aqui?— falei quase em um sussurro, tentando manter uma postura seria. 
Ela não estava com Zelena? oque ela queria de mim, afinal? 
—Dá um tempo Emma. Deveria me agradecer, não questionar.— ela falou revirando os olhos. 
—Agradecer? Eu estava, e ainda estou muito bem.— menti.
—Ah obviamente estava. Caindo de bêbada e sozinha, porque seu amiguinho te abandonou bem fácil não é mesmo?—ela falava seria sem perder sua postura. Regina estava com ciúmes? 
Quando fui responder, meu celular tocou e eu virei minha atenção para ver quem era, mas o número era desconhecido. 
—Atende Emma, deve ser ele.— minha raiva foi tanta que ignorei a ligação. 
—Qual seu problema com Neal? Não deveríamos estar falado de Zelena na verdade?— inverti a briga. 
—Não compara ela com ele.— defendeu. 
—Porque Regina? Ela é mais importante? Você ainda a ama e me beijou para tentar esquecê-la? É isso?— 
Falei com um sorriso irônico e ela simplesmente ficou em silêncio. Ela devia ter dito que não. 
—Não precisa fazer essa cara, você mal me conhece né? Idiotice minha pensar que poderia ter algo entre a gente.— ela continuou em silêncio.

O celular tocou novamente e a pessoa insistia mais que o normal. Levei minha mão até o mesmo para atender, mas Regina foi mais rápida e atendeu no meu lugar. 
—Regina!— falei quando tentei retirar de suas mãos, mas ela já havia atendido. 
—Isso não é hora para você atormentar a vida de ninguém Sr. Neal. — falou rude. 
—Me desculpe! está sim. — sua expressão no rosto foi mudando conforme alguém falava algo para ela do outro lado da linha, e eu apenas entortei as sobrancelhas confusa. 
—Estamos a caminho. obrigado.— desligou o telefone e pegou as minhas roupas que estavam em cima do sofá e jogou em meu colo. 
—Quem era?— questionei. 
—Era do hospital, falavam sobre alguém. Não entendi bem, acho que Gramy.—
—Granny!— gritei ao me levantar. 
—Se troca Emma, vou te levar lá.—

Não entendi bem porque a gentileza sabendo que ela estava brava comigo, mas não recusei. 
Estava realmente preocupada com vovó que nem pensei em questiona-la pelo favor. 
Apenas me troquei rapidamente, enquanto Regina ligava o carro. 
Entrei no mesmo e ela nos levou diretamente para o hospital. 
Chegamos lá e um médico já nos esperava na porta, ele estava com o telefone dela nas mãos e meu número sempre foi sua chamada de emergência, talvez tenha sido por isso que me encontrou facilmente.

— Emma?— o médico falou na frente de ambas esperando que eu pronunciasse.
—Eu mesma.— o fiz. 
—Então. Oque eu tenho para dizer preferi não falar pelo telefone..— interrompi.
—Seja direto por favor.— 
—Granny chegou aqui com um pequeno tumor no cérebro. Seguiu uma fila de exames e tomografias, até que pediu a cirurgia. Mas, nisso ouve uma complicação. Uma hemorragia resultou em uma morte cerebral, ou seja, ela está viva porém não pode falar ou se mover e irá ficar assim, respirando por aparelhos. Não seria mais ela ali. 
Assinou os papéis em seu nome, você seria a responsável em desligar os aparelhos se caso desse algo errado. Antes de aplicarmos a anestesia, ela pediu para te entregarmos isso.. Sentimos muito.— ele me entregou uma carta e eu aceitei em silêncio.

Por um instante meu mundo parou. 
Nem o ciúmes que eu estava por Regina, poderia mudar oque eu estava sentindo naquele momento. 
Eu não sabia oque pensar, nem mesmo oque falar. Só parei. 
Granny era minha família! 
A única pessoa que implicava comigo de todas as formas, mas que eu confiava de olhos fechados. 
Sem ela eu estava sozinha, eu não tinha ninguém. 
Ela cuidou de mim, e quando precisou, eu não estava aqui para cuidar dela. 
Estava detonada por dentro.

É engraçado como a morte funciona não é mesmo? Ela simplesmente tira alguém de você, para sempre, e para sempre é muito tempo. Te deixando apenas uma carta.

—Emma?— Regina sussurrou e apoiou sua mão em meu ombro, acariciando-o. Eu apenas a olhei. 
—Ele disse que você pode vê-la se quiser, e terá que decidir ainda hoje.— concordei com a cabeça, e segui Regina que havia escutado certo o número do quarto.

Entramos lá, e ela estava deitada. 
Parecia estar sorrindo, até longe daqui essa idosa sabe me provocar. 
Foda, ela poderia ter me deixado uma roupa já que implicava com as minhas, ou até mesmo seu jogo de xadrez. Mas essa responsabilidade toda, não.

Me sentei e segurei sua mão, apenas fiquei olhando com um sorriso no rosto. Eu estava triste, e muito inconformada com tudo, mas não conseguia chorar. 
Regina novamente estava ao meu lado, passando suas mãos delicadas em meus cabelos, e aquilo me confortava. 
Fiquei ali por um tempo, lembrando de cada coisa que passamos. Cada machucado que tinha e ela brigava, mas no fim dava o beijo mágico que sempre fazia parar de doer. 
Ela estava tão bem a ultima vez que eu a vi. Porque isso mudou tão rápido? 
Agora é meu anjo da guarda, e estará cuidando de mim. Mais do que sempre cuidou.

Assinei! e pouco antes de desligarem as máquinas que ainda a mantia viva, segurei mais forte sua mão e sussurrei.
—Eu amo você, vovó! Velha implicante.— beijei sua mão, e sai da sala. Não precisava ver aquela cena, não era justo.

Já era quase manhã quando chegamos em casa. —Entra por favor.— pedi e Regina não pensou duas vezes. Subimos e deixei que ela entrasse na frente. Fui direto para o quarto e me deitei sobre a cama, bati no colchão para que Regina sentasse ao meu lado e ela fez também. 
Se deitou ao meu lado sem nem tirar os saltos dos pés, e eu o mesmo. Me abraçou forte e eu me aconcheguei em seu abraço, fechamos os olhos e ficamos ali. 
Estava acabada, mas nos braços de Regina eu me sentia infinita, me sentia segura.



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