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História Namore meu namorado 2: O intruso!. - NCT (Ji Sung Centric!) - Capítulo 16



Notas do Autor


Mais um capítulo saindo no horário... kkk

Espero que gostem...
Boa leitura...

Capítulo 16 - Que amam!.


    Naquele fim de semana Jeno e Jaemin iriam voltar para suas casas, como não tinham planejado nada específico e, o plano de Jaemin tinham ido por água abaixo, o melhor que podiam fazer era irem para casa. Fazia um certo tempo que não iam para lá, ainda mais o loiro que tinha muita a vontade de voltar para a sua porém, iria daquela vez. Já Jeno, o platinado adorava está em casa e, ficava bem mal quando tinha que ir embora pois tinha que deixar seu irmãozinho para trás e, não gostava de ver o mais novo triste. Mas, era necessário.

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    Sempre que chegava em casa Jaemin suspeitava pesado e triste, pois sabia que estava ali sozinho como sempre. Desde que tinha cinco anos passava os dias sozinho naquela casa enorme e, odiava com todas as forças a situação. Seu pai parecia que não dava a mínima para si, mesmo lhe dando tudo do bom e do melhor, sempre lhe dando dinheiro e mais dinheiro, como se aquilo fosse capaz de preencher o vazio que o mais novo tinha no peito e na alma.

    Desde que sua mãe morreu quando tinha três anos, Jaemin não sabia o que fazer de sua vida, era muito pequeno, uma simples criança que tinha acabado de la ver a mãe para uma doença que a mesma tinha desde muito jovem, só que nunca soube que doença era aquela, seu pai e seus avós maternos nunca lhe disseram, afirmando que seria melhor não saber para assim, preserva-lo de mais tristeza. E, mesmo com curiosidade sobre o assunto, o Na nunca quis entrar mais a fundo sobre.

    Mesmo sendo uma criança e sofrendo muito com a perda da mãe, Jaemin ainda tinha seu pai ou achava que tinha. O pequeno se segurava naquele que achava que seria seu porto a partir de agora, porém, depois de uma semana da morte de sua mãe, o Na viu as coisas com relação ao seu pai mudarem, ele já não era mais aquele bom né alegre e vivido de antes, ele parecia cada vez mais distante, mais fechado e, aquele mudança repentina deixou o menor  cada vez pior. Não sabia o que estava acontecendo, não saia o que faria. Tinha perdido sua mãe, agora estava perdendo seu pai. Era muita coisa para um garoto de três anos.

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    Na casa de Jeno as coisas eram bem diferentes. O lugar parecia que iria cair a qualquer momento e, tudo por causa de um pensei garotinho que era um verdadeiro furacão. O garoto corria por todos os lados gritando e fazendo estripulias das melhores maneiras possíveis. Não sabiam como um serzinho de apenas seis anos conseguia aquela proeza mas, de uma coisa tinham certeza, Jeno era um poso de babá pelo pequeno.

    Desde sempre Jeno era louco para ter um irmãozinho ou uma irmãzinha para que pudessem brincar, era bom ter amigos e brincar com eles, o problema não era esse, mas sim que ele queria ter o próprio “bonequinho(a)”, que pudesse brincar consigo de tudo que quisessem e quando quisessem. Esse era o maior desejo do platinado quando mais jovem, porém nunca tinha aquele desejo realizado pelos pais, não que eles não quisessem um segundo filho(a), o problema era que a mãe de Jeno não conseguia mais segurar uma gestação e, sempre acabava perdendo o bebê no primeiro mês.

    Até que tudo mudou seis anos atrás, naquele tempo Jeno já tinha seus 12 anos e, mesmo assim ficou muito feliz com a notícia. Ele já tinha até desencanado da ideia do irmão, só que nunca ficou tão feliz como fixou quando soube de seu irmãozinho, finalmente sua mãe tinha conseguido segurar uma gestação e passado do estágio de risco. E, no fim daquele ano, seu pequeno irmãozinho ChenLe nasceu.

    Foi o melhor dia da vida do Lee, ver seu irmãozinho ali naquele berçário em meio a tantos outros bebês, finalmente seu sonho fora realizado.

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    A diversão no parque continuava a mil por hora e, Ji Sung estava cada vez mais incontrolável. Não entendiam como o menor tinha tanta energia, por mais que tivessem uma idade próxima, tinham certeza de que estavam ficando velhos para toda aquele correria de um lado para o outro daquele lugar que era imenso. Mas, se ficariam a criar forças para aguentarem o fôlego que o mais novo tinha, afinal eram dançarinos, tinham que ter fôlego e energia ou então seriam a vergonha da classe.

    Já Ji Sung, o mesmo sequer sabia o que era perde o fôlego ou até mesmo cansaço, estava mais preocupado em conseguir ingressar para a montanha russa, esse era o brinquedo que ostras queriam ir mesmo que Taeyong tivesse medo de altura, era algo que ele queria muito, nem que tivesse que engolir várias pílulas para nervosismo. Estavam sentados no primeiro carrinho do brinquedo morrendo de ansiedade para que começasse logo, aquele lugar era i mais cobiçado por todos e, pela primeira vez o Do e o Lee moreno tinham conseguido ir ali e o melhor de tudo com a presença de outro Lee. Não podia existir felicidade maior para eles no momento.

    O brinquedo começou e todos a diversão também, era tão feliz e divertido que Tae somente esqueceu o medo que altura que tinha e se divertia a cada nova curva e loop que davam, seus gritos daquela vez não eram de medo e sim de pura animação. Vendo aquilo Ji e Mark sorriram pois viam seu namorado feliz ao ir no brinquedo. Estavam com medo dele acabar passando mau, desde o navio Ji já não forçava mais o ruivo de ir, mesmo assim ele foi e, felizmente estava correndo tudo bem.

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    No final estavam tudo isso bem, quase todos só brinquedos tinham sido percorridos, só faltavam um e esse era o mais esperado, e tudo por causa da vista que o mesmo lhes proporcionaria. A roda gigante, o desejo de todos os casais que iam ao parque e, claro que não séria diferente com o TaeMarkSung, os três haviam decidido em deixar aquele por último, pois estaria já escuro e seriam agraciados pela visão da cidade toda iluminada e, era isso que viam no momento.

    Os três viam as luzes da cidade do alto da roda, e se deslumbravam com tal imagem, nunca imaginaram que poderiam está ali juntos contemplando tal vista. Ji sentir ser abraçado pelos seus namorados e suspirou com o toque. Estava feliz por tudo.

- Não tem nada mais que eu queria. Obrigado. – Agradeceu aos dois, que sorriram em concordância.

    Porque, aqueles que amam!.


Notas Finais


Então neh...

Por fim tivemos um pouco mais sobre esses dois, que são tão misteriosos ainda...

E, eu não disse que teria romance, então tai o romance de vocês... 😉😉😉😉

Até prevê...


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