História Nem sempre é o fim - Charisk - Capítulo 10


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Categorias Undertale
Personagens Alphys, Asgore Dreemurr, Asriel Dreemurr, Chara, Frisk, Mettaton, Muffet, Napstablook, Papyrus, Personagens Originais, Sans, Toriel, Undyne, W. D. Gaster
Tags Alphyne, Asgoriel, Charisk, Romance, Undertale, Yuri
Visualizações 206
Palavras 1.299
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Ecchi, Fantasia, Ficção Adolescente, Hentai, Luta, Orange, Romance e Novela, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


HELLO GUYS!
Estou aqui mais uma vez com mais um maravilhoso capítulo dessa maravilhosa, cremosa, vitaminada, saudável e malemolente história. Sem mais delongas, divirtam-se!

Capítulo 10 - Fantasmas de um passado esquecido


Fanfic / Fanfiction Nem sempre é o fim - Charisk - Capítulo 10 - Fantasmas de um passado esquecido

(p.o.v Chara)

-Chara... Chara... Chara....

Tudo que eu ouvia eram sussurros e mais sussurros do meu nome. Eu não tinha ideia de quem dizia isso. Me parecia uma voz familiar, mas eu não conseguia identifica-la. Eu estava sozinha em uma rua, e estava de madrugada. Quanto mais eu procurava alguém, mais perdida eu me sentia naquele lugar.

-Quem está ai? -Perguntei, em vão.

-Você fará tudo de novo... Você vai... Você vai... -Por mais que eu reconhecesse aquela voz, eu não fazia ideia de quem poderia ser. 

Eu andava às cegas naquele lugar, até que eu vi o vulto de uma pessoa cruzando uma esquina na minha frente. Imediatamente eu corri em direção àquele ser, e gritei:

-Espera! Você não vai fugir!

Eu estava com muito medo, e ao mesmo tempo furiosa. Quando eu alcancei o cara e o puxei pelo braço, de maneira que ele se virasse para mim, eu entrei em pânico. Ele era um esqueleto, mas eu nunca o vira na minha vida. Seu crânio possuía duas rachaduras, cada uma tendo início em um olho. Eu caí de costas quando o vi, então ouvi as suas palavras:

-Você vai matar todos mais uma vez Chara. Você tem que parar com isso. Você vai matar ela mais uma vez. -Ele foi andando lentamente em minha direção, e eu ia me arrastando para trás, com um pavor imenso tomando conta do meu corpo. E, quando me levantei para correr, eu esbarrei em uma pessoa. 

Era eu mesma, alguns anos mais nova.

-Você sabe o que tem que fazer. -Ela disse, enquanto se agachava e começava a brincar com uma faca ensanguentada- É só usar isto.

Eu sabia que estava escutando uma voz familiar. Era a minha própria voz o tempo todo, todavia mais jovem.

-Não! Eu prometi que eu nunca mais faria isso!

A minha versão então se levantou lentamente com a faca na mão, e passou a língua sobre o sangue que nela escorria. Eu vi meu reflexo sujo de sangue na faca, e percebi que a criatura estava em pé, logo atrás de mim. Senti imediatamente o medo me corrompendo, e me virei para ficar de frente com o monstro. Porém, ao fazer isso, senti algo perfurando o meu peito. A outra Chara me esfaqueou quando eu me virei. 

Imediatamente eu cuspi sangue, minha visão ficou turva, e eu só não cai no chão porque o outro eu me segurou antes disso ocorrer. 

-Você é fraca. -Ela sussurrou em meu ouvido.

Me levantei rapidamente da cama, estando ofegante e suada. Era mais um pesadelo. Eles estavam começando a me preocupar, já que era a terceira vez que eu tinha um pesadelo daquele tipo nos últimos 6 dias. Sem sono, eu me levantei e fui até o quarto da Frisk, para ver como ela estava. Ao entrar, vi a morena dormindo em um sono profundo. Eu fiquei olhando ela por um tempo, eu acho ela linda enquanto dorme. E a paz em sua expressão me acalmava depois desses pesadelos. Mas eu não podia ficar lá por muito tempo, pois no dia seguinte nós tínhamos aula.

(Quebra de tempo)

-Aaaaaaaahh, que sono! -Eu desabafei, encostando a minha cabeça na carteira enquanto o professor não chegava.

-Você ficou acordada até de madrugada conversando no Hamino de novo, Chara?!?!

-Claro que não. Na verdade, já faz um bom tempo que eu não entro lá. -Eu respondi, olhando para a Frisk com cara de desprezo por não respeitar meu sono e querer colocar a culpa no meu chat de anônimos mais uma vez.

-Não olha para mim desse jeito, isso me magoa... -Ela disse, fazendo uma expressão que me fez sentir uma pontada no coração. Porra, eu não sei se quando ela passa essas coisas triviais para o lado pessoal é a minha raiva ou o meu amor por essa garota que aumenta. 

-Ok ok, me desculpa Frisk. 

Eu me levantei da minha carteira e fui abraça-la por trás. Os nossos rostos estavam muito próximos um do outro, e notei que algumas pessoas cochichavam sobre nós duas estarmos daquela forma. Isso já acontecia faz um tempo, mas também para ser honesta desde que os nossos pais descobriram sobre nós duas, eu e a Frisk demos uma relaxada nesse negócio de esconder o nosso relacionamento.

-Frisk, você ainda não contou para ninguém, não é? -Sussurrei.

-Não. Vai saber o que eles vão começar a falar da gente se alguém fic...

Eu interrompi aquela fala com um beijo. Eu já estava pouco me fodendo para o que as pessoas iriam dizer sobre aquilo, e também já estava cansada de esconder isso.

-QUEEEE?

-MAS QUE PORRA FOI ESSA?

-O QUE ACABOU DE ACONTECER AQUI?

Foram alguns dos gritos que o pessoal da sala deu quando viram o nosso beijo, e eu sinceramente nem ligava. Na verdade eu queria era ver se alguém iria implicar com aquilo.

(p.o.v Frisk)

EU NÃO ACREDITO QUE A CHARA FEZ MESMO ISSO! Caramba, me beijar assim no meio da sala? Isso foi extremamente insano!

-É isso ai caralho! Eu e a Frisk estamos namorando já faz um tempo, alguém aqui tem algum problema com isso? Se alguém tiver um problema é só vim acertar comigo. 

A sala ficou em silêncio. Também, todo mundo da sala tinha medo de brigar com a Chara desde que ela arrebentou um garoto do terceiro ano por tentar pegar o chocolate dela no intervalo. Mas ainda assim até eu fiquei com medo dela por conta do olhar que ela fez para todo mundo depois que eles começaram a gritar. 

-Eu posso saber que alvoroço todo é esse? -O professor perguntou, vendo o caos que a sala de aula estava quando ele entrou.

A amante de chocolates mandou um último olhar para a sala, deixando bem claro que a pessoa ou o monstro que falasse alguma coisa para o professor teria sérios problemas. Depois de sentar no seu lugar, a Chara me olhou com um sorriso gentil e disse:

-Depois nós continuamos o beijo, ok Frisk? -A sua voz estava tão doce que nem parecia a mesma pessoa de 1 minuto atrás.

-O-Ok. -Eu respondi, sentindo meu rosto corar. 

Depois que a aula acabou, uma imensidão de pessoas vieram até mim e à Chara perguntar sobre o nosso relacionamento. Algumas comentavam com deboche sobre nós, mas a Chara sempre acabava ameaçando a vida de quem fizesse isso, fazendo com que os comentários parassem em pouco tempo. 

(Quebra de tempo)

-Chara, você tem noção do quão maluco foi aquilo que você fez na escola? -Eu perguntei, me jogando na minha cama.

-Frisk, o importante é que no final deu tudo certo.

-É, com você ameaçando umas 10 pessoas da sala.

-Foda-se. Eles tiveram o que mereceram. 

-Chara!

-Frisk!

Eu soltei um pequeno suspiro. Depois que ela se sentou na cama, eu encostei a minha cabeça em seu ombro e desabafei:

-Pelo menos agora nós não precisamos mais nos esconder... Só tenta tomar cuidado para não...

Ela interrompeu a minha frase com um beijo, que em pouco tempo ficou intenso. Suas mãos, que inicialmente estavam em meu cabelo, passaram a se encontrar em minha cintura, me puxando para o colo dela.

-Eu adoro o jeito com que você se importa com esses detalhes, sabia? -Ela comentou, fazendo nossos lábios se encontrarem novamente e me impedindo de lhe dar uma resposta.

Suas mãos aos poucos foram subindo por dentro da minha camiseta, mas eu interrompi a ação da mais velha, e separei o nosso beijo. 

-Chara, nós... Eu não...

-Por que não? Nós já fizemos isso uma vez.

Senti meu rosto corar ao ouvir as palavras dela. Então eu me levantei do colo dela e disse:

-T-Tá, mas eu tava bêbada, então não vale!

-Frisk, Frisk... Qualquer dia você ainda me mata. -Ela disse, me dando um selinho.


Notas Finais


Sinto muito, mas dessa vez não vai ter cena erótica -w-


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