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História O Artesão da Guerra - Capítulo 11


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Notas do Autor


Obrigado a todos aqueles q acompanham esta história. Tentarei mantê-la menos "vulgar". Boa leitura.
/////// +18
~Jousac
~Atreus

Capítulo 11 - A Dança das Plumas


~Jousac

  Eu saía do quarto da maldita puta q me nego quando vi Atreus sair às pressas sem ao menos se vestir direito. Era impossível n notá-lo por inteiro, de baixo pra cima. Queria chamá-lo, mas n daria pra ele escutar naquele volume de barulho, então o segui.

Ao chegar do lado de fora, o vi rapidamente cruzando entre as casas. Novamente, fui obrigado a segui-lo. Era toda vez isso, eu smp mantendo-me às suas costas. Bem q eu poderia estar bem mais próximo...

"Aonde ele vai?", me pergunto vendo ele encarar as moitas que nos separam dos demi-humanos. Ele olha para os lados desconfiado e, sem hesitar, adentra na mata. Vou rapidamente para n perde-lo de vista, mas acabo por me perder. "Aqui seria um bom lugar pra uma..."

- Atreus? - fala o demi-humano perdendo seu sorriso ao me ver. E o meu surgindo logo dps.


~Atreus

  Meu corpo ainda fervia quando entrei na selva densa e escura. N sabia pra onde ia, nem q rumo estava tomando. Meu corpo babeava e meus sentidos falhavam.

- Rakan? - pergunto ouvindo a mata soar diferente.

- Então o Rakkor se perdeu da trilha do meu priminho? - fala Xayah fazendo biquinho. Lembro de beijar Rakan quando apertei suas bochechas. - Está bêbado?

- Eu só...

- E está bem animado aí em baixo! - Ela olha sem disfarçar enquando sorri. Ela se aproxima. Ela tem o msm cheiro q Rakan. N, ainda mais suave q o dele. Eu sinto ela passar a mão entre minhas pernas. Meu corpo treme.

- Xayah, oq vc...?

- Eu sei q vc prefere meu primo, mas creio q nesse estado prefira se aliviar de qlqr jeito.

- Xayah... - Meu corpo pulsa ainda mais rápido. Eu paro. Ela me olha. Ela desliza sua mão para dentro da minha cueca. Me aperta. Solto um leve grilhido. Olho suas penas cintilantes me encantarem. Eram escuras, mas tinham o msm prazer q as do Rakan me davam. - Vc...

- Sim? - Ela se aproxima da minha face e eu sinto sua respiração nos meus lábios. Meus sentidos se apuram. Sinto o seu cheiro. Sinto o frio. Sinto o som. - Vc! - Eu a empurro pra longe. Meu corpo age por empulso. Aqueles gemidos n eram dela. Aqueles gemidos n era a mata. Aqueles gemidos distantes eram de Rakan. Significava dor. Significava q ele estava sofrendo.

Eu corri. Eu pulei. Eu bate. Eu soquei. De novo. De novo. De novo. Vi sangue. Era do Rakan? Era meu? Era de Xayah? Do Jousac? Jousac... 

"Oq ele faz aqui?",  meu coração aperta. Ele ainda respira e vejo novamente aquela cicatriz q fiz nele quando mais jovens. Eu havia o matado. Eu matei um dos meus, pensava sem parar. Matei para salvar nossos inimigos. Estou errado. Para salvar o meu amor.

- Rakan! - grita Xayah socorrendo seu primo. - Ele n respira, Atreus! PF, me ajude! Por favor. Ajude minha única família! - Chora ela segurando Rakan em seus braços.

Eu me vi sufocado. Perplexo. Devastado. Era hora de deixar as intrigas de lado e correr até à morte por Rakan.



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