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História O Canto Das Criaturas Feridas - Capítulo 4


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Notas do Autor


Senhoras e senhores bem vindos ao drama

Capítulo 4 - Seja o único a chamar meu nome


Fanfic / Fanfiction O Canto Das Criaturas Feridas - Capítulo 4 - Seja o único a chamar meu nome

O mundo sucumbiu mais uma vez, talvez isso faça algum sentido, mas não para eles. O mundo poderia parar em qualquer momento, e os dois conseguiriam se afastar, como dois imãs defeituosos. Joui e Cesar andaram unidos nestes dias, parecia que ainda tinha um pingo de esperança alí, para algo convidativo onde não haveria drama com monstros ou algo pior, e para ambos isso se tornara um alívio.

No centro de São Paulo, Cesar esperava o mais novo com a refeição, eles foram ao um restaurante chique. Joui o convenceu a ir, para ele era estranho sair de casa, ver o mundo normal, sem um constante medo de uma possível extinção iminente. Mas o asiático lhe dera uma nova visão, dando a ele um motivo para sorrir. Joui parecia uma criança olhando tudo ali, ele mantinha um sorriso meigo no rosto, por mais que ele parecia mais forte, e um pouco menos amigável, que não retirava seu lado doce.

Cesar estava curioso para perguntar sobre Elizabeth para Joui, mas o mesmo parecia evitar tal conversar, talvez ela tenho o despachado. Algumas vezes o garoto lembrava o Thiago, o jeito amigável, uma pessoa que sempre estava ali para te ajudar, um parceiro. Mas também quando estava irritado o garoto se transformava em uma espécie de Liz, mas menos raivoso, como uma cabeça concentrada em ajudar os outros, que sempre faria de tudo em deu alcance para ajudar.

- Cesar aconteceu alguma coisa? Você ficou quieto!

- desculpa Joe! Eu tava pensando...

- Em que? - perguntou Joui colocando uma mão apoiado na mesa.

- tava pensando o quanto mudou! Você parece outra pessoa, desde quando eu te revi, você não parece o mesmo!

- isso é ruim?

- não de jeito nenhum! Eu gosto desse novo você, parece que você soube lidar com aquilo melhor que eu...

- Cesar eu não- Joui foi interrompido por um prato de comida em sua frente.

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Tudo parece certo até... Que alho de ruim destrua isso, não importa suas intenções, ou quem você dizia ser, um erro muda tudo, e agora chore sobre a leite derramado. Kaiser teclava com pressa no computador, parecia que em qualquer momento ele se destruiria, com cada toque, mas não... Ele estava terminando de criar o programa, aquilo seria  um novo momento para a ordem, que poderia se preparar para o novo ataque, ou pior... Com a engenharia de kaisar, todos os agentes dá ordem teria uma ajuda extra, para localizar suas receptivas missões. O local tinha sua tonalidade esverdeado, mas era perceptível um leve azul e amarelo no local, onde estavam os computadores do Samuel e Letícia, seu companheiros de pesquisa. Os três não tinha uma amizade em si, mas sim, uma competição silenciosa entre eles, para ver quem era o melhor.

- kaiser sai um pouco daí! - disse Arthur tentando ajudar o amigo, a sair um pouco de lá.

Ele não notou o gaudério invadir seu local de trabalho, para o incomodar com alguma besteira, hoje não era um bom dia de qualquer jeito. Fazia tempo que ele não via um dia como bom, parecia que fazia anos que ele não sorria. Seus lábios tinham se acostumado a ser rígidos, em uma expressão de poucos amigos, e também havia uma grande dificuldade de tirar ele dá sala de pesquisa. Houve várias situações onde kaiser não voltou para casa, e ficou lá trabalhando, ajudando as equipes, com suas pesquisas.

- agora não Arthur!

- agora sim, a Ivete está nos esperando

- eu encontro vocês em casa!

- eu não acho isso saudável kaiser! - Disse o homem se sentando ao seu lado - você tá colocando seu corpo e mente nisso, mas não precisa exagerar, você sabe que pode termina isso amanhã

- se eu posso terminar amanhã, por que não terminar isso hoje?

Arthur bufou, e olhou para kaiser ainda concentrado no computador, ele não sabia como ajudar ele.

- você tem falado com o Joui?

Por incrível que pareça para Arthur ele parou, era como se tivesse paralisado, ele não sabia o afastamento deles, só sabe que Joui chorou muito. Não importava seu esforço kaisar nunca lhe disso o que havia acontecido, ele só sabia que kaisar e o Joui tinham morado juntos por um tempo, até eles se afastarem.

- não! E você?

- também não, ele sumiu

Agora sim ele se calou, de repente ele desligou o computador e se arrumou. Arthur olhou abismado para o homem saindo do recinto, sem pensar duas vezes o seguiu, e o viu indo até Ivete.

- vamos para casa meninos?

- vamos - disse kaiser um pouco desanimado para a mulher

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Joui caminhava animado pelas ruas de São Paulo, cantarolando uma música em japonês, que Cesar não fazia a menor ideia do que significava. Mas ele não poderia segurar um sorriso, ao ver o amigo sorrindo, parecia que nada tinha mudado, não havia mais sangue inocente em suas mãos, a culpa e o remorso sumirão. Era só eles ali, sem Thiago, Elizabeth, Arthur, Cris. Eram os dois contra o mundo, mas até quando isso duraria, até o garoto se enjoar dele, quando isso aconteceria hoje, amanhã, na terça ou daqui vinte dias. O frio dominou seu corpo, ele sentia seu corpo ser acertado por uma ataque invisível, fazendo ele se ver mais uma vez sozinho, aguentando a chuva, e um corpo carbonizado. 'Como me esquentar sem você aqui' - pensou ele, e de uma vez seu corpo foi ao chão. Tudo nunca estava bem, nada poderia se permanecer bem, Será que ele nunca encontraria sua paz.

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Kaiser levantou de sua cama e olhando para o lado de fora, seus olhos estavam perdidos em qualquer lugar, seu olhar perdido era de dar dó para qualquer um. Ele olhou á um prédio não muito longe dele, e lá viu uma figura encapuzado, ele piscou e a figura ainda o olhava. Mas não parecia ser uma inimigo, era como se ele conhecia aquela coisa... Como aquilo não era assustador, ele nunca saberia (ainda), olhar para aquilo lhe deu uma paz, que um dia foi sua. Mas foi retirada dele, a paz que lhe acompanhou por quatro meses.

- Cesar eu estou aqui! Eu sempre vou estar! Fica comigo

Continue chamando meu nome, me mantenha ao seu lado para sempre, nunca me deixe... Se me deixar não me esqueça.


Notas Finais


Um beijo para quem quiser


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