História O Filho da Madrasta - Capítulo 14


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Categorias Justin Bieber
Personagens Justin Bieber, Personagens Originais
Tags Madrasta, O Filho Da Madrasta, Traição
Visualizações 118
Palavras 1.120
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi gente dps de 20mil anos cá estou eu

Capítulo 14 - Não é o que você está pensando


Domingo, 11 de setembro de 2016

Canberra, Austrália

Juro que tentei me mostrar feliz e animada com a estada em Canberra. Aqui é um lugar maravilhoso, encantador, mas não me pertence. Sinto que não é o meu lar. Meu corpo estava na Austrália, mas meus pensamentos estavam em Now York. Tudo acontecia como mamãe planejou, conheci novas pessoas, fiz amizades, e ainda estou levando o pequeno lance com Henry para me ser útil quando eu quiser me divertir, mas todos os dias quando acordo, me recordo de como era estar lá, no meu quarto, nos assuntos inacabados de Cheryl, e principalmente nos braços de Justin.

Benjamin estava ao meu lado dormindo serenamente, era de madrugada e eu não conseguia nem sequer encostar a cabeça no travesseiro. Estava internamente insatisfeita com minha nova condição de vida. Ao mesmo tempo que eu queria voltar, eu não queria contribuir para infelicidade de mamãe. Jack a fazia bem, a nossa atual casa a fazia bem, tudo aqui coopera para alegria dela e eu não seria jamais quem estragaria tudo isso.

Todas as noites eu pegava aquele papel pardo, e relia aquelas singelas palavras escritas por Justin no dia em que estava embarcando para Austrália. Lia e lia de novo, não me cansava e o texto ficava decorado na minha mente durante o dia inteiro. Era a única forma que eu tinha de sentir ele perto de mim e eu precisava me contentar com isso. Tentei ligar, tentei fazer contato, mas aquele número não existia mais. Ele não estava nas redes sociais e quando eu pedia notícias para Cheryl ela falava que não o via, que ele tinha dado um sumiço até mesmo nas festas que iam. Sempre segurava em minhas mãos aquela carta, acariciava, apertava em meu peito. Ela já estava marcada pelas lágrimas secas, mas nunca tive a coragem de colocar o cartão de memória preso dela para reproduzir. De certa forma eu tinha um pouco de receio de saber o que tinha dentro dele.

Ouvi duas batidas na porta, que me ajudaram a ser liberta dos meus pensamentos. Calcei-me e fui até porta, destranquei e tive a visão de Henry quase nu na minha frente. Estava apenas de cueca e um chinelo, com o cabelo completamente desgrenhado. Ele juntou meu corpo ao seu e uma corrente elétrica percorreu-me. Seu abraço frio entrava em contato com meus braços quentes e faziam todos os meus pêlos se eriçarem.

- Não é apropriado você aparecer no meu quarto de madrugada seminu - abri a porta totalmente, permitindo que ele entrasse.

Henry se jogou na poltrona, enquanto me observava guardar umas coisas no armário.

- Por que? Eu de madrugada seminu te provoca algum sentimento? - ele deu uma risada sexy e convencida.

Embora eu esteja a quase um mês na Austrália, o meu relacionamento com Henry nunca passou de carícias e nós nunca cheganos nos "finalmente". E ele sempre me procura, sempre tira uma casquinha, mas eu nunca estive pronta. Por mais que ele seja fisicamente gostoso pra caramba, eu estava afim.

- Talvez eu possa te contar mais tarde - sentei-me no seu colo e beijei seus lábios.

- Você vai me instigar e sair fora depois, como sempre? - Henry falava enquanto acariciava minhas costas desnudas - Não é possível que a minha irmã gostosa não vai me satisfazer nem um pouquinho.

- Hoje você vai ter que convidar uma de suas amiguinhas - beijei seu rosto - To indisposta hoje até para carinhos, meu bem.

- Não é pra isso que eu to aqui - ele riu - Pedi pizza.

- Mentira - cruzei minhas pernas nas costas dele e senti sua intimidade endurecer pela proximidade, mas ignorei isso - Cara eu te amo, de verdade - o beijei mais uma vez

- Eu também, mas vamos transar primeiro

- Vai a merda, seu babaca - ri e sai de seu colo, indo em direção da cozinha - Tem uma bermuda sua jogada no meu armário, veste antes que Helena e Jack acordem e te vejam assim. Ninguém é obrigado ne?

Henry bufou e ficou para trás para vestir a bermuda. Desci e fiquei escolhendo algum filme pra gente assistir enquanto comemos, decidi um qualquer por falta de opção. Henry era uma pessoa boa e fazia absolutamente de tudo para me agradar, mas era homem e às vezes tentava arrancar ciúmes de mim levando alguma garota para transar com ele. No final das contas ele se encontrava no meu quarto, atirado na cama e dormindo que nem uma pedra, enquanto a garota ia embora com raiva. É engraçado. O bom é que além de qualquer coisa, ele não fecha a cara quando eu nego sexo, me respeita, não me força a nada e desenvolvemos uma amizade "colorida".

Ficamos no sofá assistindo o filme enquanto comíamos. Ele comeu praticamente a pizza toda sozinho, e eu não consegui nem comer o meu pedaço todo, me estômago começou a embrulhar e a vontade de comer tinha passado.

- Que foi Sam? - ele perguntou percebendo que eu não estava muito bem

- Nada, não quero mais comer - respondi guardando o meu pedaço de pizza

- Tá doida? Você tava doida pra comer.

- To enjoada, tem alguma coisa aí que me fez mal, pode com...

Mal terminei de falar e corri para o banheiro, coloquei tudo pra fora. Henry me ajudou e depois me colocou na cama do quarto dele, que era maior e espaçosa. Acabou que não terminamos de assistir o tal filme. Eu estava completamente sem sono, e fiquei rolando na cama conversando com a Cher no celular enquanto Henry estava quase morto do meu lado.

- Cara, New York não é a mesma sem você - ela disse.

- Cher,  eu nem sei o que eu to fazendo aqui.

- Claro que aqui tá melhor, mas pelo menos aí você faz sexo o dia todo - conseguia imaginar a risada dela

- Hoje o Henry tentou de novo - ri - Mas não dá Cher. Quando começou a ter um climinha eu fiquei enjoada com a pizza e vomitei tudo coitado, tá servindo de babá.

- Você ficou enjoada com pizza?

- Fiquei.

- Samantha, quando foi a última vez que você transou?

- Ah, não sei, faz um mês, um mês e meio. Por que? - comecei a ficar preocupada com o rumo que o assunto tava tomando.

- E a sua menstruação tá atrasada?

- Cher, não é isso que você tá pensando, pelo amor de Deus. Tá atrasada poucos dias, mas isso é normal ne?

- Pelo amor de Deus? Você está grávida minha filha. E se realmente não tiver transado com o Henry o pai do seu filho é o Bieber.


Notas Finais


Me estimulem com os comentários!!! Bjusssss


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