História O rabugento domado (Jikook) - Capítulo 12


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Bangtanboys, Bts, Jhope, Jikook, Jimin, Jungkook, Namjoon, Romance, Seokjin, Taegi, Taehyung, Yaoi, Yoongi
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Palavras 2.169
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Ola armygas, gente perdão o século para postar, viajei e não tinha lugar algum onde eu pudesse postar :/ desculpem mesmo a demora. Vou voltar a postar com frequência, não desistam de mim <3

Capítulo 12 - Ajuda


POV Taehyung

Não conseguia raciocinar direito, só de pensar que ele estava me beijando pensando em outro eu sofria, havia mesmo me rebaixado a esse ponto? Sentia meu sangue ferver, como podia ser tão idiota assim? O pior de tudo é que mesmo assim não conseguia sentir raiva dele, o ódio que sentia era de mim mesmo, só agora estava notando o quão influente sobre meus sentimentos o Jin poderia ser. Por que ele tinha que preferir o Jungkook? Logo o Jungkook, de todas as pessoas do mundo, precisava mesmo ser meu irmão?  O que ele tinha demais? Por que eu não poderia ser o suficiente pra ele? Sim eu poderia ser, ele só não conseguia ver isso ainda, mas eu ia mostrar a ele que poderia faze-lo feliz como meu irmão jamais o faria. 

Precisava de ar fresco, sai daquela sala, caminhei pelo jardim até o portão em um instante, estava transtornado. Sentei-me no meio fio, as lagrimas corriam pelo meu rosto, nunca tinha sentido lagrimas pesarem tanto meus olhos, estava cego de ciúmes, só conseguia pensar no Kook e no Jin, e pela primeira vez na vida senti algo ruim em relação ao meu irmão, mesmo quando ele me ignorava não ficava daquela forma, agora eu sentia que ele era o único empecilho pra minha felicidade estava entre mim e a única pessoa pelo qual me sentia atraído. 

Minha maior vontade naquele momento era de ir até aquele hospital e socar meu irmão, era o que eu mais queria, mas eu sequer conseguiria sair dali sabendo o estado em que Jin se encontrava, e agora o que faria? Tinha que ir embora, ver o Jungkook, todavia como poderia sair dali?  

Levantei-me atordoado andando de um lado para o outro, odiava me sentir daquele jeito, acabei socando o gigantesco muro da casa do Jin, *talvez se sentisse uma dor física a emocional passaria, pelo menos foi à conclusão que cheguei ao momento*, senti o sangue escorrer pelos meus dedos, tentei inutilmente limpar nas minhas roupas. As lagrimas continuavam a descer no meu rosto, me abaixei novamente permitindo que toda aquela angústia fosse embora. Me assustei quando senti uma mão firme em meu ombro, me surpreendi mais ainda quando notei que era o Jimin. Era engraçado como ele sempre aparecia em momentos em que eu jamais imaginaria que alguém aparecesse. Fitava-me visivelmente preocupado. 

-Jimin-shi?- Passei o braço no meu rosto, na tentativa de secar minhas lagrimas. 

-Tae, o que houve? Você está péssimo, olha sua mão- Sentou-se ao meu lado* ele estava com uma espécie de macacão de cor preta, estava totalmente sujo, inclusive sua face* Puxou delicadamente minha mão e começou a analisar meu machucado.

-Foi um acidente, mas e você o que faz aqui?- Olhava-o curioso.

-É um dos meus “trabalhos”- Fez aspas no ar e apontou pra dentro da casa do Jin, olhei surpreso.

-Trabalha nessa casa?- Até esqueci a dor na minha mão por uns instantes, isso sim que era uma surpresa *Ele tirou de seu bolso uma espécie de lenço e amarrou na minha mão.*-Aish, isso dói. - Reclamei fazendo uma careta.

-Se fosse mais cuidadoso não doeria- Sorriu nasalado- É temporário, na verdade estou aqui tem poucos dias- Continuou encarando a minha mão- Que tipo de acidente houve com você?

-Eu... me machuquei- Mesmo não parecendo nada convincente ele pareceu acreditar, apenas assentiu e balançou a cabeça em negação- Sou um pouco desajeitado- *Aquele história parecia uma piada, quem imaginaria que Jimin trabalhasse ali? Será que ele sabia quem era o dono daquela casa? Mas o que estava me matando mesmo era a curiosidade sobre o seu trabalho, não conseguia entender porque ele trabalhava tanto- Hyung, escuta, não quero parecer inconveniente, mas porque você trabalha tanto?- Ele sorriu nasalado.

-Eu já te disse Tae, nem todos tem a sorte que você tem de estudar em uma escola como aquela e viver bem por ai, aposto que você deve inclusive  morar em uma dessas mansões- Apontou pras gigantescas casas naquela rua.

- E o que te faz pensar isso- Olhei curioso.

-Ah, olha só pra você, todo engomadinho- Dei um soquinho no seu ombro com minha mão que não estava machucada, ele sorriu- E também por qual outro motivo alguém como você estaria nessa rua um horário desses?- Sorriu nasalado.

-E eu não posso estar apenas de passagem? 

-Não acha que é muito novo pra estar vagando por ai essas horas?- Me olhou sério.

-Hyung, você nem é tão mais velho que eu e está na rua, qual o problema? – Olhei por cima do ombro- E outra você está muitíssimo enganado, não moro por aqui, na verdade minha casa nem fica tão longe, mas não e aqui- Ele sorriu debochado.

-Aposto que sua casa é tão grande quanto essas- Sorri sem jeito nunca tinha parado pra pensar naquilo, mas realmente minha casa era gigantesca e linda, mas não chega aos pés da do Jin, e olha que eu só tinha conhecido o jardim e a sala de jogos- Mas já que a sua casa não é aqui, por que está por aqui? Estava indo pra lá? Se quiser eu posso te acompanhar, vai que alguém resolve te esfaquear de novo, não quero esse peso nas minhas costas- Gargalhou e eu revirei os olhos.

Fiquei sem saber o que responder, não sabia agir sobre pressão, o que eu diria? Comecei a ficar nervoso. Resolvi voltar ao assunto anterior, assim teria tempo de pensar em alguma desculpa pra dizer a ele, sem contar que ainda estava curioso sobre aquilo tudo, Jimin era tão misterioso.

-Por que está fugindo da minha pergunta hyung? Não acredito que precise realmente de tanto dinheiro assim a ponto de se matar trabalhando- Ele me olhou sem entender, passei um de meus dedos na sua bochecha na tentativa de tirar a marca de sujeira presente nela- É disso que eu estou falando, quem está péssimo aqui é você- Ele me olhou surpreso, por um momento nem notei o quão rude e intrometido eu podia ter sido.

-Olha só se ele não é um especulador- Sorriu sarcástico, olhando pra rua.

-Hyung me descul...- Me interrompeu.

-Realmente tem um motivo, alias, um motivo grande, eu trabalho tanto pra conseguir ajudar uma pessoa.

-Uma pessoa..?- Olhei e ele sorria pra mim assentindo.

-Sim, é isso, satisfeito?- Sorriu fechando os olhos.

-Na verdade não, que pessoa hyung?- Ele gargalhou.

-Te conto se você me contar a verdade sobre o que houve com a sua mão.- Enrijeci meu corpo *é pelo visto ele não tinha acreditado na minha mentirinha*

-É bem.. eu- Gaguejei como dizer que eu tinha socado a parede porque um cara me beijo pensando em outro? Ainda mais que me beijou achando que eu fosse meu irmão? Só de pensar já me sentia patético- Ok, eu cai..- Não pareci nem um pouco convincente novamente, já ia me justificar mas Jimin assentiu *o que? Ele acreditou mesmo naquilo?*

-Azarado, desastrado e curioso, não sei se você é bem a melhor pessoa pra se estar por perto Tae- Ele gargalhou, eu arregalei os olhos.

-Ei, não fala assim, aish- Corei violentamente.

-Calma, calma, eu só estou brincando- Continuava sorrindo lindamente o palhaço.- Uma pessoa importante, isso é tudo o que tenho a dizer- Ele ficou sério de repente, mas logo sua expressão suavizou, ele olhava para o nada, aquela cena era bonita- Então, não acha melhor ir pra casa agora? Vamos, vou te deixar lá –* não conseguia entender o motivo da insistência do Jimin, achei que ele já tivesse esquecido essa ideia, aish*- Bom quem sabe eu poderia até mesmo ver o Jungkook, ele está melhor?- Ele corou e tentou desviar mais ainda o olhar, sua pergunta foi quase um sussurro. *Ah, agora tudo fazia sentido, era isso então ele queria ver meu irmão*, sorri malicioso. 

*Espera... é mesmo, o Kook, droga*. Minha boca secou na hora, me distrai totalmente conversando com o Jimin até esqueci-me do Jungkook e do Seokjin, levantei em um pulo e comecei a andar de um lado para o outro, *o que eu faria?*

-Droga, o Kook- Deixei escapar.

-O que foi Taehyung?- Jimin se levantou rápido- Aconteceu algo com ele? FALA- Ele segurava firme meu braço arregalei os olhos e ele me soltou- Desculpe, não quis parecer rude- Corou- É só que, tá tudo bem com ele, certo? Eu queria poder tê-lo visto ainda hoje, pena que tive que sair correndo daquele jeito pra vir pra cá- *Ele parecia meio chateado,  é engraçado as reações que ambos tem um pelo outro* sorri nasalado com o pensamento e ele me olhou sem entender.

-Ele está bem sim, é só que eu.. bem, meio que eu tinha que estar junto dele agora no hospital central.. Mas eu tive uns problemas- Ele me olhou curioso.- Bem, eu não posso sair daqui- Apontei pra casa.

Por mais que eu tivesse com raiva do Jin, eu não podia deixa-lo daquela forma, e se alguém o encontrasse caindo de bêbado? Ou pior e se ele passasse mal e ninguém o encontrasse?  Pelo menos eu estaria ali, por mais que ele tivesse feito aquilo o único culpado era eu, por ter me deixado levar pela situação. E outra Kook estava em um hospital, nada de ruim ia acontecer a ele estando lá. A mim por outro lado... com certeza Jungkook iria me matar quando nos encostássemos, ele já odiava hospitais, nunca consegui entender o motivo, imagino com deve estrar sendo pra ele ficar sozinho em um. 

-Essa casa? A casa que eu estou trabalhando?- Olhou mais confuso ainda.

-Então, você conhece o dono?- Perguntei meio receoso.

-Não, até o momento recebi apenas orientações do mordomo, precisavam restaurar o jardim principal e cá estou eu. – Revirou os olhos- Você conhece pelo visto, nunca vejo ninguém além de empregados nessa casa, é meio solitário se quer saber.

-Então, a pessoa que mora aqui é..- Não sabia o que dizer ao certo, mas precisava falar- importante pra mim... Eu sei que parece horrível, mas eu não posso sair daqui e ir até o Kook, o que é uma pena, pois logo agora a gente voltou a se dar bem, e ele odeia hospitais, e eu o deixei lá pra cuidar de outra pessoa- Jimin me olhava atentamente enquanto eu andava de um lado pra outro falando aquilo, cada palavra servia mais pra mim mesmo do que pra ele- Sabe a gente teve nossa primeira conversa descente acho que desde quando nossos pais faleceram isso é um passo e tanto, ele estava se abrindo comigo, pra ter ideia, até se sentiu bem falando sobre você comigo...- Parei de falar e arregalei os olhos mas que merda, eu não devia ter dito aquilo, agora sim o Kook iria me matar, além de tudo eu estava me tornando um fofoqueiro- Quer dizer...

-Falando sobre mim? -*Sério Jimin de tudo o que eu havia dito você só escutou aquilo? Aish* fechei a cara e ele gargalhou- Escuta, se me contar eu te dou um a força, você fica por aqui e eu vou até o seu irmão, o que me diz?- Ele estava totalmente rubro, me olhava sem jeito,* não tinha aquela intenção, na verdade nem tinha pensado naquela possibilidade, mas não seria nada mal o Jimin ir fazer companhia para o Kook, pelo menos a chance dele me matar depois daquilo tudo era bem menor, hyung incrivelmente tinha efeitos positivos sobre ele.* Ele me olhava como se aguardasse a reposta.

-Mas não está cansado Hyung?- Olhei para ele da cabeça aos pés.- Acho que não posso aceitar, não é certo envolve-lo em meus problemas. 

-Não, estou bem, acha que seu irmão vai se importar de me ver assim?- Perguntou receoso, eu sorri.

-Não, ele vai ficar feliz em te ver, isso sim- Ele assentiu- Está bem hyung, eu aceito, e depois eu te explico o que aconteceu- Olhei-o sem jeito *expliquei a ele o quarto em que o Kook estava e como chegar até o hospital*- Obrigado Hyung, muito obrigado mesmo, você sempre me ajuda- Sorri- Antes de ir só queria perdir mais uma coisa- Me encarou em silencio- Poderia dizer pra Kook que tive que voltar pra casa e que nos encontramos no caminho?- Me olhava agora confuso- Ele meio que não pode saber que eu estou aqui... Isso pode ficar entre nós? 

-Ah é, eu esqueci... azarado, desastrado, curioso e MENTIROSO- disse balançando meu cabelo* aish*- Pode deixar baixinho, você está me devendo vários favores, estou marcando- Sorriu nasalado- Agora vou indo, antes que seu irmão resolva sair de lá e te matar.

Fiquei olhando Jimin até ele sumir pela rua, parecia que havia tirado uma tonelada das costas, sabia que meu irmão ficaria bem na companhia do rosado.  Com muito pesar caminhei a passos lentos até o portão para entrar na casa do Jin, era agora, tinha que ser forte, não podia deixa-lo daquele jeito, tinha que cuidar dele, não podia deixar meus sentimentos falarem mais alto que minha razão, fui de encontro a ele sem olhar para trás. 


Notas Finais


Jimin salvador da pátria <3. Aguardem porque proximo cap vai ter muito Jikook sim senhorasssss! hauhahahah
Beijos bolinhos <3


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