História Obsession - Capítulo 31


Escrita por:

Postado
Categorias Froy Gutierrez, Henry Cavill, Nina Dobrev
Visualizações 10
Palavras 2.348
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, LGBT, Mistério, Poesias, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 31 - Not That Over


Fanfic / Fanfiction Obsession - Capítulo 31 - Not That Over

 Giulia

 

 - essa era a última sacola? - despejei uma sacola do mercado em cima do balcão da cozinha. 

 - acho que sim. - Lucas disse, desempacotando algumas coisas com Lucia. 

sorri fraco, olhando a casa ao redor. grande parte da decoração era em preto e madeira, bem praiano mesmo. alguns quadros estampavam as paredes. também tinha uma prancha de surf enorme na sala, em cima de uma televisão grande pra caralho. o sofá preto poderia caber umas 10 pessoas fácil. 

os meninos ainda estavam guardando os carros na garagem, então aproveitei pra subir as escadas e ver os quartos. 

tinham 6 quartos decorados quase da mesma forma, e imaginei que o do fundo fosse o de hóspedes, não era tão mobiliado quanto o resto. a casa tinha uma clarabóia que iluminava grande parte por causa do sol forte.

já podia observar uma varanda gigante que dava acesso pro mar por uma das janelas. 

um clima extremamente leve, e o cheiro absurdo de mar invadindo o ambiente todo. 

 - gostou? - Gustavo perguntou, me fazendo levar um susto. 

 - seu idiota. - ri, dando um tapa fraco em seu braço. - eu amei. - disse, abrindo uma das portas e me deparando com um espaço de bagunça. tinham alguns brinquedos de praia, snorkel, uma boia velha.

 - vai te fazer espirrar daqui a pouco. - ele veio por trás de mim, fechando a porta. ele me conhecia demais pra saber das minhas incontáveis crises de rinite. 

 - vai ficar de casalzinho com o Peter? - ele perguntou, me prensando contra a porta. o meu único problema com Gustavo era justamente resistir a ele. por mais que fôssemos amigos, toda vez que ele fazia uma abordagem dessa, era como se todas as memórias de coisas a mais que já tivéssemos viessem a minha cabeça. ele me consolando, primeiro beijo, a festa da Bella. e é óbvio que ficar com ele era especial sempre. mas eu tava tentando ficar com o Peter, e eu precisava respeitar isso. 

 - eu acho que sim. talvez. - disse, passando por debaixo de seu braço, encarando sua cara de deboche. - qual é, Sanchez. a gente vai curtir pra caralho. 

 - ele não merece uma mina como você. - ele disse, negando com a cabeça. 

 - é...o Thomas pediu ajuda pra tirar as pranchas de cima dos carros. - Lucia apareceu no final da escada, nos afastando totalmente. 

 - já to indo. - Gus disse, descendo as escadas e me deixando com o pensamento. 

 

“ele não merece uma mina como você.” 

 

Bella 

 

 - puta merda, quantos pacotes de salgadinho vocês compraram? - eu disse, impressionada com os vinte sacos de salgadinho que invadiam os armários. 

 - o mais incrível é essa geladeira. - Rapha disse, exibindo a geladeira COMPLETAMENTE cheia de bebida. não tinha espaço pra mais nada. 

 - aqui, acho que assim tá bom. - Luiz chamou nossa atenção, terminando de ler algo em uma folha de papel. estávamos jogados em qualquer canto da sala terminando de arrumar algumas coisas, perto de dar 11 horas da manhã ainda. ele tinha separado o quarto da forma que ficaria legal, e todo mundo acabou concordando com a ideia, mesmo sabendo que acabaríamos dormindo em qualquer lugar. fiquei com Giulia num quarto com banheiro, que ficava no meio do corredor, Lucas e Thomas ficaram no quarto a esquerda com um armário gigante, Gustavo e Rapha ficaram no quarto da direita, e Peter, Lucia e Luiz ficaram em quartos individuais. os meninos não se incomodaram em dividir os quartos, muito menos eu. 

 - caralho, tá levando chumbo na mochila? - Giulia perguntou, levantando uma das malas que eu trouxe. revirei os olhos, ignorando sua pergunta. os meninos começaram a instalar um playstation na sala, e decidimos deixar eles quietos enquanto arrumávamos o quarto. seria menos trabalho pra depois. nem me importei que eles não tinha ajudado a subir as malas, eu tava tão feliz que não estava nem ligando. 

 - é muito lindo. - eu disse, observando o quarto. era grande o suficiente pra dividirmos com umas três pessoas. ele estava todo iluminado pelos raios solares, e parecia que fazia tudo brilhar. até o banheiro do quarto era espaçoso. 

 - você pode dormir desse lado? - Giulia fez um bico, apontando pro lado direito da cama. ela tinha mania de não dormir daquele lado. 

 - durmo, chata. - levei minhas coisas pro outro lado do quarto, arrumando em algumas prateleiras. eu não era tão organizada assim, mas tentaria manter as coisas no seu devido lugar.

 

 

Giulia 

 

peguei minhas coisas pra tomar banho, uma toalha que havia levado e meu biquíni. eu odiava ficar de biquíni na frente dos outros, até mesmo na minha própria frente porque odiava meu corpo. de verdade. todas as celulites, estrias, gorduras em lugares errados. mas mesmo assim, eu não poderia deixar de me divertir por causa daquilo.

liguei o chuveiro, deixando a água escorrer. era um banho rápido, só de quem ficou grudada no carro com 4 pessoas. 

saí, me secando e colocando um biquíni. passei um pouco de bronzeador e perfume, claro, só pra dar uma pequena impressionada no Peter. arrumei as sobrancelhas falhadas com um pouco de sombra e passei um corretivo, nada que fosse escorrer pelo meu rosto enquanto nadasse. 

sai do quarto, calçando um chinelo qualquer, sentindo o calor absurdo de Maresias. Bella ja nem estava mais no quarto, mas pude ver algo brilhando no meio de suas roupas. coloquei a mão, puxando o chaveiro que Lucas havia dado pra ela. suspirei sabendo que eu não podia fazer nada. 

alguém bateu na porta, me fazendo largar o chaveiro no mesmo lugar. Era Peter. peguei qualquer shorts jogado na mala, junto com uma blusa e vesti rápido. 

 - oi, gata. - ele disse, abrindo a porta. sorri, vendo ele só com uma bermuda, com o tronco desnudo. 

 - oi, gatíssimo. - o zoei, vendo-o se aproximar de mim.

 - os meninos vão descansar um pouco agora, mas eu to afim de ir pra praia. - Peter disse, me encarando. - e acho que você também. - puxou um pouco minha blusa pra baixo, observando meu biquíni preto. 

 - você me deixa louco. - ele agarrou minha cintura, arfando na minha orelha. que porra Peter tinha sobre mim? 

 - pode me ensinar a andar de skate. - eu respondi, desconversando. empurrei- o rindo de sua cara de taxo. - garanto que a espera vai valer a pena. - eu disse, pegando o celular e colocando-o no bolso de trás do shorts. 

 - não duvido nada. - Peter deu um tapa na minha bunda, antes de sairmos do quarto para irmos pra praia. 

 

Gustavo 

 

 - caralho, eu to morto. vou dormir um pouco. - Luiz disse, levantando do sofá e subindo as escadas. encarei Lucia e Rapha na cozinha, fazendo o que parecia ser um suco. 

 - eu vou pra piscina. tá um calor da porra. - Thomas disse, terminado de instalar o playstation. assenti, me vendo praticamente sozinho na sala. Lucas afinava um violão que achara no armário, e Bella mexia no celular, sentada num puff. 

 - tá afim de ir também? - Thomas perguntou, atraindo nossa atenção. Bella olhou pra clarabóia, vendo o sol que fazia. 

 - ah, eu quero. - ela sorriu, tirando a blusa. Lucas a encarou, sem expressão. eles saíram da sala, e eu revirei os olhos para Lucas. 

 - você vai se ralar inteira. - Peter disse para Giulia, descendo as escadas. encarei o corpo dela naquele shorts e naquela blusa justa. ela era perfeita, mano. 

 - você, seu trouxa. - ela deu um soquinho em seu braço. 

 - vai pra onde, madame? - perguntei, encarando-a de cima a baixo. 

 - nós vamos pra praia. - ela bagunçou o cabelo de Peter. - tá afim? 

Peter me olhou um lançar de negação, esperando que eu dissesse “não”. era estranho pensar que ninguém fazia ideia de que tínhamos ficado.

 - na verdade, eu vou gostar pra caralho. vou trocar de roupa. - pisquei para Giulia, vendo ela rir e se sentar no sofá, me esperando subir as escadas e pegar minhas coisas. 

 

Bella 

 

 - cara, até a água é quente, como é possível? - eu disse, mergulhando na piscina, sentindo o sol me queimar até debaixo da água. eu podia observar Lucas no canto da varanda, afinando um violão preto. a luz batendo fraco nos seus braços, no cabelo raspado quase inexistente.

 - brother, Maresias é incrível. - Thomas respondeu, apoiando a cabeça na beirada e me tirando dos meus devaneios.

 - vai fazer o enem esse ano? - perguntei, tentando puxar assunto. 

 - ah não, Moro. a gente não vai falar de escola. - ele tacou água na minha cara, me fazendo engasgar. 

 - tá bom, tá bom. vamos falar de...Lucia. - pensei, vendo sua cara. 

 - porra. - ele riu, sentando na borda da piscina e exibindo uma daquelas entradas de tirar o fôlego. eu não podia negar que Thomas era gato pra caralho. 

 - o que tem ela? 

 - vocês vão ficar juntos esse fim de semana? - perguntei, tirando a água do cabelo e me apoiando em suas pernas, mal dava pé pra mim por causa da profundidade.

 - sei la pô, só o universo sabe. - ele olhou pra cima, fazendo os olhos ficarem ainda mais claros. 

 - deixa a vida me levar, vida leva eu. - cantei, fazendo Lucas rir ao fundo. o ignorei, mesmo que aquilo cortasse meu coração.

 - ou, coloca uma musica aí. melhor do que ouvir a Bella cantar. - Thomas gritou pra Rapha, fazendo-o ligar uma caixa de música. 

 

Peter 

 

 - meu deus, isso é incrível. - gritou Giulia, descendo a rua no skate de Gustavo. os cabelo ruivos, um pouco castanhos, loiros, simplesmente voando, e brilhando mais ainda com o sol.

ri com a felicidade dela. Gustavo segurou sua cintura, e eu senti uma pontada de ciúmes, mesmo que sem motivo. 

eles tinham virado melhores amigos e eu o conhecia de anos, não havia o porque se preocupar. 

tínhamos decidido descer até a praia pela rua, não pelo acesso de caso justamente para que Giulia pudesse descer de skate. 

 segurei a prancha de surf mais firme embaixo dos braços, descendo a areia. Sanchez já estava mais à frente com ela. 

 coloquei a prancha no chão, quando já estávamos mais perto da água. 

 - é tão lindo. - ela disse, deslumbrada. Giulia não parava de olhar pros lados. a praia vazia, as pedras altas fazendo ter uma visão maravilhosa do pôr do sol nos finais da tarde. 

 - acho que o mar tá da hora pra pegar umas ondas. - Gustavo disse, sentando ao meu lado na areia. ele tirou a blusa, e eu vi Giulia espiar. revirei os olhos, colocando o óculos de sol ao meu lado. 

 - qual é, o que você sabe de surf, meu amigo? - o zoei, fazendo Giulia rir. 

 - ouch. - Gustavo balançou a cabeça, fingindo estar ofendido. 

 - mas é, eu acho que tá legal mesmo. quer aprender? - perguntei para Gi, apontando pra prancha. 

 - QUERO! - ela disse, extremamente animada, tirando a roupa. eu só fiquei ali, parado, vendo-a se despir, querendo que Gustavo não estivesse aqui e que na verdade não tivesse nenhum biquíni. 

 - parem de babar. - ela zoou, e eu fuzilei Sanchez com o olhar. ele se fingiu de desentendido, tirando um cigarro do bolso e acedendo-o. 

 peguei a prancha do chão, apoiando-a na areia. 

 - vamos? - ela perguntou, sorrindo. 

 - ainda não. - ri. - pode colocar aquela blusa ali. - apontei para uma blusa térmica dentro da mochila, que a impediria de passar tanto frio quando estivéssemos no fundo. 

 - que grossa. - ela apertou a blusa, vestindo-a. era minha, mas não tinha ficado extremamente larga. a condenei por um minuto ao cobrir seus seios. 

 - agora a gente passa essa parafina, pra impedir que você caia, pra ter controle. - disse, espalhando um pouco de parafina sobre a prancha. a prancha estava praticamente nova, então não tinha motivo pra passar álcool para limpa-la ou retirar a parafina antiga. 

 

Giulia 

 

 - caralho, aqui é muito gelado. - eu disse, sentindo a água esfriar em segundos. já estávamos um pouco afastados da água. eu estava em cima da prancha, e Peter estava nadando apoiado nela, nos levando pro fundo. o sol do meio dia já batia forte no meu rosto. aí eu lembrei da minha mãe, que sempre insistia em dizer que pegar sol em certos horários era extremamente proibido e que eu poderia ter a porra de um câncer de pele. 

 - você entendeu o que eu te expliquei, né? - ele perguntou se referindo a uma aula básica que ele tinha me dado alguns minutos atrás, em que eu me foquei mais em seus músculos e sua boca do que a aula em si. 

 - é, acho que sim. 

 - você não tem jeito. - ele bagunçou o cabelo pro lado. 

 - vai agora. - ele empurrou a prancha, me fazendo nadar contra o movimento. eu tinha que nadar apoiada com a barriga pra baixo,

levantar rápido com os dois pés quando a onda viesse, e me manter em cima. até parece simples, mas eu estava perdida. 

 - vai, Giu. - Peter gritou, e eu levantei da prancha, caindo antes mesmo que a onda viesse. engoli mais água do que jamais tinha engolido, mas continuei plena, retornando a superfície. ainda bem que a prancha estava presa no meu pé, porque senão ela teria se perdido no meio do mar.

 - puta que o pariu. - Peter riu, vindo perto de mim. já estávamos mais perto do raso, então coloquei a corda no pulso. - até que foi boa pra uma primeira vez. 

 - quase morri. - disse, fazendo drama, enquanto afastava os cabelos do rosto. 

 - eu não ia deixar, dramática. - ele revirou os olhos. 

 - ainda bem que temos duas semanas pra isso. - entrelacei minhas pernas ao redor de sua cintura. 

 - não só pra isso. - Peter sussurrou, me beijando enquanto me segurava. 

 

 

 



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