História Os dias que nunca existiriam - Capítulo 3


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Categorias Detroit: Become Human
Personagens Connor, Markus
Tags Connor, Connorxmarkus, Dbh, Mannor, Markus, Markusxconnor
Visualizações 15
Palavras 793
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), LGBT, Mistério, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Quase me atrasei, mas ainda são 3 de Dezembro.

Eu queria que esse cap fosse maior, mas eu simplesmente não tenho controle do tamanho de cada capítulo, tentarei compensar isso no próximo

Capítulo 3 - Dia três


O som do despertador tocava uma música suave na voz de Elton John.

Connor e seu namorado tinham um sono leve e não precisavam de nada absurdamente alto para acorda-los.

O rapaz de olhos castanhos virou para ficar em frente ao despertador enquanto ouvia a música, ele tinha pena de apertar o botão que desligava o aparelho, já que era uma de suas canções favoritas do cantor, então ele sempre esperava a melodia parar para, finalmente, se levantar.

— My gift is my song and this one’s for you... — Markus apareceu na porta que separava o quarto do banheiro arrumado para ir trabalhar enquanto cantava o trecho da música que tocava.

O mais novo se levantou em um pulo e logo a sensação de vertigem tomando conta de si, estava tão assustado e enjoado que correu para o banheiro vomitar.

Connor ainda respirava com dificuldade quando a figura alheia apareceu e tocou gentilmente  em suas costas.

A aproximação foi assustadora e dolorosa como um raio, o menor se afastou rapidamente e levou as mãos até os olhos tapando sua visão enquanto murmurava algo que Markus não estendia.

— Céus, o que aconteceu? Está se sentindo bem? — Perguntou preocupado.

— Que dia é hoje? — Perguntou com a voz trêmula pelo mal-estar de antes enquanto olhava para seu relógio. Os olhos pareciam tão cansados que machucava a qualquer um que visse o estado do rapaz.

— Dia primeiro. — Respondeu completamente perdido.

De novo o relógio estava errado, ele estava dois dias na frente e Connor começou a pensar que aquele não era um simples defeito de fábrica. 

— Por que isso tá acontecendo comigo? — Desengatou em um choro descontrolado.

Markus o puxou para si enquanto tentava acalma-lo, ato esse que se provou um pouco difícil com o passar do tempo.

Quando enfim parou de chorar, Markus o levou para a cozinha e lhe deu um copo de água.

— Beba devagar, vou fazer algo leve para você comer. — Falou. Se dirigiu até o fogão e enquanto fazia uma sopa ele vigiava o namorado com o canto do olho.

Quando entregou a comida ao rapaz ele ainda estava muito abalado, quase não comia apenas encarava o rapaz a sua frente como se nunca o tivesse visto.

— Connor, fala comigo? — Pediu. — Por favor.

— Não sei o que tá acontecendo. — Os olhos perdidos de encontro ao olhos coloridos.

— Fala comigo. — Pediu e quando não recebeu resposta soltou um grande suspiro e se levantou. Estava muito preocupado e sentia que tentar falar com o rapaz naquele estado não o levaria em lugar nenhum decidiu e atrás de algo ou alguém que ajudasse.

— Onde você vai? — Sentiu-se nervoso com a saída repentina.

— Vou na farmácia, e vou ligar para o Simon, saber o que ele recomenda, vou trazer um remédio pra você. Pelo menos um de enjoo, caso volte a vomitar. — Falou normalmente enquanto pegava suas coisas.

— Não! — Falou mais alto que o desejado. — Você ainda nem comeu. — Não queria deixar o namorado sair daquela casa.

— Eu estou bem, quando voltar e você estiver melhor, vou comer. Não se preocupe comigo. — Se aproximou apenas para deixar um beijo na testa alheia.

—Não vai, por favor. — Quando a tontura voltou ele teve que voltar ao banheiro, atormentando pela situação.

— Tenho que pegar um remédio pra você. Você não está bem. Eu vou, mas volto logo. — Se aproximou para ajudar o rapaz. — Eu vou te levar pra cama. — Não foi complicado carregar o corpo cansado do namorado para o quarto do casal. — Descanse um pouco, ok. — Beijou a testa do namorado e saiu do carro.

A dor de cabeça que o mais novo sentia era tanta que ele não tinha forças para abrir a boca.

Apenas assistiu o namorado ir em bora sem conseguir fazer nada.

Quando, enfim, sentiu uma melhora se levantou e foi cambaleante até a porta da frente, sentou-se ao lado dela e esperou a volta de Markus.

Exausto demais para ter a mínima noção de tempo ele ficou lá com uma pequena pontada de esperança.

Um número desconhecido tocou e foi atendido por ele, era uma mulher falando que Markus não havia aparecido no trabalho e perguntava sobre o mesmo. Connor apenas desligou e mesmo tendo noção do que poderia ter acontecido ele ainda sim esperou por Markus.

Quando o número do parceiro apareceu em seu visor atendeu de imediato.

— Boa tarde, eu sou o médico... — O celular foi desligado e tontura que atingiu o rapaz foi tão absurda que ele sentiu a visão  ficar cada vez mais turva até que ela ficou preta de vez.


Notas Finais


Isso de eu não conseguir revisar vai ser rotina kk. Quando ela tiver concluida eu vou dar um jeito em tudo. Prometo.

Eu queria explicar a reação do Connor. Eu não quero que vcs pensem que foi exagero. Imagine você em um dia normal, no fim desse dia seu parceiro(a) morre e você desmaia. Então apartir daí você fica vivendo e recivendo esse dia. Ele deu uma surtada pq ele percebeu essa repetição e ver o namorado na frente dele foi um choque visual muito grante. Por isso o enjoo e esse desligamento aparente.

E em relação a parte que o Markus citou o Simon, o loirinho é médico e Markus tava querendo uma solução para o que tava acontecendo com o Connor, aí ele pensou que ligar para ele poderia ser mais rápido.

Bjs e até amanhã


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