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História Parchment - Capítulo 22


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Notas do Autor


Olá pessoal.
Não consegui cumprir a promessa da data de postar, mas atrasei só um pouquinho, então mereço perdão kkkkkk.
Além disso, tá aí um capítulo bem grandão pra vcs curtirem. Espero que esteja bom ><

Capítulo 22 - A invasão do ministério


Foi difícil para Jungkook pegar no sono aquela noite. Seus pensamentos vagavam entre o medo de nunca conseguir tirar aquela força sombria de dentro de si, e o que poderia acontecer com Jimin. A essa altura, sabia que o efeito da poção polissuco já teria acabado e, logo Nam saberia que não era Jungkook quem o desafiara. Isso se já não soubesse.

Se revirou na cama até quase de manhã e, quando finalmente pegou no sono, teve pesadelos com a entidade que o possuía.

[...]

Taehyung tampouco conseguiu dormir. Como detestava ficar na cama sem conseguir adormecer, foi até seu lugar favorito no castelo, aproveitar para ver a noite estrelada. Deitou-se no chão de pedra mesmo, erguendo os braços atrás da cabeça para neles se apoiar, se perdendo em pensamentos longínquos, enquanto observava o céu em seus mínimos detalhes.

— Desconfiei que estaria por aqui — Yoongi entrou pela porta da torre, um pouco sem jeito.

— Tá me seguindo, por acaso?

— Não, eu tava sem sono, e lembrei desse lugar. Porque ele me faz lembrar de você, então pensei em vir aqui pra espairecer.

— Parece que todo mundo tá sem sono hoje.

— Posso sentar aqui? — o Min perguntou, apontando para o lado de Tae.

— Lógico.

— Não foi uma boa ideia ter deixado o Jimin fazer isso…

— Ele quis, ele sabia que era arriscado. Mas não achei que o Namjoon iria tão longe assim. Também estou preocupado.

— Você é um ótimo amigo para o Jungkook, eu e o Hobi deveríamos aprender a ser assim também.

— Acredito que vocês sejam bons amigos também, do modo de vocês.

— O Jimin e o Hobi têm muito em comum. A família deles é muito complicada. A gente acaba dando muito apoio um ao outro nesse sentido.

— Um dia, nas férias, eu encontrei o Hoseok com o pai dele em uma festa do ministério. Eu percebi como ele estava infeliz.

— Eu tento apoiá-los no que posso. Chamo para passar uns dias na minha casa, fazer viagens, porque minha família não é insuportável igual a deles. 

— Você sempre gostou do Hoseok?

Aquela pergunta lhe pegou desprevenido. Yoongi queria se aproximar novamente de Taehyung, queria que tivessem mais uma chance de dar certo, mas o garoto sempre lhe afastava. Agora, que estavam conseguindo manter um diálogo, precisava ser sincero. Tudo deu errado antes porque ele mentiu ou omitiu as coisas e, se quisesse ter outra chance, sabia que precisava consertar seus erros, e ser sincero.

— A gente é melhor amigo desde que eu me lembro. Minha mãe era amiga da mãe dele e, como ela morreu quando o Hobi nasceu, minha mãe sentiu que precisava ficar perto dele. Só que o pai do Hoseok é uma pessoa horrível, não deixava ele ficar sempre com a gente, regulava as visitas, parece que gostava de ver ele sofrendo, sozinho em casa, sem mãe, e sem pai, porque ele vive para trabalhar. O Hobi acha que ele o culpa pela morte da mãe, e eu também acho. Porque ele trata o Hobi muito mal, é horrível ficar perto deles quando estão juntos, a gente se sente mal só de ver. 

— Ainda não respondeu minha pergunta.

— Acho que sim. A gente sempre foi muito próximo, conforme fomos crescendo, fomos tendo experiências juntos, e começamos a nos gostar.

— Por isso você não me contou antes dessa aposta?

Yoongi tinha pedido mil vezes para conversar com Tae, mas agora, que de fato estava acontecendo, ele só queria se enfiar num buraco, de tanta vergonha. Todavia, precisava enfrentar seus medos, parar de ser covarde, e admitir o que sentia.

— Tae, eu gosto muito de você, de verdade… Por isso eu ficava muito confuso com tudo aquilo. Eu poderia ter resolvido isso antes, se eu falasse pro Hobi que eu gostava de você. Mas eu tive medo, medo de que ele pensasse que eu não o amava mais, porque tinha me apaixonado por você.

— Você não queria perder nenhum dos dois, é isso?

— Sim…

— Se você tivesse arranjado tudo direito, todo mundo transava — Tae riu, mas no fundo também não sabia o que pensar da situação.

— Eu não tava pensando em safadeza não, sabe? Eu sempre amei o Hoseok, não queria que ele se sentisse mal achando que tinha me perdido, porque sou uma das poucas pessoas no mundo que tem algum carinho por ele. Mas eu não entendia porque, mesmo tendo ele no meu coração, você também estava entrando. Eu não queria só ficar com você, nem te acho só atraente e bonito. Eu sou apaixonado por você, com todo meu coração, porque você é um menino incrível, generoso, inteligente, engraçado, e meu coração sempre parece que vai falhar quando estou perto de você, olha.

Pegou a mão do garoto e levou ao seu peito, para mostrar como seu coração estava descompassado. Ao fazer isso, seus rostos acabaram ficando muito próximos, e Tae olhou para aqueles olhinhos de gato, se perdendo neles por um instante, como se o mundo em volta deles tivesse parado. Yoongi sentiu o clima que surgiu, e suas bochechas ficaram rosadas e adoráveis pelo nervosismo. Antes que pudessem pensar em desistir, as bocas já estavam coladas, num beijo calmo e apaixonado.

Taehyung podia não admitir, mas também sentia algo forte pelo sonserino. Por isso ficou tão magoado na época. De fato, perder a virgindade para Hoseok era algo com o qual nem se importava, o que lhe deixou no chão foi Yoongi ter mentido. Achou que ele realmente estava junto de Hoseok naquele plano, apenas para rir de sua cara. Que ele amava Hoseok, e apenas brincara consigo. Mas agora, o beijando, podia sentir que não era verdade, que o garoto sentia o mesmo por si.

— Se minha cabeça não estivesse tão cheia de preocupações, eu te pegava de jeito agora mesmo! — o Kim disse, com sua voz grave e deliciosa, que fez Yoongi se arrepiar por inteiro.

— Então é melhor parar por aqui, porque você me deixa louco só com um beijo.

Tae riu, se recompondo e voltando a olhar para o céu.

— Você me perdoa? — o de cabelos verdes perguntou.

— Sim… Todas essas coisas que estão acontecendo me fazem ver que não adianta ficar guardando rancor por coisas pequenas. Somos adolescentes, faz parte errar, fazer merda, ser uns idiotas… Mas estamos tentando fazer algo bom também, e isso agora, é muito mais importante que qualquer treta idiota que tivémos antes.

— Obrigado, por me dar essa chance.

— Mas ainda teremos que entender melhor a nós mesmos antes de querer ficar juntos, se é isso que você quer.

— Você tem razão.

Yoongi não poderia estar mais feliz. Mesmo que aquilo não significasse que ele e Tae se acertariam como um casal, já era uma grande evolução ter seu perdão e sua amizade. O resto, o tempo iria dizer.

[...]

Pela manhã, era notável na expressão dos quatro garotos o quão pouco haviam dormido. Jungkook, um pouco nervoso, sentou-se à mesa da Grifinória para o café, temeroso de que Namjoon lhe visse. Porém, era difícil que isso não acontecesse e, assim que entrou no grande salão, o corvino lhe viu e foi em sua direção.

— Posso falar contigo um instante — o Kim pediu, sem cerimônias.

— Claro — Jungkook limpou a boca com um guardanapo, saindo da mesa para que fossem a um lugar mais tranquilo.

Foram para o lado de fora do castelo, um pouco distante de onde os alunos que teriam aulas de trato das criaturas mágicas, vôo ou herbologia iam se encaminhando. 

— Você está bem? — Nam perguntou.

— Sim, por quê? — o Jeon tentou disfarçar.

— Tem algo que queira me falar?

— Onde tá o Jimin?

Jungkook sabia que não deveria falar isso, que deveria esperar para que pensassem em alguma estratégia que fizesse Namjoon falar, que ele continuasse acreditando que o garoto nada sabia sobre a armação de Jimin. Mas ele não pôde se segurar. Jimin estava em perigo, eles não tinham tempo pra ficar pensando, precisavam agir.

— Ah, então você sabe o que ele fez?

— Me contaram, eu não sabia. Se soubesse, jamais teria permitido.

— Eu vou liberar ele, no momento que eu achar adequado — o garoto retrucou, sem emoção.

— Namjoon, você não pode fazer isso! Toda essa coisa maluca que pretende fazer, está errada! Deixa o Jimin fora disso.

— Quer dizer que não vai mais me ajudar? 

— Eu não concordo com seus meios, Namjoon. Não quero fazer parte disso!

— Pois olha só — o semblante tranquilo do Kim chegava a ser assustador. — Ou você me ajuda a cumprir essa etapa da nossa revolução, já que têm todo esse poder graças a mim, ou o Jimin pode simplesmente desaparecer. O que acha?

— Eu não quero essa droga de poder, desse demônio dentro de mim. Pode pegar pra você!

— Você sabe que não é assim que funciona.

— Se precisa de mim, deixa o Jimin em paz!

— Eu vou deixar, assim que voltarmos do ministério da magia, intactos, com nosso plano executado. Se você me apoiar, o Park ficará livre e sem nenhum arranhão. Estamos combinados?

Jungkook estava furioso, aquilo era muito injusto. Mas precisava fazer o que fosse preciso para salvar Jimin.

— Estamos.

[...]    

Pelos próximos dias, os garotos continuaram tentando descobrir um modo de fazer com que Abraxas deixasse os corpos de Jungkook e Namjoon. O grifinório contou aos outros sobre as ameaças do colega, dizendo que teria de ir ao ministério dali a alguns dias, pois não queria colocar Jimin em risco. Além disso, se o dia com a configuração astronômica que Taehyung comentou fosse mesmo dar mais energia aos bruxos, talvez fosse o melhor momento para tentar se livrar da entidade.

— Nenhum de vocês conseguiu falar com o Jimin? — Yoongi estava com tanta raiva, que poderia arrebentar Namjoon no soco.

Ele estava mandando o garoto para as aulas sob efeito do feitiço imperio. Como eram do mesmo ano, Namjoon estava sempre junto dele, podendo controlá-lo melhor. Nenhum dos outros garotos tentava chegar perto ou segui-los depois que a aula acabava, por medo das ameaças que o Kim fez, dizendo que Jimin iria desaparecer de vez caso tentassem alguma gracinha.

— A conjunção já é daqui a três dias. Você conseguiu alguma coisa Taetae? — o Jeon perguntou para o amigo.

— Você lembra o que fez quando a coisa entrou em você?

— Fiz um ritual, falei um monte de coisas, fiquei no meio de um círculo com vários símbolos…

— Por acaso, eram esses? — Taehyung pegou um livro e mostrou.

— Sim!

— Isso é um ritual de invocação desse demônio que vocês libertaram. Abraxas. Mas aqui nesse livro, também tem como fazer o banimento. É praticamente o mesmo ritual, só muda o sentido em que você aponta sua varinha!

— Jura? Como você achou isso? — Jungkook perguntou.

— Eu passei todo meu tempo livre na biblioteca atrás disso, o Yoon e o Hobi me ajudaram.

— Obrigado, eu não sei o que faria sem vocês — o garoto agradeceu, de todo o coração.

— Ai não, sem essas boiolices, por favor — Hoseok brincou.

— Só precisamos agora ficar de olho, pra saber como o Namjoon pretende se deslocar até o ministério, para que possamos ir atrás — Yoongi disse.

— O que? — o Jeon não gostou da ideia.

— Não vamos deixar você sozinho nisso, é claro que iremos junto — Tae completou.

— Não, é muito perigoso. Já basta o que ele fez com o Jimin. Não quero vocês em risco.

— Você também corre perigo, e estamos juntos nisso — o Kim afirmou.

— Tae…

— Não tem conversa, pare de ser o grifinório corajoso que acha que tem que salvar o mundo sozinho — Hoseok disse.

Como sabia que não os convenceria do contrário, Jungkook deu o braço a torcer.

— Tá, eu vou voltar pro castelo agora — até então eles estavam perto do campo de quadribol.

— Vou contigo — Tae disse, pois queria um tempo a sós com o amigo.

Desde que Jungkook voltou a si, Tae estava tentando ajudar o Jeon a se manter firme, porque o próprio garoto dizia que sempre sonhava com a entidade, e vez ou outra se sentia esquisito, como se não fosse ele mesmo.

 — Você acha que ele tira sua consciência? — o lufano questionou.

— Eu não sei dizer Tae. Eu não fico inconsciente, mas é como se uma parte de mim agisse como eu não agiria. Eu disse coisas horríveis pro Jimin, e eu nunca faria isso, mesmo com raiva ou magoado.

— Acho que o Jimin vai entender isso.

— Espero que entenda, e que dê tempo de consertar toda essa burrada que eu fiz.

— Não queria dizer isso, mas eu avisei!

— Eu sei, droga — ele coçou os cabelos, frustrado. — Eu achei que ia deixar de ser um bobo apaixonado, e deixei mesmo. Mas me tornei igual ou pior que o Jimin, falando coisas que eu sabia que iriam feri-lo.

— Pensa que no fundo ele bem que merecia. Ele fez com outros meninos o mesmo que fez com você, e não se arrependeu até ficar apaixonado de verdade e te perder. Foi pra ele aprender a lição.

— Ninguém merece ser atacado onde mais machuca. Eu não me orgulho do que falei pra ele.

— Mas agora, você ainda sente como se fosse agir de maneiras que acha ruins?

— Eu sinto muito mais raiva, mas sentimentos ruins, não sei… Não acho que vou por em prática aquilo que penso, mas antes, eu jamais pensaria em fazer com o Namjoon as coisas que penso em fazer agora, porque estou com raiva dele, porque quero me vingar… Você sabe que eu nunca fui rancoroso ou vingativo, mas agora, eu sou.

— Bom, logo vamos tirar isso de você, e tudo vai voltar ao normal.

— Espero que sim — Jungkook suspirou.

[...]

— Existe uma passagem secreta no corredor do terceiro andar, na estátua da bruxa de um olho só. Ela leva ao portão da Dedosdemel. Chegando em Hogsmeade, iremos desaparatar para a entrada do ministério da magia — Namjoon explicava aos demais como fariam. 

Por ser uma empreitada importante, apenas alguns membros do clube iriam, afim de evitar que algo desse errado. Estes seriam Namjoon, Jungkook, Harry, Jin, Ashley e Emma.

— Lá, vamos usar a entrada de funcionários. Eu já pesquisei nomes de pessoas que trabalham lá e que têm acesso ao departamento de execução das leis da magia. 

Os pormenores já haviam sido explicados por Namjoon no dia anterior e, após sua fala, já estavam todos prontos para ir. 

Yoongi, Hoseok e Taehyung sabiam que esse era o dia, já que o lufano havia descoberto. Por isso, desde cedo, ficaram de espreita, para seguir o grupo assim que vissem sua movimentação. 

Se esgueirando pelas sombras, eles foram seguindo os demais até o terceiro andar, vendo quando Namjoon fez a passagem secreta se abrir. 

— Dissendium — assim que ele falou, uma pequena porta surgiu, com um corredor que daria na dedosdemel. 

Esperaram um pouco, para não serem vistos, e logo seguiram na mesma direção. 

— Vocês sabem aparatar? — Tae cochichou, depois que entraram no porão da loja e viram que estava vazio. 

— Eu sou meio ruim — Hoseok disse. 

— Eu sei — Yoongi falou. 

— Que bom, porque eu não sei não — Tae suspirou aliviado. 

Como o Min era o que melhor sabia fazer esse feitiço, os outros dois seguraram um em cada braço seu, desaparatando juntos dali para o centro de Londres. 

A entrada para o ministério, que ficava no subsolo, era feita através de uma cabine telefônica vermelha, em frente a um muro todo grafitado, num beco maltrapilho. Os garotos entraram na cabine, tiraram o telefone do gancho e discaram o número 62442. Então, uma voz tranquila de mulher ecoou dentro da cabine pedindo para eles se identificarem. 

Taehyung já havia pensado nisso, e disse que estavam lá para fazer a manutenção de uma das lareiras da rede de flu, dando nomes falsos. Crachás prateados e quadrados saíram pelo local de moedas, sendo colocados em suas roupas. 

O piso da cabine estremeceu e eles começaram a afundar lentamente, depois de mais ou menos um minuto, uma claridade dourada banhou-lhes os pés e foi se ampliando, subindo pelo seu corpo até bater em cheio no rosto.

— O Ministério da Magia deseja aos senhores um dia muito agradável – disse a voz feminina. 

A porta da cabine telefônica se abriu em um saguão muito longo e suntuoso, com um assoalho de madeira escuro e extremamente polido. O teto azul-pavão era entalhado com símbolos dourados que se moviam e se alternavam como um enorme quadro celeste de avisos. As paredes de cada lado eram forradas de painéis de madeira escura e lustrosa, e nelas havia, engastadas, muitas lareiras douradas, pelas quais bruxos e bruxas emergiam com um suave ruído de deslocamento de ar.

Jungkook já havia lhes contado que usariam poção polissuco para entrar como se fossem funcionários, e que faria um sinal para que soubessem quem eles eram, e não lhes perdessem de vista quando fossem ao departamento de execução das leis da magia. 

Eles tentavam ao máximo disfarçar sua presença ali, já que eram três adolescentes que deveriam estar na escola. Além disso, Namjoon e sua turma estariam todos disfarçados como funcionários, enquanto eles, se fossem vistos pelo corvino ou algum membro de seu clube, estariam perdidos.  

Eles continuaram olhando ao redor, até que um homem baixinho e meio careca fez um sinal para eles.

— Que burrice! Taehyung cochichou. Vamos a um lugar mais calmo, e fazer o feitiço veteris, para parecermos mais velhos!

Ele ficou indignado por não ter pensado nisso antes. Rapidamente, foram para um canto mais deserto, fizeram uma rodinha, e lançaram o feitiço um no outro.

— Uau, que homão da porra! — Hoseok exclamou, quando viu a aparência de Taehyung com aproximadamente 26 anos.

— Cala a boca e vamos logo!

Agora que já sabiam a aparência de Jungkook, seria menos difícil segui-lo. Entraram no elevador, saindo no segundo nível. Ao virar da esquina do elevador, e passando um conjunto de portas pesadas de carvalho, encontrava-se a sede dos Aurores, um segundo conjunto de portas duplas e uma outra passagem davam para um corredor mal iluminado. Havia um armário de vassouras na extremidade esquerda dos corredores e, ao lado direito, a Seção de Controle do Mau Uso dos Artefatos dos Trouxas. 

A sala na qual imaginavam que os outros estariam, era a seção administrativa. 

— E agora? — Yoongi perguntou.

— Precisamos tirar eles daí, para um lugar menos cheio — Tae disse.

— Como?

— O Jungkook disse que daria um jeito.

Lá dentro, o plano de Namjoon era de usar a maldição Imperio na chefe da seção, e dominar o restante dos funcionários através de força. Assim, eles fariam modificações nas leis que diziam respeito aos trouxas, ao relacionamento dos bruxos com o mundo não mágico, permitindo que eles pudessem dar continuidade em sua ideia de revelar o mundo bruxo. Ele não seria ingênuo de achar que poderia enfrentar todos os aurores que ficavam na sala logo ao lado. Precisava primeiro persuadir mais pessoas para seu lado. Todavia, com as leis modificadas na surdina, seria ainda mais fácil, pois não poderiam ser presos. Ninguém fora daquele departamento observava aquelas leis de perto, e quando fossem perceber, já seria tarde. Namjoon deixaria um funcionário responsável para cuidar da chefe da seção, para que ela continuasse a deixar as leis daquela forma.

 Assim que entraram na sala, Ashley lançou o feitiço abaffiato, para que os sons da sala não fossem ouvidos fora dela.

— Imperio — Namjoon falou baixo quando lançou o feitiço na mulher que se sentava na primeira mesa daquele escritório.

— Atenção, todos — ela disse em voz alta, já dominada pelo garoto. — Coloquem suas varinhas aqui na mesa, e deitem no chão, em silêncio.

Obviamente, os funcionários acharam aquilo estranho. Contudo, quando um deles se aproximou da chefe, foi impedido por Jin, que apontou a varinha para ele.

— Faça o que ela disse, ou a coisa aqui vai ficar feia!

Por estar também sob efeito da polissuco, ele era agora um homem alto e encorpado, que trabalhava ali naquela seção.

— Avery, o que está fazendo?

— Todo mundo, fazendo agora o que ela disse! — Emma também ficou a postos com sua varinha. 

Um feixe de luz vermelha atravessou a sala, vindo de um dos funcionários da sala. Eram aproximadamente vinte pessoas, contra os seis adolescentes e a chefe sob a maldição imperio. No entanto, o poder de Namjoon e Jungkook era realmente forte, o que lhes permitiria lutar de igual pra igual com os bruxos dali.

— Expelliarmus! — Jungkook lançou o feitiço contra o bruxo que os atacou, dando início a um pequeno combate.

— Expelliarmus? Que porra é essa Jungkook? Tu é o Harry Potter por acaso? — Namjoon reclamou, enquanto estuporava um dos funcionários. — Use feitiços de verdade!

Luzes vermelhas e prateadas voavam de um lado para o outro na sala. Cada aluno tinha que lutar com pelo menos 4 pessoas, mas estavam dando conta. Harry Styles acabara de petrificar um, e desviar de um feitiço lançado contra si, tentando acertar um outro homem que, um pouco afastado, estava prestes a estuporar Ashley.

Jungkook não queria ferir ninguém, mas por enquanto, precisava fazer o jogo de Namjoon. Usou o feitiço reducto em uma estante que estava logo ao lado de alguns funcionários, fazendo ela explodir e derrubar três deles de uma só vez, ao que Jin conseguiu estuporar mais um, indo até Emma, que estava em dificuldades. Todavia, não conseguiu chegar a tempo, ela acabou sendo atingida, desmaiando na mesma hora.

Um dos funcionários estava indo em direção à porta, para tentar sair e avisar os aurores do que estava acontecendo, porém, Namjoon entrou em sua frente, o impedindo.

— Aonde pensa que vai? — disse, com um sorriso irônico. Ele estava adorando toda aquela ação.

— Estupefaça! — o bruxo lançou um feitiço contra ele, que rapidamente desviou, lançando de volta um petrificus totalus, que também passou de raspão, mas não acertou o homem.

Uma bruxa se juntou a ele, obrigando Nam a duelar com os dois, para que não escapassem pela porta e botassem tudo a perder. Namjoon desviava com maestria dos feixes de luz advindos das varinhas de ambos, como se fosse uma dança bem orquestrada. Seus movimentos eram suaves e, a intervalos regulares, ele também lançava feitiços contra os dois. Jungkook viu de relance, enquanto derrubava mais uma das funcionárias, o quanto Nam era bom em duelos, achando admirável sua habilidade, e lamentando que ele a usasse para fins não tão ortodoxos. 

— Sectumsempra! 

O Kim lançou o feitiço no homem que lutava consigo, fazendo graves cortes surgirem no meio de seu corpo, o derrubando. Isso fez com que a mulher se distraísse também, dando a chance para o garoto a estuporar.

Do outro lado da sala, Harry estava em dificuldades. Duas bruxas o atacavam, e ele não conseguia lançar nenhum feitiço de contra ataque, apenas de defesa. No entanto, sua habilidade juvenil não foi o suficiente, e ele acabou sendo atingido, ficando inconsciente na mesma hora. Namjoon, vendo isso, lançou um bombarda perto de onde elas estavam, fazendo uma mesa explodir e acertar as duas em cheio, se livrando delas, enquanto os poucos funcionários que ainda estavam em pé eram derrotados por Jin, Jungkook e Ashley.

Emma e Harry acabaram feridos no embate, mas logo acordariam. Para não perder tempo, Namjoon já foi logo encontrando os documentos que precisavam alterar e, com ajuda dos demais, fez todas as coisas que havia planejado, mudando os textos de diversas leis que tratavam de proteção dos trouxas e ocultação do mundo bruxo.

Depois disso, precisariam obliviar todos os funcionários, para que esquecessem o que acontecera, tarefa que seria feita por ele e Jungkook, já que eram os mais poderosos e favorecidos pela conjunção astral daquela data. Enquanto isso, os outros deveriam limpar e organizar a bagunça que ficara no escritório.  

Do lado de fora, Hoseok, Tae e Yoongi já estavam ansiosos pela demora, e com medo que algo de ruim pudesse acontecer a Jungkook ali dentro. Porém, precisavam esperar. Ficar ocultos em um canto também se tornava cada vez mais difícil, já que, se fossem vistos vagando por ali, precisariam inventar mais desculpas, e ninguém mais tinha cabeça para pensar em uma.

— Acho que acabamos por aqui. Podemos voltar — Namjoon disse, depois que tudo já estava nos eixos.

— Espera, preciso falar com você — Jungkook tentou ser firme em sua fala, e não demonstrar medo ou nervosismo.

— Sim?

— Vem cá — chamou o garoto para um canto mais afastado, pois não queria que os demais ouvissem.

— Você já ouviu falar do departamento de mistérios? 

— Sim, por quê?

— Eu ouvi dizer umas coisas interessantes… O pai do Tae trabalha lá, e o Tae me contou uma coisa que me deixou intrigado.

— Os inomináveis não podem falar sobre as coisas relacionadas ao departamento de mistérios.

— Tá, mas eles são pai e filho, alguma coisinha sempre acabam contando.

— O que é? — Nam estava ficando impaciente.

— Parece que, a alguns anos atrás, guardaram uma profecia lá, sobre um jovem bruxo que despontaria, surpreendendo a todos com seu enorme poder e inteligência. Que esse bruxo, desde muito cedo, começaria a mudar o mundo, e faria uma grande revolução no modo como vivemos.

— Sério? — Jungkook atingiu em cheio o que sabia que daria certo, o ego de seu colega.

— Foi o que eu ouvi. Mas tipo… Já estamos aqui. Por que não ir até lá e confirmar?

Namjoon ponderou a ideia por alguns segundos. Seria incrível ver uma profecia sobre si mesmo, ainda mais se ela dissesse que ele teria sucesso no que pretendia fazer. 

— Certo, vamos tentar.

— Acho melhor não ir com toda essa gente — falou sobre os amigos, até porque, os que tinham sido abatidos na luta, já tinham voltado a sua aparência normal, perdendo o efeito da poção polissuco.  

— Pelo menos um deles tem que ir — Namjoon não confiaria totalmente em ir sozinho com Jungkook para algum lugar dentro do ministério. Queria que Harry Styles, seu braço direito fosse, todavia, ele fora ferido no combate. — Vou chamar o Jin.

— Ok.

Namjoon mandou que Ashley, Harry e Emma voltassem à Hogwarts e, junto do Jeon e Jin, foram até o elevador, afim de chegar no nono nível do subsolo, onde ficava o departamento de mistérios.

Taehyung e os dois sonserinos se esconderam atrás de uma pilastra quando viram os garotos, ainda com a aparência de funcionários do ministério, passando. Taehyung ficou de olho no ponteiro do elevador, para tentar verificar onde eles iriam parar. Ele já imaginava que seria no nível nove, pois Jungkook mencionou que ali era mais deserto, e eles poderiam fazer o ritual e derrotar Namjoon.

Assim que saíram do elevador, as paredes pretas de azulejos, sem janelas e apenas uma porta preta no fim do corredor, chamaram a atenção dos jovens bruxos. Somente a luz azul-embranquecida de tochas bruxuleava de forma sombria. 

— Incarcerous! — Assim que entraram, Jungkook já lançou o feitiço contra Namjoon, cuja varinha estava no bolso, dentro do paletó, tornando difícil que ele a pegasse para lutar.

Grossas cordas surgiram da varinha de Jungkook, prendendo Namjoon fortemente, nos pés, pernas e braços. Jin se assustou, e pegou sua varinha para ameaçar o Jeon.

— Expeliarmus! — antes que Seokjin pudesse reagir, Taehyung entrou pela porta, lançando o feitiço que o desarmou.

Rapidamente, Hoseok pegou a  varinha de Jin, guardando em seu bolso.

— Fica quetinho aí — Yoongi o encurralou contra a parede, apontando a varinha para seu pescoço.

— Vamos, tem que ser rápido! Se alguém nos pegar aqui, estamos todos ferrados — Tae falou para Jungkook.

Sem demora, Jungkook fez os símbolos que precisava no chão, usando sua varinha. Assim como no ritual invocatório, ele ficou no meio dos símbolos, de braços abertos, segurando a varinha com a mão direita. 

Namjoon tentava se desvencilhar das cordas, ou pegar sua varinha, mas Hoseok estava de olho nele.

— Atho – Jungkook disse, tocando a própria testa. — Malkuth — tocou o centro do peito. — Ve-Geburah — o ombro esquerdo. — Olahm — disse, ao juntar as mãos como em uma prece. Depois apontou a varinha para cima, dizendo Amen.

No livro encontrado por Tae, as instruções diziam que Jungkook deveria fazer exatamente as mesmas coisas do ritual anterior, mudando apenas a direção dos movimentos de sua varinha. 

— Grande Espírito, Abraxas, tu és Trevas e Luz, Inteligência admirável e oculta! Glória Primordial! Existência das Existências! Segredo dos Segredos! Antigo dos Antigos! O Ponto Primordial! O Altíssimo! A Realização da Grande Obra! Grande espírito, Um é o seu começo, uma é sua individualidade, sua permutação é uma.  — pronunciou as palavras em latim, traçando um hexagrama de banimento do fogo, no lado oeste do círculo, já que da outra vez fizera o hexagrama invocatório no lado leste. Em seguida, traçou o hexagrama do ar no leste, da terra no norte e da água no sul. 

— Abraxas, grande espírito! Que contém em si todos os planetas! Abraxas, o quinto elemento do pentagrama! Inunde-me em seu poder! Fale comigo ao dormir! Abraxas eu te invoco nesse círculo! Abraxas eu te evoco nesse pantáculo!

O próximo passo era furar seu dedo, e colocar o sangue no centro do símbolo do círculo riscado, finalizando o ritual. Contudo, antes que pudesse pegar fazer isso, Namjoon, que estava a algum tempo tentando pegar a varinha no bolso, conseguiu dar um jeito de fazer isso. Seu poder naquele dia estava tão elevado, que apenas com um Accio, feito em pensamentos, porque ele nem pronunciou a palavra, a varinha veio para sua mão, sem nem dar tempo de Hoseok pensar.

— Crucio! — ele lançou a maldição sobre o Jung, que caiu se contorcendo de dor.

— Hobi! — Yoongi correu em sua direção, desesperado pelos gritos de agonia que o garoto dava, enquanto Nam se soltava das cordas.

Jungkook, sem saber o que fazer, quase saiu de sua posição para ajudar os amigos.

— Não! Fique aí! Você precisa terminar o ritual! — Taehyung gritou.

— Cale a boca! — Namjoon lançou a maldição imperdoável para causar dor também em Tae. — Se não sair desse círculo e parar com essa palhaçada, eu acabo com seus amigos bem aqui na sua frente! — ameaçou.

A essa altura, com toda a distração, Jin já tinha pegado de volta sua varinha, e a apontava na direção de Hoseok e o Yoongi, os impedindo de intervir enquanto Nam torturava Taehyung.

— Vamos Jungkook, saia desse círculo! Você não vai terminar esse ritual!

— Estupefaça!

Com um estrondo, Namjoon caiu no chão, desmaiado, após ser atingido pelo feitiço lançado por Jin. Vendo toda aquela cena, ele só pôde ter certeza de que Nam estava errado, e estava usando meios terríveis apenas para benefício próprio. Não permitiria que ele machucasse Jungkook, que sempre foi seu amigo, por isso, foi contra seu líder e o atacou.

— Anda, termina logo com isso! — Jin disse a Jungkook, desesperado para que conseguissem logo, e não sofressem retaliações por parte do corvino.

Sem demora, Jungkook espetou seu dedo com um pequeno canivete que levara consigo, pingando seu sangue no local indicado no ritual. Da mesma forma que antes, uma forte labareda se ergueu, fazendo seu corpo arder como se estivesse queimando dentro dela. Namjoon, mesmo inconsciente, também gritou, pois estava sentindo aquela chama lhe queimar. A luz clara e dourada como o sol emergiu de seu peito, se juntando à chama vermelha como sangue que saiu de Jungkook, fazendo aparecer no centro do corredor a forma de Abraxas que, em poucos segundos, se extinguiu, voltando para o pergaminho que estava com Namjoon.

Yoongi pegou o papel do bolso do garoto, abrindo a porta da sala circular, que dava acesso às outras salas no departamento de mistérios, e jogando ele ali, onde com certeza era um lugar mais adequado para um objeto como aquele.

— Deu certo? Você tá bem? — Tae correu até o amigo, que tinha caído no chão com o impacto do ritual de banimento.

— E-eu acho que sim. Não sinto mais aquela presença estranha na minha consciência.

Com ajuda do lufano, Jungkook se levantou, agradecendo aos amigos pela ajuda.

— Obrigado por terem feito isso, se colocado em todo esse risco só pra me ajudar — falou para Hobi e Yoongi.

Estava de fato surpreso pois, antes, achava que eles jamais fariam algo altruísta dessa forma, ainda mais sabendo o quão perigoso seria.

— Ainda precisamos saber onde tá o Jimin — a preocupação era evidente em seu olhar, assim como o fato de achar que os garotos só ajudaram porque o Park estava em perigo.

—Não fizemos isso por ele — Yoongi disse. — Fizemos porque achamos que era a coisa certa.

— Obrigado, de verdade. E você também, Jin. Tive medo que ficasse contra mim, mas graças a você conseguimos nos livrar desse demônio.

— Há tempos eu estava preocupado com as falas do Namjoon. E vendo tudo que ele fez aqui hoje, só tive uma opção. Fiz o que meu coração mandou.

— Ai que fofo! Vocês me dão sono! — Namjoon, que acabara de acordar, falou de forma irônica.

— Onde tá o Jimin? — Jungkook logo foi até ele, apontando a sua varinha em tom de ameaça.

— Vai fazer o que?

Namjoon tinha tanta raiva por terem frustrado seus planos, que mal conseguia raciocinar. Todavia, sentia que aquela batalha já estava perdida, que sem o poder de Abraxas, nada poderia fazer, por hora.

— Por favor, Namjoon, eu não quero fazer nada contra você. Você errou, e muito, mas ainda pode se arrepender. Somos jovens, às vezes fazemos besteira.

— Se eu te disser onde ele está, você não vai me entregar às autoridades?

— Não, prometo que não vou te entregar.

— O Jimin está em uma espécie de casa da árvore, em uma clareira que fica uns dois quilômetros a nordeste quando você entra na floresta proibida.

— Na floresta? Como você foi capaz de deixar ele preso e sozinho lá? — Hoseok ficou indignado.

— Mas eu não acredito em você — ignorando totalmente o Jung, ele continuou a falar com Jungkook. — Sobre não me entregar. Não vou correr esse risco. Quem sabe um dia, a gente se encontre de novo — encarou o grifinório nos olhos, cheio de maldade e rancor, antes de desaparatar.

Jungkook passou as mãos pelos cabelos, suspirando pesado, cansado física e mentalmente de tudo aquilo. 

Vamos sair logo daqui, precisamos voltar para Hogwarts pra ir atrás do Jimin.

Desta forma, eles foram para fora do ministério o mais rápido e discretamente possível, aparatando novamente na dedosdemel, para assim usar a passagem secreta e voltar ao castelo. Esperavam que Jimin estivesse bem, e que chegassem a tempo para salvá-lo. 

Todos os cinco acabaram indo juntos até a floresta. Já estava anoitecendo, o que complicaria na hora de encontrar o Park. Por isso, acabaram se dividindo em grupos, com Jungkook e Hoseok indo em uma direção, Tae, Yoongi e Jin em outra, seguindo a coordenada que Namjoon dera.

— Esse lugar me dá calafrios — Hobi disse ao Jeon, odiando estar ali.

— É natural ter medo.

— Que medo o que garoto? Eu hein!

— Ainda por cima não quer admitir, a sua cara mesmo.

— Jungkook, se concentra em achar meu amigo, em vez de falar bobagem, vai.

Antes que pudessem continuar discutindo, Jungkook arregalou aqueles olhos brilhantes, olhando para algo. Quando Hoseok olhou na mesma direção, viu a casa na árvore, sorrindo satisfeito. Todavia, a alegria deles durou pouco, pois ouviram um grito agonizante e desesperado.


 


Notas Finais


*Estuporar é o Feitiço Estuporante. Esse feitiço faz sair um jato de luz vermelha da varinha, que, se acertar, faz com que o alvo fique inconsciente.
*Sectumsempra: Uma maldição muito perigosa, quando o encantamento é proferido seu efeito é o equivalente ao de uma espada invisível; ela é usada para cortar a vítima a distância. O corte segue os movimentos da varinha do usuário. Devido às profundezas do corte, as vítimas correm o risco de morrer de perda de sangue, se o tratamento não é aplicado no tempo, se as feridas não forem instantaneamente fatais.
*Reducto: é uma maldição que explode objetos sólidos em pedaços.
*Expelliarmus - o Feitiço de Desarmamento - significa "expulsar uma arma" e é isso que ela faz: força o sujeito a deixar cair o que estiver segurando.



Pra quem não sabe lá na primeira vez que citei ela, Ashley, da sonserina, é a Halsey kkkk.
Tem alguns feitiços aí que não fazem parte da saga, tive que inventar, mas é fic né, então me perdoem rs. Alguns detalhes também podem não bater 100% com o universo original.
Eu demorei um pouco mais por causa dessa cena no ministério. Acho muito difícil escrever cenas de ação, e espero muito que tenham ficado minimamente boas :(


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