História Philophobia - Capítulo 21


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Categorias Girls' Generation, Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Chenle, Doyoung, Haechan, Hyoyeon, Jaehyun, Jaemin, Jeno, Jisung, Johnny, Jungwoo, Kun, Lucas, Mark, Personagens Originais, RenJun, Taeyong, Ten, Yuta
Visualizações 345
Palavras 1.259
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), LGBT, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


voltei e este capitulo era para ter saido mais cedo, digo à algumas horas atrás, porém não aconteceu porque ouve barraco na minha escola e a minha turma q o fez. 😹🇵🇹

vamos ao capitulo ;

Capítulo 21 - 021


Fanfic / Fanfiction Philophobia - Capítulo 21 - 021


Era sábado. Um dia em que o sol, pela primeira vez na semana, brilhava intensamente logo a uma hora daquelas da manhã. Jungwoo remexeu-se um pouco na cama e acabou por colocar uma de suas pernas que, por sinal, estavam sem alguma calça de moletom vestida, e colocou o rosto na curva do pescoço exposto do mais novo. Inalando o cheiro bom do gel de banho que o mais velho havia passado ontem enquanto tomava banho. 

Yukhei abriu um dos olhos lentamente e sentiu, como uma flecha, uma horrível dor de cabeça. Suspirou e olhou para o lado, vendo o mais velho dormindo serenamente. 


— Até dá dó, você dorme tão serenamente que... — passou a mão no rosto do mesmo — Obrigado por ontem, hyung. 

 

Virou-se de frente para o mais velho e ficou a encara-lo. Aquilo era como dormir com um deus. Passou a fazer carinho na face gordinha e fofinha, aguentando o desejo e a vontade imensa de beijar aqueles lábios que formavam um biquinho. Passou o polegar sobre os lábios e sentiu que o corpo à sua frente estava acordando. 


— Bom dia hyung. — sussurrou — Hyung, bom dia... 

— Bom...dia Yukhei... — sussurrou e beijou os lábios do mais novo — A sua cabeça está doendo? 

— Um bocado... — deitou a cabeça no peito do mais velho — Hoje está sol lá fora. 

— Eu já percebi, Lucas. — beijou o topo da cabeça do mesmo — Me deixa levantar, sim? 

— Me dá um beijinho e eu deixo. 

— Isso é jogo baixo, Lucas. 

— Sendo assim, você não sai daqui. — virou o corpo do mais velho, fazendo ir de encontro com o colchão  e se colocou por cima — Então, como vai ser? 

— Não vou dar... — tentou desviar o olhar mas aquela boca merecia ser apreciada — Isso é jogo baixo... 

— Você gosta... — aproximou-se dos lábios do mais velho — que eu sei. — sussurrou.  

— Eu não gosto e nem nunca gostei, mas você, Lucas Wong, você me viciou nessa porra. — tocou os lábios do mais novo — Ai porra...

— Então... — afastou-se um pouco e iniciou — Vai me beijar ou vou ter que ser eu a beijar essa linda e maravilhosa boquinha? 

— Secalhar... — puxou o mais novo pelo pescoço — Vai ter que ser você, bebê. 


Yukhei mordeu o lábio inferior do mais velho, o fazer soltar um suspiro arrastado. Um beijou se iniciou e Jungwoo desceu as suas mãos para a cintura do mais novo, a apertando conforme o beijo se soltava. Desceu os beijos até ao pescoço do mais velho, mas foram interrompidos por Haechan entrando no quarto sem pedir. 


— Hyung, eu sei de uma...Ai, desculpem eu não sabia que iam coiso... — voltou a sair do quarto  e fechou a porta, fazendo Yukhei gargalhar e Jungwoo corar. 

— Ele pensou que a gente fosse...você sabe. — o mais novo olhou para o seu hyung — Hyung, você está vermelho e-

— Feche a boca e saía de cima de mim. — falou, colocando as mãos nas bochechas que estavam quentes. 

— Nossa hyung... — saiu de cima do mais velho e o outro correu para fora do quarto.

Correu até à sala e estava lá Haechan fofocando tudo baixinho para os outros dois que ouviam tudo, mas Jaehyun deu um gritinho de susto ao velo ali com cara de poucos amigos. Agarrou o maia novo pela orelha e ficou por cima dele, sentado sobre a sua barriga.

— O que ele vos contou é mentira, ok? Eu e ele só estávamos...aos beijos e nada mais. — deu uma pausa — E eu também não ia fazer isso com vocês aqui como é óbvio.

— Então, quer dizer que se for na casa dele, você faz?

— Não. — riu — Era só um exemplo, hyung.

— Sei. — disseram os três em uníssono, fazendo o Kim revirar os olhos e voltar para o quarto. 


Entrou no quarto e o mais novo não estava lá, o que ele achou estranho. Voltou a sair do quarto e caminhou para o banheiro, onde a porta estava encostada e com a luz acesa. Abriu uma flecha da porta e pode ver que não era Lucas e sim Chenle, apertando as calças. Ok, ele dormiu aqui em casa? — perguntou-me a si mesmo enquanto voltava para o quarto. Entrou e pegou diretamente no seu telemóvel, que estava pousado na mesa de cabeceira.

Abriu o aplicativo das mensagens e mandou uma mensagem aos mais novo, pois ele havia saido sem avisar. 


[16/05- 10:35]

You: YAH!!! 

Visualizada. 

You: porquê que saiu assim sem dizer nada. 

Visualizada. 

You: fiquei preocupado. 

Visualizada. 

You: porquê que saiu assim?

 Visualizada. 


Se foi estranho foi, mas o que ele havia dito ou feito para o ter deixado assim? Despiu a camisa que vestia e foi procurando pelo roupeiro inteiro algo para vestir. Acabou encontrando um pijama com pandas e o vestiu, e pouco se importou se iam olhar ou não. Saiu do quarto com o telemóvel e chaves em mãos, e saiu do apartamento descendo escadas a baixo sem se importar se cairia ou não. Atravessou a estrada e pegou o taxi que estava estacionado na praça. Falou a morada e o condutor, seguiu reto para o prédio. 


~x~

— O quê? — gritou ainda incrédulo. 

— Sim. O Ten deu entrada no hospital com uma grave...eu não sei muito bem explicar, mas só sei que um tal de Taeyong colocou algo na comida dele hoje no pequeno almoço. — o japonês explicou — O Lucas tal como os seus pais estão lá no hospital a dar forças aos pais do seu primo, Ten. 

— Eu não sei o que realmente dizer. — o encarou — Mas obrigada pela informação, Yuta. — saiu correndo escada a baixo. 

— De nada. — fechou a porta. 


Saiu do prédio e voltou a correr para a mais próxima paragem para apanhar autocarro e caso não conseguisse nenhum iria a pé. Hoje o dia não iria ser fácil.

Esperou, esperou e nada. Andou durante um bocado do caminho para recuperar o fôlego perdido. Voltou a correr até estar frente a frente com a porta do hospital de onde saiam e entravam doentes.


— Boa tarde, você pode me dizer onde está a familia de um adolescente Tailandês que deu entrada hoje neste hospital? — pediu para a recepcionista que o olhou com tédio.

— Familia de Chittaphon Leechaiyapornkul? — perguntou com um tom arrogante. 

— Sim, por favor.

— Piso quatro. — falou e continuou a comer o seu almoço.


Caminhou até aos elevadores recebendo o olhar de todos ali. Razão: por estar de pijama e ainda por cima ser um tanto infantil. Entrou no cubo, apertado e metalizado e apertou o botão do piso que queria. Piso quatro.

~x~

E lá estavam os dois, Yukhei com a cabeça apoiada no ombro do seu hyung enquanto o mesmo cantarolava algo baixinho. As mãos entrelaçadas sem querer, agora estavam a apertar-se mais, pois o médico havia saido do quarto do primo.

— Então doutor, o meu filho está bem?

— O seu filho durante alguns exames médicos teve algumas paradas cardíacas, mas agora ele está fora de perigo. — sorriu, tentando passar confiança aos pais do menor — Um mês aqui, aos nossos cuidados, e ele melhorará.

— Obrigada doutor. — Yukhei pronunciou-se e reverênciou o homem de bata branca.

O médico saiu de perto dos mesmos e os demais ali presentes poderam suspirar de alivio. Especialmente Yukhei. 



Notas Finais


se tiver algum erro, me perdoem. Não tive tempo de ver.

E também se tiver uma bosta, culpem a minha criatividade.


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