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História Projeto Apocalipse Z - Capítulo 4



Notas do Autor


Postei um jornal explicando o motivo de postar tão tarde.
Bom, o motivo não importa desde que a história seja boa.

Bom, nesse capítulo, os traços que indicam fala do personagem não aparecem. Foi um problema com o editor de texto.

Capítulo 4 - Desculpas Aceitas?


Fanfic / Fanfiction Projeto Apocalipse Z - Capítulo 4 - Desculpas Aceitas?

Muitos de nós costumamos nos arrepender ou sentir-nos mal por ter feito alguma coisa ruim, como mentir, roubar, tratar mal alguém que gostamos e enfins… Talvez Oliver tenha agido por impulso naquele dia ou talvez tudo tenha sido articulado. Tire sua própria conclusão, só tenha em mente uma coisa: Oliver jamais se arrependeu de ter feito aquilo!

Os três, Oliver, Sarah e Alexander, haviam saído da maldita escola e estavam prontos para entrar no carro e fugir, contudo, o que antes foi um maravilhoso jeep agora era só um carro fodido e todo quebrado! Um caminhão, dirigido por um homem sem vida, havia batido com tudo no carro de Sarah. O estrago fora tão grande que se sabia que não havia concerto; até hoje não descobriram como um caminhão de 2 metros e sessenta centímetros de altura havia entrado na garagem, mas não importa, o que se deve saber é que decidiram continuar a pés. Algumas armas haviam explodido com o fogo do carro, só havia sobrado uma FN F2000 - que Oliver não sabia usar -, a maravilhosa faca de Alex e três pistolas Glock. Era o jeito fugir com o que tinham.

 

Bom, agora que sabemos que a Emma não está mais viva, devemos ir para Washington tentar minha mãe e… - Oliver foi interrompido por um berro de Sarah:

Você acha mesmo que a vadia da sua mãe adotiva vai estar viva a essa altura do campeonato? Seu cretino egoísta. - Ela estava furiosa.

Eu só falei.

Eu só falei, eu só falei. Vai a merda! - Ela mostrou o dedo do meio para Oliver. - Você tá feliz que não encontramos a Emma seu nojento!

Calem a boca seus doidos! - Falou Alex. - Vão atrair zumbis.

 

Os dois, Oliver e Sarah, caíram em si e viraram-se e andaram. Andaram se escondendo e em silêncio total durante noventa metros, até que Oliver quebrou o silêncio:

 

Vamos ao supermercado. - Sugeriu - Estamos famintos e… Agora que tenho certeza de que minha mãe está morta, devemos cuidar de nós e não brigar mais. Precisamos nos alimentar.

 

 O supermercado mais próximo era a três quilômetros dali. Caminharam e fizeram uma parada de 10 minutos para Sarah ir ao banheiro. Alex e Oliver ficaram a sós por um instante.

 

Me desculpa por esse tratamento da minha mãe. Ela só tá assustada e triste!

Tudo bem. - Oliver parecia uma pessoa muito compreensiva, mas não se tinha certeza. Alex havia o conhecido havia apenas um dia. - Eu não me importo com isso.

Eu acho você bem legal. 

Você também… é um bom amigo. Se eu ajudar você e você me ajudar podemos chegar bem longe.

Bom, nosso objetivo agora é chegar a Santa Mônica e sermos salvos.

Alex.

Oi.

Às vezes eu sinto medo que possa acontecer alguma coisa. Que nós acabemos nos separando, que eu fique sozinho e morra, porque sua mãe, mesmo sofrendo, não gosta de mim.

Eu não vou deixar você! - Alex falou, chegando perto de Oliver e segurando a mão do amigo. - Você me salvou de ser atacado por uns trogloditas e viramos amigos… Não vou te deixar de jeito nenhum.

 

Oliver sorriu e apertou a mão de Alex, este, sorriu de volta e abraçou o menino. 

 

Eu só queria que isso não tivesse acontecido. Que essa merda não fosse real.

Cara, nós vamos sair dessa bem!

 

Os dois se levantaram, Oliver acabou tropeçando e Alex o segurou, escorregou e os dois caíram. Se mataram de rir, fizeram “Shh” um para o outro.

 

Cala a boca, maluco! Os mortos vão te escutar.

Sua gargalhada é mais escandalosa que a minha.

 

Riram de novo e depois levantaram. Sarah apareceu e falou para os dois irem andando na frente. Andaram e andaram, mas já estava escurecendo. Alex teve a ideia de invadirem uma casa e dormirem, para no outro dia continuarem a caminhada. Cansado, Alex deitou-se e Oliver ficou procurando algo para comer com Sarah. Ela se sentia mal por ter tratado o garoto daquela maneira tão rude e grossa.

 

Ei, Oliver. Desculpa por chamar sua mãe de vadia e por ter chamado você de egoísta.

Sarah, tudo bem, eu estava sendo egoísta. Não pensei que você tinha acabado de perder uma filha. Eu te perdoo. - Ele puxou um saco de salgadinhos do armário e mostrou para Sarah. - Vamos comer já que o Alex dormiu.

Que tal a gente ver um filme?

Ótimo. Qual?

Vamos ver uma comédia.

Adoro comédias. - O sorriso no rosto de Oliver não fazia os seus olhos sorrirem também. Sabe o que falam sobre pessoas que não sorriem com os olhos?

Vem, vi Todo Mundo Em Pânico na tevê quando estávamos vindo.

Vamos logo, ou perdemos. - Oliver saiu abraçado em Sarah até a sala enorme.

Amigos de novo? - Perguntou Sarah.

Pra sempre!

 

Haviam feito amizade novamente. Conflitos existem, mas o perdão pode superar, a menos que o ódio seja maior!

 


Notas Finais


Oliver perdoou.
Será?


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