História Quédate... - Capítulo 9


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Categorias Sou Luna
Personagens Alfredo, Ámbar Benson, Gaston, Luna Valente, Matteo Balsano, Nina, Personagens Originais, Simón
Tags Gastina, Luna, Lutteo, Matteo, Simbar
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Palavras 1.758
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Literatura Feminina, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 9 - Capítulo IX


Fanfic / Fanfiction Quédate... - Capítulo 9 - Capítulo IX

-Mãe, olha a tia Nina e o tio Gastón — disse Sol olhando para o lado esquerdo da praça. Matteo e Luna olharam na mesma direção e viram Nina e Gastón andando de mãos dadas com sorriso em seus lábios. Os dois olharam para Sol, Matteo e Luna e foram na direção dos mesmo.

-Então? — perguntou Luna para a amiga quando os dois já estavam próximos o bastante. Nina assentiu olhando lara Gastón. A morena sorriu e olhou para Gastón. — Parabéns aos dois.

-O quê? Porquê? — perguntou Matteo confuso.

-Sou pai — disse Gastón olhando para o amigo que sorriu.

-Parabéns, cara! — disse Matteo sorrindo.

-Eu vou ganhar um primo? Ou uma prima? Ou os dois? Talvez duas primas... Ou dois primos! — disse Sol em um jeito rápido e alegre.

-Calma, Sol — disse Luna sorrindo. — Sim, a sua tia está grávida. Mas ainda não sabemos se são gêmeos.

-Até parecia sua mãe falando agora — disse Matteo olhando para Sol. Fzendo não só Sol, mas também Luna sorrir.

-Estavam ensinando ela a patinar? — perguntou Nina. Matteo e Luna assentiram. — Gostou Sol? — perguntou a mesma olhando para a pequena.

-Eu amei! — disse ela sorrindo. — O jeito que eu me senti... livre, mesmo a mamãe e o papai me segurando para não cair, foi incrível — disse a mesma olhando para Nina.

-Pareceu familiar? — perguntou Matteo sorrindo olhando para Gastón.

-Muito — disse o mesmo sorrindo.

-Ela se parece muito com vocês dois — disse Nina olhando para os mesmos. Matteo e Luna sorriram e se olharam por alguns segundos pousando seus olhos em Sol que revezava o olhar entre os dois.

Depois de despedirem de Gastón e Nina, Luna, Sol e Matteo caminharam pela praça. A pequena admirando tudo em sua volta, Luna fazendo o mesmo e Matteo olhando para as duas com um sorriso bobo nos lábios. Por questões de minutos, os olhares de Luna e Matteo se cruzavam e sempre eram acompanhados por sorrisos de ambos.

-Esse lugar é lindo — disse Sol admirando a paisagem ao redor de uma certa ponte vermelha no meio do parque em que os três passeavam.

-É, é lindo — disse Luna, deixando ser consumida por uma lembrança distante.

-Lutteo, sim ou não? — perguntou Matteo na frente da morena. Luna sorriu.

-Você ainda tem alguma dúvida, Mauricinho? — perguntou a mesma o olhando fixamente. Matteo sorriu sem mostrar os dentes e levou sua não até a nuca de Luna a puxando para um beijo apaixonado na qual a mesma corresponde.


A mesma pisca os olhos várias vezes para afastar aquela memória e suspirou olhando em volta.

-Vocês vinham aqui muitas vezes? — perguntou Sol os olhando. Luna e Matteo se entreolharam e Luna sorriu.

-Só uma vez — disse a mesma ainda o olhando. Matteo sorriu sem mostrar os dentes.

-Foi aqui que eu pedi sua mãe em namoro — disse Matteo ainda olhando para a mesma.

-Boa escolha, pai — disse Sol sorrindo olhando em volta. Matteo riu pelo nariz e olhou em volta. Mais Luna não. Continuo olhando para o moreno com aquela memória ainda rondando sua mente. Aquela sensação de seus lábios contra os de Matteo não saía de sua mente. Ela balança a cabeça negativamente tentando tirar aqueles pensamentos de sua cabeça e olhou para Sol que olhava admirada para a lua que brilhava intensamente no alto do céu junto a várias estrelas.

Por mais que Luna não quisesse admitir, aquela tarde com Matteo havia sido incrível. Mais não conseguia não demostrar isso. Aquele bendito sorriso que Matteo deu quando Luna mencionou que Sim, eles já haviam ido para aquele lugar se repetia como em sua cabeça várias e várias vezes arrancando um sorriso bobo dos lábios da mesma sem ela nem ao menos notar.

No meio do caminho, os três tiveram a ideia de jantar em um restaurante e foi o que eles fizeram. Foram à um restaurante há pouco distância de onde os mesmo estavam, sentaram em uma mesa para três e fizeram seus pedidos.

-Uau, esse lugar é lindo — disse Sol admirada olhando para um lustre de luz que havia no centro do teto.

-É — disse Luna. — Eu nunca vim aqui — A mesma diz olhando para Matteo que já a olhava.

-Inaugurou há algumas semanas. Eu iria vim aqui essa semana para ver como era, então aproveitei e trouxe vocês duas.

-Bem, obrigada por nos trazer — disse Luna sorrindo. Matteo sorriu sem mostrar os dentes.

Minutos depois, a comida chegou e os três se serviram. Logo após pedindo a sobremesa, na qual Sol escolheu; pudim assim como Luna.

-A gente estava com vontade de comer isso desde que estávamos em Cancún — disse Sol se servindo de uma colher de pudim em seguida. Matteo sorriu e olhou para Luna em sua frente.

-Já faz uns dois ou três meses — disse Luna fazendo o mesmo que a filha.

Depois de terminaram de comer a sobremesa, a conta chegou a pedido de Matteo que depois de muita insistência— novamente — pagou tudo e os três se levantaram e foram em direção a saída.

-Matteo, sabe que não precisava pagar tudo — sussurrou Luna para o moreno quando saíram do estabelecimento. O mesmo a olhou.

-Eu sei. Só não queria que você pagasse nada — disse ele ao mesmo tom.

-Mais... — Matteo a interrompe.

-Também gosto de ver você irritada. — Luna negou com a cabeça contendo um sorriso e voltou sua atenção para a sua frente. Matteo sorriu e fez o mesmo. Sol, que estava no meio dos dois de mãos dadas, soltou um pequeno bocejo e olhou em volta. — Cansada, filha? — perguntou Matteo olhando para a pequena que assentiu. — Vem — Matteo disse a pegando nos braços. Sol deitou sua cabeça no ombro do pai e fechou seus pequenos olhos após um suspiro.

O resto da ida até a mansão foi silenciosa. Nem Matteo e tão pouco Luna davam um piu . Às vezes os mesmos trocavam olhares, mas nada a mais. Sol havia adormecido nos braços do pai.

-Bom — disse Luna o olhando. — Essa tarde foi... — A mesma pegou Sol em seus braços. — Incrível — disse a mesma olhando para Sol adormecida. Mas logo percebeu o que disse e olhou para Matteo. — Que-quero dizer, foi... Foi divertida. A-a Sol deve ter gostado muito — disse a mesma um pouco nervosa fazendo Matteo sorrir. — Espero que esteja rindo de mim, Mauricinho — disse Luna olhando para baixo.

-Nunca, Menina Delivery — disse o mesmo colocando as mãos no bolso. Luna o olhou e deu um pequeno sorriso sem mostrar os dentes.

-Senti saudade de você me chamando assim. — Confessa a morena ainda sorrindo.

-Senti saudade de te chamar assim. — Matteo diz se aproximando da morena. O coração de Luna acelerou com aquela pequena aproximação, mas manteve seu olhar no moreno. O mesmo depositou um beijo na bochecha de Luna e logo após na testa de Sol que permanência dormindo. — Até, Menina Delivery — disse o mesmo a olhando.

-A-até. — A mesma se xinga mentalmente por ter cagejado e se virou para a porta da mansão. Ela a abriu, entrou na casa e logo fechou a porta respirando fundo em seguida.

Já tendo colocado Sol na cama, tomado um banho morno e posto seu pijama, Luna se encontrava em seu quarto olhando tudo em volta. O sono ainda não havia atingido e parecia que não iria tão cedo. Respirando fundo, Luna foi até seu mural de fotos e logo notou que algumas fotos haviam sumido. A lembrança de Sol ter achado uma caixa com elas dentro a fez pensar; Quem havia colocado aquelas fotos ali? Talvez Ámbar quando foi lá pela primeira vez. Ou Simón. Uma resposta convicta Luna não tinha, mas tinha certeza que havia sido algum daí eles dois. A mesma negou com a cabeça e sorriu. Foi até seu criado mudo que ainda se encontrava ao lado de sua cama na qual Sol dormia e pegou um porta jóia roxo com detalhes mexicanos esculpidos sentando em sua cama em seguida. Ela a abriu e se surpreendeu ao ver, não só sua medalhinha de sol e lua, mas também um certo anel de plástico azul. Luna o pegou com a testa levemente franzida e colocou o porta jóia de volta em seu criado mudo.

As pontas do seu dedo percorriam cada detalhe do anel e seus lábios formaram um sorriso acompanhado por uma lágrima na qual a mesma a deixou percorrer sua bochecha e cair bem em cima do anel que, para a surpresa da morena, se acendeu.

Esse anel irá acender cada vez que eu pensar em você. A voz de Matteo dizendo essa frase ecoou em sua mente a fazendo levantar a visão e apertar o anel em sua mão não tão forte.

O que Luna não sabia era que em um apartamento no centro de Buenos Aires, Matteo Balsano se encontrava deitado em seu sofá branco com seus pensamentos focados na mesma. O sorriso, os olhos, seu jeito...

-O que ela disse? — perguntou Simón sentado em um sofá ao lado do amigo o olhando.

-Nada, não disse a ela — disse Matteo mantendo seu olhar fixo no teto branco daquele apartamento recém imobilizado.

-Matteo, você a ama, não é? — perguntou o mexicano fazendo o mesmo o olhar.

-Com todas as forças.

-Ótimo, diga isso à ela!

-Não é tão fácil, Simón — disse o mesmo se sentando.

-Nem me venha falar daquele garoto — disse Simón olhando em volta.

-Ela ainda usa a aliança de compromisso — disse Matteo em um tom baixo. — Talvez ela ainda o ame.

-Ah, qual é, Matteo! — exclamou Simón fazendo o moreno olhar para o amigo. — Eu vi do jeito que a Luna te olhou hoje. Foi igual a quando vocês estavam juntos antigamente. Ela ainda te ama.

-Não sei, Simón — disse o mesmo olhando em volta. — A única coisa que me importa agora é fazer parte da vida da Sol. — Matteo respirou fundo e olhou para Simón que o olhava sem nenhuma expressão — Obrigada por vim aqui, cara. — Simón sorriu.

-Sempre que precisar — disse o mesmo se levantando junto a Matteo. Os dois apertaram a mão um do outro e Simón saiu pela porta deixando Matteo sozinho com seus pensamentos e lembranças de uma certa mulher mexicana de olhos verdes.



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