História Red Eyes - Juuzou x Seidou - - Capítulo 12


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Categorias Tokyo Ghoul
Personagens Akira Mado, Big Madam, Eto Yoshimura, Hanbee Abara, Juuzou Suzuya, Kishou Arima, Koutarou Amon, Touka Kirishima, Uta, Yoriko Kosaka
Tags Juuzou X Seidou, Tokyo Ghoul, Yaoi
Visualizações 24
Palavras 1.515
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Fluffy, Lemon, LGBT, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Canibalismo, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


OLAAAAAAA
me desculpem :( não teve cap novo semana passada, eu tava com um bloqueio criativo enorme, mas agra a criatividade voltoou yaay

🌸eu sei q ngm se importa, mas eu to com vontade de falar, sexta foe meu aniversario, to me sentindo uma idosa de 90 anos mas ok.🌸

é isso :v
toma o cap novo ae <3

obs: sim, tem indecência, mas não chega a ser lemon, é isto.

Capítulo 12 - You're perfect.


Fanfic / Fanfiction Red Eyes - Juuzou x Seidou - - Capítulo 12 - You're perfect.

14/08/2013

Haviam se passado dois meses do aniversário de Juuzou, no qual ele acabou ficando levemente alterado por influência de uma Akira que também estava alterada.

No final, sobrou para mim cuidar de um Juuzou com ressaca.

E não reclamo nem um pouco disso, já que pude passar mais tempo com o meu pequeno, mesmo que ele estivesse reclamando de dores de cabeça o tempo todo (o que me deixou extremamente preocupado).

Mas saber que o menor confiava em mim à ponto de me deixar cuidar dele, me enchia de felicidade.

Falo isso porque Suzuya não é o tipo de pessoa que depende dos outros, ele gostava de fazer tudo sozinho, e era extremamente raro que ele deixasse alguém ajudá-lo. Em outras palavras, Juuzou era uma criancinha teimosa.

Mas nunca havia visto isso como um defeito nele. Sempre encarei sua infantilidade como algo que o deixasse ainda mais encantador, por mais que às vezes isso se tornasse algo irritante, ainda não conseguia ver aquilo como um defeito.

Aliás, nunca havia reparado um mínimo defeito no menor. 

Tudo nele era perfeito, suas expressões, suas manias, seu corpo, Juuzou era a perfeição em pessoa.

Todas as suas expressões e reações conseguiam ser extremamente adoráveis. Na maioria das vezes eu não conseguia nem prestar atenção no que o pequeno dizia, pois acabava me distraindo com as expressões que ele fazia à cada fala. 

Suas manias, apesar de serem julgadas como estranhas por muitas pessoas, para mim eram coisinhas que deveriam ser apreciadas. Como as costuras que o menor estava sempre fazendo em si mesmo. Por mais que me causasse certo receio do pequeno se machucar, ainda sim era algo que eu poderia passar horas apreciando, e tentando compreender os significados dos desenhos costurados em sua pele.

O pouco que já pude ver de seu corpo já me convencia de que Juuzou era um pedacinho de arte. 

Por conta da castração que o menor havia sofrido, seu corpo não chegara a se desenvolver completamente. O que o dava um ar extremamente delicado. Suzuya se parecia com uma boneca. Seu corpo apresentava algumas curvas femininas, como sua cintura fina e os quadris levemente largos. E estas curvas eram as que deixavam Juuzou mais desconfortável. Já ouvi diversas vezes o menor dizer que odiava o fato de ser "delicado de mais", e que, por isso, usava roupas mais largas, com o objetivo de esconder seu corpo.

Talvez seu único defeito fosse o de não conseguir perceber o quão perfeito ele era.

Eu odiava ver o pequeno se sentindo mal consigo mesmo, então eu sempre o falava o quanto ele era perfeito, e que ele não deveria se sentir culpado por ser como era. 

E, no caso, eu estava fazendo isso agora mesmo.

Já estava anoitecendo, era mais um dos finais de semana que Juuzou passava comigo.

Juuzou estava em frente à um espelho do meu quarto, caçando defeitos em si mesmo novamente.

O pequeno estava usando apenas uma camiseta minha, a qual ficara grande de mais nele, indo até a metade de suas coxas.

Eu estava sentado em minha cama, um pouco afastado do menor. Mas tinha uma visão privilegiada do pequeno.

Só queria que Juuzou conseguisse enxergar a si mesmo como eu o enxergava. Se ele soubesse o quão perfeito ele era..

O pequeno girava seu corpo para um lado e para o outro, como se procurasse algo em si. 

Aquilo já estava me dando agonia. 

Precisava colocar na cabeça dele que ele era a coisa mais linda do mundo de uma vez!

Me levantei da cama e fui em direção ao menor. Abraçando sua cintura por trás, o impedindo de continuar se girando para os lados.

—O quê você tanto procura, Juuzou? —Perguntei ao menor, beijando o topo da cabeça do mesmo.

—Hm? Ah! Nada.. —Dissera o menor, ficando de frente para mim e retribuindo o abraço.

—O quê foi? Está tão cabisbaixo.. — Perguntei, apertando levemente o abraço.

—Aish! — Resmungou o menor, soltando-se de meus braços e indo até a cama. Se jogando na mesma.

Sorri levemente pela reação do menor, e me deitei ao lado dele.

 —Não tem absolutamente NADA de bonito em mim. — Falara Juuzou, tendo sua voz abafada por estar com o rosto contra a cama.

—Juuzou.. — O chamei.

O pequeno virara seu rosto em minha direção.

—O quê foi? — Perguntou o menor, com uma voz extremamente manhosa.

—Quantas vezes eu vou ter que te falar que você é a pessoa mais linda do mundo? —Falei, enquanto levava uma de minhas mãos até seu rosto, o acariciando gentilmente.

Suas bochechas ganharam uma coloração levemente rosada, e o pequeno desviara seu olhar de meus olhos.

—Juuzou.. Por que você acha que nada é bonito em você? 

—Eu não sei, eu só.. Acho que eu não deveria ser assim. 

—Aish! Eu realmente não te entendo.— Falei, enquanto me sentava, apoiando minhas costas na cabeceira da cama.

—Hm? Como assim? — Perguntou Juuzou, se sentando no meu colo.

—Eu não entendo, como você não percebe o quão perfeito você é? —Perguntei, abraçando a cintura do menor.

—S-Seidou-kun, e-eu estou bem longe de ser per-— Interrompi sua fala selando nossos lábios. 

Senti os braços do pequeno abraçarem meu pescoço, nos aproximando ainda mais.

Pedi passagem com a língua, e o menor não hesitou em ceder.

Senti as unhas do pequeno arranharem levemente minha nuca, enquanto ele puxava levemente meus cabelos com a outra mão.

A falta de ar nos separou, ambos estávamos ofegantes.

Colei nossas testas e segurei seu rostinho angelical com minhas mãos.

—Por que você não percebe isso, Juuzou?

—E-Eu não sei, Seidou-kun.. — Desviou o olhar.

—Eu vou ter que provar que você é perfeito? — Perguntei.

—O-o que você.. — Fez uma pausa para pensar no que eu havia dito. —S-Seidou!! — Arregalou seus olhos. 

—Vou ter que provar?

—...—Juuzou não disse nada, apenas desviou o olhar e ficou com suas bochechas ainda mais coradas.

Me aproximei ainda mais de seu rosto e sussurei em seu ouvido:

Vou ter que provar? 

—S-Seidou-kun.. 

Comecei à distribuir beijinhos pelo pescoço do menor.

Vou? — Continuei a beijar o pescoço do pequeno.

—Seidou!! 

—O quê foi? — Voltei a ficar cara a cara com ele.

—V-Vai. Vai ter que provar. — Disse Juuzou, esboçando um sorriso malicioso, ainda com suas bochechas rosadas.

—Tem certeza? — Perguntei, não iria forçar o menor à nada.

—S-Sim.. Por favor, Seidou-kun. — Dissera Juuzou, movendo levemente os quadris em meu colo.

Olhei fixamente para o menor, e o puxei para um beijo. 

Senti suas unhas arranharem novamente minha nuca, um pouco mais forte dessa vez.

Separei nossos lábios e tirei o menor do meu colo, o deitando na cama, logo, ficando por cima do mesmo.

Juuzou enlaçou seus braços em volta de meu pescoço e me puxou para outro beijo ainda mais apaixonado.

Novamente a falta de ar nos separou, mas nós não iríamos parar por causa disso.

Desci os beijos até o pescoço de Juuzou, sentindo sua pele se arrepiar a cada toque de meus lábios em seu pescoço.

—S-Seidou-kun..

—O-o quê foi? —Perguntei, preocupado se havia machucado o menor.

—N-Nada.. D-Deixa pra lá.

—Tem certeza de que não é nada?

—S-Sim.

Me aproximei um pouco mais de seu rosto e beijei sua testa, logo, voltando a falar com o pequeno:

—Eu disse que iria provar o quanto você é perfeito.. — Falei enquanto voltava a beijar seu pescoço. 

Levei minhas mãos até a bainha da camiseta que Juuzou estava usando, e a puxei levemente para cima.

—Posso? — Pedi permissão ao menor.

—S-Sim.

Despi o pequeno de sua camiseta, o deixando apenas com sua roupa íntima.

Juuzou tentou esconder seu corpo com suas mãos, mas eu o impedi.

—Por que está tentando se esconder, anjinho? —Perguntei enquanto segurava suas mãos.

—V-você sabe que eu não g-gosto do meu corpo, S-Seidou..

—Juuzou.. Você é a pessoa mais linda do mundo inteiro, não importa se você não é como os outros meninos, você é perfeito do seu jeito, meu anjinho.

Soltei as mãos do menor e passei suavemente minhas mãos pelas suas curvas.

—Ser diferente não é algo ruim, Juuzou. Eu já te disse milhares de vezes, você é lindo da sua maneira.

—S-Seidou.. 

—Sshhh.. 

Comecei à distribuir beijinhos por todo o tronco do pequeno, o que fazia Juuzou arfar e emitir alguns sons fracos, (os quais poderiam ser considerados excitantes e adoráveis ao mesmo tempo) enquanto minhas mãos acariciavam sua cintura. 

Subi novamente os beijos até chegar aos lábios de Juuzou, o beijando apaixonadamente.

Minhas mãos foram de encontro às mãos do menor, as enlaçando enquanto nos beijávamos.

Separei nossos lábios e dei beijinhos por todo o rosto do pequeno.

—S-Seidou-kun.. — Havia incômodo presente na voz do menor.

—O quê foi, anjinho?

—E-Eu não c-consigo.. — Disse Juuzou, escondendo seu rosto em meu peito.

—Sshhh, tudo bem, anjinho — Falei, acariciando as madeixas do menor.

—E-Eu m-me lembro d-de quando.. 

—Não fique pensando nessas coisas, anjinho, está tudo bem, eu estou aqui. — Continuei acariciando os cabelos do pequeno, tentando acalmá-lo.

Juuzou voltara a me fitar, agora, com poucas lágrimas acumuladas em seus olhos.

Passei meu indicador pela sua pálpebra inferior, secando as lágrimas que estavam ali.

Juuzou segurara meu pulso enquanto eu secava suas lágrimas, enlaçando nossas mãos e beijando as costas de minha mão.

—Eu te amo. —Dissera Juuzou com a voz fraca e as bochechas coradas.

—Eu também te amo meu anjinho. — Falei, e beijei a testa do menor.

Ajeitei o pequeno em meus braços para que ficasse confortável e acariciei seus cabelos até adormecermos.



































 
















Notas Finais


🌸perdoem os errinhos 🌸


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