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História Refém - Capítulo 2


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Notas do Autor


Oi, oi galeriss... Mais um capítulo de Refém! Dessa vez pela visão de nosso querido Blake... Espero que gostem! ♡

Boa leitura!! ♡

Capítulo 2 - Capitulo UM


Fanfic / Fanfiction Refém - Capítulo 2 - Capitulo UM

~ Blake

10 Horas atrás...

- Ferraz, precisamos de você para assumir esse caso. Fazem alguns anos que estamos atrás desse grupo criminoso e isso nos custou alguns dos nossos melhores policiais.

- Sinto muito, mas vão precisar encontrar outra pessoa para o caso de vocês. Estou indisponível.

- Acho que está mais do que na hora de você superar e voltar a fazer o que faz de melhor. Não existe pessoa mais qualificada do que você.

Estava encarando aquele homem a minha frente. Um homem maduro, por volta de cinquenta e mais alguns anos, usava óculos e seus cabelos já grisalhos. Porém conservado e bem lúcido.

- Bom, então acho melhor começarem a procurar por alguém mais qualificado do que eu.

Dito isso levanto-me da mesa do café que ficava na esquina do meu apartamento. Coloco uma nota de vinte dólares em cima da mesa e assim que dou as costas para sair dali ouço sua voz.

- Seu pai gostaria que aceitasse.

Um choque atravessa meu corpo e viro-me para encará-lo.

- Não, você não sabe do que ele gostaria que eu fizesse, você não sabe de nada! - digo entre dentes.

- Eu sei! Eu sei sim... Sei que ele gostaria que você continuasse o que ele não foi capaz de terminar.

Ele jogou tudo o que tinha para falar com rapidez. Fúria me invadiu e meus olhos escureceram.

- Não me procure mais... - disse firme e próximo a sua face.

Sai daquele café ligeiramente. Assim que abri a porta uma brisa fria preencheu minha face. Estava no começo do imverno em Nova York.

Vesti o capuz do meu moletom preto, enterrei minhas mãos nos bolsos da frente, afim de deixa-las mais quentes e sai daquele lugar a passos largos. Meu apartamento não estava muito longe. Apenas a alguns metros dali.

...

Estava sentado no sofá pensando no que Herrera havia me falado. Meu pai morreu há cerca de um ano. Foi morto numa invasão ao seu distrito. Protegendo seu distrito... Pelo menos foi o que pensei por muito tempo, antes de descubrir que ele era corrupto e na verdade morreu por não ter pago suas dívidas.

Eu estava trabalhando fora do país quando aconteceu e só me avisaram semanas após o enterro. E desde então não falo mais com minha família e me mudei para Nova York, abandonei a carreira policial e por hora trabalho em meu escritório de direito, na filial daqui de NY, uma herança do meu avô paterno.

Ouço a campainha e levanto-me indo na direção da porta. Abro e não vejo nada, além de um longo corredor vazio. Olho para baixo e vejo um pacote, um pacote de plástico preto, não muito grande e nem pesado. Sem alguma identificação, sem remetente.

Acho estranhamente estranho, mas não hesito em pega-lo.

Fecho a porta e o levo até a bancada da cozinha.

Obro com um pouco de dificuldade. Dentro tem um envelope vermelho e uma corrente de prata com um pingente em formato de triângulo todo preenchido com a cor vermelho bem vibrante. Em seu verso tem as iniciais HF.

Coloco de lado e abro o envelope. Nele continha algumas fotografias do meu pai em alguns lugares incomuns, com pessoas que nunca tinha visto. Encontro uma carta entre elas que dizia:

'Todo mundo mente...

Talvez Hugo Ferraz não fosse o vilão da história. E sim o início de algo muito maior, mas ele não foi capaz de terminar o que começou e o preço foi pago. Não tente entrar nessa história, mais cabeças podem rolar e elas estão próximas a você.

Vida longa ao triângulo vermelho'


Passo algumas fotos adiantes e têm fotos do meu pai morto, eu seu peito uma marca feita de sangue, em formato de um triângulo.

- Que porra de triângulo é esse?

Passo mais algumas fotos e vejo fotos da minha mãe e de meu irmão mais novo, eram recentes pela data marcada nas fotos.

Pego meu celular no bolso de minha calça e procuro um contato em específico.

Não demora muito para que a chamada fosse atendida.

- Blake? - diz uma voz surpresa do outro lado da linha.

Alívio percorria meu corpo.

- Oi mãe...

8 Horas depois

- Tudo bem, tome - diz Herrera me entregando algumas chaves - São as chaves do seu escritório, do seu armário e da sua viatura.

- Obrigado - pego e as guardo nos bolsos.

- Vá descansar, amanhã será um dia em tanto. Boa noite Ferraz.

- Boa noite, Herrera.

Ele entra em um carro com seu motorista assim que sai do aeroporto. E eu entro em um táxi que estava na porta.

Depois de quase um ano, de volta a Los Angeles. Passo ao motorista o endereço do meu velho apartamento e ele segue caminho.

Não demora muito para chegar, eu o pago e pego minhas malas, que não eram muitas. Chego na portaria e Alex, o porteiro, se assusta ao me ver.

- Senhor Muniz? É o senhor mesmo?

- Oi Alex! Sim, estou de volta... - abro um meio sorriso para ele.

- Seja bem vindo novamente! Sentimos falta do senhor!

- Muito obrigado! Bom, prazer em reve-lo, tenha uma boa noite!

- Igualmente! O senhor precisa de ajuda?

- Não, Não... mas obrigado!

Sigo pelo saguão do prédio até os elevadores. Aperto o botão chamando o elevador e logo a porta abre.

Em pouco minutos estou adentrando meu velho apartamento, ele estava perfeitamente organizado e limpo... Graças à Marta, que vinha semanalmente para cuidar de tudo na minha ausência.

Tudo que eu precisava naquele momento era de um bom banho e uma boa bebida. Precisava ir a um bar, pub... o que fosse.





                                         - Continua...



Notas Finais


Oi, oi novamente! Então? O que acharam? Curiosos para saber o que vai acontecer? 🙀 Deixe seu comentário sobre o que acha, conselhos, teses malucas... são todas bem vindas! 🤭♡

Até o próximo capítulo! Bjs bjs 😘


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