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História Roses et Photographies - Capítulo 3


Escrita por:


Notas do Autor


OSLAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

COMO ESTÃO???

Após muito, mas muito tempo, quem é vivo sempre aparece SKSKSKSKSK

Queria dedicar esse capítulo inteiramente para a minha Hadassa aaaa meu amorzinho lindo que está de aniversário hoje!!!

Parabéns meu amor, muitos anos de vida, que jesus te proteja e te guarde hmklkkkk
continue me amando e me fazendo a mãe favorita aaaaaa

espero que você goste desse cap eu fiz com muito amor, carinho e pitadinha de putaria HMKKKMENTIRA


AMO VC

Capítulo 3 - Roses Blanches


Fanfic / Fanfiction Roses et Photographies - Capítulo 3 - Roses Blanches

Rosas Brancas

Capítulo 3


 

O amor sempre fora algo de difícil entendimento. Nem os mais sábios souberam o desvendar.

Era real a parte de que só os loucos sabiam o viver e para saber sobre o amor, era preciso o viver sobre todas as circunstâncias. Todavia, o medo por esse sentimento sempre falou mais alto que qualquer outra coisa.

O medo do amor era o mal do século.

 

 

 

Havia se passado alguns dias desde que a notícia sobre o quadro do amigo havia sido dita pelo médico. Jinyoung precisou de muita força para ajudar a todos naquele momento, em que adentravam o quarto do Wang para que dessem a notícia a ele.

O choro fora alto, assim como os gritos de negação. 

Ele não merecia aquilo. Não ele que sempre foi tão ativo em suas atividades e tão bom, generoso e uma pessoa que claramente carregava a luz consigo.

Não, não, não! Mãe, não por favor! — A cada palavra ouvida sentia como se o seu mundo fosse ruir, mas era um pouco de egoísmo seu se sentir daquela forma.

Não poderia se sentir assim, sendo que nem ao menos conseguia se colocar no lugar do melhor amigo. E em meio as lágrimas, entendia que jamais poderia se ver daquela forma, sendo sustentado pelas lágrimas e tristeza alheia.

Youngjae abraçava o noivo, também caindo naquela ruína junto dele. Ele sim era capaz de sentir toda dor, de ampará-lo mesmo que nem em pé conseguisse se manter. Todavia, ele era capaz. Os pais do Wang abraçavam-se enquanto o filho negava com as palavras altas e, Jinyoung acreditava que boa parte daquele hospital ouvia os gritos do chinês e toda sua repulsa pela injustiça da vida.

Mais uma vez: Jackson não merecia aquilo.

— Vem… — Ouviu o pedido baixo, nem se opondo a ir contra aquilo. Seu corpo não obedeceria a si de qualquer forma.

Sentiu um afagar em seus ombros, um leve peso de mãos os apertando em um puro conforto que lhe fez desmoronar sem querer controlar suas emoções.

Jamais conseguiria fazer. Não diante dele que parecia tão propenso a lhe entender de qualquer forma. Fora impossível não sentir certa segurança quando sentiu os braços dele ao seu redor, lhe confortando, lhe apertando, lhe assegurando que tudo ficaria bem, mesmo que ambos tivessem a certeza de que nada no dado presente estava bem.

Jinyoung não recusou aquelas palavras ilusórias, talvez precisasse se perder diante delas e da voz morna e calma que lhe sussurrava tudo aquilo. É, bons tempos vinham a sua mente, os mesmos tempos em que tudo estava devidamente perdido para si, mas sempre encontrava uma saída ou se fazia achado diante daqueles braços.

Seus dedos se perderam em meio a um apertar doloroso na pele dele. Sentia a maciez do blusão de lã se perder em seu toque de desespero por conforto e alívio de sua dor. Ele tinha cheiro de flor do campo e Jinyoung sempre amou aquela essência, porque era cheiro de casa, mesmo que casa remetesse a um lugar caótico, com o teto de vidro expondo tudo e disposto a quebrar a qualquer momento.

Jaebeom continuava com o mesmo cheiro e Jinyoung sentia-se aliviado por senti-lo tão perto de si naquele instante. Era bom, era reconfortante. Era lar.

— Você precisa comer um pouco, uh?! — Sentiu falta do calor quando ele se afastou de si minimamente.

Jinyoung não queria acreditar que voltava a se apegar outra vez naquele par de olhos sobre os seus e aquele sorriso fazia certo estrago dentro de si.

Aqueles dias com a presença do Im ao seu lado se tornou algo inevitável até mesmo para ele próprio. E sentia-se mesquinho diante de toda aquela tragédia, ainda dar importância aos seus sentimentos a cada olhar que trocavam naquele hospital. De alguma forma, haviam se aproximado outra vez e talvez, a saudade de anos estivesse mexendo demais com seu coração já fadado a sofrer e se manter quebrado a cada bater mais forte.

— E-eu não quero voltar para o hotel. — Soou baixo, conforme Jaebeom lhe tirava daquela sala de espera.

— Tudo bem. Vamos para uma padaria, então. Conheço um perfeita. Você vai gostar. — Sorriu-lhe e fora um conforto tremendo aquele sorriso para si.

Jaebeom caminhou consigo lado a lado. Tinha silêncio entre eles, mas não o bastante para os deixar desconfortáveis. Na realidade, era confortável tudo aquilo. Jaebeom respeitava seu espaço e Jinyoung era grato por aquilo.

Passaram certas horas na padaria que Jaebeom havia dito. A muito custo o Park conseguiu comer, sendo distraído pelas notícias que o ex melhor amigo buscava lhe deixar por dentro.

Era estranha a sensação de se estar ali, em frente a ele, conversando sobre coisas que eram comuns aos dois anos atrás. Não era como se fossem dois estranhos reunidos e deslocados, mas Jinyoung conseguia ver nitidamente o quanto o tempo havia passado para ambos, e mesmo que aquela essência da adolescência ainda fosse mantida pela linha tênue que os ligava, ainda sim, não eram mais os mesmos.

Jinyoung gostava de pensar que não eram mais os mesmos, só assim, conseguia manter o seu coração calmo, sem acelerado indevidamente graças a sentimentos que deveriam ter ficado enterrados junto do seu passado que só queria esquecer e evitar o máximo que conseguisse. No entanto, Im Jaebeom estava diante de si, e ele, sem querer trazia à tona todas aquelas sensações, mesmo que lutasse para evitá-las. Queria tanto arrancar do peito toda aquela comoção ao tê-lo consigo no momento, porque toda vez que ele lhe encarava e os olhos se encontravam, era como se o ar faltasse e o corpo entrasse em outra órbita, outra dimensão.

— Eu acabei investindo nas esculturas de vidro mesmo, mas eu continuo tentando tirar as fotos. — O sorriso pequeno desenhou o rosto e Jinyoung se manteve atento a fala.

— A-aquelas esculturas… quando nos encontramos são suas? — Não escondeu a surpresa evidente no rosto.

— Sim, disseram que seria legal investir, então acabei seguindo para isso. — Riu fraco, sorvendo o líquido quente aos poucos.

— Oh, eu não sabia que realmente levaria isso a sério! — Estava claramente surpreso com aquilo. Não lembrava-se de Jaebeom querer realmente seguir aquela tradição da família Im.

— Você sabe que não era o meu plano, mas desde que meu pai se acidentou, eu tive que tomar as rédeas da casa. Então seguir por esse caminho foi o mais fácil. 

— Entendo… — Mordeu o lábio, olhando para baixo. — Você assumiu então o controle! Quem diria, não é mesmo? — Sorriu, levando Jaebeom junto consigo.

— E você? O que faz?

— Ah… no atual momento eu estou de férias, mas eu sou escritor.

— Wow! Então você realmente foi atrás do seu sonho! Fico feliz por isso.

— Obrigado, mas não foi muito fácil no início, até porque eu nem queria seguir para essa profissão quando fui para a Coréia. 

— Eu nunca entendi o porquê você foi embora… — Jinyoung engoliu a saliva com dificuldades, mexendo a colher na xícara de café lentamente, sem coragem de encarar Jaebeom. — Seus pais disseram que você simplesmente foi, porque não queria mais ficar aqui.

— Eles parecem bem criativos… — Murmurou baixinho.

— Você foi embora sem ao menos se despedir de mim.

— Jaebeom… 

— Olha, eu sei que falei coisas para você que devem ter te machucado, mas eu… 

— Jaebeom, por favor. Aqui não é lugar e nem momento para falar disso. — Tentou o cortar o mais rápido possível. — É passado, nada do que dissermos ou fizermos vai mudar, sabemos disso. Eu tenho a minha vida, você tem a sua… e vai casar daqui a pouco… seguimos nossos caminhos.

— Só queria entender porque você foi embora… só isso.

— Eu precisava. Aqui nunca foi o meu lugar. — Umedeceu os lábios, continuando entretido no mover da colher. — Você sempre soube que eu queria voltar para o nosso país.

— No início parecia um bom lugar para você.

— Paris sempre será uma segunda casa para mim, mas nunca será a primeira.

— Foi isso que te fez partir? — Os olhos escuros estavam sobre si, sabia disso, os sentia lhe deixando vulnerável.

— Eu prefiro pensar que sim, foi isso. — Olhou-o por fim, buscando todas as forças dentro de si para sustentar o olhar dele.

Jinyoung sentia como se seu mundo pudesse acabar naquele momento com a sensação de ter aquele homem na sua frente, buscando arrancar a verdade de si com um simples olhar. Um olhar que dizia muito sobre ambos, sobre a forma íntima e única que se conheciam.

Não houve mais assunto entre eles. Jaebeom preferiu aceitar aquela resposta no instante, mas não desistiria tão rapidamente da verdade, dos motivos que levaram o Park a ir embora em um momento que Jaebeom tanto precisava dele.

A volta para o hospital fora silenciosa, quebrada apenas pelo barulho que a caminhonete fazia pela rua. Ambos chegaram ao local, caminhando de encontro ao quarto e mesmo que Jinyoung insistisse para que o Im fosse embora, ele continuou a se recusar a lhe deixar sozinho em uma situação tão dolorosa como aquela.

Ao abrir a porta do quarto em que o Wang estava, Jinyoung sentiu como se o chão fosse se abrir naquele exato momento. O coração errava as batidas incansáveis vezes, a boca seca e o corpo agitado. Odiava aquela sensação de impotência, de negligência com seu autocontrole.

— O que você está fazendo aqui? — Perguntou atônito, adentrando o cômodo sem desviar dos olhos à sua frente.

— Eu soube o que aconteceu com o Jackie… na realidade, eu estava vindo para falar com você. Liguei para Youngjae, já que não me atende e ele me disse o que aconteceu. — Explicou o mais calmo que pode. — Jackson é meu amigo, Jinyoung… é como um irmão para mim. — Conseguia sentir a angústia na voz do loiro. 

Ele se aproximou de si, chegando próximo o bastante para lhe envolver num abraço. Demorou instantes para que o Park correspondesse o gesto, buscando raciocinar, num momento como aquele eles tinham que buscar largar as diferenças de lado, brigas e decepções para que ficassem calmos o bastante para deixar Jackson o mais confiante possível.

Jaebeom, parado no batente da porta observava ambos abraçados e era impossível não notar o quanto o loiro parecia íntimo de Jinyoung. O ato parecia lhe deixar com certo incômodo no peito, com uma sensação ruim se apossando de si, sem mais e nem menos. 

O fio de Jinyoung, sem cor, sem brilho algum parecia se tornar mais apagado diante do outro que continuava perto o suficiente para continuar lhe causando um mal-estar doloroso.

— Sinto sua falta, Jinyoung. — O apelo veio baixo, sentido.

— Mark-ssi, aqui não é lugar para falarmos sobre isso, por favor. — Se afastou, dando alguns passos para trás.

— Você tem razão. — Passou a mão nos fios levemente. — Quem é ele?

— Ah, esse é Im Jaebeom… ele é um antigo amigo. — Não sabia porquê se sentia tão nervoso apresentando ambos. — Jaebeom, esse é Mark… — Mordeu o lábio, buscando pensar no que Mark era para si naquele momento.

— Prazer, eu sou o marido do Jinyoung. — Apertou a mão firmemente, deixando Jaebeom confuso por instantes.

Ex-marido.  — Corrigiu rapidamente.

— Jinyoung… — Mark tentou o repreender.

— Já conversamos sobre isso, Mark. Por favor.

— Eu ainda acho que precisamos conversar mais um pouco.

— Não há nada para conversar, não insista. — Tentou soar o mais calmo possível. — Eu vou ver onde Youngjae está. Fique aqui com Jackson.

— Não quer que eu vá junto com você?

— Não, Jaebeom irá me fazer companhia. — Olhou de soslaio o amigo, ganhando um aceno positivo.

Antes que o Tuan retrucasse, Jinyoung puxou o Im pelo pulso, saindo dali o mais rápido que conseguiu. Sabia onde Youngjae estava e não iria o importunar.

Puxou o ar com força, buscando acalmar a confusão dos seus sentimentos naquele momento.

Ver Mark ali claramente havia lhe deixado desconcertado, com uma sensação de caos pelo corpo por inteiro. Odiava aquela sensação, aquela ânsia que crescia toda vez que lembrava de ambos juntos, vivendo uma vida que fazia parte dos seus sonhos e planos e que, por uma infelicidade fora por água abaixo.

— Posso te levar em um lugar que vai gostar. — Jaebeom disse suave, deixando a mão pousar no ombro dele.

— Por favor, me tira daqui. — Pediu sôfrego, os olhos inundados de lágrimas.

Jaebeom manteve-se em silêncio, puxando para longe dali. Adentraram a caminhonete e logo o mais velho deu partida, dirigindo estrada a fora. Vez ou outra seu olhar caía sobre o Park, uma angústia lhe invadia a cada segundo sofrido que o outro passava.

Aquele era Mark? O mesmo cara que Jinyoung anunciou em ligação que Choi Youngjae não gostava, assim como ele? Não conseguia imaginar o quão grave deveria ter sido o erro do Tuan para cima de Jinyoung para o deixar daquela forma, tão quebrado, tão sem vida.

— Vem. — Chamou-o, abrindo a porta do carro para o escritor.

Jinyoung seguiu Jaebeom lado a lado, olhando ao redor e buscando se lembrar daquele local. O tempo não parecia muito amigável naquela hora, dando indícios de que choveria a qualquer momento, no entanto, pareceu pequeno aquilo diante da real situação que estavam.

— Faz muito tempo que você não vem aqui… acredito que não esteja reconhecendo, não é?

— É, eu não estou. — Disse rindo fracamente. — Não me lembro de plantações assim, aqui.

— Quando você foi embora, os fazendeiro montaram uma cooperativa, começaram investir primeiro em lavanda e então o lucro foi vindo e começaram a investir na floricultura. Rosas são a nossa especialidade.

— Nossa? Vai me dizer que você também as planta?

— Não, não… digamos que eu não levo muito jeito para isso não. — Soou envergonhado, levando Jinyoung para perto das árvores que ali faziam sombra. — Mas minha família investe e a sua também. Seus pais são os maiores investidores da cooperativa. 

— Bom para eles. — Murmurou baixinho, sentando-se no gramado coberta de folhas quase envelhecidas. — É realmente muito lindo aqui. — Olhou todo o horizonte, perdendo-se na bela vista das flores.

— É lindo mesmo. — Jaebeom sussurrou, encarando Jinyoung. 

O silêncio caiu sobre eles, deixando Jaebeom nervoso por lembranças que vieram à mente diante da sua observação ao outro. E Jinyoung sentia o olhar dele caído sobre si, deixando-lhe encabulado com toda aquela atenção.

— Aquele cara… lá no hospital. — Quebrou o gelo entre eles, em um pigarreio buscou sentar mais próximo do Park.

— Mark… — Umedeceu os lábios rapidamente, ainda não levando o olhar até Jaebeom.

— Você e ele vão se separar? 

— Uhum… não temos mais nada um com o outro há muito tempo… acho que… — Deu uma pausa, puxando o ar com calma.

— Se não quiser falar, está tudo bem.

— Não… acho que… acho que vai ser bom falar um pouco sobre isso. Costumávamos falar sobre nossas paixões um com o outro, não é? — Olhou-o de relance.

— Mais eu do que você.

— Eu nunca tive muitas, você sabe.

— Sempre foi apenas uma. — Sussurrou, ganhando o olhar do Park após muito tempo.

— Eu casei com Mark. — Falou rápido, buscando desviar dos olhos felinos alheios e do assunto também. — Eu estava apaixonado, achei que tínhamos uma ligação e durante bons anos ele foi o amor da minha vida. Bom, pelo menos até ele me trair com a secretária dele. — Riu sem qualquer resquício de humor. — Acho que eu acabei me enganando, sabe? Eu sabia que eu jamais teria alguém para mim, que eu jamais teria o meu fio, então quando Mark apareceu foi como se tudo que eu havia pedido aos deuses fora atendido. Estava feliz, pensei que Mark também estivesse. Mas ele não estava e tudo que eu vivi com ele não passou de uma mentira. Uma grande mentira, porque no final das coisas o amor não existe e esse fio de merda é só para nos enforcarmos a cada tentativa. 

— Você não pode pensar dessa forma, Jinyoung… talvez a pessoa certa não tenha aparecido e… 

— Não me venha com esse papo de auto ajuda, Im Jaebeom. Isso é uma grande besteira! Nada disso faz sentido. — Seus olhos estavam úmidos, anunciando que a qualquer momento cederia ao choro. — Youngjae e Jackson tem um amor lindo, tão… perfeito e agora essa merda de acidente aconteceu, impedindo o Jackson de seguir com a carreira brilhante que ele tem! A vida é injusta. Eu poderia ficar no lugar dele, ninguém iria se importar.

— Não fala isso! — Soou sério.

— Eu só estou dizendo a verdade.

— Não, você não está. Eu me importo com você. Eu me importo! 

— Você diz isso da boca para fora, Jaebeom… — A primeira lágrima veio, descendo calma, dolorosa. — Você nunca se importou comigo… você nunca… nunca se importou com nada referente a mim. Nunca… 

— Não é verdade, para com isso. Você sempre foi o meu melhor amigo! Foi você que foi embora sem mais e nem menos. Nem se despediu de mim!

— Por que eu me despediria depois de tudo, Jaebeom? Por quê?

— Jinyoung, eu… 

— Eu nem sei porque raios eu estou aqui! — Levantou-se, mal sabendo explicar aquele seu pico de bipolaridade no momento.

— A gente está conversando, será que você pode parar de fugir? Pelo menos agora poderia agir como homem e não ir embora na primeira oportunidade! — Olhou-o firme, ficando em pé, dividindo menos de um metro de distância.

— Eu não estou indo embora na primeira oportunidade, Jaebeom! E eu acho que eu não devo explicações a você.

— Meu deus, você vai embora, some por dez anos e volta como se nada tivesse acontecido! Eu peço uma explicação a você e é assim que me trata? Como se eu estivesse cometendo um crime? Eu só quero saber o porquê… será que é tão difícil?

— Você sabe muito bem o porquê eu fui embora! — Esbravejou. O tempo estava armado, alguns relâmpagos dividindo o céu, clareando-o de maneira assustadora.

— Você não pode ter ido embora simplesmente por… — Começou de maneira desacreditada, deixando um riso curto pairar sobre eles, sendo interrompido pelo outro.

— Pelo quê? Por ter estragado a nossa amizade? A nossa irmandade como você adorava dizer por aí?

— Jinyoung… — Umedeceu os lábios.

— Aquela noite, na qual me declarei para você, eu não esperava nada em troca; Eu não esperava que você me dissesse que me amava, que me beijasse e nem nada do tipo, mas eu queria que… — Olhou para o céu, sentindo os olhos arderem, a pele exposta sentia os pingos caírem aos poucos, molhando-a rapidamente. — Queria que ao menos você entendesse a mim, como um amigo. Que pelo menos ficasse ao meu lado, que não me usasse para sanar suas dúvidas ridículas.

— Eu nunca te usei! — Soou mais alto, aproximando-se dele.

Os olhos conectados dava a Jaebeom o sentimento de dor que provinham deles. Era sufocante, tortuoso.

— Se você tivesse que escolher entre mim e a Jiah, eu jamais seria a sua escolha. Você jamais ficaria ao meu lado. — O olhar era sincero e toda aquela sinceridade machucava mais do que podia suportar.

Os pingos de chuva tornaram-se mais rápidos, dando espaço a chuva de veraneio um tanto forte.

Jinyoung esperou qualquer resposta, mas o silêncio de Jaebeom lhe deixava certo de que nada havia mudado entre eles. E nada era muita coisa.

Deu as costas ao Im, limpando o rosto enquanto parecia que o céu desabava neles, antes que se distanciasse mais, sentiu seu braço ser puxado para trás e seu corpo inteiro sentiu o puxão, lhe levando para perto de Jaebeom que parecia certo do que estava fazendo.

— Você nunca soube a minha resposta sobre isso. E em todas as chances que me deu para respondê-las, você sempre foi embora antes mesmo de escutá-las.

— Eu não preciso escutar nada, eu já sei o que irá dizer. — Buscou se soltar, não conseguindo fazer.

— Se soubesse mesmo, não teria ido embora, me deixado aqui… deixado os nossos sonhos para trás sem sequer me dar uma explicação.

— Você fala como se realmente isso importasse, Jaebeom! 

— Mas importa! Para mim importa! — Chacoalhou-o levemente. — Você foi embora, Jinyoung! Você me culpa por algo que você sequer deixou nós dois vivermos.

— Você é ridículo! — Moveu-se mais uma vez, não conseguindo se soltar. Os fios castanhos estavam grudados no rosto pela chuva que continuava ali, deixando-os encharcados mais e mais. — Me solta!

— Soltar para quê? Para você fugir outra vez como um covarde?

— O único covarde aqui, é você! 

— Eu não sei o que fez você pensar que eu não queria nada contigo… eu não sei… — Seus olhos caíam sobre os do rapaz, Jaebeom parecia tão irredutível em suas questões, que não deixaria Jinyoung fugir de si outra vez. — Quando eu vi você naquela praça eu senti como se eu pudesse voltar a respirar novamente, como se… como se um peso horrível fosse tirado das minhas costas. Era como se eu voltasse a ter dezessete anos… e estivesse te amando outra vez. — Aproximou mais os rostos, deixando Jinyoung inerte naquela situação.

— Jaebeom… 

— E quando Youngjae se apresentou como seu namorado foi como se um buraco enorme se abrisse nos meus pés. Eu sabia que vocês não tinham nada a ver um com o outro, mas mesmo assim, mesmo que vocês não estivessem ligados eu, eu não pude deixar de sentir que iria te perder mais uma vez. — Soava sincero, entregue demais e pouco se importando com o mundo desabando sobre ambas as cabeças. — Eu senti sua falta… falta do seu cheiro, da sua boca Jinyoung. — Roçou os lábios brevemente, apenas experimentando a sensação de tê-los tão perto dos seus mais uma vez. — Eu jamais esqueci o que fizemos aquela noite, dez anos atrás. — Sua mão deslizou até a cintura do Park, segurando-a com firmeza.

Jinyoung buscou se manter o mais irreverente a tudo aquilo, no entanto, era impossível estar tão perto dele, tão perto da boca dele, do cheiro, das sensações que ele lhe causava.

— Diz que você também sente a minha falta, uh? — Levou a mão livre até os fios castanhos, embrenhando os dedos nos mesmos, puxando-os lentamente. Ainda lembrava-se da forma como Jinyoung gostava.

Os lábios voltaram a se encostar outra vez, em uma provocação da parte do Im que sabia muito bem até em que parte iria o controle do acastanhado.

Jinyoung sentia-se mole e não sabia se a causa daquilo dava a chuva que deixava seu corpo propenso a ficar mais pesado e difícil de sustentar, ou se eram as investidas de Jaebeom em si, provocando-lhe completamente.

— Para com isso! O que pensa que está tentando fazer? — Afastou-se o mais rápido que pode, antes que não conseguisse raciocinar mais.

— Jinyoung… 

— Jaebeom se você está com problemas, resolva-os sozinho! O que aconteceu entre nós ficou no passado. Passado. Espero que você entenda isso. — Olhava-o sério, o nervosismo tomando conta do corpo.  

— Eu só quero… 

— Você não quer nada! — Virou-se, descendo o pouco de barranco que tinha ali.

A chuva dificultava os passos, pesando-os e deixando Jinyoung ainda mais irritado.

— Espera! — Ouviu o grito, aumentando os passos conforme sentia Jaebeom se aproximar mais. — Jinyoung! Para de ser teimoso. — O Im lhe ultrapassou, parando na sua frente. 

— Sai da minha frente.

— Eu te levo para a cidade. Não é bom você ir andando nessa chuva. Sério… eu te levo.

O escritor olho para o lado, torcendo o nariz em irritação. Concordou, adentrando a caminhonete, querendo logo ir para o hotel e tomar um banho quente o mais rápido que conseguisse.

Jaebeom ligou o carro, dando partida.

Tentou uma, duas, três vezes, infinitas, mas nada do carro mover-se.

Jinyoung o olhou com os olhos levemente arregalados, rindo soprado à medida que Jaebeom continuava tentando.

— Isso só pode ser brincadeira. — Murmurou desacreditado, vendo Jaebeom sair do carro para avaliar a situação. — O que houve? — Inclinou o corpo, soando mais alto para ser escutado. 

— Atolou. — Foi a única coisa que disse ao voltar a sentar no banco do motorista.

— Como assim, atolou?

— Atolou, né!

— Faz alguma coisa, então!

— Fazer o que, meu querido? — Perguntou cínico. — Não tem o que fazer agora.  O solo está muito encharcado. Vamos ter que esperar a chuva passar.

— Esperar? Aqui? — Jinyoung sentia que a qualquer momento surtaria ali.

— Não, Jinyoung. Você pode esperar no lado de fora, correndo o risco de um raio cair na sua cabeça.

— Certeza que ele seria melhor companhia que você. — Virou para frente, suspirando alto e irritado.

Jaebeom fez o mesmo, mas virou o rosto em direção a janela, observando a chuva bater no vidro de forma forte. O barulho era alto, invadia o ouvido de ambos junto com os trovões e os relâmpagos fazia parte do show da natureza um tanto assustador.

Jinyoung se encolheu no banco, passando as mãos pelos braços. Estava encharcado completamente, assim como o outro. E, droga, conforme o tempo passava dentro daquele carro Jinyoung sentia ainda mais frio.

— Não tem ar-condicionado? — Soou baixo.

— Está pensando que isso daqui é o quê? — Riu da tolice do Park. O outro apenas revirou os olhos, inconformado com aquela situação. — Liga para alguém então!

— A uma hora dessas não a sinal aqui. Estamos no interior de Paris, Park Jinyoung! Você espera o quê?

— Eu nunca deveria ter aceitado sair daquele hospital com você.

— Pareceu a solução mais interessante no momento, não é?

— Idiota. — Retalhou baixo, olhando para a janela, enquanto tentava se esquentar.

Jaebeom olhou para trás, notando uma jaqueta sua e uma manta que usava para colocar ao redor de algumas estátuas de vidro que transportava. Pegou as duas peças, trazendo para frente, Jinyoung olhou-o de soslaio, tentando demonstrar indiferença no momento.

— Tira a roupa. — Falou sucinto, olhando para Jinyoung que pareceu escandalizado naquele instante.

— Você está maluco?

— Jinyoung, pelo amor de deus! Você está com frio, não está? Então tira a roupa e se cobre com isso. — Ergueu de leve as duas peças.

O mais novo ponderou, mordendo o lábio e soltando o ar pela boca de modo derrotado. Livrou-se das roupas aos poucos, sentindo o rosto esquentar com o olhar sobre si.

— Quer olhar para o outro lado? — Soou indignado, com as mãos no cós da calça, pronto para tirá-la.

Jaebeom balançou a cabeça, virando o rosto e controlando-se para não olhar o Park.

— Me dá isso. — Pediu apressado após ficar completamente nu, pegando a manta com rapidez e enrolando-se por completo.

Jaebeom se ajeitou melhor no banco, procurou ligar a rádio, sintonizando em alguma estação que pegasse com toda aquela chuva. 

— Você não vai tirar a roupa? — Jinyoung perguntou baixo, se encolhendo no banco de trás, já que o outro estava completamente molhado.

Jaebeom olhou pelo retrovisor o Park, sorrindo pequeno com o modo encolhidinho que ele se encontrava.

— Só tem uma jaqueta aqui. — Informou, dando a peça para Jinyoung. 

— A… a manta é grande, você pode usar também. — Mal sabia o que estava acontecendo e buscava ao máximo controlar a droga do corpo que reagia em pura vergonha por aquele momento constrangedor.

— Você… está querendo dividir uma manta comigo? Depois de ter me xingado horas atrás?

— Eu não xinguei você, apenas disse o que pensava e o certo. E eu também não quero ser responsável por… por você ficar doente. — Respondeu o mais rápido que pode, não encarando o moreno.

— Okay… — Escondeu o sorriso do acastanhado, buscando se livrar das roupas molhadas.

Jinyoung mordeu o lábio, buscando manter o olhar fixo na janela enquanto ouvia o barulho do cinto sendo aberto. Engoliu seco, apertando a manta ao redor do corpo. Resistiu o que pode e quando Jaebeom passou para o banco de trás, puxando a manta escura, pediu aos céus por ajuda naquele momento.

— Você pode me olhar, tá legal? — Soou risonho, puxando mais ainda a manta, praticamente obrigando Jinyoung a chegar mais perto.

— Isso realmente não estava nos meus planos. — Reclamou, sentindo o braço gelado do Im encostar no seu.

— E você acha que estava nos meus? — Olhou para Jinyoung, que lhe encarou também. — Você ainda está tremendo. — Alegou, notando a boca trêmula do garoto e a pele completamente arrepiada. — Vem aqui. Eu esquento você.

— Não, eu estou bem aqui!

— Qual é, Jinyoung? Eu não vou agarrar você. Vem. 

Jinyoung desviou os olhos, fingindo não dar importância ao caos que era seu peito naquele instante que aceitou ser aquecido pelo outro.

Jaebeom lhe envolveu em um abraço, puxando-o para bem perto.

— Você está tão gelado, meu deus! — Passava as mãos pela pele alheia, na tentativa de esquentá-la o máximo que conseguia.

Jinyoung por um momento se sentiu assustado quando Jaebeom deitou ambos os corpos, ainda mantendo-no abraçado. Buscou fechar os olhos e pensar em qualquer coisa que não fosse aquela situação, ambos nus, deitados no banco de trás daquela caminhonete que carregava o mesmo número de histórias e quilometragem. 

— Para de se mover. — Jaebeom murmurou e Jinyoung, nervoso do jeito que estava buscou se acalmar, ou tentou, já que sua mão caiu em uma área perigosa demais. — Ai, Jinyoung! Toma cuidado! — Jaebeom se encolheu levemente.

— Me desculpa, me desculpa! — Falou rapidinho, ficando levemente por cima do outro. — Deixa eu ver onde eu machuquei.

— Eu acho melhor não. — Fingiu um sorriso, era realmente constrangedora aquela situação.

— Oh, desculpa!

— ‘Tá, ‘tá tudo bem… só para de se mexer. É sério… 

— Eu vou parar… — Tentou relaxar o corpo, sentindo a mão de Jaebeom em suas costas passando suavemente pela espinha.

— Você está tenso. — Soou risonho.

— Você esperava o quê?

— Nós já fizemos isso. Eu sei de cor o seu corpo, quantas pintinhas você tem… suas curvas… — A destra continuava passeando vagarosamente pela extensão das costas, deixando Jinyoung dividido em um nervosismo e ansiedade. — As partes que você mais se sente confiante… que você mais gosta. — Mordeu o lábio, baixando a cabeça ao sentir Jaebeom baixar mais a mão, num toque ousado e perigoso.

O Im ditava tudo de olhos fechados, um sorriso bobo sendo capturado pelos olhos nervosos de Jinyoung que já não sabia mais o que estava fazendo da sua vida naquele momento.

— Por favor… para com isso. — Pediu baixo, rente a pele alheia.

Jaebeom deixou a destra na região da cintura, causando arrepios em Jinyoung quando a apertou levemente. Abriu os olhos, encarando o escritor. Jaebeom poderia dizer que jamais viu alguém tão bonito quanto Jinyoung. Ninguém conseguia ser tão cativo, tão perfeito como aquele garoto.

Ousou, sugando o lábio inferior dele, era uma ação lenta, que bagunçava Jinyoung de um jeito ridículo em sua visão. O corpo sentiu os espasmos levianos que o percorreram sem permissão alguma quando o aperto se tornou maior na pele e a outra mão do Im veio em seus fios, os puxado com leveza.

Jaebeom passou a língua pelos lábios alheios, deixando um selar calmo sobre eles. Investiu, beijando-o com lentidão, mas não escondendo a urgência daquele ato, daquela vontade que lhe surgiu assim que havia o encontrado.

Invadiu-o com o músculo morno, quase gemendo ao senti-lo ali, consigo. As línguas se encontravam, experimentando o gosto das bocas com lentidão.

Jinyoung sentia-se sem órbita no momento. Ofegou baixinho quando sentiu Jaebeom puxar seu cabelo com um pouco mais de força ao beijar-lhe. E embora colocasse na sua cabeça que não podia ceder, sentir a mão dele massagear suas pele lhe deixava quente, irredutível a controlar-se.

Gemeu arrastado ao sentir as mãos alheias segurarem com certa firmeza sua bunda. Jaebeom separou as suas pernas, lhe ajudando a ficar inteiramente sobre o colo dele, enquanto ainda se beijavam.

— Jaebeom… não! Meu deus, isso é loucura. — Parou rapidamente, indo para o canto do banco. Encolhendo o corpo.

— Jinyoung… 

— Você tem uma noiva. Eu não quero… não quero fazer parte disso. Por favor.

— Tudo bem, a gente não faz nada. — Soou ameno, voltou a se aproximar do Park. — A gente não vai fazer nada, Jinyoungie.

— Não me chama assim. — Fechou os olhos, abraçando o corpo.

— Olha para mim… — Pediu.

— Jaebeom, por favor, você não consegue entender!

— Entender o quê? Se você falasse eu conseguiria.

— Eu não quero que um sentimento que eu deixei no passado volte depois de tudo que eu fiz para esquecer. Eu não quero sofrer mais uma vez por… por isso.

— Você parece ter medo disso… 

— E você acha que não é para ter? — Limpou o rosto rapidamente. 

— Se você sente medo, é porque há algo ainda aí por mim, não é?

— Eu superei você, superei todos os meus sentimentos. — Engoliu seco.

— Então olha nos meus olhos e diz que superou tudo. Que não há nada por mim aí dentro. Que eu não preciso passar mais uma noite em claro pensando se agora nós vamos ter uma chance de dar certo.

— Você está noivo Jaebeom. Noivo da Jiah!

— Se você disser que ainda quer algo comigo, que ainda sente algo por mim, eu não me importo com mais nada.

— Mais nada? — Riu por baixo da respiração. — Nada do que eu disser vai importar. Nada, sabe por quê? Porque você e Jiah são o sonho de consumo dos seus pais. E você sempre irá fazer tudo por eles.

— Você não sabe o que está dizendo.

— Eu sei, porque eu já vi esse filme, Jaebeom. Não me diga coisas que você jamais vai conseguir cumprir.

— Agora é diferente!

— Sempre vai ser diferente para você! Mas é engraçado que para mim é sempre a mesma coisa. Você vai casar, vai construir uma família na qual você sempre sonhou e idealizou. Eu não faço parte disso. Nunca fiz. 

— O que eu tenho que fazer para você acreditar que eu te amo?

 

Jinyoung não conseguiu esconder a surpresa vinda daquela frase. Seus olhos arregalados encaravam Jaebeom, sem saber o que dizer a ele no momento.

 

— Vo-você não me ama. Só deve estar mais uma vez, tendo crise com sua sexualidade. 

— Você deveria parar de ser tão cruel consigo mesmo.

— E você deveria parar de usar suas confusões comigo!

— Você acha realmente que eu sempre estive confuso com você?

— Eu… 

— Eu beijei você. Você foi a primeira pessoa que eu beijei na vida, que eu transei! Que eu me apaixonei. Porra, Jinyoung, você sempre foi a pessoa que eu mais confiei. Fiquei confuso quando você me disse que estava apaixonado por mim, porque eu também estava, mas nós não estávamos ligados! Eu achei que você não era para mim, isso me deixou mal, me deixou confuso. Então quando eu fui atrás de você, já era tarde demais. Eu nunca entendi porquê você me deixou.

— Você tem ligação com a Jiah… nós não podemos ficar juntos. Não podemos.


 

Nunca iremos ficar.

 


Notas Finais


Espero que todos tenham gostado, principalmente vc HADASSAAAAAAA

Gente, estou com aulas canceladas por causa do Corona Vírus, boa parte das universidades estão partindo para isso. Portanto, irei me dedicar em escrever esses dias, para que todos possam ficar enfurnadinhos em casa, bonitinhos devorando o Spirit SKSKSKSKSK

Cuidem-se.

LAVEM AS MÃOS, USEM ÁLCOOL GEL, ALIMENTEM-SE BONITINHO

Em caso de suspeitas, por favor, não vão aos hospitais. Isso pode piorar ainda mais a situação de outras pessoas e a sua. Os municípios estão se organizando com aplicativos e números para que vcs liguem para lá. Então se informem antes de irem ao hospital.

FIQUEM BEM

AMO VCS

KISSUS NA BUNDA E ATÉ A PRÓXIMA LOUCURA.


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