História School on Ice - Yuri on Ice - Capítulo 5


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Categorias Yuri!!! on Ice
Personagens Christophe Giacometti, Hiroko Katsuki, Isabella Yang, Jean-Jacques Leroy, Ji Guang-Hong, Kenjiro Minami, Lee Seung Gil, Leo de la Iglesia, Lilia Baranovskaya, Mari Katsuki, Michele Crispino, Mila Babicheva, Minako, Nikolai Plisetsky, Otabek Altin, Phichit Chulanont, Victor Nikiforov, Yakov Feltsman, Yuri Katsuki, Yuri Plisetsky
Tags Lgbt, Otayuri, Otayurio, Romance, Victor Nikiforov, Victuri, Victuuri, Vikturi, Viktuuri, Yuuri Katsuki
Visualizações 593
Palavras 2.058
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishounen, Comédia, Ficção Adolescente, Hentai, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 5 - 5- Não haverá mais escuridão


Fanfic / Fanfiction School on Ice - Yuri on Ice - Capítulo 5 - 5- Não haverá mais escuridão

Yuuri estava em casa, jogado na cama olhando para o teto, ele havia dito enquanto estava bêbado que amava Viktor, o que não deixava de ser verdade, seu coração estava disparado ele não sabia o que aconteceria quando encontrasse Nikiforov outra vez, ele se deitou de bruços na cama e afundou o rosto no travesseiro, ele não sabia como agir, mas de um certo modo ele estava feliz, o beijo do russo poderia significar que sim, ele também o amava, ele não conseguia conter o sorriso, mas de qualquer forma ele precisava de uma confirmação.

– Yuuri, preciso de ajuda no café, não sei o que aconteceu tem um número incontável de mulheres lá e Viktor não consegue atender todas elas, eu pago a você. - Mari irmã mais velha do jovem dizia.

O japonês ergueu as sobrancelhas ele levantou rapidamente e seguiu até a porta a abrindo.

– Claro que eu vou, conte comigo. - Yuuri sorriu ajeitando os óculos no rosto.

– Ótimo. - Ela entregou o avental para ele. - Muito obrigada irmãozinho.

– Por nada Mari. - Ele seguiu até o café, entrou na porta.

– Hey Yuuri. - Viktor acenou sorrindo, todas as mulheres viraram o olhando, de alguma forma assustadora não havia nenhum homem fora Viktor ali.

– Hey Vitya. - O moreno disse com tom de provocação enquanto amarrava o avental.

– Você se lembrou então? - O russo sorria apoiando as mãos no balcão.

– Tive ajuda para refrescar a memória como dizem. - O menor riu enchendo a máquina de café uma outra vez e ajudando com os copos.

– Então entendeu bem a minha resposta Katsuki? - Viktor mordia o lábio inferior olhando para o amigo enquanto apoiava os cotovelos no balcão e o queixo sobre eles deixando de modo inconsciente o traseiro empinado para todas as moças que quisessem ver.

– Eu não sei, acho que preciso de uma confirmação. - Japonês riu, e ergueu a sobrancelha ao ver as moças desviarem o olhar do traseiro do Viktor quando ele viu. - Acho que já entendi porque tem tanta garota aqui hoje.

O russo virou para trás olhando para todas as mulheres distraídas com seus afazeres, ele se ergueu. - Achei que fosse pelo tempo gostoso para um café.

– Elas estão para pode admirar você seu bobo, um russo, de proporções perfeitas, educado e gentil. - Ele secava a louça enquanto olhava para o rapaz de cabelos platinados.

Viktor olhou para trás e sorriu, voltando o olhar para o Yuuri. - Acha que eu tenho proporções perfeitas?

– Acho. - Moreno imediatamente corou.

– Katsudon, eu quero beijar você agora. - O maior dizia mordendo o lábio inferior.

– Eu também Vitya. - Ambos aproximavam seu rosto quando Mari chegou batendo palmas.

– Yuuri se vai atrapalhar meu funcionário pode ir embora. - Irmã do japonês dizia com tom de irritação. - Olha quanta gente para atender.

– Gomen, Mari. - Yuuri voltou a arrumar a louça enquanto Viktor atendia as mesas com um belo sorriso no rosto.

No final do turmo, ambos fecharam o café.

– Yuuri, vamos para a minha casa? - Viktor disse tirando o avental da cintura.

– Não é meio tarde para isso? - O moreno dizia também tirando seu avental.

– Você tem quantos anos? 60? São só 7 da noite. - Viktor passou a mão no cabelo.

– Eu não sou de sair. - Jovem dobrou o avental e colocou sobre o balcão.

– Anda logo. - Russo puxou o japonês até sua casa, ambos entraram se deparando com todo o grupo de amigos na sala encarando a TV.

– Katsudon? - Yurio ergueu as sobrancelhas ao ver os dois juntos. - Te procuramos o dia todo.

– Eu estava ajudando a Mari no café, acabei me encontrando com Viktor e depois viemos conversa. - Yuuri mentiu quase que automático.

Platinado balançou a cabeça, pegou um dos sacos de batatas chips na mesa de centro e se sentou no sofá comendo.

– Ainda tem algumas bebidas da festa? - Guang dizia interessado.

– Sim, o armário tem várias delas, já que vamos beber, eu vou ligar para o Chris. - O russo se levantou tirando o celular do bolso.

Yuuri se sentou entre os amigos, enquanto observava Viktor no telefone, ele parecia ter ficado frio de repente.

Logo o russo voltou, se sentou e mordeu o lábio inferior.

– Vity... Viktor, pode me ajudar com uma coisa na cozinha? - Moreno disse preocupado.

– Sim. - Ele foi seco e se levantou sendo seguido pelo japonês.

– Fiz algo de errado? - Yuuri soltou antes mesmo que entrassem na cozinha.

– Não sei, mas de algum modo senti que você quer esconder seus sentimentos por mim. - Ele colocou as mãos na cintura encarando o mais baixo.

– Acho que é cedo para dizer algo, só nos beijamos uma única vez. - O moreno corou.

– Se é os números que lhe importam. - Viktor apoiou as mãos no quadril do rapaz e apertou elas com firmeza pressionando seu quadril contra o dele enquanto o beijava nos lábios invadindo sua boca de uma vez com a língua, envolvendo o mais jovem em um beijo quente.

Yuuri mal teve tempo para refletir apenas o beijou de forma ainda mais intensa segurando nos fios prateados como a mais pura prata, ele os puxava enquanto movimentava a cabeça em busca de acompanhar o ritmo do mais alto, ambos afastaram suas bocas puxando fôlego para os pulmões.

Estavam corados e se olhando nos olhos, os fios de Viktor estavam bagunçados, Yuuri por sua vez estava com os óculos embaçados ofegante se apoiando na pia mais próxima.

– Você planeja manter isso em segredo né? - Russo dizia passando a língua nos lábios, e puxando as garrafas do armário.

– Só até eu saber como dizer para os rapazes. - Japonês se abanava com a mão enquanto olhava para o amigo.

– Ou até eles descobrirem. - Vikto balançou a cabeça de forma negativa. - Como você quiser Katsuki. - Ele pegou as garrafas e seguiu até a sala.

Yuuri sabia que os amigos seriam extremamente acolhedores, que os pais também reagiriam bem, mas o medo dele, era da reação do Yurio...

Chris nem se quer se deu o luxo de bater na porta, ele simplesmente entrou chegando e trazendo JJ com ele, o platinado levantou animado para rever os amigos.

A distância corroía Yuuri por dentro, mas ele tinha que aprender a lidar com isso, medo dele de perder um amigo tão querido quanto Yurio era para ele era imenso.

Algumas bebidas aqui, outras misturas ali, e o bando de amigos já estava sutilmente alterado.

JJ já estava sem camisa dançando uma bati estranha que Otabek havia colocado no som, Chris já estava de cueca acompanhando e melhorando os passos do amigo, Phichit já estava com os braços apoiados um em JJ outro em Chris.

– Phichit, acho que deveríamos ir. - Yuuri dizia preocupado puxando o amigo para si, ele não havia bebido dessa.

– Antes de vocês irem, eu vi uma brincadeira na internet, deveríamos tentar. - Chris disse pegando uma bala do bolso de sua calça. - Vamos passar esse doce de boca em boca.

– Isso é só uma desculpas bosta pra beija o amiguinho que a gente já quer dar uns pegas. - JJ sorriu olhando para o Yurio e piscando.

– Escroto. - Loiro disse corando.

– Eu não acho uma boa ideia. - Otabek dizia sério passando o braço pelos ombros do loiro.

– Tudo bem por mim. - Viktor disse pegando a bala do amigo suíço e a abrindo.

– Vamos fazer uma fila. - Chris dizia empolgado ficando ao lado do russo, Yuuri se apressou ficando ao outro lado de Victor, ao lado dele parou Phichit e Guang.

– Eu me recuso. - Seung sorriu olhando para a fila, ele queria pode admirar a bela merda que isso se tornaria.

– Vamos, Beka, não vamos ser os sem graça. - Yurio parou na fila, seguido dele veio JJ, que foi logo empurrado tendo seu lugar tomado por Otabek.

Então eis a ordem, começaria no Phichit, depois Yuuri, Viktor, Chris, Guang, Yurio, Otabek e então o JJ.

– Pode começar. - Viktor entregou a bala para o tailandês.

Phichit segurou a bala entre os dentes e virou o rosto para Yuuri, Moreno riu e aproximou a boca do amigo, roçou os lábios acidentalmente e pegou a bala com os dentes e virou para Viktor, mas antes ele tirou os óculos com receio que eles embaçassem, o russo fez questão de aproximar os lábios bem aos do japonês de um jeito sexy, fazendo o moreno virar, ele segurou a bala com os dentes e virou para o amigo suíço, Chris sorriu de forma maliciosa e beijou o amigo com vontade pegando a bala para si e envolvendo o platinado em um intenso beijo enquanto passava as mãos pelo peito do maior.

– Hey! - Yurio reclamou com tom de irritação ao ver a cena.

Phichit tirou o celular do bolso como o flash da liga da justiça e apontou para ambos tirando uma foto, Yuuri estava boquiaberto abaixando as mãos de Phichit que estavam levantadas tirando a foto.

Chris se separou do beijo e passou a língua nos lábios percebendo os olhares perplexos, principalmente os de Yurio, ele parecia zangado a ponto de estrangular o loiro com as próprias mãos ou até mesmo com o poder da mente se ele o possuísse.

– Acabou essa porra de festa, já passou de todos os limites foi um desrespeito do caralho essa porra. - O loiro russo abriu a porta. - GERAL PRA FORA.

Viktor ergueu as sobrancelhas surpreso, todos saíram imediatamente, o russo pegou os copos e louça suja e levou até a pia os lavando, enquanto o irmão mais novo trazia as garrafas vazias.

– Velho... - Yurio parava na balcão ao lado do irmão secando a louça.

– Diga neném. - Ele passava a esponja pelo prato com delicadeza.

– Você gosta do Chris? - Loiro corou olhando para baixo.

– Claro que eu gosto, somos amigos desde o fundamental. - Viktor sorriu de forma simpática.

– Niisan, não tô falando desse jeito. - Ele desviou o olhar guardando a louça.

– Porque todo esse interesse? - O maior dizia curioso.

– Porque se você gosta dele, pode ter sido uma reação ruim da minha parte ter expulsado ele. - Yurio corou.

– Desde quando liga com isso? - Viktor disse achando muito fofa a situação.

– Bem, eu notei que você só está sozinho por minha causa. E você não recusou o beijou dele. - o loiro guardava toda a louça seca.

– Por sua causa? - Viktor ergueu as sobrancelhas.

– Você sempre está tomando conta de mim, e acaba nunca tendo tempo para outras pessoas... Eu quero que saiba que se alguém te fazer feliz... Eu apoio. - Ele disse corado com a mão sobre a boca.

– Meu irmão é tão fofo. - O russo abraçou o irmão forte beijando o topo da cabeça dele. - Eu não gosto desse jeito do Chris... Mas talvez eu goste de outro alguém. - O platinado soltou o irmão passando a mão pela nuca corado.

– Não importa se for homem, ou mulher, eu te apoio. - Yurio corou ainda mais e apertou os olhos ao ouvir o início do que seria uma longa tempestade.

Yurio foi abandonado aos 2 anos de idade, ele foi encontrado pelo casal Nikiforov em meio a uma terrível tempestade, o menininho estava abraçado as próprias pernas em um beco entre as latas de lixo, ele desde então tinha um terrível medo de tempestades.

Mais uma vez um clarão enchia o céu, o loiro apoiava as mãos nas orelhas para abafar o som.

10 anos antes

Viktor estava dormindo com o recém chegado cachorro da família, Makkachin ele tinha seus 7 anos e meio quando a porta do seu quarto foi lentamente aberta, ele se sentou na cama encarando a figura que a havia aberto, era o Yuri o jovem estava com uma expressão de assustado, os olhos verdes estavam umidos como se estivesse chorando.

– Vitya... Eu estou com medo. - Pequeno loiro de 5 anos estava parado na porta abraçado com seu gatinho de pelúcia.

– Deita aqui, eu protejo você sempre. - Viktor levantou os lençóis, o pequeno garotinho correu e se deitou com o irmão, o russo cobriu ambos, ele abraçou o irmão mais novo e sussurrou uma canção para abafar todo o som da tempestade.

Tempos atuais...

O dia seguinte havia voado, já era hora do almoço.

– Porque o Katsudon não almoça mais com a gente? - Yurio dizia com certa irritação. - Onde ele se mete todos os dias?


Notas Finais


Eu tenho pelo menos até o 8 capítulo já escrito, mas eu tô meio bugado quanto ao tempo que devo esperar para postar o próximo, então de coração me perdoem se eu tiver enchendo vocês demais postando tão rápido assim :p
Espero que estejam gostando da minha história, não sou muito boa em escrever ainda mas tô me esforçando :)


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