História Sense - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
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LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Ficção Adolescente

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Essa história está sendo escrita de modo espôntaneo, incoerências podem estar presentes, mas estas serão, afirmo, mínimas.

Capítulo 1 - Capítulo Único



E em um livro em branco que ali se encontrava, o garoto escrevia os seus sentimentos, e novamente, se perdia nos seus pensamentos. Seria desesperador observar o que existia ao seu redor, mas não para ele: nada disso era novidade, fracassos e decepções progrediam frequentemente em sua vida.
Seria tolo imaginar que um garoto possa ter vivido o suficiente para que assim pudesse apropriar-se de um caderno para escritas sobre si mesmo, ele estava apenas beirando a fase adulta, algo que não tem qualquer significado relevante para a sua pessoa.
"Caderno de afazares, dia 1, desejo-me boa sorte, e eu sei que consigo!"
"Caderno de afazeres, dia 2, estudei o suficiente por dia, mas acho que posso melhorar, parabéns ***!"
"Caderno de afazeres, dia 3, estudei o suficiente novamente, parabéns!"
"Caderno de afazares, dia 4, estudei um pouco, nada de se orgulhar..."
"Caderno de afazeres, dia 5, não consegui, mas sei que sou capaz, você consegue ***"
"Caderno de afazeres, dia 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12, 13, 14, 15..." Não havia presença, pelo menos não mais, de qualquer elemento que relembra-se que alguma pessoa havia, ao menos, tido ânimo para tocar no caderno
"Olá, diário, caderno que tenho posse, ou qualquer nome que deseja-o receber... Vejo que nos filmes e com as pessoas funcionam, então, acredito que comigo há de funcionar.
Não preciso me apresentar tão longamente, mas não querendo me enganar, queria eu me apresentar de uma forma que surpreende-se a todos, mas se nem os outros conseguem me definir, quem dirá eu mesmo... Quer dizer, se nem eu consigo me definir, quem dirá os leitores disto (estes se algum dia virem a se tornar um (leitor disso)), sou ***, e tenho X anos, e isso é o mais incrivel que eu consigo escrever sobre mim..."
O telefone tocou novamente, e, novamente, não era especialmente para ele...
"Ela não se encontra, mais tarde pode ligar" mas se encontrava...
Ele retornou ao caderno, pegou sua caneta, caneta interessante, e retomou à escrita
"Eu nasci pela barriga, e este foi o resumo de minha época de ser um "bebe". Eu cresci, vejam só, criei amigos maravilhosos, portanto, o sexto ano se tornou um ano muito legal, até, e, taí, o resumo da minha infância..."
Não se preocupava em... bom, na verdade, fingia não se preocupar, sua infância não possuia emoções, não havia o que contar de engraçado, histórias cômicas não estariam presente em seu livro, na verdade, em sua vida até então, o mesmo queria possuir algum tipo de história que tivesse marcado sua infância, que fosse passado de geração à geração -"tenho um irmão"- e assim, toda vez que ele lembrasse dessa história, ele riria, e todos a sua volta, ririam, estariam felizes, lá encontravam-se seus familiares, mais espeficamente s... -" Depois desse ocorrido, eu prometo a minha pessoa! não desenharei o futuro, nem me prenderei mais ao passado, e viverei o presente que é o presente. " Pegava sua caneta, e novamente, buscava escrever...
"Os anos passaram, passaram devagar, eu vi o sétimo ano acabar, a chegada do oitavo ano e a emoção do nono ano... e então, dei bem vindo ao meu novo ambiente escolar, e depois, dei bem vindo ao meu outro novo ambiente escolar... Retratada a minha infância, parto então para a adolescência, e tragicamente, aonde eu comecei a viver, morri, e vivi, e se repetindo, como uma onda com frequência constante."
Engraçado que se prendeu ali durante horas, e queria sair de lá, mas lá, sozinho com seu pensamento, permanecia, pois mesmo que quisesse, não havia o que fazer fora de seu habitat natural.
"A minha adolescência está sendo turbulenta, eu não entendo mais nada" escreveria, se no passado escrevesse.
"Começo o ano aqui, nessa nova escola, finjo ser feliz e os outros provavelmente fingem gostar de mim, talvez até realmente gostam, eu particularmente, não entendo. Passou um mês, calma, dois meses, espere, três meses, não, quatro meses, respire, cinco meses... Diário, se eu te disser agora, em primeira pessoa, seguindo um sincero diálogo, que eu consigo, quase de modo incrivel, explicar o que aconteceu em cada mês a partir deste quinto passado até então? Você, ficaria impressionado, não? Pois bem. Eu senti o aroma da flor, uma flor nova que eu não conhecia, as flores que eu usufruia eram amargas e desconfortáveis, ha, que flor é essa?! Suas pétalas eram diferentes, talvez isso é o que chamam de cores, e seu aroma era sim natural, eu não estava entendendo o que era aquilo, mas, sinceramente, enche-me de uma chuva de ramalhete!"
Muitos detalhes o deixavam apreensivo, então, procurava resumir as situações.
"Por que me interessar tanto assim por essa flor? Não sei onde eu estava, o que eu estava fazendo, sintia caminhar sobre as nuvens, e esse fenômeno é maravilhoso! Eu apenas usufruia ao máximo do aroma aconchegante desta, ou será que, a flor em si é bela, e o aroma não mais era tão importante assim, na verdade, percebo que essa flor era complexa até demais. Por algum motivo, eu parecia ser uma flor, de repente, na visão daquela flor, e espero que você entenda. Que sorte tenho eu, ganhei um buquê assim tão repentinamente! :D O buquê tem flores bonitas (1), tem um grande carpelo (2), bonito espume (3), Sépalas e Cálices (X), e na verdade, a flor estava, e não esta mais... Estranho, a cor está sumindo! mas eu a pinto! as pétalas estão caindo, espere, eu as colo! ELA QUEBROU, DESABOU NO CHÃO, QUE DESESPERO! Eu me perguntei por muito tempo o que eu fiz com a flor, parece que ela mudou, mas quando me olho no espelho, eu perco a cor e ela a ganha, eu não estava endendo nada! PARA, eu falaria pra mim mesmo, ESQUEÇA, eu repetiria!"
O garoto era interrompido agora por um estalar no seu coração, e procurou, quebrando sua promessa, viajar no passado, observou tudo, não entendia nada, mas percebia tudo, de pouco em pouco a flor foi quebrando, e quando ele percebeu, estava desmontada... Ele, nesta epoca, tentou arrumar com fita, estava molhada, não funciona, tentou com cola, a cola secou antes de juntar as partes, talvez uma super bonder arrumaria tal tragédia, vejam só, funcionou!
"E então, o que eu pretendi fazer? Novamente, e novamente, admirei a flor, e então tive uma ideia genial, que ideia incrivel. Aja visto que eu possa ter quebrado a flor de tanto admira-la, pensei ir com mais calma desta vez, assim como uma flor, me abri... estranhei na hora, eu pensei que foi uma boa ideia, parece que a flor quebrou de novo... e o vento levou os pedaços! Não via mais graça em nada, não gozava mais da vida que tanto gozei, a flor não havia mais tanta beleza quanto a que conheceu, mas eu não podia deixar tudo assim... Ainda bem que já está no meio! Continuei, corri atrás da flor, e, na mais sincera troca de energia que havia acontecido, colei, vejam só, colou com fita... a cor não era mais tão gratificante assim, mas agora estava em pé novamente, era a hora de me despedir, e no terraço da vida, enterrei para que algum botânico a colhesse, e cuidasse como ele saberá cuidar!! Passou, e passou, me pergunto, a flor se despedaçou, eu despedaçei a flor? Ou ela estaria se despedaçando por si mesmo, ou então, talvez, ela se despedaçou na minha mente, e sua cor e aroma ainda estavam la, mas não tinha mais o mesmo cheiro."
*** aparentava não se arrepender de nada, o mesmo reconhece que foi interessante, e estranhamente, diferente do que ele mesmo acreditava, ele estava bem consigo mesmo... muito bem.
"Não reconheci na hora, mas depois eu percebi que na verdade, tanto a flor quanto eu fomos culpado desta loucura, e, pelo menos eu, absorvi o recado de Deus pra mim! Eu passei a conhecer novas pessoas, eu de agora não sou mais o mesmo eu de três meses atrás! Por algum motivo, agora eu via cor no meu reflexo, no final, percebi que eu era a flor da minha própria pessoa, não tão aromatizada, não tão bela, mas que floresce toda primavera, e que, na realidade, ela era suficiente para que eu permanecesse até ser devorado pelos vermes."
O jovem saiu no quintal, e pela primeira vez, não apenas sua flor, ou uma única flor havia cor, todas flores agora eram coloridas, e seus olhos brilharam, voltou para dentro de sua casa, e o telefone tocou, e curiosamente, a ligação era para ele. E sua flor? Ela se abriu.



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