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História Será que ainda existe amor? - Capítulo 23


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Notas do Autor


heyy peoples!! Mais uma att pra vocês, obrigada pelos comentários do último capítulo.💖

Capítulo 23 - Negativo


negativo 

negativo

negativo 

negativo.


— todos deram negativos. — a voz da editora já estava embargada, ela tinha esperanças que realmente tivesse um bebê em seu ventre.



— ah Lili, esses testes não são confiáveis, você deveria fazer um exame de sangue. — a empresária a olhou enquanto a mesma se sentou no chão e passou a encarar a vista da janela.



— nas três vezes que fiquei grávida, os testes deram positivos, não é possível que agora esses 4 falharam.— algumas lagrimas desciam em seu rosto, era incontrolável a sensação do seu mundo estar desabando.



— eu fiz 5 testes quando desconfiei que estava grávida e todos deram positivos, eu surtei e fiz um de sangue, aí deu negativo... esses testes não são confiáveis Louro. — a mulher tentava passar conforto de longe, já que não podia sair da cama. 



— E se eu fizer o de sangue e der negativo? eu estava tão feliz... iria ser mais uma criança no meu ventre, seria a nossa maior felicidade. — passa levemente a mão na barriga, fazendo um leve carinho. 



— sem brincadeira Liliane, tu é uma fábrica de criança, Germano não brinca em serviço. — por um momento, a editora solta uma leve gargalhada.



— isso não é hora para brincadeiras Tina. — a empresária a encarava, enquanto a mesma não tirava os olhos da janela, estava pensando em tantas coisas.



— a mamãe ficaria feliz em ver que vocês dois deram certo, lembro dela dizendo que não durariam nem 5 anos... — a editora que tinha seus olhos direcionados para a janela, ao ouvir sobre a sogra, passou a encarar a mais nova com um sorriso no rosto, ao lembrar-se da mais velha. — apesar da implicância, ela sempre gostou de você, mas não acreditava que vocês ficariam juntos até hoje, uma pena ela só ter conhecido a Sofia. 



— sua mãe nos deixou cedo demais... eu queria que ela tivesse conhecido o Fabinho e a Alice... ela ficaria encantada com os dois. — se levantou rapidamente, indo em direção a cunhada.



— falando na mamãe, me lembrei de quando ela pegou você e o germano no quarto... — a editora lembrou-se do ocorrido e caiu na gargalhada. — acho que depois daquele dia vocês aprenderam a trancar a porta né ? 



— com toda certeza, fiquei neurótica por meses, sempre tinha que olhar se a porta estava trancada... — as duas gargalharam alto, sendo observadas por Germano, que estava escondido em silêncio. — até depois que nós casamos, sua mãe nos mandava ter cuidado. 



— mamãe deve estar se remexendo no túmulo com vocês falando dela. — se aproximou da esposa, deixando um selinho em seus lábios.



— acho que ela já se acostumou com isso.



— como você está Tina? — deixou um leve beijo na testa da irmã.



— estou bem, a Lili estava me fazendo companhia, mas agora ela é toda sua, aproveita. — bateu levemente no ombro dele,  a editora saiu gargalhando em direção ao quarto. 



— obrigada por fazê-la se divertir, ela está precisando muito disso.



— é, eu sei... agora vai lá, ela está precisando muito de você nesse momento. — o empresário assentiu e saiu rumo a suíte, encontrando a mulher sentada no chão, abraçada a seu corpo. 



— você está bem ? Aconteceu algo? — se sentou no chão, ao lado dela.



— eu só preciso que me abrace o mais forte que conseguir. — o homem a abraçou com todo amor e carinho que tinha, a esposa estava cada vez mais fraca, e por mais que tentasse, não tinha forças para ajudá-la. O dia passou rapidamente, a editora se recusou a sair do quarto, estava em uma tristeza profunda, o empresário conseguiu que ela comesse alguma coisa, apesar da mesma relutar muito para isso.



Os dias se passaram, e a única coisa que fazia Lili sair do quarto era a cunhada, as duas ficavam na parte de baixo da casa por algumas horas conversando e as vezes a empresária conseguia tirar boas risadas da editora. A agenda de Germano estava lotada, era poucas as vezes que ele chegava em casa e a esposa estava acordada, isso estava desgastando a relação dos dois e todos estavam percebendo.



os raios de sol mostravam que estava se iniciando mais um dia, o clima estava frio e nublado, por ainda estar cedo. O empresário acordou e resolveu voltar a correr, se arrumou rapidamente e deu uma volta pelo condomínio, ao chegar em casa, encontrou a esposa de costas para ele, sentada na mesa.



— onde você estava? — a editora havia acordado e sentido a falta do empresário, oque a deixou triste por não encontrá-lo logo cedo.



— decidi ir correr hoje. — se aproximou dela, tocando no seu ombro.



— será que só foi correr mesmo? — pela primeira vez, passou a olhá-lo nos olhos.



— eu não acredito que você quer brigar uma hora dessa Lili. — o empresário saiu em direção a escada, sendo parado pela voz da esposa.



— oque quer que eu pense? você está chegando tarde e saindo cedo todos os dias. — se levantou e foi em direção a ele, não era possível saber oque o olhar dela demonstrava, mas poderia ser uma mistura de ódio e mágoa.



— quando eu chego em casa você está dormindo, quando eu vou sair também, oque quer que eu faça? Te acorde? — desceu rapidamente as escadas e ficou em frente a ela.



— sim, eu quero. — uma lágrima escorreu no seu rosto. — você não me abraça mais, nem deixa beijos na minha testa antes de sair, eu sinto falta do seu carinho... — a essa altura a editora não conseguia mais segurar suas lágrimas.



— me desculpa.. eu não sabia que você estava se sentindo assim. — se aproximou da mesma, a puxando para um abraço. — eu estou com a agenda tão lotada que não percebi nada.



— eu sinto a sua falta. — o abraçou cada vez mais apertado.



— vou cancelar minha agenda essa semana, vamos ficar juntinhos, tudo bem? — fez um leve carinho no rosto dela, que apenas acenou em concordância. 



— bom dia casal. — com a ajuda de Silas, Valentina descia delicadamente cada degrau.



— bom dia chatinha. — o empresário se aproximou, deixando um leve beijo na testa dela.



— está chorando louro...Uma hora dessa? — encarou a editora, que estava limpando algumas lágrimas.



— é um choro de felicidade, Germano ficará com a gente essa semana, sem trabalhar. — abraçou o marido.



— germano ficar sem trabalhar? Conta outra Louro. — gargalha da cara do irmão.



— vou ficar sim, aliás, oque podemos fazer hoje? — se aproxima da mesa, juntamente com a esposa.



— ainda não estou liberada pra sair de casa. — se senta na cadeira que o empresário havia puxado para a mesma.



— podemos fazer algo aqui mesmo, talvez um filme? — se juntou as mulheres, se sentando na cadeira em frente a mesa.



— só se for romance. — a editora pediu manhosa.



— eu só assistiria se fosse romance. — a empresária esticou o copo até o irmão, para que ele colocasse o suco para ela.



— como eu ainda consigo sobreviver entre tantas mulheres? só tenho o Fabinho para dividir minhas dores. — as duas mulheres gargalharam da maneira que o empresário falava.



— dramático. — revirou os olhos. — você só luta com a Lili e a Alice, porque eu não moro aqui.



— mesmo assim, você está aqui agora. — fez um leve carinho na mão da empresária, que sorriu em retribuição. A harmonia que estava entre os dois era tão leve, nem pareciam aquelas duas pessoas que haviam brigado da última vez que se falaram.



— hoje eu tô afim de ouvir e contar histórias. — a mais nova encarou o irmão. — aliás, tenho uma pra contar... ontem eu lembrei da reação da mamãe ao descobrir a gravidez da Lili. — os três gargalharam alto, era como se conseguissem ouvir os gritos de Amélia.



— eu lembro que ela falou “vocês só se casaram a um ano e já fizeram uma criança? Germano eu vou te matar”. — a doce lembrança dos momentos que teve com a sogra vieram à tona. — tenho saudade até dos surtos dela.



— mamãe era uma graça, ela adorava a Lili, mas não deixava isso transparecer de jeito nenhum. 



— ela me apoiou em todas as minhas decisões, foi uma mãe pra mim. — os irmãos encaravam Lili, que estava perdida em seus pensamentos. — ela gostava de mim sim, só não mostrava isso na frente de vocês, eu era a preferida. 



— desculpe minha querida, mas a preferida sempre foi eu. — as duas praticamente começaram uma guerra de quem era a preferida da senhora Amélia.



— mamãe tá adorando vocês disputando o amor dela. — o empresário gargalhou.



— me erra, paspalho. — bate no ombro dele.



— bom, poderíamos ir para a área externa, tomar um banho de piscina. — mostrou a língua para a irmã.



— paspalho ridículo. — revirou os olhos irritada.



— tô brincando Tina, não fica bravinha não. — antes que a mais nova respondesse, começou uma forte chuva, com vários raios.



— ah pronto, agora começou a chover e ainda tem raio. — cruzou os braços aborrecida. — acho que a Lili tá com medo. — gargalhou da cara da editora, que estava paralisada, com lágrimas nos olhos.



— vamos assistir alguma coisa então? eu levo a Lili no colo. — o empresário chamou Silas para que ajudasse a irmã ir até o quarto, enquanto o mesmo levava a esposa no colo, que a única coisa que conseguia fazer é abraçá-lo fortemente. 



— vamos assistir filmes de romance, porque hoje acordei carente. — a empresária pega o controle da TV que estava ao seu lado e procura um filme.



— vamos ter que ficar no sofá. — sussurrou no ouvido da esposa, que ainda estava abraçada a ele.



— por mim eu posso estar em qualquer lugar, estando abraçada com você. — o empresário sorriu e deixou um selinho nos lábios da editora.



após a empresária escolher algum filme para eles assistirem, dona Eusébia trouxe chocolate quente e alguns cobertores que estavam guardados. A manhã passou rapidamente, já estava de tarde e os três ainda assistiam os filmes que a mais nova estava escolhendo.



— eu vou buscar um copo d’água. — tentou levantar, mas a esposa ainda estava abraçada a ele.



— eu vou com você, estou com medo desses raios. — o empresário gargalhou do jeito manhoso da esposa e a pegou no colo, a levando até a parte de baixo da casa. A campanhia tocou no exato momento que eles haviam acabado de descer as escadas.



— estamos esperando alguém? — olhou rapidamente para a editora,que apenas negou. Os dois se direcionaram até a porta, ao abrir, ficaram assustados com oque estavam vendo.



— acho que acabei de sequestrar alguém. — olhou para os dois assustada.


Notas Finais


agora tô curiosa pra saber quem que sequestrou quem KKKKKKKKK até o próximo gente, um xero!🥰


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