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História Submerso - kiribaku - Capítulo 23


Escrita por:


Notas do Autor


primeiro : eu não fazia a menos ideia de que titulo colocar, talvez eu mude ele depois

segundo: UM MES VELHO, desculpa sociedade, acho que isso não ficou bom, espero que esteja aceitavel
esse hot era pra ser mais sentimental, mas sla
não sei se consegui fazer ele do jeito que eu queria, mas me esforcei
pfv deem suas opniões SINCERAS sobre oq eu posso melhorar e etc

terceiro : leem as notas finais

espero que gostem :3

Capítulo 23 - Um pouco inseguro


Fanfic / Fanfiction Submerso - kiribaku - Capítulo 23 - Um pouco inseguro

O ruivo não conseguia se segurar, as mãos atrevidas percorrendo a pele alva, os lábios colados de maneira desajeitada, as línguas se enroscando e enrolando. Era uma perdição, um ciclo vicioso que não conseguiam largar, e de certa forma, nem queria.

O loiro se afastou um pouco, recuperando o ar enquanto encarava aqueles olhos rubis, tão brilhantes e vivos, se igualava a olhar uma tempestade selvagem, perigosa. Não se importava com isso, não se importava com muita coisa naquele momento, sua mente só conseguia pensar que estava quente, como se estivesse derretendo.

Já Kirishima se perguntava como o outro sempre o levava ao limite sem precisar fazer muito, apenas com um sorriso de escarnio, um simples repuxar de lábios. Extremamente sexy e provocativo, assim como aquele jeans apertado parecia fazer sua mente ter um curto circuito.

Bakugou puxou o maior para a cama ansioso, falava para si mesmo que o nervosismo e a excitação eram pelo tempo em que ficou afastado do outro, mas no fundo sabia que era pelo fato de Kirishima sempre mexer consigo com aquele olhar malicioso e dominador.

Mal notaram quando caíram na cama, imersos no calor que os corpos emanavam, as peles coladas e as respirações descompassadas. Se encararem por um tempo, a risada saindo das bocas de um jeito caloroso. Estavam uma completamente bagunça, o delineado preto do loiro começando a borrar e o cabelo de Kirishima se desmanchando.

Eijirou encarou o garoto ao seu lado, admirando a forma como o seu rosto inteiro parecia sorrir naquela noite e não apenas a sua boca, como os olhos pareciam pequenas pedrinhas brilhando. O jeito que seu cabelo estava bagunçado enquanto gargalhava na cama, a luz iluminando seu rosto pálido corado enquanto estava tão solto e relaxado. 

 

– O que foi? – Perguntou Katsuki se virando para olha-lo, se ajeitando na cama para ficar mais próximo do outro.

 

– Eu só estava pensando – Desviou o olhar, como se o poster do All Might na parede fosse mais interessante do que o garoto a sua frente, não sabendo lidar com a vergonha de que um pensamento lhe causou.

 

– Olha pra mim – Sentiu o rosto sendo acariciado, mesmo um pouco a contragosto o encarou loro e se sentiu culpado por ver o namorado preocupado – O que aconteceu?

 

– Eu só tive uma ideia idiota – Riu antes de beija-lo com carinho, sentindo as mãos firmes passeando pelo seu tórax, fazia cocegas.

 

– Me conta Eiji – Sussurrou perto da orelha alheia, mordiscando o lóbulo antes de começar a descer as mordidas pelo pescoço.

 

– Eu pensei em... – O maior respirou fundo antes de tomar coragem para falar, não colaborando o fato de Katsuki estar dando um leve chupão no meu pomo de adão – Em inverter.

 

Katsuki parou seus movimentos por um instante, olhando para o outro que tentava se esconder com o braço, a vergonha surgindo em instantes.

 

– Você tem certeza? – Perguntou sério, acariciando o rosto moreno com suas duas mãos, forçando o outro a voltar o olhar para si.

 

– S-Se você não quiser a gente não precisa...

 

– Não foi isso que eu quis dizer idiota – Revirou os olhos enquanto bufava, puxando para se sentar em seu colo – Estou falando que você parece inseguro com isso.

 

– Seria a minha primeira vez fazendo algo assim – Retrucou tímido, não conseguindo encarar o menor nos olhos – Você não ficou assim na sua primeira vez?

 

– Mas é obvio que sim! – Resmungou desviando o olhar corado, seus braços musculosos envolvendo a cintura alheia enquanto tentava se ajeitar melhor.

 

– Eu quero fazer isso Katsuki! – Falou determinado, uma falsa carranca surgindo enquanto se esticava para pegar o lubrificante, deixado na cabeceira para facilitar o que fariam a seguir.

 

Juntaram os lábios novamente, começando como um selinho calmo até se transformar em um beijo voraz e quente. Os dedos finos tentavam puxar a penugem ruiva da nuca, a fim de aprofundar ainda mais o osculo.

Bakugou queria rir pela vergonha dele, mas se segurou, não querendo que o maior ficasse bravo ou ainda mais inseguro. Apreciou os suspiros que saiam da boquinha de dentes pontudos, enquanto a língua explorava a boca, deslizando e enroscando na outra.

Deitou o ruivo na cama e começou a despi-lo com cuidado, com um pouco de dificuldade pela roupa apertada, mas não querendo rasga-la. Tirou em seguida sua própria blusa e jaqueta, se irritando por ter ficado muito tempo para tirar a calça por causa dos botões, jogou as peças de roupa no chão do quarto, voltando sua atenção ao garoto embaixo de si.

A boca entreaberta, dando destaque para seus dentinhos pontudos, o jeito que seu peito subia e descia com a respiração descompassada e o rosto corado junto de seus olhos semicerrados. Bakugou poderia afirmar com toda certeza que aquela era uma das melhores visões de sua vida, ter ele ali, parecendo tão entregue... era quase como um sonho.  

Agarrou sua cintura com certa possessividade, mas o ruivo pareceu gostar, então começou a distribuir beijos pelo tronco forte até subir para os mamilos. Lambeu o esquerdo enquanto forçava o olhar para cima, como se estivesse o provocando, queria ver todas as reações genuínas do mais novo.

Começou mordiscando de leve, sentindo o bico eriçar e os pelos negros se arrepiarem, se concentrou na tarefa, sugando com vontade enquanto brincava com o outro mamilo entre seus dedos. Sentiu seu cabelo sendo puxado, o ruivo arfando enquanto tentava aproximar o contato.

Pressionou seu membro no do ruivo, sendo divididos pelas duas cuecas, arfou enquanto ouvia o outro gemer rouco, seus pelos loiros se arrepiando enquanto a estranha vontade de fazer Eijirou gemer manhoso se instalava na mente.

Bakugou parou seus movimentos, ouvindo um gemido frustrado sair dos lábios finos de Kirishima, o maior se esfregando no corpo acima, tentando de toda forma aliviar a ereção que aumentava no meio de suas pernas.

 

– Calma – Arfou tentando segurar as coxas do mais novo – Você é muito apressado.

 

– Vai logo Suki – Resmungou baixinho, o que soou extremante tentador no momento.

 

Pegou rapidamente o pote de lubrificante jogado na cama, retirando a cueca do ruivo com certa facilidade, sentindo seu próprio pau pulsar dentro da cueca laranja ao ver o caralho duro do ruivo babando. Despejou uma boa quantidade do liquido translucido nos dedos, abrindo as pernas do moreno enquanto sentia ele ficar tenso.

 

– Você precisa relaxar – Alertou antes de voltar a colar os corpos, o que fez ambos gemerem – Senão vai doer.

 

– Isso não ajudou – Resmungou enquanto desviava o olhar, a respiração entrecortada e o rosto vermelho.

 

– Eu não vou te machucar.

 

Sussurrou antes de começar a distribuir selinhos pelo pescoço do maior, descendo a mão sem lubrificante até o pau do ruivo, acariciando a glande com delicadeza. Kirishima se remexeu inquieto, os sons vergonhosos saindo da sua boca sem ter tempo de impedi-los, o coração batendo desenfreado enquanto seu corpo implorava por mais prazer.

 

– K-Katsuki – A mão alheia deslizava pelo seu membro, variando a pressão que fazia, instaurando um próprio ritmo – P-Porra!

 

– Está bom Eiji? – Provocou manhoso, deixando um chupão no maxilar do moreno, aumentando a velocidade.

 

O ruivo não conseguiu responder, um gemido mudo saindo dos seus lábios quando sentiu o loiro penetrar um dedo na sua entrada, suas pernas tentando se fechar automaticamente. Lacrimejou pela ação repentina, ainda sentindo as caricias do mais velho em seu rosto e pescoço, sugando o ar entre os dentes enquanto uma dor incomoda se alastrava.

 

–  Tá doendo muito? – Perguntou mansamente, levando a mão que outrora masturbava o pau do ruivo até seu rosto para limpar as lagrimas que insistiam em cair.

 

– N-Não – Negou, finalmente conseguindo se acostumar melhor com o dedo de si – Não tanto.

 

– Se doer muito você me avisa ok? – Beijou seus lábios, se levantando um pouco para ajeitar o Kirishima – Não quero te machucar.

 

Concordou meneando a cabeça, mexendo um pouco o quadril quando conseguiu se acostumar com o dedo, ainda doía, mas um pouco menos, suportável. Katsuki começou a move-lo, explorando o interior enquanto Eijirou arfava e apertava os ombros pálidos, cravando as unhas na pele.

Bakugou inseriu outro dedo, que deslizou com facilidade para dentro, começou a mexer devagar, tateando a procura do ponto G do maior. Não conseguia negar que era uma bela cena o que estava presenciando, os fios tingidos de vermelho colando na testa, o penteado cheio de gel se desmanchando aos poucos. A boca entreaberta deixando sons vergonhosos e vulgares sair, o corpo se contorcendo enquanto mexia dentro de si.

 

– Você é muito lindo – Constatou, sorrindo quando arrancou um suspiro do ruivo após tocar o caralho vermelho e pulsante – Tá parecendo uma putinha.

 

– To me vendendo por muito pouco então – Provocou, o que fez o loiro começar a fazer movimentos de tesoura com os dedos – V-Vai com calma.

 

– Preciso fazer isso para alargar – Explicou, porém suavizou os movimentos para deixar o outro mais confortável – Senão não entra.

 

Se calou a contra gosto, ficando satisfeito quando o loiro começou a tocar seu pau, variando a velocidade e pressão das mãos, parando antes do ruivo gozar, sorrindo provocativo. Kirishima tinha os olhos nublados de prazer, a estranha sensação dos dedos dentro de si e uma punheta ao mesmo tempo quase o levando ao limite.

 

Parou os movimentos com os dedos quando achou ser o suficiente, deixando selinhos no rosto moreno antes de tirar sua própria cueca. Suspirou aliviado após se livrar da peça, se esticou para pegar uma das camisinhas na gaveta, vestindo ela. Voltou a pegar o pote de lubrificante, despejando uma grande quantia no próprio membro rosado e desperto, quase chegava a doer de tanta excitação.

 

– Você tem certeza? – Perguntou cauteloso, vendo o garoto retomar a respiração – Vai doer.

 

Acenou com a cabeça, ciente disso desde que propôs aquela ideia, mesmo que parecia mais emocionante e menos assustador na hora. O mais velho voltou a bater punheta devagar para o ruivo, brincando com suas bolas enquanto penetrava lentamente, tomando cuidado para não machucar.

Eijirou se segurou para não gritar, nenhum grunhido sair de sua boca, seus dentes machucando os lábios pelo esforço. Respirou fundo quando Katsuki entrou completamente, sentindo o pau pulsar dentro de si, ao mesmo tempo que se perdia no olhar de completa volúpia do companheiro.

Ficaram por um momento assim, Bakugou tentando deixa-lo o mais relaxado possível, enquanto sentia o ruivo praticamente o devorando. Começou a se mexer devagar quando sentiu Kirishima tentar mexer os quadris, entrando e saindo lentamente, Katsuki nunca achou que seria tão bom.

Eijirou não podia negar que era uma sensação um tanto estranha, ao mesmo tempo que seu interior parecia arder e queimar, também sentia um grande prazer nunca sentido antes. A quentura e desejo aumentando cada vez que o loiro ia mais rápido e mais fundo.

Os gemidos emundaram o quarto, os sons dos corpos se chocando era satisfatório e excitante. Kirishima prendeu suas pernas na cintura fina do mais velho, rebolando a procura de mais contato, tomando os lábios alheio em um osculo desajeitado e necessitado. O loiro agarrou sua cintura firmemente, o que deixaria varias marcas no dia seguinte, estocando cada vez mais fundo, fazendo uma corrente elétrica passar pelo corpo moreno, o arrepiando.

Eijirou arranhava as costas nuas do outro, a respiração pesada, as ondas de prazer ficando mais intensas, nublando a mente. Se desmanchou pouco tempo depois, o gozo melando os tórax enquanto um gemido manhoso e mais alto ecoava no quarto.

Katsuki gozou um tempo depois, o corpo estremecendo e as pernas bambeando antes de sair devagar do ruivo e tirar a camisinha, amarrando e jogando em um lado do quarto para logo depois cair do seu lado na cama, ofegante.

 

– Foi... Bom – O ruivo quebrou o silencio um tempo depois, suspirando antes de se acomodar no peitoral de Katsuki.

 

– Doeu muito? – Perguntou cauteloso, afagando os fios tingidos macios.

 

– Não tanto, achei que seria pior – Falou sincero, se espreguiçando enquanto olhava o relógio, um pouco envergonhado.

 

– O que foi?

 

– Vamos de novo?

 

 

 

 


Notas Finais


pelo menos o cap ficou longo né k
enfim, eu acho que final de semana que vem eu nã vou conseguir postar, só no outro
minha vida tá MUITO ALEATORIA, gente nem sei mais que porra tá acontecendo
talvez eu vou me mudar, talvez não, to tendo mais trabalho em casa e brota umas pessoas aleatorias me incomodar
além da preguiça insistente
desculpa a demora aaaaa
é isso ;-;


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